O edifício no jardim: um plano destruído; a verticalização em Maringá
| Ano de defesa: | 1992 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8136/tde-08122022-163025/ |
Resumo: | Explicar a verticalização de Maringá como uma nova paisagem do processo de construção da urbanização brasileira, através da identificação de categorias explicativas (estado e capital) e os agentes responsáveis pela produção e apropriação desses espaços. A pesquisa resgatou a acumulação de riquezas, oriunda da concentração de terras nas mãos de grandes e médios proprietários agropecuaristas, que investiram o capital acumulado na verticalização obtido com o cultivo de culturas de exportação (dai a sua mundialização), associadas as outras atividades paralelas, com grandes incentivos fiscais do governo federal e estadual. A medida que se penetrava no âmago da questão, a realidade se tornava mais clara, pois o papel desempenhado pelos incorporadores imobiliários e uma das facetas fundamental do processo. O estudo do processo de verticalização se tornou uma forma privilegiada de um segmento importante da reprodução do capital no espaço, aliada a uma nova forma (modo) de morar. Foram identificados três períodos ao longo da verticalização maringaense (1960-1989). O primeiro - 1960-69, apresentou a construção de dez edifícios (47.877, 66\'METROS QUADRADOS\'). O segundo - 1970-79, registrou a edificação de trinta e nove edifícios (135.730,82\'METROS QUADRADOS\') e finalmente no terceiro 1980-89, construiu-se setecentos e onze edifícios, gerando uma área de 2.455.045, 59\'METROS QUADRADOS\' |
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