As novas formas da institucionalização e as iniciativas para uma prática diferenciada em saúde mental: um estudo de caso

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2020
Autor(a) principal: Bonaldo, Pedro Martini
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: UniCEUB
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.uniceub.br/jspui/handle/prefix/15074
Resumo: Este trabalho está pautado na Teoria da Subjetividade e tem como tema a Saúde Mental. A Teoria da Subjetividade pode possibilitar uma visão integradora do social e o individual de maneira processual e dinâmica. Inclusive, a definição de saúde deste trabalho está orientada por essa teoria. A saúde para essa teoria se articula com o social e com as experiências individuais da pessoa, bem como ela significou essas experiências ao longo da vida. Então, o que se procura é entender como as diferentes experiências estão configuradas e organizadas na vida daquela pessoa e, portanto, faz sentido pensar em uma saúde como um processo marcado também pelo social (Mori & González Rey, 2012); para além de uma experiência individual. A saúde mental passou, no Brasil e no mundo, por profundas modificações, sobretudo no nosso contexto com a ampliação de políticas públicas que visavam a implementação da Rede de Atenção Psicossocial e outros serviços substitutivos, dentro do percurso da Reforma Psiquiátrica Brasileira. Grandes avanços foram feitos dentro da reforma psiquiátrica, com o fechamento de diversos manicômios, abertura de CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) e implementação de serviços mais humanizados. Todavia, isso não quer dizer que processos de institucionalização tenham sidos superados, como demonstra o trabalho de Goulart (2017). Neste sentido, o objetivo desta pesquisa é compreender diferentes processos da subjetividade social que se configuram em um CAPS. Esta pesquisa foi realizada em um CAPS do Distrito Federal. Para atingir o objetivo, a pesquisa foi inspirada no método construtivo-interpretativo, baseado nos princípios da Epistemologia Qualitativa, que entende a produção de conhecimento enquanto processo construtivo-interpretativo, singular e dialógico. Os participantes da pesquisa são usuários do CAPS e os profissionais que trabalham na instituição. O pesquisador participou de diversas atividades do CAPS como: momentos informais com a equipe, atendimentos individuais, participação do grupo de família, visitas aos usuários de saúde mental e reuniões com a equipe. De maneira, geral o processo de institucionalização se mostrou bastante presente, desde os aspectos organizacionais com o sucessivo sucateamento dos CAPS no Distrito Federal que levam à superlotação e práticas engessada. A subjetividade social dominante se expressa a partir de aspectos associados à medicalização como principal recurso para o usuário, assim como pela sua subordinação aos discursos institucionais. Dessa forma, pensamos ser fundamental novas práticas relacionadas à institucionalização. Avançar em relação à forma como as rotinas se configuram, superando a ótica de doença e reconhecendo o usuário a partir da forma singular que suas necessidades tomam forma
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Então, o que se procura é entender como as diferentes experiências estão configuradas e organizadas na vida daquela pessoa e, portanto, faz sentido pensar em uma saúde como um processo marcado também pelo social (Mori & González Rey, 2012); para além de uma experiência individual. A saúde mental passou, no Brasil e no mundo, por profundas modificações, sobretudo no nosso contexto com a ampliação de políticas públicas que visavam a implementação da Rede de Atenção Psicossocial e outros serviços substitutivos, dentro do percurso da Reforma Psiquiátrica Brasileira. Grandes avanços foram feitos dentro da reforma psiquiátrica, com o fechamento de diversos manicômios, abertura de CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) e implementação de serviços mais humanizados. Todavia, isso não quer dizer que processos de institucionalização tenham sidos superados, como demonstra o trabalho de Goulart (2017). Neste sentido, o objetivo desta pesquisa é compreender diferentes processos da subjetividade social que se configuram em um CAPS. Esta pesquisa foi realizada em um CAPS do Distrito Federal. Para atingir o objetivo, a pesquisa foi inspirada no método construtivo-interpretativo, baseado nos princípios da Epistemologia Qualitativa, que entende a produção de conhecimento enquanto processo construtivo-interpretativo, singular e dialógico. Os participantes da pesquisa são usuários do CAPS e os profissionais que trabalham na instituição. O pesquisador participou de diversas atividades do CAPS como: momentos informais com a equipe, atendimentos individuais, participação do grupo de família, visitas aos usuários de saúde mental e reuniões com a equipe. De maneira, geral o processo de institucionalização se mostrou bastante presente, desde os aspectos organizacionais com o sucessivo sucateamento dos CAPS no Distrito Federal que levam à superlotação e práticas engessada. 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