Efeito do uso de telerreabilitação na dor lombar crônica inespecífica da população negra brasileira: um ensaio clínico controlado aleatorizado
| Ano de defesa: | 2025 |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5170/tde-02022026-122021/ |
Resumo: | Introdução: A dor lombar crônica inespecífica (DLCI) é um sintoma e ocasiona um problema de saúde pública com impacto global, sendo a principal causa de anos vividos com incapacidade no mundo. A população Negra brasileira, enfrenta iniquidades no acesso a tratamentos, em relação à DLCI, com prevalência ainda desconhecida, porém de alto impacto, são mais frequentes as barreiras ao acesso em saúde, influenciada por fatores biopsicossociais e o racismo estrutural. A telerreabilitação em Fisioterapia surge como uma estratégia promissora para superar barreiras de acesso e promover a equidade no cuidado da DL. Objetivo: Avaliar o efeito dos exercícios da modalidade atividade gradual (aumentos graduais de dificuldade em exercícios) somado à educação em dor na população negra brasileira com DLCI, por meio do uso da telerreabilitação. Metodologia: Foi realizado um ensaio clínico controlado, randomizado, com 106 participantes autodeclarados pretos e pardos, ambos os sexos, com DLCI há ao menos três meses. Os voluntários foram alocados aleatoriamente em dois grupos: Grupo Experimental (GE, n=53), submetido a 12 sessões de telerreabilitação assíncrona (com exercícios de atividade gradual: aquecimento, fortalecimento, relaxamento), utilizando a plataforma web Physitrack®, três vezes por semana durante quatro semanas, mais educação em dor via e-book afrocentrado; e Grupo Controle (GC, n=53), que recebeu apenas a educação em dor, no mesmo período. Ambos registraram diariamente reflexões sobre aprendizagem e desconforto da dor. Os desfechos avaliados incluíram: intensidade da dor (Escala Numérica da Dor), incapacidade funcional (Questionário Incapacidade de Rolland-Morris), qualidade de vida (12-Item Short-Form Health Survey), crenças de medo-evitação (Fear Avoidance Beliefs Questionnaire), ansiedade (Inventário de Ansiedade Traço-Estado) e percepção de discriminação em saúde (Everyday Discrimination Scale). Utilizaram-se Processamento de Linguagem Natural (PLN) para modelagem preditiva do desconforto e alinhamento semântico com modelo Sentence-BERT multilingual para análise das reflexões de desconforto e educacionais. As avaliações foram realizadas pré-intervenção e em follow-up de 1, 3 e 6 meses. O nível de significância adotado foi p0,05. Resultados: Ambos os grupos apresentaram redução significativa da intensidade da dor (p<0,001) e da incapacidade funcional ao longo do tempo (p<0,001), sem diferença estatística entre GE e GC em qualquer momento de acompanhamento. Idade foi preditor de maior incapacidade. Não foram observadas diferenças entre grupos para qualidade de vida, crenças de medo-evitação e ansiedade. Quanto à percepção de discriminação em saúde, a mediana foi 3 (5;6), sem diferença inicial entre os grupos; porém, GE apresentou maiores escores de discriminação (=1,64; IC95%: 0,66-2,62; p=0,001), assim como mulheres (=1,56; IC95%: 0,30-2,83; p=0,016). Pessoas pretas relataram mais experiências de discriminação (tratados com menos cortesia: 82,98% pretos vs. 66,67% pardos; não escutados por profissionais: 84,21%), especialmente em camadas de menor renda. O modelo semântico-neural para previsão do desconforto mostrou boa robustez (R²=0,48; r=0,71; p=7,64e-87; erro quadrático médio 1,4-3,7). A similaridade semântica das reflexões foi superior nos dois grupos, porém maior no GC (p=1,02e-21). Conclusão: Ambos os grupos apresentaram melhora nos desfechos de dor, incapacidade funcional, qualidade de vida e ansiedade, sem diferença estatística. Crenças medo-evitação referentes ao trabalho não foram reduzidas. Observou-se maior percepção de discriminação em saúde entre mulheres, pessoas pretas e de menor nível socioeconômico. Os Modelos de PLN e a análise de alinhamento semântico demonstraram potencial para avaliação do desconforto e aprofundamento sobre o engajamento cognitivo. |
