O impacto da pandemia de COVID-19 sobre a vigilância de sífilis gestacional em Unidades Básicas de Saúde do município de Teresina - Piauí

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Sampaio, Kallyne Thaís Alves de Castro
Orientador(a): Horta, Marco Aurélio Pereira
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Fiocruz/IOC
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Link de acesso: https://arca.fiocruz.br/handle/icict/68858
Resumo: A sífilis gestacional representa um desafio para a saúde pública, sendo uma doença de notificação compulsória. Ela pode afetar adversamente o desenvolvimento fetal e neonatal, aumentar a suscetibilidade a abortos, partos prematuros e outras complicações graves tanto para a mãe quanto para o bebê. Para abordar essa condição e suas consequências, é importante a implementação de medidas eficazes de prevenção, sendo uma delas o Teste Rápido para Sífilis. Essa ferramenta auxilia na identificação da infecção durante a gravidez, permitindo um diagnóstico oportuno e um tratamento adequado para evitar a transmissão vertical. Este estudo teve como propósito analisar o impacto da pandemia sobre a realização de testes rápidos para sífilis durante o pré-natal em Unidades Básicas de Saúde do município de Teresina nos períodos pré-pandêmico e pandêmico da COVID-19, com base no perfil epidemiológico dos casos de sífilis gestacional na última década no estado do Piauí. Foi realizado um estudo epidemiológico de base ecológica, utilizando dados do SINAN/DATASUS/TABNET do estado do Piauí de 2010 a 2020, e um segundo estudo, com uma base analítica seccional, focando na capital do estado. Este último utilizou dados fornecidos pela Fundação Municipal de Saúde de Teresina de 2018 a 2022, analisando notificações e testes de sífilis em gestantes. No estado do Piauí, de 2010 a 2020, foram notificados 3.870 casos de sífilis gestacional. Teresina, a capital, ficou em 15º lugar em prevalência no estado, com 1,16% de casos por total de gestações, totalizando 1.767 notificações durante o mesmo período. O ano de 2019 registrou a maior prevalência tanto no estudo da década no Piauí (1,63%) quanto no segmento de 5 anos na capital (4,57%). Ao avaliar o período isolado dos 5 anos, o impacto da pandemia torna-se evidente, mostrando um aumento nos casos de 2018-2019 para 2020-2022. Há um padrão convergente entre o estado e a capital, com maiores percentagens de mulheres com idade entre 20-39 anos e com cor de pele parda. No entanto, há uma discrepância nos níveis de escolaridade, com o estado relatando ensino fundamental incompleto (5ª a 8ª série) e a capital, ensino médio completo. O diagnóstico de sífilis gestacional na capital teve uma frequência maior de registro no terceiro trimestre da gravidez. No geral, os dados encontrados são justificados pela subnotificação de novos casos, que podem estar relacionados a problemas na qualidade do banco de dados, realocações de profissionais, fechamento de Unidades Básicas de Saúde e redução do atendimento pré-natal devido às medidas de isolamento social impostas durante a pandemia, bem como pela baixa qualidade no preenchimento dos formulários de notificação. Conclui-se que a pesquisa proporcionou uma compreensão aprofundada da situação da sífilis gestacional nos últimos 12 anos estudados, apresentando o padrão parcial entre o Estado e a Capital.
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Para abordar essa condição e suas consequências, é importante a implementação de medidas eficazes de prevenção, sendo uma delas o Teste Rápido para Sífilis. Essa ferramenta auxilia na identificação da infecção durante a gravidez, permitindo um diagnóstico oportuno e um tratamento adequado para evitar a transmissão vertical. Este estudo teve como propósito analisar o impacto da pandemia sobre a realização de testes rápidos para sífilis durante o pré-natal em Unidades Básicas de Saúde do município de Teresina nos períodos pré-pandêmico e pandêmico da COVID-19, com base no perfil epidemiológico dos casos de sífilis gestacional na última década no estado do Piauí. Foi realizado um estudo epidemiológico de base ecológica, utilizando dados do SINAN/DATASUS/TABNET do estado do Piauí de 2010 a 2020, e um segundo estudo, com uma base analítica seccional, focando na capital do estado. Este último utilizou dados fornecidos pela Fundação Municipal de Saúde de Teresina de 2018 a 2022, analisando notificações e testes de sífilis em gestantes. No estado do Piauí, de 2010 a 2020, foram notificados 3.870 casos de sífilis gestacional. Teresina, a capital, ficou em 15º lugar em prevalência no estado, com 1,16% de casos por total de gestações, totalizando 1.767 notificações durante o mesmo período. O ano de 2019 registrou a maior prevalência tanto no estudo da década no Piauí (1,63%) quanto no segmento de 5 anos na capital (4,57%). Ao avaliar o período isolado dos 5 anos, o impacto da pandemia torna-se evidente, mostrando um aumento nos casos de 2018-2019 para 2020-2022. Há um padrão convergente entre o estado e a capital, com maiores percentagens de mulheres com idade entre 20-39 anos e com cor de pele parda. No entanto, há uma discrepância nos níveis de escolaridade, com o estado relatando ensino fundamental incompleto (5ª a 8ª série) e a capital, ensino médio completo. O diagnóstico de sífilis gestacional na capital teve uma frequência maior de registro no terceiro trimestre da gravidez. No geral, os dados encontrados são justificados pela subnotificação de novos casos, que podem estar relacionados a problemas na qualidade do banco de dados, realocações de profissionais, fechamento de Unidades Básicas de Saúde e redução do atendimento pré-natal devido às medidas de isolamento social impostas durante a pandemia, bem como pela baixa qualidade no preenchimento dos formulários de notificação. Conclui-se que a pesquisa proporcionou uma compreensão aprofundada da situação da sífilis