A linguagem nômade de João Guimarães Rosa
| Ano de defesa: | 2021 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais
Programa de Pós-Graduação em Estudos de Linguagens Brasil CEFET-MG |
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.cefetmg.br//handle/123456789/1441 |
Resumo: | A nossa pesquisa propõe a análise de alguns contos de João Guimarães Rosa sob as lentes de alguns conceitos da filosofia de Gilles Deleuze e Félix Guattari. Partimos da investigação de alguns mecanismos envolvidos na construção da representação clássica e na produção de sentido a fim de compreender como esses processos se alinham à forma como as subjetividades foram forjadas. É nosso interesse refletir sobre o modo como a linguagem se inscreve nessa relação de poder e atua na promoção dos processos de subjetivação. Os textos rosianos são analisados com o intuito de apresentar as possibilidades que tal literatura encena para uma fuga da plasticidade subjetiva que se opera, sobretudo, às custas do puro ato recognitivo oriundo da representação clássica. Conceitos filosóficos como o rizoma, o movimento aberrante, o nomadismo, o espaço liso, o espaço estriado e o campo de imanência são desenvolvidos a fim de que se possa demonstrar a presença de uma linguagem nômade no texto de João Guimarães Rosa. A pesquisa analisa também a forma como a cultura dominante impõe seus estratos sob a égide de um poder que sufoca as potencialidades do ser e como tal tema surge na obra rosiana por meio de sua radicalidade de linguagem. |
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A linguagem nômade de João Guimarães RosaDiferença (Filosofia)FilosofiaRecogniçãoNômadesRosa, João Guimarães, 1908-1967A nossa pesquisa propõe a análise de alguns contos de João Guimarães Rosa sob as lentes de alguns conceitos da filosofia de Gilles Deleuze e Félix Guattari. Partimos da investigação de alguns mecanismos envolvidos na construção da representação clássica e na produção de sentido a fim de compreender como esses processos se alinham à forma como as subjetividades foram forjadas. É nosso interesse refletir sobre o modo como a linguagem se inscreve nessa relação de poder e atua na promoção dos processos de subjetivação. Os textos rosianos são analisados com o intuito de apresentar as possibilidades que tal literatura encena para uma fuga da plasticidade subjetiva que se opera, sobretudo, às custas do puro ato recognitivo oriundo da representação clássica. Conceitos filosóficos como o rizoma, o movimento aberrante, o nomadismo, o espaço liso, o espaço estriado e o campo de imanência são desenvolvidos a fim de que se possa demonstrar a presença de uma linguagem nômade no texto de João Guimarães Rosa. A pesquisa analisa também a forma como a cultura dominante impõe seus estratos sob a égide de um poder que sufoca as potencialidades do ser e como tal tema surge na obra rosiana por meio de sua radicalidade de linguagem.Our research proposes the analysis of some short stories by João Guimarães Rosa under the lens of some philosophical concepts by Gilles Deleuze and Félix Guattari. We start from the investigation of some mechanisms involved in the construction of classical representation and in the production of meaning to understand how these processes are aligned with the way in which subjectivities ara forged. It is our concern to reflect on the way in which language is inscribed in this power relationship and acts in the promotion of subjectivation processes. Rosa’s texts are analyzed with the aim of presenting the possibilities that such literature stages for an escape from the subjective plasticity that operates, above all, thanks to the pure recognition act arising from classical representation. Philosophical concepts such as rhizome, aberrant movement, nomadism, smooth space, striated space, and the field of immanence are developed in order to demonstrate the presence of a nomadic language in João Guimarães Rosa's works. The research also analyzes how the dominant culture imposes its strata under the aegis of a power that suffocates the potential of beings and how this theme appears in Rosa's work through his language radicality.Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas GeraisPrograma de Pós-Graduação em Estudos de LinguagensBrasilCEFET-MGSantiago Sobrinho, João Batistahttp://lattes.cnpq.br/7941270249836167http://lattes.cnpq.br/4462037419032746Santiago Sobrinho, João BatistaLopes, Luiz Carlos GonçalvesMaia, Claudia CristinaCasa Nova, Vera Lúcia de CarvalhoGodinho, Josué Borges de AraújoDias, João Guilherme2025-05-13T16:39:53Z2021-12-152025-05-13T16:39:53Zinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://repositorio.cefetmg.br//handle/123456789/1441porreponame:Repositório Institucional do CEFET-MGinstname:Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG)instacron:CEFETinfo:eu-repo/semantics/openAccess2026-03-31T14:30:40Zoai:repositorio.cefetmg.br:123456789/1441Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.cefetmg.br/server/oai/requestrepositorio@cefetmg.bropendoar:2026-03-31T14:30:40Repositório Institucional do CEFET-MG - Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG)false |
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