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Efeito do uso de telerreabilitação na dor lombar crônica inespecífica da população negra brasileira: um ensaio clínico controlado aleatorizadoEffect of telerehabilitation on nonspecific chronic low back pain in the black brazilian population: a randomized controlled clinical trialBlack peopleDigital healthDor lombarEnsaio clínico aleatórioEquidade em saúdeHealth equityLow back painPopulação negraRandomized controled trialSaúde digitalIntrodução: A dor lombar crônica inespecífica (DLCI) é um sintoma e ocasiona um problema de saúde pública com impacto global, sendo a principal causa de anos vividos com incapacidade no mundo. A população Negra brasileira, enfrenta iniquidades no acesso a tratamentos, em relação à DLCI, com prevalência ainda desconhecida, porém de alto impacto, são mais frequentes as barreiras ao acesso em saúde, influenciada por fatores biopsicossociais e o racismo estrutural. A telerreabilitação em Fisioterapia surge como uma estratégia promissora para superar barreiras de acesso e promover a equidade no cuidado da DL. Objetivo: Avaliar o efeito dos exercícios da modalidade atividade gradual (aumentos graduais de dificuldade em exercícios) somado à educação em dor na população negra brasileira com DLCI, por meio do uso da telerreabilitação. Metodologia: Foi realizado um ensaio clínico controlado, randomizado, com 106 participantes autodeclarados pretos e pardos, ambos os sexos, com DLCI há ao menos três meses. Os voluntários foram alocados aleatoriamente em dois grupos: Grupo Experimental (GE, n=53), submetido a 12 sessões de telerreabilitação assíncrona (com exercícios de atividade gradual: aquecimento, fortalecimento, relaxamento), utilizando a plataforma web Physitrack®, três vezes por semana durante quatro semanas, mais educação em dor via e-book afrocentrado; e Grupo Controle (GC, n=53), que recebeu apenas a educação em dor, no mesmo período. Ambos registraram diariamente reflexões sobre aprendizagem e desconforto da dor. Os desfechos avaliados incluíram: intensidade da dor (Escala Numérica da Dor), incapacidade funcional (Questionário Incapacidade de Rolland-Morris), qualidade de vida (12-Item Short-Form Health Survey), crenças de medo-evitação (Fear Avoidance Beliefs Questionnaire), ansiedade (Inventário de Ansiedade Traço-Estado) e percepção de discriminação em saúde (Everyday Discrimination Scale). Utilizaram-se Processamento de Linguagem Natural (PLN) para modelagem preditiva do desconforto e alinhamento semântico com modelo Sentence-BERT multilingual para análise das reflexões de desconforto e educacionais. As avaliações foram realizadas pré-intervenção e em follow-up de 1, 3 e 6 meses. O nível de significância adotado foi p0,05. Resultados: Ambos os grupos apresentaram redução significativa da intensidade da dor (p<0,001) e da incapacidade funcional ao longo do tempo (p<0,001), sem diferença estatística entre GE e GC em qualquer momento de acompanhamento. Idade foi preditor de maior incapacidade. Não foram observadas diferenças entre grupos para qualidade de vida, crenças de medo-evitação e ansiedade. Quanto à percepção de discriminação em saúde, a mediana foi 3 (5;6), sem diferença inicial entre os grupos; porém, GE apresentou maiores escores de discriminação (=1,64; IC95%: 0,66-2,62; p=0,001), assim como mulheres (=1,56; IC95%: 0,30-2,83; p=0,016). Pessoas pretas relataram mais experiências de discriminação (tratados com menos cortesia: 82,98% pretos vs. 66,67% pardos; não escutados por profissionais: 84,21%), especialmente em camadas de menor renda. O modelo semântico-neural para previsão do desconforto mostrou boa robustez (R²=0,48; r=0,71; p=7,64e-87; erro quadrático médio 1,4-3,7). A similaridade semântica das reflexões foi superior nos dois grupos, porém maior no GC (p=1,02e-21). Conclusão: Ambos os grupos apresentaram melhora nos desfechos de dor, incapacidade funcional, qualidade de vida e ansiedade, sem diferença estatística. Crenças medo-evitação referentes ao trabalho não foram reduzidas. Observou-se maior percepção de discriminação em saúde entre mulheres, pessoas pretas e de menor nível socioeconômico. Os Modelos