Ingestão de gorduras e risco cardiometabólico em residentes da cidade de São Paulo considerando polimorfismos nos genes FADS1 e FADS2
| Ano de defesa: | 2025 |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/6/6138/tde-24022026-173914/ |
Resumo: | Introdução: A relação entre o consumo de diferentes tipos de gorduras e a saúde cardiovascular ainda é controverso devido a resultados inconsistentes na literatura. Além disso, o papel das interações entre dieta e polimorfismos genéticos no metabolismo de ácidos graxos e perfil lipídico, ainda é pouco explorado em estudos populacionais. Objetivos: Este estudo teve como objetivo avaliar o consumo dos diferentes tipos de gorduras na dieta de residentes da cidade de São Paulo e sua associação com fatores de risco cardiometabólico, bem como avaliar a influência de polimorfismos nos genes FADS1 e FADS2 sobre a composição de ácidos graxos em membranas eritrocitárias, bem como as possíveis interações genedieta que afetam o perfil lipídico. Métodos: Foram utilizados dados do Inquérito de Saúde de São Paulo 2015 (ISA-Nutrição 2015), estudo transversal de base populacional com amostra probabilística de residentes da cidade de São Paulo. O consumo alimentar foi avaliado por meio de recordatórios alimentares de 24 horas para estimar a ingestão de diferentes tipos de gorduras na dieta. Os fatores de risco cardiometabólico analisados incluíram perfil lipídico, obesidade, adiposidade central e resistência à insulina. O Índice Ômega-3 (IO3) foi determinado pela soma dos ácidos eicosapentaenoico (EPA) e docosahexaenoico (DHA) nas membranas eritrocitárias, quantificados por cromatografia gasosa com detector de ionização por chama. Modelos lineares generalizados ajustados por fatores de confusão foram aplicados para analisar as interações entre genótipos e ingestão dietética de ácidos graxos, bem como para investigar suas associações com os fatores de risco cardiometabólico. As análises foram realizadas no RStudio, considerando nível de significância de 5%. Resultados: A prevalência de dislipidemia na população foi elevada (65,6%), com baixa adesão às recomendações dietéticas para o consumo de gorduras, especialmente saturadas (4,5%) e poli-insaturadas (PUFA) (0,33%). O consumo de PUFA apresentou associação inversa com colesterol não-HDL (P = 0.014) e LDL-c (P = 0.009). Apenas 1,6% da amostra brasileira alcançou níveis desejáveis (≥8%) do IO3. Polimorfismos nos genes FADS1 (rs174546) e FADS2 (rs174570) estiveram associados a menores proporções de PUFA de cadeia longa em membranas eritrocitárias, principalmente do tipo ômega-6, indicando redução da atividade das enzimas dessaturases. Indivíduos com genótipo TT do rs174546 (FADS1) apresentaram níveis séricos mais elevados de colesterol total (P = 0.036), VLDL (P = 0.001) e colesterol não-HDL (P = 0.043), porém esse efeito foi atenuado por maior ingestão da razão ácido linoléico/ácido alfa-linolênico (LA/ALA). Já indivíduos do genótipo TT de rs174570 (FADS2) exibiram níveis mais elevados de VLDL (P = 0.024), porém, sem interação dietética significativa. Conclusão: Os achados revelam a complexidade das interações entre consumo alimentar, genética e metabolismo lipídico na determinação do risco cardiometabólico. A baixa adesão às recomendações dietéticas para o consumo de gorduras e a prevalência elevada de dislipidemia reforçam a necessidade de intervenções dietéticas na população brasileira. Além disso, a influência de polimorfismos e suas interações com a dieta destacam a importância de abordagens integradas e personalizadas para a prevenção e o manejo das doenças cardiovasculares. |
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Ingestão de gorduras e risco cardiometabólico em residentes da cidade de São Paulo considerando polimorfismos nos genes FADS1 e FADS2Dietary fat intake and cardiometabolic risk in residents of São Paulo considering polymorphisms in the FADS1 and FADS2 genesÁcidos GraxosCardiometabolic RiskConsumo AlimentarDietary FatsDietary IntakeFatty AcidsGenetic PolymorphismsGorduras DietéticasÍndice Ômega-3Omega-3 IndexPolimorfismos GenéticosRisco CardiometabólicoIntrodução: A relação entre o consumo de diferentes tipos de gorduras e a saúde cardiovascular ainda é controverso devido a resultados inconsistentes na literatura. Além disso, o papel das interações entre dieta e polimorfismos genéticos no metabolismo de ácidos graxos e perfil lipídico, ainda é pouco explorado em estudos populacionais. Objetivos: Este estudo teve como objetivo avaliar o consumo dos diferentes tipos de gorduras na dieta de residentes da cidade de São Paulo e sua associação com fatores de risco cardiometabólico, bem como avaliar a influência de polimorfismos nos genes FADS1 e FADS2 sobre a composição de ácidos graxos em membranas eritrocitárias, bem como as possíveis interações genedieta que afetam o perfil lipídico. Métodos: Foram