Avaliação da produção de espécies reativas de oxigênio e óxido nítrico em macrófagos de pacientes com leishmaniose tegumentar americana infectados com Leishmania (Viannia) braziliensis

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2023
Autor(a) principal: Santos, Alan Rocha dos
Orientador(a): Damasceno, Karine Araújo
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Link de acesso: https://arca.fiocruz.br/handle/icict/62130
Resumo: INTRODUÇÃO: A leishmaniose tegumentar americana (LTA) é uma doença infecciosa não contagiosa, causada por protozoários do gênero Leishmania. Esses parasitos intracelulares obrigatórios podem causar um amplo espectro de doenças no ser humano, como a leishmaniose disseminada (LD) e cutânea (LC). Estudos compararam a resposta imune de monócitos de pacientes com LD e com LC após infecção por Leishmania (Viannia) braziliensis, revelando que isolados de LD induziram maior explosão oxidativa nos monócitos, independentemente da origem dos mesmos. Outra pesquisa demonstrou maior explosão oxidativa em monócitos de pacientes com LC em relação a indivíduos sadios, atribuindo isso ao aumento de espécies reativas de oxigênio (ROS) em vez de óxido nítrico (NO). Existem evidências que sugerem que a resposta imunológica durante a LTA varia entre diferentes formas clínicas da doença, com diferenças na produção de citocinas, resposta oxidativa e capacidade de controle do parasita. Diante desse cenário, a hipótese testada foi que a produção de ROS e NO em macrófagos de pacientes com LD difere daquela observada em macrófagos de pacientes com LC após a infecção com o isolado LD de L. (V.) braziliensis. OBJETIVO: Comparar a produção de ROS e NO em macrófagos de pacientes com LD e com LC após a infecção com o isolado LD de L. (V.) braziliensis. MATERIAIS E MÉTODOS: Foi realizada a comparação da produção de ROS e NO entre macrófagos de pacientes com LD, com LC e indivíduos sadios, após a infecção com o isolado LD de L. (V.) braziliensis, utilizando uma proporção de 5:1 promastigotas/macrófagos em intervalos de 2, 4 e 8 horas A avaliação da carga parasitária foi conduzida através de microscopia óptica, após coloração dos macrófagos com panóptico rápido, para assegurar o sucesso da infecção e a quantificação de amastigotas intracelulares. A expressão da enzima Arginase 1, associada ao metabolismo do NO, foi avaliada por microscopia confocal. A comparação da produção de ROS e NO entre os macrófagos de pacientes com LD e com LC foi executada usando a Citometria de Fluxo, com o auxílio de sondas fluorescentes para mensurar ROS, incluindo superóxido (O2-) e peróxido de hidrogênio (H2O2), bem como o NO. RESULTADOS: A carga parasitária apresentou equivalência entre os macrófagos dos pacientes com LD e com LC após a infecção com o isolado LD. A expressão de Arginase 1 mostrou similaridade entre os macrófagos desses grupos. Quanto à produção de ROS, O2- e H2O2, os macrófagos de pacientes com LD e com LC exibiram uma resposta semelhante após a infecção com o isolado LD. Além disso, a produção de NO também se mostrou comparável entre os macrófagos dos pacientes com LD e com LC após a infecção com o mesmo isolado. CONCLUSÕES: A produção de ROS e NO em macrófagos de pacientes com LD foi semelhante aos macrófagos de pacientes com LC após 2, 4 e 8 horas de infecção. Novos estudos são necessários para uma compreensão abrangente dessa relação e seu possível impacto na LTA
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Estudos compararam a resposta imune de monócitos de pacientes com LD e com LC após infecção por Leishmania (Viannia) braziliensis, revelando que isolados de LD induziram maior explosão oxidativa nos monócitos, independentemente da origem dos mesmos. Outra pesquisa demonstrou maior explosão oxidativa em monócitos de pacientes com LC em relação a indivíduos sadios, atribuindo isso ao aumento de espécies reativas de oxigênio (ROS) em vez de óxido nítrico (NO). Existem evidências que sugerem que a resposta imunológica durante a LTA varia entre diferentes formas clínicas da doença, com diferenças na produção de citocinas, resposta oxidativa e capacidade de controle do parasita. Diante desse cenário, a hipótese testada foi que a produção de ROS e NO em macrófagos de pacientes com LD difere daquela observada em macrófagos de pacientes com LC após a infecção com o isolado LD de L. (V.) braziliensis. OBJETIVO: Comparar a produção de ROS e NO em macrófagos de pacientes com LD e com LC após a infecção com o isolado LD de L. (V.) braziliensis. MATERIAIS E MÉTODOS: Foi realizada a comparação da produção de ROS e NO entre macrófagos de pacientes com LD, com LC e indivíduos sadios, após a infecção com o isolado LD de L. (V.) braziliensis, utilizando uma proporção de 5:1 promastigotas/macrófagos em intervalos de 2, 4 e 8 horas A avaliação da carga parasitária foi conduzida através de microscopia óptica, após coloração dos macrófagos com panóptico rápido, para assegurar o sucesso da infecção e a quantificação de amastigotas intracelulares. A expressão da enzima Arginase 1, associada ao metabolismo do NO, foi avaliada por microscopia confocal. 