Prevalência de transtorno dismórfico corporal em disforia de gênero

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Baptista, Vanessa Cristina
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5160/tde-17092025-123210/
Resumo: Introdução: A literatura se mostra escassa sobre a ocorrência do transtorno dismórfico corporal (TDC) juntamente com a disforia de gênero (DG) e a preocupação com a aparência presente em ambos os quadros pode envolver, se negligenciada, consequências iatrogênicas no que respeita à conduta de tratamento de pessoas trans com DG. Este cenário abre importantes questões psicopatológicas e de diagnóstico. Objetivo: Investigar a prevalência de TDC e as áreas corporais mais referidas, em uma população de pacientes trans com DG. Método: Pesquisa realizada em duas etapas no Ambulatório Transdisciplinar de Identidade de Gênero e Orientação Sexual (AMTIGOS) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, com pacientes trans em acompanhamento ativo. Na 1ª etapa foram aplicados dois instrumentos: Body Dysmorphic Disorder Examination (BDDE) e International Neuropsychiatric Interview (MINI). Na 2ª etapa foram utilizados instrumentos autoaplicáveis: Questionário Sociodemográfico; Body Shape Questionnaire (BSQ); Questionário sobre Traumas na Infância (QUESI); Functional Assessment of Self-Mutilation (FASM) e World Health Organization Quality of Life (WHOQOL-BREF). A amostra incluiu 91 pacientes trans com DG, dos quais 51,6% eram mulheres trans, 46,2% homens trans e 2,2% não binários, com idade média de 27,24 anos. Dentre eles, 24 pacientes apresentaram TDC, e 83 participaram da 2ª etapa. As análises foram realizadas utilizando o pacote estatístico SPSS (v.25.0), com nível de significância de 0,05 ou 5%. Resultados: O presente estudo constatou a prevalência de TDC na amostra, indicando grave insatisfação com a imagem corporal nos pacientes com TDC (95,8%) em comparação aos pacientes sem TDC (28,4%). O grupo com TDC também apresentou maior prevalência de identidade de gênero feminina, além de maior orientação pansexual e assexual (p<0,003), bem como elevada insatisfação com caracteres sexuais secundários (90,9%). Foi identificado importante predomínio de problemas psicológicos/psiquiátricos com maior comprometimento no transtorno de personalidade antissocial (TPAS) (p<0,001) no grupo com TDC. Associado a comportamentos de risco, o grupo com TDC apresentou consumo de álcool elevado (68,2%), maior ideação/tentativa de suicídio (72,7%) e comportamento de automutilação/agressão (68,2%), sendo a principal motivação para a autolesão a busca de emoções positivas, regulação emocional e estratégias de enfrentamento, sem diferença entre os grupos. No entanto, o grupo com TDC referiu ter passado por mais de um tipo de trauma na infância com prevalência severa em abuso e negligência emocional. Quanto à qualidade de vida, o grupo com TDC apresentou piores escores nos domínios físico, psicológico e ambiental. Conclusão: Os achados deste estudo indicam que essa interseção DG e TDC está associada a quadros mais graves de insatisfação com a imagem corporal. Observou-se impacto negativo na qualidade de vida e saúde mental com maior prevalência de TPAS relacionados a essa interseção, destacando a necessidade de aprimorar o diagnóstico diferencial e as intervenções para esses pacientes. Pesquisas futuras devem ampliar a base de evidências empíricas, auxiliando no aprimoramento das condutas de clínicos e cirurgiões para oferecer um maior suporte, melhora da qualidade de vida e saúde mental dessa população
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Método: Pesquisa realizada em duas etapas no Ambulatório Transdisciplinar de Identidade de Gênero e Orientação Sexual (AMTIGOS) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, com pacientes trans em acompanhamento ativo. Na 1ª etapa foram aplicados dois instrumentos: Body Dysmorphic Disorder Examination (BDDE) e International Neuropsychiatric Interview (MINI). Na 2ª etapa foram utilizados instrumentos autoaplicáveis: Questionário Sociodemográfico; Body Shape Questionnaire (BSQ); Questionário sobre Traumas na Infância (QUESI); Functional Assessment of Self-Mutilation (FASM) e World Health Organization Quality of Life (WHOQOL-BREF). A amostra incluiu 91 pacientes trans com DG, dos quais 51,6% eram mulheres trans, 46,2% homens trans e 2,2% não binários, com idade média de 27,24 anos. Dentre eles, 24 pacientes apresentaram TDC, e 83 participaram da 2ª etapa. As análises foram realizadas utilizando o pacote estatístico SPSS (v.25.0), com nível de significância de 0,05 ou 5%. Resultados: O presente estudo constatou a prevalência de TDC na amostra, indicando grave insatisfação com a imagem corporal nos pacientes com TDC (95,8%) em comparação aos pacientes sem TDC (28,4%). O grupo com TDC também apresentou maior prevalência de identidade de gênero feminina, além de maior orientação pansexual e assexual (p<0,003), bem como elevada insatisfação com caracteres sexuais secundários (90,9%). Foi identificado importante predomínio de problemas psicológicos/psiquiátricos com maior comprometimento no