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Desigualdades socioeconômicas relativas a multimorbidade em idosos não institucionalizados do Estado de Minas Gerais.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Oliveira, Karine Amelia Alves de Souza
Orientador(a): Andrade, Fabíola Bof de
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Fiocruz/IRR
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Link de acesso: https://arca.fiocruz.br/handle/icict/69362
Resumo: Introdução: A multimorbidade, definida como a presença de duas ou mais condições crônicas em um indivíduo, representa um desafio crescente para a saúde pública, especialmente entre idosos. No Brasil, as desigualdades nos determinantes sociais de saúde agravam esse quadro, sendo essencial compreender essas desigualdades e seu efeito na ocorrência de multimorbidade para embasar políticas públicas mais equitativas. Objetivo: Este estudo analisou a prevalência de multimorbidade em idosos de 60 anos ou mais em Minas Gerais e avaliou desigualdades absolutas e relativas associadas à escolaridade, escore de bens e renda. Métodos: Realizou-se um estudo transversal com dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) de 2019, envolvendo 1.518 idosos. A multimorbidade foi definida como a presença de duas ou mais condições crônicas autorrelatadas, em uma lista de 14 doenças. As variáveis socioeconômicas incluíram escolaridade, renda domiciliar per capita e escore de bens, este último baseado na posse de bens e características do domicílio. A análise incluiu a descrição da amostra e a avaliação da prevalência de multimorbidade de acordo com categorias socioeconômicas. As desigualdades foram medidas por meio do Índice absoluto de desigualdades (Slope Index of Inequality - SII) e do Índice de Concentração (IC). Resultados: A prevalência de multimorbidade entre os idosos foi de 61% (IC95% 57,3; 64,6), sendo maior entre os menos escolarizados. Foram identificadas desigualdades absolutas e relativas significativas. A escolaridade apresentou os maiores níveis de desigualdades relativas a multimorbidade, com SII de -15,3 (IC95% -29,7; -0,08) e IC de -0,088 (IC95% -0,173; -0,004). Não foram observadas desigualdades relacionadas a renda e ao escore de bens [SII de -3,8 (IC95% -7,0; 9,3) e IC de -0,024 (IC95% -0,105; 0,058) para renda, e SII de -0,3 (IC95% -14,7; 14,1) e IC de -0,002 (IC95% -0,100; 0,096) para o escore de bens]. Conclusão: A multimorbidade afeta a maioria dos indivíduos com 60 anos ou mais em Minas Gerais e a sua distribuição está desproporcionalmente concentrada entre os idosos com menor nível de escolaridade em Minas Gerais.
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No Brasil, as desigualdades nos determinantes sociais de saúde agravam esse quadro, sendo essencial compreender essas desigualdades e seu efeito na ocorrência de multimorbidade para embasar políticas públicas mais equitativas. Objetivo: Este estudo analisou a prevalência de multimorbidade em idosos de 60 anos ou mais em Minas Gerais e avaliou desigualdades absolutas e relativas associadas à escolaridade, escore de bens e renda. Métodos: Realizou-se um estudo transversal com dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) de 2019, envolvendo 1.518 idosos. A multimorbidade foi definida como a presença de duas ou mais condições crônicas autorrelatadas, em uma lista de 14 doenças. As variáveis socioeconômicas incluíram escolaridade, renda domiciliar per capita e escore de bens, este último baseado na posse de bens e características do domicílio. A análise incluiu a descrição da amostra e a avaliação da prevalência de multimorbidade de acordo com categorias socioeconômicas. As desigualdades foram medidas por meio do Índice absoluto de desigualdades (Slope Index of Inequality - SII) e do Índice de Concentração (IC). Resultados: A prevalência de multimorbidade entre os idosos foi de 61% (IC95% 57,3; 64,6), sendo maior entre os menos escolarizados. Foram identificadas desigualdades absolutas e relativas significativas. A escolaridade apresentou os maiores níveis de desigualdades relativas a multimorbidade, com SII de -15,3 (IC95% -29,7; -0,08) e IC de -0,088 (IC95% -0,173; -0,004). Não foram observadas desigualdades relacionadas a renda e ao escore de bens [SII de -3,8 (IC95% -7,0; 9,3) e IC de -0,024 (IC95% -0,105; 0,058) para renda, e SII de -0,3 (IC95% -14,7; 14,1) e IC de -0,002 (IC95% -0,100; 0,096) para o