Desenvolvimento de nanoimunossensores de microscopia de força atômica para estudo da esclerose múltipla

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2018
Autor(a) principal: Garcia, Pâmela Soto
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/99/99131/tde-11022019-090657/
Resumo: A glicoproteína oligodendrocítica da mielina (MOG) e proteína básica da mielina (MBP) têm sido implicadas como os antígenos-alvo mais importantes nos processos desmielinizantes do sistema nervoso central (SNC), e mais importantes autoantígenos que surgiram dos estudos com o modelo animal para a esclerose múltipla (EM), a encefalomielite autoimune experimental (EAE). Os primeiros autoanticorpos detectados no soro e liquido cefalorraquidiano (LCR) de pacientes com EM foram anticorpos contra antígenos da mielina. O diagnóstico diferencial da EM inclui a presença de bandas oligoclonais (BOCs) no LCR e ausência no soro, demonstrando dessa forma síntese intratecal de imunoclobulinas G (IgG). As técnicas de detecção de anticorpos mais utilizadas atualmente são ELISA, ensaio baseado em células e western blot (WB). Neste contexto, o estudo da anti-MOG e anti-MBP e seu papel na EM podem ser estudados através da técnica de espectroscopia de força atômica (AFS). Esta é uma técnica altamente sensível que permite a detecção molecular, com a interação de uma ponta funcionalizada de microscópio de força atômica (AFM) com uma amostra, a qual fornece desta forma a força de adesão (Fad) específica para o sistema. Nesta pesquisa, foi inserido na ponta de AFM funcionalizada os peptídeos encefalitogênicos MOG92-106 e MBP85-99, para detectar e estudar os anticorpos específicos IgG anti- MOG92-106 e MBP85-99, no soro e LCR de pacientes na amostra, utilizando a técnica AFS. Sendo assim, este estudo foi realizado de forma inédita utilizando a AFS, auxiliando diretamente na investigação da EM e doenças desmielinizantes relacionadas.
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