de PLN e a análise de alinhamento semântico demonstraram potencial para avaliação do desconforto e aprofundamento sobre o engajamento cognitivo.Introduction: Nonspecific chronic low back pain (NCLBP) is a major public health concern with global impact, representing the leading cause of years lived with disability worldwide. The Black Brazilian population faces significant inequities in access to treatment for NCLBP, with a prevalence that remains unknown but is presumed to be high. Barriers to healthcare access are more frequent and are influenced by biopsychosocial factors and structural racism. Telerehabilitation in physical therapy has emerged as a promising strategy to overcome these access barriers and promote equity in low back pain management. Objective: To evaluate the effect of gradual activity exercise (progressive increases in exercise difficulty) combined with pain education in the Black Brazilian population with NCLBP through the use of telerehabilitation. Methodology: A randomized controlled clinical trial was conducted with 106 self-identified Black and Brown participants (both sexes) with NCLBP for at least three months. Participants were randomly allocated into two groups: the Experimental Group (EG, n=53), which underwent 12 asynchronous telerehabilitation sessions (including gradual activity exercises: warm-up, strengthening, relaxation) via the Physitrack® web platform, three times per week for four weeks, plus pain education through an Afrocentric e-book; and the Control Group (CG, n=53), which received only pain education over the same period. Both groups recorded daily reflections on learning and pain discomfort. Outcomes assessed included: pain intensity (Numerical Pain Rating Scale), functional disability (Roland-Morris Disability Questionnaire), quality of life (12-Item Short-Form Health Survey), fear-avoidance beliefs (Fear Avoidance Beliefs Questionnaire), anxiety (State-Trait Anxiety Inventory), and perception of healthcare discrimination (Everyday Discrimination Scale). Natural Language Processing (NLP) was used for predictive modeling of discomfort and semantic alignment using the Sentence-BERT multilingual approach for analysis of discomfort and educational reflections. Assessments were conducted pre-intervention and at 1-, 3-, and 6-month follow-ups. The significance level was set at p0.05. Results: Both groups showed significant reductions in pain intensity (p<0.001) and functional disability (p<0.001) over time, with no statistical difference between EG and CG at any follow-up point. Age was a predictor of greater disability. There were no between-group differences in quality of life, fear-avoidance beliefs, or anxiety. Regarding perceptions of healthcare discrimination, the median was 3 (5;6), with no initial difference between groups; however, the EG exhibited higher discrimination scores (=1.64; 95%CI: 0.662.62; p=0.001), as did women (=1.56; 95%CI: 0.302.83; p=0.016). Black participants reported more discrimination experiences (treated with less courtesy: 82.98% blacks vs. 66.67% browns; not listened to by professionals: 84.21%), especially among those with lower income. The semantic-neural model for discomfort prediction demonstrated robustness (R²=0.48; r=0.71; p=7.64e-87; RMSE 1.43.7). Semantic similarity of reflections was higher in both groups, but greater in the CG (p=1.02e-21). Conclusion: Both groups showed improvement in pain, functional disability, quality of life, and anxiety outcomes, with no statistically significant differences between them. Work-related fear-avoidance beliefs were not reduced. A greater perception of healthcare discrimination was observed among women, Black individuals, and those with lower socioeconomic status. The NLP models and semantic alignment analysis demonstrated potential for the assessment of discomfort and provided insights into cognitive engagement.