utilizados dados do Inquérito de Saúde de São Paulo 2015 (ISA-Nutrição 2015), estudo transversal de base populacional com amostra probabilística de residentes da cidade de São Paulo. O consumo alimentar foi avaliado por meio de recordatórios alimentares de 24 horas para estimar a ingestão de diferentes tipos de gorduras na dieta. Os fatores de risco cardiometabólico analisados incluíram perfil lipídico, obesidade, adiposidade central e resistência à insulina. O Índice Ômega-3 (IO3) foi determinado pela soma dos ácidos eicosapentaenoico (EPA) e docosahexaenoico (DHA) nas membranas eritrocitárias, quantificados por cromatografia gasosa com detector de ionização por chama. Modelos lineares generalizados ajustados por fatores de confusão foram aplicados para analisar as interações entre genótipos e ingestão dietética de ácidos graxos, bem como para investigar suas associações com os fatores de risco cardiometabólico. As análises foram realizadas no RStudio, considerando nível de significância de 5%. Resultados: A prevalência de dislipidemia na população foi elevada (65,6%), com baixa adesão às recomendações dietéticas para o consumo de gorduras, especialmente saturadas (4,5%) e poli-insaturadas (PUFA) (0,33%). O consumo de PUFA apresentou associação inversa com colesterol não-HDL (P = 0.014) e LDL-c (P = 0.009). Apenas 1,6% da amostra brasileira alcançou níveis desejáveis (≥8%) do IO3. Polimorfismos nos genes FADS1 (rs174546) e FADS2 (rs174570) estiveram associados a menores proporções de PUFA de cadeia longa em membranas eritrocitárias, principalmente do tipo ômega-6, indicando redução da atividade das enzimas dessaturases. Indivíduos com genótipo TT do rs174546 (FADS1) apresentaram níveis séricos mais elevados de colesterol total (P = 0.036), VLDL (P = 0.001) e colesterol não-HDL (P = 0.043), porém esse efeito foi atenuado por maior ingestão da razão ácido linoléico/ácido alfa-linolênico (LA/ALA). Já indivíduos do genótipo TT de rs174570 (FADS2) exibiram níveis mais elevados de VLDL (P = 0.024), porém, sem interação dietética significativa. Conclusão: Os achados revelam a complexidade das interações entre consumo alimentar, genética e metabolismo lipídico na determinação do risco cardiometabólico. A baixa adesão às recomendações dietéticas para o consumo de gorduras e a prevalência elevada de dislipidemia reforçam a necessidade de intervenções dietéticas na população brasileira. Além disso, a influência de polimorfismos e suas interações com a dieta destacam a importância de abordagens integradas e personalizadas para a prevenção e o manejo das doenças cardiovasculares.Background: The relationship between the consumption of different types of fats and cardiovascular health remains controversial due to inconsistent findings in the literature. Furthermore, the role of interactions between diet and genetic polymorphisms in fatty acid metabolism and lipid profile is still underexplored in population-based studies. Objectives: This study aimed at evaluating the intake of different types of dietary fats among residents of São Paulo and their association with cardiometabolic risk factors, as well as to assess the influence of polymorphisms in the FADS1 and FADS2 genes on fatty acid composition in erythrocyte membranes and the potential genediet interactions affecting lipid profiles. Methods: Data from the 2015 São Paulo Health Survey (ISA-Nutrition 2015), a population-based cross-sectional study with a probabilistic sample of São Paulo residents, were used. We assessed the consumption of different types of dietary fats using 24-hour recalls. Cardiometabolic risk factors included lipid profile, obesity, central adiposity, and insulin resistance. The Omega-3 Index (O3I) was determined as the sum of eicosapentaenoic acid (EPA) and docosahexaenoic acid (DHA) in erythrocyte membranes, quantified by gas chromatography with a flame ionization detector. Generalized linear models adjusted for confounders were applied to analyze interactions between genotypes and dietary fatty acid intake, as well as to investigate their associations with cardiometabolic risk factors. Analyses were performed using RStudio with a significance level of 5%. Results: The prevalence of dyslipidemia in the population was high (65.6%), with low adherence to dietary recommendations for fat consumption, especially saturated fats (4.5%) and polyunsaturated fats (PUFA) (0.33%). PUFA intake showed an inverse association with non-HDL cholesterol (P = 0.014) and LDL-c (P = 0.009). Only 1.6% of the Brazilian sample reached desirable levels (≥8%) of the O3I. Polymorphisms in the FADS1 (rs174546) and FADS2 (rs174570) genes were associated with lower proportions of long-chain PUFA in erythrocyte membranes, mainly from the omega-6 pathway, indicating reduced desaturase enzyme activity. Individuals with the TT genotype of rs174546 (FADS1) exhibited higher