escore de bens]. Conclusão: A multimorbidade afeta a maioria dos indivíduos com 60 anos ou mais em Minas Gerais e a sua distribuição está desproporcionalmente concentrada entre os idosos com menor nível de escolaridade em Minas Gerais.Introduction: Multimorbidity, defined as the presence of two or more chronic conditions in an individual, represents a growing challenge for public health, especially among the elderly. In Brazil, inequalities in the social determinants of health aggravate this situation, and it is essential to understand these inequalities and their effect on the occurrence of multimorbidity in order to support more equitable public policies. Objective: This study analyzed the prevalence of multimorbidity in older adults aged 60 years or older in Minas Gerais and evaluated absolute and relative inequalities associated with schooling, asset score, and income. Methods: A cross-sectional study was carried out with data from the 2019 National Health Survey (PNS), involving 1,518 older adults. Multimorbidity was defined as the presence of two or more self-reported chronic conditions, in a list of 14 diseases. Socioeconomic variables included schooling, per capita household income, and asset score, the latter based on asset ownership and household characteristics. The analysis included the description of the sample and the evaluation of the prevalence of multimorbidity according to socioeconomic categories. Inequalities were measured using the Slope Index of Inequality (SII) and the Concentration Index (CI). Results: The prevalence of multimorbidity among the elderly was 61% (95%CI 57.3; 64.6), being higher among those with less schooling. Significant absolute and relative inequalities were identified. Schooling had the highest levels of inequalities related to multimorbidity, with an SII of -15.3 (95%CI -29.7; -0.08) and CI of -0.088 (95%CI -0.173; -0.004). No inequalities related to income and asset score were observed [SII of -3.8 (95%CI -7.0; 9.3) and CI of -0.024 (95%CI -0.105; 0.058) for income, and SII of -0.3 (95%CI -14.7; 14.1) and CI of -0.002 (95%CI -0.100; 0.096) for asset score]. Conclusion: Multimorbidity affects most individuals aged 60 or older in Minas Gerais, with its distribution disproportionately concentrated among older adults with lower educational attainment in Minas Gerais.FAPEMIGFundação Oswaldo Cruz. Instituto René Rachou. Belo Horizonte, Brasil.porFiocruz/IRRMultimorbidadeidososdesigualdadeMinas GeraisMultimorbidityelderlyinequalityMinas GeraisIdoso/estatística e dados numéricosMultimorbidade/tendênciasIndicadores de desigualdade em saudeDesigualdades socioeconômicas relativas a multimorbidade em idosos não institucionalizados do Estado de Minas Gerais.info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesis2024Fundação Oswaldo Cruz. Instituto René Rachou. Belo Horizonte, MG, BrasilMestrado AcadêmicoBelo Horizonte/MGPrograma de Pós-Graduação em Saúde Coletivainfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA)instname:Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)instacron:FIOCRUZLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82991https://arca.fiocruz.br/bitstreams/75a805f3-4ab5-4ed5-b0f8-bf9b12909135/download5a560609d32a3863062d77ff32785d58MD51falseAnonymousREADORIGINALD_2024_Karine Amélia Alves de Souza Oliveira.pdfD_2024_Karine Amélia Alves de Souza Oliveira.pdfapplication/pdf1277887https://arca.fiocruz.br/bitstreams/b4c0ead1-45b5-4fc2-b0fa-a0087c4159b0/download32c3829a2250c41f3fe8d65a33d3f487MD52trueAnonymousREADTEXTD_2024_Karine Amélia Alves de Souza Oliveira.pdf.txtD_2024_Karine Amélia Alves de Souza Oliveira.pdf.txtExtracted texttext/plain102080https://arca.fiocruz.br/bitstreams/e6d93021-8eb2-4ffc-90b8-20604bd4b01c/download01e403eea5c0d24f9758065694a1e2deMD55falseAnonymousREADTHUMBNAILD_2024_Karine Amélia Alves de Souza Oliveira.pdf.jpgD_2024_Karine Amélia Alves de Souza Oliveira.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3154https://arca.fiocruz.br/bitstreams/d7ed03ba-9ad1-4fe9-a64d-7c0b92c38dee/download8fa37fe5b474f2f490954f2d41e51a8cMD56falseAnonymousREADicict/693622025-07-31 14:38:58.578open.accessoai:arca.fiocruz.br:icict/69362https://arca.fiocruz.brRepositório InstitucionalPUBhttps://www.arca.fiocruz.br/oai/requestrepositorio.arca@fiocruz.bropendoar:21352025-07-31T17:38:58Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA) - 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