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPMarques, Amelia PasqualSouza, Ingred Merllin Batista de2025-08-28info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5170/tde-02022026-122021/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2026-02-02T19:43:07Zoai:teses.usp.br:tde-02022026-122021Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212026-02-02T19:43:07Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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Introdução: A dor lombar crônica inespecífica (DLCI) é um sintoma e ocasiona um problema de saúde pública com impacto global, sendo a principal causa de anos vividos com incapacidade no mundo. A população Negra brasileira, enfrenta iniquidades no acesso a tratamentos, em relação à DLCI, com prevalência ainda desconhecida, porém de alto impacto, são mais frequentes as barreiras ao acesso em saúde, influenciada por fatores biopsicossociais e o racismo estrutural. A telerreabilitação em Fisioterapia surge como uma estratégia promissora para superar barreiras de acesso e promover a equidade no cuidado da DL. Objetivo: Avaliar o efeito dos exercícios da modalidade atividade gradual (aumentos graduais de dificuldade em exercícios) somado à educação em dor na população negra brasileira com DLCI, por meio do uso da telerreabilitação. Metodologia: Foi realizado um ensaio clínico controlado, randomizado, com 106 participantes autodeclarados pretos e pardos, ambos os sexos, com DLCI há ao menos três meses. Os voluntários foram alocados aleatoriamente em dois grupos: Grupo Experimental (GE, n=53), submetido a 12 sessões de telerreabilitação assíncrona (com exercícios de atividade gradual: aquecimento, fortalecimento, relaxamento), utilizando a plataforma web Physitrack®, três vezes por semana durante quatro semanas, mais educação em dor via e-book afrocentrado; e Grupo Controle (GC, n=53), que recebeu apenas a educação em dor, no mesmo período. Ambos registraram diariamente reflexões sobre aprendizagem e desconforto da dor. Os desfechos avaliados incluíram: intensidade da dor (Escala Numérica da Dor), incapacidade funcional (Questionário Incapacidade de Rolland-Morris), qualidade de vida (12-Item Short-Form Health Survey), crenças de medo-evitação (Fear Avoidance Beliefs Questionnaire), ansiedade (Inventário de Ansiedade Traço-Estado) e percepção de discriminação em saúde (Everyday Discrimination Scale). Utilizaram-se Processamento de Linguagem Natural (PLN) para modelagem preditiva do desconforto e alinhamento semântico com modelo Sentence-BERT multilingual para análise das reflexões de desconforto e educacionais. As avaliações foram realizadas pré-intervenção e em follow-up de 1, 3 e 6 meses. O nível de significância adotado foi p0,05. Resultados: Ambos os grupos apresentaram redução significativa da intensidade da dor (p<0,001) e da incapacidade funcional ao longo do tempo (p<0,001), sem diferença estatística entre GE e GC em qualquer momento de acompanhamento. Idade foi preditor de maior incapacidade. Não foram observadas diferenças entre grupos para qualidade de vida, crenças de medo-evitação e ansiedade. Quanto à percepção de discriminação em saúde, a mediana foi 3 (5;6), sem diferença inicial entre os grupos; porém, GE apresentou maiores escores de discriminação (=1,64; IC95%: 0,66-2,62; p=0,001), assim como mulheres (=1,56; IC95%: 0,30-2,83; p=0,016). Pessoas pretas relataram mais experiências de discriminação (tratados com menos cortesia: 82,98% pretos vs. 66,67% pardos; não escutados por profissionais: 84,21%), especialmente em camadas de menor renda. O modelo semântico-neural para previsão do desconforto mostrou boa robustez (R²=0,48; r=0,71; p=7,64e-87; erro quadrático médio 1,4-3,7). A similaridade semântica das reflexões foi superior nos dois grupos, porém maior no GC (p=1,02e-21). Conclusão: Ambos os grupos apresentaram melhora nos desfechos de dor, incapacidade funcional, qualidade de vida e ansiedade, sem diferença estatística. Crenças medo-evitação referentes ao trabalho não foram reduzidas. Observou-se maior percepção de discriminação em saúde entre mulheres, pessoas pretas e de menor nível socioeconômico. Os Modelos de PLN e a análise de alinhamento semântico demonstraram potencial para avaliação do desconforto e aprofundamento sobre o engajamento cognitivo. |
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