serum levels of total cholesterol (P = 0.036), VLDL (P = 0.001), and non-HDL cholesterol (P = 0.043), but this effect was attenuated by higher intake of the linoleic acid/alpha-linolenic acid ratio (LA/ALA). Individuals with the TT genotype of rs174570 (FADS2) showed higher VLDL levels (P = 0.024), but without significant diet interaction. Conclusion: These findings reveal the complexity of interactions between dietary intake, genetics, and lipid metabolism in determining cardiometabolic risk. The low adherence to dietary fat recommendations and the high prevalence of dyslipidemia underscore the need for dietary interventions in the Brazilian population. Additionally, the influence of polymorphisms and their interactions with diet highlights the importance of integrated and personalized approaches for cardiovascular disease prevention and management.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPFisberg, Regina MaraBatista, Lais Duarte2025-09-29info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/6/6138/tde-24022026-173914/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPReter o conteúdo por motivos de patente, publicação e/ou direitos autoriais.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2026-02-24T20:45:07Zoai:teses.usp.br:tde-24022026-173914Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212026-02-24T20:45:07Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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Introdução: A relação entre o consumo de diferentes tipos de gorduras e a saúde cardiovascular ainda é controverso devido a resultados inconsistentes na literatura. Além disso, o papel das interações entre dieta e polimorfismos genéticos no metabolismo de ácidos graxos e perfil lipídico, ainda é pouco explorado em estudos populacionais. Objetivos: Este estudo teve como objetivo avaliar o consumo dos diferentes tipos de gorduras na dieta de residentes da cidade de São Paulo e sua associação com fatores de risco cardiometabólico, bem como avaliar a influência de polimorfismos nos genes FADS1 e FADS2 sobre a composição de ácidos graxos em membranas eritrocitárias, bem como as possíveis interações genedieta que afetam o perfil lipídico. Métodos: Foram utilizados dados do Inquérito de Saúde de São Paulo 2015 (ISA-Nutrição 2015), estudo transversal de base populacional com amostra probabilística de residentes da cidade de São Paulo. O consumo alimentar foi avaliado por meio de recordatórios alimentares de 24 horas para estimar a ingestão de diferentes tipos de gorduras na dieta. Os fatores de risco cardiometabólico analisados incluíram perfil lipídico, obesidade, adiposidade central e resistência à insulina. O Índice Ômega-3 (IO3) foi determinado pela soma dos ácidos eicosapentaenoico (EPA) e docosahexaenoico (DHA) nas membranas eritrocitárias, quantificados por cromatografia gasosa com detector de ionização por chama. Modelos lineares generalizados ajustados por fatores de confusão foram aplicados para analisar as interações entre genótipos e ingestão dietética de ácidos graxos, bem como para investigar suas associações com os fatores de risco cardiometabólico. As análises foram realizadas no RStudio, considerando nível de significância de 5%. Resultados: A prevalência de dislipidemia na população foi elevada (65,6%), com baixa adesão às recomendações dietéticas para o consumo de gorduras, especialmente saturadas (4,5%) e poli-insaturadas (PUFA) (0,33%). O consumo de PUFA apresentou associação inversa com colesterol não-HDL (P = 0.014) e LDL-c (P = 0.009). Apenas 1,6% da amostra brasileira alcançou níveis desejáveis (≥8%) do IO3. Polimorfismos nos genes FADS1 (rs174546) e FADS2 (rs174570) estiveram associados a menores proporções de PUFA de cadeia longa em membranas eritrocitárias, principalmente do tipo ômega-6, indicando redução da atividade das enzimas dessaturases. Indivíduos com genótipo TT do rs174546 (FADS1) apresentaram níveis séricos mais elevados de colesterol total (P = 0.036), VLDL (P = 0.001) e colesterol não-HDL (P = 0.043), porém esse efeito foi atenuado por maior ingestão da razão ácido linoléico/ácido alfa-linolênico (LA/ALA). Já indivíduos do genótipo TT de rs174570 (FADS2) exibiram níveis mais elevados de VLDL (P = 0.024), porém, sem interação dietética significativa. Conclusão: Os achados revelam a complexidade das interações entre consumo alimentar, genética e metabolismo lipídico na determinação do risco cardiometabólico. A baixa adesão às recomendações dietéticas para o consumo de gorduras e a prevalência elevada de dislipidemia reforçam a necessidade de intervenções dietéticas na população brasileira. Além disso, a influência de polimorfismos e suas interações com a dieta destacam a importância de abordagens integradas e personalizadas para a prevenção e o manejo das doenças cardiovasculares. |
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