transtorno de personalidade antissocial (TPAS) (p<0,001) no grupo com TDC. Associado a comportamentos de risco, o grupo com TDC apresentou consumo de álcool elevado (68,2%), maior ideação/tentativa de suicídio (72,7%) e comportamento de automutilação/agressão (68,2%), sendo a principal motivação para a autolesão a busca de emoções positivas, regulação emocional e estratégias de enfrentamento, sem diferença entre os grupos. No entanto, o grupo com TDC referiu ter passado por mais de um tipo de trauma na infância com prevalência severa em abuso e negligência emocional. Quanto à qualidade de vida, o grupo com TDC apresentou piores escores nos domínios físico, psicológico e ambiental. Conclusão: Os achados deste estudo indicam que essa interseção DG e TDC está associada a quadros mais graves de insatisfação com a imagem corporal. Observou-se impacto negativo na qualidade de vida e saúde mental com maior prevalência de TPAS relacionados a essa interseção, destacando a necessidade de aprimorar o diagnóstico diferencial e as intervenções para esses pacientes. Pesquisas futuras devem ampliar a base de evidências empíricas, auxiliando no aprimoramento das condutas de clínicos e cirurgiões para oferecer um maior suporte, melhora da qualidade de vida e saúde mental dessa populaçãoIntroduction: The literature on the co-occurrence of body dysmorphic disorder (BDD) and gender dysphoria (GD) is scarce. Concerns about appearance present in both conditions, if neglected, may lead to iatrogenic consequences regarding the treatment of trans people with GD. This scenario raises important psychopathological and diagnostic questions. Objective: To investigate the prevalence of BDD and the most frequently mentioned body areas in a population of trans patients with GD. Method: The study was conducted in two stages at the Transdisciplinary Clinic of Gender Identity and Sexual Orientation (AMTIGOS) at the Institute of Psychiatry, Hospital das Clínicas, Faculty of Medicine, University of São Paulo, with trans patients in active monitoring. In the first stage, two instruments were applied (Brazilian version of the Body Dysmorphic Disorder Examination BDDE; and the Mini International Neuropsychiatric Interview MINI). In the second stage, self-administered instruments were used: Sociodemographic Questionnaire; Body Shape Questionnaire (BSQ); Childhood Trauma Questionnaire (QUESI); Functional Assessment of Self-Mutilation (FASM); and the WHOQOL-BREF (World Health Organization Quality of Life). The sample included 91 trans patients with GD, of which 51.6% were trans women, 46.2% trans men, and 2.2% non-binary, with a mean age of 27.24 years. Of these, 24 patients had BDD, and 83 participated in the second stage. Data analyses were performed using SPSS (v.25.0), with a significance level of 0.05 or 5%. Results: The present study found a prevalence of BDD in the sample, indicating severe body image dissatisfaction in patients with BDD (95.8%) compared to those without BDD (28.4%). The patients with BDD also had a higher prevalence of female gender identity, along with a higher prevalence of pansexual and asexual orientations (p<0.003), as well as elevated dissatisfaction with secondary sexual characteristics (90.9%). A significant predominance of psychological/psychiatric issues was found, with a higher incidence of antisocial personality disorder (ASPD) (p<0.001) in the group with BDD. In terms of risk behaviors, the group with BDD reported higher alcohol consumption (68.2%), greater suicidal ideation/attempts (72.7%), and self-harm/aggressive behaviors (68.2%), with the primary motivations for self-harm being the pursuit of positive emotions, emotional regulation, and coping strategies, without difference between groups. However, the group with BDD reported having experienced more than one type of childhood trauma, with severe prevalence in emotional abuse and neglect. Additionally, the group with BDD showed lower scores in the physical, psychological, and environmental domains of quality of life. Conclusion: The findings of this study indicate that this intersection of GD and BDD is associated with more severe cases of body image dissatisfaction. A negative impact on quality of life and mental health was observed, with a higher prevalence of ASPD related to this intersection, highlighting the need to refine differential diagnosis and interventions for these patients. Future research should expand the empirical evidence base, contributing to the improvement of clinical and surgical approaches to provide greater support, enhance quality of life, and promote better mental health outcomes for this populationBiblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPCordas, Taki AthanassiosBaptista, Vanessa Cristina2025-03-07info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5160/tde-17092025-123210/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-09-17T20:01:02Zoai:teses.usp.br:tde-17092025-123210Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-09-17T20:01:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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