Entre sanatórios e terreiros: Ulysses Pernambucano, René Ribeiro e o projeto reformista da psiquiatria social de Recife (1910-1940)
| Ano de defesa: | 2018 |
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Resumo: | Entre as décadas de 1920 e 1930 o estado de Pernambuco passou por duas reformas psiquiátricas lideradas pelo médico Ulysses Pernambucano. A primeira reforma (1924-1926) combateu os métodos coercitivos tradicionalmente utilizados no tratamento dos loucos agitados , tais como o uso de celas, camisas de força e sedativos. Na segunda reforma (1931-1935), utilizando-se o discurso da Higiene Mental, retirou-se a centralidade do hospício no tratamento psiquiátrico por meio da criação de uma colônia agrícola, de serviços ambulatoriais, de um hospital aberto e de um serviço de profilaxia (higiene) das doenças mentais. O combate àquilo que se entendia como sendo as causas sociais da loucura, fez com que um grupo de psiquiatras do Recife empreendesse uma série de pesquisas urbanas visando futuras transformações sociais. Assim, iniciaram estudos pioneiros em diversos campos, como a religiosidade afro-brasileira, bem como buscaram canais de diálogo com outros campos do saber, tais como a Sociologia, a Psicologia, o Serviço Social e a Antropologia. O objetivo deste trabalho é analisar as trajetórias de Ulysses Pernambucano e de seu aluno, René Ribeiro, para que, por meio delas, se possa evidenciar os debates, os projetos, os conflitos políticos e a proposta interdisciplinar que estavam sendo colocados no contexto psiquiátrico da época entre as décadas de 1910 e 1940. Buscou-se evidenciar como o discurso da Higiene Mental foi utilizado para articular e legitimar uma agenda de reformas que eram, a um só tempo, científicas e sociais. |
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Vicentini, Renato da SilvaMaio, Marcos Chor2025-04-24T16:10:41Z2025-04-24T16:10:41Z2018VICENTINI, Renato da Silva. Entre sanatórios e terreiros: Ulysses Pernambucano, René Ribeiro e o projeto reformista da psiquiatria social de Recife (1910-1940). 2018. 210 f. Dissertação (Mestrado em História das Ciências e da Saúde) - Casa de Oswaldo Cruz, Fundação Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, 2018.https://arca.fiocruz.br/handle/icict/69853Entre as décadas de 1920 e 1930 o estado de Pernambuco passou por duas reformas psiquiátricas lideradas pelo médico Ulysses Pernambucano. A primeira reforma (1924-1926) combateu os métodos coercitivos tradicionalmente utilizados no tratamento dos loucos agitados , tais como o uso de celas, camisas de força e sedativos. Na segunda reforma (1931-1935), utilizando-se o discurso da Higiene Mental, retirou-se a centralidade do hospício no tratamento psiquiátrico por meio da criação de uma colônia agrícola, de serviços ambulatoriais, de um hospital aberto e de um serviço de profilaxia (higiene) das doenças mentais. O combate àquilo que se entendia como sendo as causas sociais da loucura, fez com que um grupo de psiquiatras do Recife empreendesse uma série de pesquisas urbanas visando futuras transformações sociais. Assim, iniciaram estudos pioneiros em diversos campos, como a religiosidade afro-brasileira, bem como buscaram canais de diálogo com outros campos do saber, tais como a Sociologia, a Psicologia, o Serviço Social e a Antropologia. O objetivo deste trabalho é analisar as trajetórias de Ulysses Pernambucano e de seu aluno, René Ribeiro, para que, por meio delas, se possa evidenciar os debates, os projetos, os conflitos políticos e a proposta interdisciplinar que estavam sendo colocados no contexto psiquiátrico da época entre as décadas de 1910 e 1940. Buscou-se evidenciar como o discurso da Higiene Mental foi utilizado para articular e legitimar uma agenda de reformas que eram, a um só tempo, científicas e sociais.Between the decades of 1920-1930 the state of Pernambuco has faced two psychiatric reforms led by the physician Ulysses Pernambuco. The first reform (1924-1926) fought the coercive methods traditionally employed in treatment of the "agitated mad", such as the use of cells, straightjackets and sedatives. In the second reform (1931-1935), through the use of Mental Hygiene, the centrality of the asylum in psychiatric treatment was taken away with the creation of an agricultural colony, outpatient services, an open hospital and a service of prophylaxis (hygiene) of mental illnesses. The action against what was understood as being the social causes of madness led a group of psychiatrists from Recife to undertake a series of urban researches looking forward to future social transformations. Thus they have started pioneer studies in several fields, such as the afro-Brazilian religiosity, and have opened dialogue channels with other fields of knowledge, such as Sociology, Psychology, Social Service and Anthropology. This work aims at analyzing Ulysses Pernambuco's trajectories and those of his student René Ribeiro in order to, through these, put in evidence the debates, the projects, the political conflicts and the interdisciplinary proposition implemented in the psychiatric context at that time – between 1910 and 1940. Also, it was intended to analyze how the discourse of Mental Hygiene has been used to articulate and legitimize a reform agenda which was both scientific and social.Fundação Oswaldo Cruz. Casa de Oswaldo Cruz. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.porReformas PsiquiátricasUlysses PernambucanoPsychiatric ReformsUlysses PernambucanoSaúde MentalHistória do Século XIXPopulação NegraEntre sanatórios e terreiros: Ulysses Pernambucano, René Ribeiro e o projeto reformista da psiquiatria social de Recife (1910-1940)info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesis2018Casa de Oswaldo CruzFundação Oswaldo CruzMestrado AcadêmicoRio de Janeiro/RJPrograma de Pós-Graduação em História das Ciências e da Saúdeinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA)instname:Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)instacron:FIOCRUZLICENSElicense.txttext/plain1748https://arca.fiocruz.br/bitstreams/a27f2f57-b905-48f4-8cd3-17d52f3fdc7e/download8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD51falseAnonymousREADORIGINAL465292019_mest_entre_sanatorios_e_terreiros.pdfapplication/pdf1949077https://arca.fiocruz.br/bitstreams/673e76b8-7069-4f64-a7d2-6ed619a260f4/downloadb55ea0697e931eeafedf7e57c3a43551MD52trueAnonymousREADTEXT465292019_mest_entre_sanatorios_e_terreiros.pdf.txt465292019_mest_entre_sanatorios_e_terreiros.pdf.txtExtracted texttext/plain103201https://arca.fiocruz.br/bitstreams/bcecff31-4a29-4738-9e93-3239b8eff0c2/download63e5459f2c051dccec1e6d0c39cb0a9aMD57falseAnonymousREADTHUMBNAIL465292019_mest_entre_sanatorios_e_terreiros.pdf.jpg465292019_mest_entre_sanatorios_e_terreiros.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg14807https://arca.fiocruz.br/bitstreams/f1872c69-265c-4a78-97b5-cdbfcebc8079/downloadd890136664f103b5172e9f1c19cb7290MD58falseAnonymousREADicict/698532025-12-11 08:23:42.802open.accessoai:arca.fiocruz.br:icict/69853https://arca.fiocruz.brRepositório InstitucionalPUBhttps://www.arca.fiocruz.br/oai/requestrepositorio.arca@fiocruz.bropendoar:21352025-12-11T11:23:42Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA) - Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)falseTk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo= |
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