Sertões indômitos: comércio, doenças e práticas de cura na Capitania do Piauí - Século XVIII
| Ano de defesa: | 2022 |
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Resumo: | A dissertação tem como objetivo central analisar o comércio, as doenças e as práticas de cura na capitania do Piauí durante o século XVIII. Analisamos as vilas de Parnaíba (litoral) e Oeiras (sertão), como palco para observarmos os problemas em torno dos movimentos ocasionados principalmente pelo comércio, mas também pelos deslocamentos de indígenas, escravizados, libertos, contrabandistas, tangedores, condutores de gados, colonos, naturalistas, missionários etc. Para realizar a pesquisa foi necessário o cruzamento de diferentes fontes, tais como cartas, ofícios, requerimentos, rol de medicamentos, contratos, descrições, consultas e relatos. Ao partir desse conjunto de documentos, defendemos a ideia de que a capitania do Piauí não era um local isolado ou distante, muito pelo contrário, era essencial para o funcionamento da engrenagem econômica nos domínios ultramarinos. Para sustentar o argumento, no primeiro momento, a dissertação volta-se para as conquistas dos sertões indômitos da capitania do Piauí, os movimentos de sujeitos de variadas classificações sociais e os caminhos do gado. Com o encurtamento das distâncias, mediadas, em especial, pelo tráfico de escravizados, trânsito de autoridades coloniais e de negociantes, adentramos no segundo momento, a qual daremos ênfase às doenças, tanto as que penetraram os sertões, a partir da colonização, quanto às que sempre estiveram presentes naqueles territórios para, com isso, identificar as narrativas e os significados construídos pelos populares em torno das doenças e práticas de cura. Para concluir, buscamos compreender como era a medicina colonial dos sertões, quais os locais que eram utilizados para resguardar os doentes e a quem os enfermos recorriam para remediar os males causados pelas moléstias |
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Santos, Gutiele Gonçalves dosPimenta, Tânia Salgado2022-06-27T15:40:47Z2022-06-27T15:40:47Z2022SANTOS, Gutiele Gonçalves dos. Sertões indômitos: comércio, doenças e práticas de cura na Capitania do Piauí - Século XVIII. 2022. 144f. Dissertação (Mestrado em História das Ciências e da Saúde) - Casa de Oswaldo Cruz, Fundação Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, 2022.https://arca.fiocruz.br/handle/icict/53506A dissertação tem como objetivo central analisar o comércio, as doenças e as práticas de cura na capitania do Piauí durante o século XVIII. Analisamos as vilas de Parnaíba (litoral) e Oeiras (sertão), como palco para observarmos os problemas em torno dos movimentos ocasionados principalmente pelo comércio, mas também pelos deslocamentos de indígenas, escravizados, libertos, contrabandistas, tangedores, condutores de gados, colonos, naturalistas, missionários etc. Para realizar a pesquisa foi necessário o cruzamento de diferentes fontes, tais como cartas, ofícios, requerimentos, rol de medicamentos, contratos, descrições, consultas e relatos. Ao partir desse conjunto de documentos, defendemos a ideia de que a capitania do Piauí não era um local isolado ou distante, muito pelo contrário, era essencial para o funcionamento da engrenagem econômica nos domínios ultramarinos. Para sustentar o argumento, no primeiro momento, a dissertação volta-se para as conquistas dos sertões indômitos da capitania do Piauí, os movimentos de sujeitos de variadas classificações sociais e os caminhos do gado. Com o encurtamento das distâncias, mediadas, em especial, pelo tráfico de escravizados, trânsito de autoridades coloniais e de negociantes, adentramos no segundo momento, a qual daremos ênfase às doenças, tanto as que penetraram os sertões, a partir da colonização, quanto às que sempre estiveram presentes naqueles territórios para, com isso, identificar as narrativas e os significados construídos pelos populares em torno das doenças e práticas de cura. Para concluir, buscamos compreender como era a medicina colonial dos sertões, quais os locais que eram utilizados para resguardar os doentes e a quem os enfermos recorriam para remediar os males causados pelas moléstiasThe main objective of the dissertation is to analyze trade, diseases and healing practices in the captaincy of Piauí during the 18th century. We analyzed the villages of Parnaíba (coast) and Oeiras (sertão), as a stage to observe the problems around the movements caused mainly by commerce, but also by the displacements of indigenous people, enslaved, freedmen, smugglers, cattle drivers, settlers, naturalists, missionaries, etc. To carry out the research, it was necessary to cross different sources, such as letters, official letters, requirements, list of medicines, contracts, descriptions, consultations and reports. Based on this set of documents, we defend the idea that the captaincy of Piauí was not an isolated or distant place, on the contrary, it was essential for the functioning of the economic gear in the overseas domains. To support the argument, at first, the dissertation turns to the conquests of the indomitable hinterlands of the captaincy of Piauí, the movements of subjects of various social classifications and the cattle paths. With the shortening of distances, mediated, in particular, by the slave trade, transit of colonial authorities and traders, we enter the second moment, in which we will emphasize diseases, both those that penetrated the sertões, from colonization, as well as the that have always been present in those territories in order to identify the narratives and meanings constructed by the people around diseases and healing practices. To conclude, we seek to understand what colonial medicine was like in the sertões, which places were used to protect the sick and to whom the sick resorted to remedy the evils caused by the diseasesFundação Oswaldo Cruz. Casa de Oswaldo Cruz. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.porEscravidãoDoençasPráticas de curaCapitania do PiauíSéculo XVIIISlaveryDiseasesHealing practicesCaptaincy of PiauíHistória Natural das DoençasEscravizaçãoHistória do Século XIXBrasil03 Saúde e Bem-EstarSertões indômitos: comércio, doenças e práticas de cura na Capitania do Piauí - Século XVIIIinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesis2022Casa de Oswaldo CruzFundação Oswaldo CruzMestrado AcadêmicoRio de Janeiro/RJPrograma de Pós-Graduação em História das Ciências e da Saúdeinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA)instname:Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)instacron:FIOCRUZLICENSElicense.txttext/plain1748https://arca.fiocruz.br/bitstreams/d5f27c96-3411-4fbf-877c-29684358595b/download8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD51falseAnonymousREADORIGINALva_Gutiele_Santos_COC_2022.pdfapplication/pdf3778968https://arca.fiocruz.br/bitstreams/15cdae6e-882b-468b-ab17-1d8f72be7c0d/downloadc3e6b5251753bd775e703f704f28ac30MD52trueAnonymousREADTEXTva_Gutiele_Santos_COC_2022.pdf.txtva_Gutiele_Santos_COC_2022.pdf.txtExtracted texttext/plain103189https://arca.fiocruz.br/bitstreams/c525ec81-f235-40e5-9241-a56ebe1779f0/download81192c6c4d86c702f917ecdd09de9af9MD57falseAnonymousREADTHUMBNAILva_Gutiele_Santos_COC_2022.pdf.jpgva_Gutiele_Santos_COC_2022.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg13819https://arca.fiocruz.br/bitstreams/bb9d618b-80bc-4880-9769-a3dc0e1cadab/download17717abcec006c77cc1da1d3bf15842aMD58falseAnonymousREADicict/535062025-12-11 08:31:52.23open.accessoai:arca.fiocruz.br:icict/53506https://arca.fiocruz.brRepositório InstitucionalPUBhttps://www.arca.fiocruz.br/oai/requestrepositorio.arca@fiocruz.bropendoar:21352025-12-11T11:31:52Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA) - Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)falseTk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo= |
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