gestacional nos últimos 12 anos estudados, apresentando o padrão parcial entre o Estado e a Capital.Gestational syphilis represents a challenge for public health, given its status as notifiable disease. It can adversely affect fetal and neonatal development, increase susceptibility to miscarriages, premature births, and other serious complications for both the mother and the baby. To address this condition and its consequences, the implementation of effective prevention measures is crucial, with one of them being the Rapid Syphilis Test. This tool aids in identifying infection during pregnancy, allowing timely diagnosis and appropriate treatment to prevent vertical transmission. The purpose of this study was to analyze the impact of the pandemic on the performance of rapid syphilis tests during prenatal care in Basic Health Units in the municipality of Teresina on the pre-pandemic and pandemic periods of COVID-19, based on the epidemiological profile of gestational syphilis cases over the last decade in the state of Piauí. An ecological-based epidemiological study was conducted, utilizing SINAN/DATASUS/TABNET data from the state of Piauí from 2010 to 2020, and a second study, with a cross-sectional analytical base, focusing on the state capital. The latter used data provided by the Municipal Health Foundation of Teresina from 2018 to 2022, analyzing notifications and syphilis tests in pregnant women. In the state of Piauí, from 2010 to 2020, 3,870 cases of gestational syphilis were reported. Teresina, the capital, ranked 15th in prevalence in the state, with 1.16% of cases per total pregnancies, totaling 1,767 notifications during the same period. The year 2019 recorded the highest prevalence in both the decade-long study in Piauí (1.63%) and the 5-year segment in the capital (4.57%). When evaluating the isolated 5-year period, the impact of the pandemic becomes evident, showing an increase in cases from 2018-2019 to 2020-2022. There is a convergent pattern between the state and the capital, with higher percentages of women aged 20-39 and with brown skin color. However, there is a discrepancy in education levels, with the state reporting incomplete primary education (5th to 8th grade) and the capital reporting graduation from high school. The diagnosis of gestational syphilis in the capital had a higher frequency of registration in the third trimester of pregnancy. In general, the data is justified by underreporting of new cases, partially related to issues in database maintenance, professional relocations, closure of Basic Health Units, and reduced prenatal care due to social isolation measures imposed during the pandemic, as well as the low quality of form filling for notifications. In conclusion, the research provided an in-depth understanding of the gestational syphilis situation over the last 12 years studied, demonstrating the partial pattern between the state and the capital.O presente trabalho foi realizado com apoio de Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) - Código de Financiamento 001.Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Oswaldo Cruz. Programa de Pós-Graduação em Medicina Tropical. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.porFiocruz/IOCSífilisGestantesSífilis CongênitaISTTeste RápidoCOVID-19SyphilisPregnant WomenCongenital SyphilisSTIRapid TestCOVID-19SífilisSífilis CongênitaGestantesAtenção Primária à SaúdeCOVID-1903 Saúde e Bem-Estar10 Redução das desigualdadesO impacto da pandemia de COVID-19 sobre a vigilância de sífilis gestacional em Unidades Básicas de Saúde do município de Teresina - PiauíThe impact of the COVID-19 pandemic on gestational syphilis surveillance in Primary Health Care Units in the municipality of Teresina - Piauíinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesis2024-01-31Instituto Oswaldo CruzFundação Oswaldo CruzMestrado AcadêmicoTeresina/PIPrograma de Pós-Graduação em Medicina Tropicalinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA)instname:Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)instacron:FIOCRUZLICENSElicense.txttext/plain1748https://arca.fiocruz.br/bitstreams/f9792a03-2406-4961-ac1b-f33b1f08fe97/download8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD51falseAdministratorREADTermo - Kallyne Thais Alves de Castro Sampaio.pdfTermo - Kallyne Thais Alves de Castro Sampaio.pdfTermo de Cessãoapplication/pdf163287https://arca.fiocruz.br/bitstreams/4ad8d159-958b-42e7-b363-5a827f8c9ec8/download527d371ccd9c5491c7e48fdc68813524MD53falseAdministratorREAD9999-12-31ORIGINALkallyne_sampaio_ioc_mest_2024.pdfapplication/pdf8916861https://arca.fiocruz.br/bitstreams/1017e6ca-3a20-431c-8d84-0757bb4630ff/downloadae5861c2803bdeb1028b323ee38d4cb8MD52trueAnonymousREADTHUMBNAILcapa_Dissertação - Kallyne Thais Alves de Castro Sampaio.jpgcapa_Dissertação - Kallyne Thais Alves de Castro Sampaio.jpgCapaimage/jpeg500718https://arca.fiocruz.br/bitstreams/177952d7-b464-4500-8087-274791508f5c/download6077c52bcd20628b9222700d5a4026d8MD54falseAnonymousREADkallyne_sampaio_ioc_mest_2024.pdf.jpgkallyne_sampaio_ioc_mest_2024.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg16245https://arca.fiocruz.br/bitstreams/9f7e5f5e-a344-4343-b3fe-94d2669bed0a/download84c17b9d2b0ebd4e11f13e67040bb9f4MD510falseAnonymousREADTEXTkallyne_sampaio_ioc_mest_2024.pdf.txtkallyne_sampaio_ioc_mest_2024.pdf.txtExtracted texttext/plain103375https://arca.fiocruz.br/bitstreams/c53b55ed-390f-4274-aa0f-425f824077e4/download76479d422e0a201ffab88e2d1c8e13f7MD59falseAnonymousREADicict/688582025-12-11 08:23:17.511open.accessoai:arca.fiocruz.br:icict/68858https://arca.fiocruz.brRepositório InstitucionalPUBhttps://www.arca.fiocruz.br/oai/requestrepositorio.arca@fiocruz.bropendoar:21352025-12-11T11:23:17Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA) - Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)false
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