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Novos estudos são necessários para uma compreensão abrangente dessa relação e seu possível impacto na LTAINTRODUCTION: American tegumentary leishmaniasis (ATL) is a non-contagious infectious disease caused by protozoa of the genus Leishmania. These obligatory intracellular parasites can lead to a wide spectrum of human diseases, such as disseminated leishmaniasis (DL) and cutaneous leishmaniasis (CL). Studies have compared the immune response of monocytes from DL and CL patients after infection with Leishmania (Viannia) braziliensis, revealing that DL isolates induced higher oxidative burst in monocytes, regardless of their origin. Another research demonstrated greater oxidative burst in monocytes from CL patients compared to healthy individuals, attributing this to an increase in reactive oxygen species (ROS) rather than nitric oxide (NO). There is evidence suggesting that the immune response during ATL varies among different clinical forms of the disease, with differences in cytokine production, oxidative response, and parasite control. In light of this scenario, the hypothesis tested was that ROS and NO production in macrophages from DL patients differs from that observed in macrophages from CL patients after infection with DL isolate of L. (V.) braziliensis. OBJECTIVE: To compare ROS and NO production in macrophages from DL and CL patients after infection with DL isolate of L. (V.) braziliensis. MATERIALS AND METHODS: ROS and NO production was compared between macrophages from DL patients, CL patients, and healthy individuals after infection with DL isolate of L. (V.) braziliensis, using a 5:1 promastigote/macrophage ratio at 2, 4, and 8 hour intervals Parasite load evaluation was conducted through optical microscopy after panoptic rapid staining of macrophages to ensure successful infection and quantification of intracellular amastigotes. Expression of Arginase 1, associated with NO metabolism, was assessed by confocal microscopy. Comparison of ROS and NO production between macrophages from DL and CL patients was performed using Flow Cytometry, with the aid of fluorescent probes to measure ROS, including superoxide (O2-) and hydrogen peroxide (H2O2), as well as NO. RESULTS: Parasite load showed equivalence between macrophages from DL and CL patients after infection with the DL isolate. Expression of Arginase 1 exhibited similarity between macrophages of these groups. Regarding ROS production, O2- and H2O2, macrophages from DL and CL patients displayed a similar response after infection with the DL isolate. Furthermore, NO production also proved comparable between macrophages from DL and CL patients after infection with the same isolate. CONCLUSIONS: ROS and NO production in macrophages from DL patients were similar to macrophages from CL patients at 2-, 4-, and 8-hours post-infection. Further studies are needed for a comprehensive understanding of this relationship and its potential impact on ATLCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Brasil (CAPES).Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Gonçalo Moniz. Salvador, BA, Brasil.porLeishmanioseMacrófagosEspécies reativas de oxigênioÓxido nítricoLeishmaniasisMacrophagesReactive oxygen speciesNitric oxideLeishmaniose CutâneaMacrófagosEspécies Reativas de OxigênioÓxido NítricoAvaliação da produção de espécies reativas de oxigênio e óxido nítrico em macrófagos de pacientes com leishmaniose tegumentar americana infectados com Leishmania (Viannia) braziliensisEvaluation of reactive oxygen species and nitric oxide production in macrophages from patients with american tegumentary leishmaniasis infected with Leishmania (Viannia) braziliensisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesis2023Instituto Gonçalo MonizMestrado AcadêmicoSalvador/BAPrograma de Pós-Graduação em Biotecnologia em Saúde e Medicina Investigativainfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA)instname:Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)instacron:FIOCRUZLICENSElicense.txttext/plain1748https://arca.fiocruz.br/bitstreams/61756d36-8397-4c91-b640-2ecd8dffb688/download8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD51falseAnonymousREADORIGINALalan_santos_fioba_mest_2023.pdfapplication/pdf2058090https://arca.fiocruz.br/bitstreams/51a5f75c-d98b-4954-b964-50f192957f9a/download0b37a10b0e5331cb03019f8b154430e8MD52trueAnonymousREADTEXTalan_santos_fioba_mest_2023.pdf.txtalan_santos_fioba_mest_2023.pdf.txtExtracted texttext/plain103177https://arca.fiocruz.br/bitstreams/15ea9b24-17f5-4654-9ae5-9261c455ae13/downloadff4bed5a779c7ef8fe672e0b5cf4bc5cMD59falseAnonymousREADTHUMBNAILalan_santos_fioba_mest_2023.pdf.jpgalan_santos_fioba_mest_2023.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg17367https://arca.fiocruz.br/bitstreams/f79cde69-8180-4cc7-bf03-2c749e90707e/downloadcccc1a9e18784b4c5296c2c5d59964a8MD510falseAnonymousREADicict/621302025-12-11 08:22:31.401open.accessoai:arca.fiocruz.br:icict/62130https://arca.fiocruz.brRepositório InstitucionalPUBhttps://www.arca.fiocruz.br/oai/requestrepositorio.arca@fiocruz.bropendoar:21352025-12-11T11:22:31Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA) - Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)falseTk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=
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