Avaliação do valor prognóstico da elastografia hepática transitória em pacientes com hepatite C crônica com ou sem coinfecção pelo HIV pós-resposta virológica sustentada
| Ano de defesa: | 2021 |
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Resumo: | Introdução: A elastografia hepática transitória (EHT) é uma alternativa extensamente validada à biópsia hepática para estadiamento da fibrose hepática na hepatite C crônica. Nos últimos anos, o tratamento da hepatite C foi revolucionado pelo uso dos antivirais de ação direta (direct-acting agents, DAA). Estudos sugerem que pacientes com doença hepática avançada compensada (compensated advanced chronic liver disease, cACLD, definida por EHT ≥10 kPa) pré-tratamento permanecem sob risco de desenvolver complicações hepáticas mesmo após a resposta virológica sustentada (RVS). Recentemente a regressão significativa dos níveis de EHT em pacientes com hepatite C pós-RVS vem sendo descrita. O significado clínico desta regressão, assim como seu valor prognóstico ainda são temas controversos e precisam ser estudados. Objetivos: Avaliar o valor prognóstico da redução da EHT em pacientes com hepatite C crônica após RVS e identificar os fatores de risco associados à incidência de desfechos clínicos graves após erradicação viral. Métodos: Estudo retrospectivo que incluiu adultos com hepatite C com EHT ≥ 10kPa tratados em dois centros terciários do Rio de Janeiro entre Outubro/2015 e Novembro/2019. RVS foi definida por HCV RNA indetectável pelo menos 12 semanas após final do tratamento. A coleta de dados foi realizada a fim de identificar complicações hepáticas (ascite, hemorragia digestiva varicosa, encefalopatia hepática e carcinoma hepatocelular) ou óbito durante acompanhamento. Curvas de Kaplan-Meier e modelos estatísticos tempo dependentes (modelos de Cox) foram realizados para avaliação do valor prognóstico da EHT e identificação dos fatores associados com desfechos Resultados: 1131 indivíduos foram tratados. Pacientes foram excluídos por falha terapêutica (n=26), óbito antes da avaliação de RVS (n=5), perda de seguimento (n=87), ausência de dados sobre RVS (n=26), descompensação hepática prévia (n=120), ausência de EHT pré-tratamento e pós-RVS (n=110) e EHT< 10kPa pré-tratamento (n=301). O total de 456 pacientes [65% sexo feminino, 62 anos (IQR, 57-68), 5.5% coinfectados pelo HIV e 88.6% infectados pelo genótipo 1] foi incluído. Em um seguimento de 2,3 anos (IQR, 1,6-2,7), 28 pacientes desenvolveram 37 desfechos clínicos graves [taxa de incidência 29,0 (IC95%, 20,0-42,0) por 1000 pessoas-ano]. A incidência cumulativa de desfechos clínicos graves foi significativamente menor nos pacientes com regressão da EHT ≥ 20% durante o seguimento pós RVS [3,4% (IC95%, 1,8-7,0) vs. 9,0% (5,5-14,5), p=0,010]. Na análise multivariada, sexo masculino [HR=3,00 (IC95%, 1,30-6,95), p=0,010], albumina sérica basal < 3,5mg/dL [HR=4,49 (IC 95%, 1,95-10,34), p<0,001] e critério de Baveno VI desfavorável pré-tratamento [HR=4,72 (IC95%, 1,32-16,83)] associaram-se de forma independente a um maior risco de desfechos clínicos graves em pacientes com cACLD. Neste modelo multivariado a redução da EHT ≥ 20% após RVS apresentou uma tendência a reduzir o risco dos desfechos estudados [HR=0,45 (IC95%, 0,21-1,02), p=0,058]. Conclusões: Hipoalbuminemia e presença de critério de Baveno VI desfavorável pré-tratamento associaram-se a um maior risco de complicações hepáticas em pacientes com cACLD após RVS. A redução da EHT ≥ 20% pós RVS parece estar associada com redução do risco de desenvolvimento de desfechos clínicos graves nesta população. O uso de parâmetros simples pré-tratamento e a repetição da EHT pós RVS permitem a estratificação de pacientes após a erradicação viral |
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Barrocas, Juliana Baptista PiedadeFernandes, Flavia FerreiraBarbosa, Hugo Perazzo Pedroso2024-02-21T14:47:06Z2024-02-21T14:47:06Z2021BARROCAS, Juliana Baptista Piedade. Avaliação do valor prognóstico da elastografia hepática transitória em pacientes com hepatite C crônica com ou sem coinfecção pelo HIV pós-resposta virológica sustentada. 2021. 71 f. Dissertação (Mestrado em Pesquisa Clínica em Doenças Infecciosas) - Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, Fundação Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, RJ, 2021.https://arca.fiocruz.br/handle/icict/62718Introdução: A elastografia hepática transitória (EHT) é uma alternativa extensamente validada à biópsia hepática para estadiamento da fibrose hepática na hepatite C crônica. Nos últimos anos, o tratamento da hepatite C foi revolucionado pelo uso dos antivirais de ação direta (direct-acting agents, DAA). Estudos sugerem que pacientes com doença hepática avançada compensada (compensated advanced chronic liver disease, cACLD, definida por EHT ≥10 kPa) pré-tratamento permanecem sob risco de desenvolver complicações hepáticas mesmo após a resposta virológica sustentada (RVS). Recentemente a regressão significativa dos níveis de EHT em pacientes com hepatite C pós-RVS vem sendo descrita. O significado clínico desta regressão, assim como seu valor prognóstico ainda são temas controversos e precisam ser estudados. Objetivos: Avaliar o valor prognóstico da redução da EHT em pacientes com hepatite C crônica após RVS e identificar os fatores de risco associados à incidência de desfechos clínicos graves após erradicação viral. Métodos: Estudo retrospectivo que incluiu adultos com hepatite C com EHT ≥ 10kPa tratados em dois centros terciários do Rio de Janeiro entre Outubro/2015 e Novembro/2019. RVS foi definida por HCV RNA indetectável pelo menos 12 semanas após final do tratamento. A coleta de dados foi realizada a fim de identificar complicações hepáticas (ascite, hemorragia digestiva varicosa, encefalopatia hepática e carcinoma hepatocelular) ou óbito durante acompanhamento. Curvas de Kaplan-Meier e modelos estatísticos tempo dependentes (modelos de Cox) foram realizados para avaliação do valor prognóstico da EHT e identificação dos fatores associados com desfechos Resultados: 1131 indivíduos foram tratados. Pacientes foram excluídos por falha terapêutica (n=26), óbito antes da avaliação de RVS (n=5), perda de seguimento (n=87), ausência de dados sobre RVS (n=26), descompensação hepática prévia (n=120), ausência de EHT pré-tratamento e pós-RVS (n=110) e EHT< 10kPa pré-tratamento (n=301). O total de 456 pacientes [65% sexo feminino, 62 anos (IQR, 57-68), 5.5% coinfectados pelo HIV e 88.6% infectados pelo genótipo 1] foi incluído. Em um seguimento de 2,3 anos (IQR, 1,6-2,7), 28 pacientes desenvolveram 37 desfechos clínicos graves [taxa de incidência 29,0 (IC95%, 20,0-42,0) por 1000 pessoas-ano]. A incidência cumulativa de desfechos clínicos graves foi significativamente menor nos pacientes com regressão da EHT ≥ 20% durante o seguimento pós RVS [3,4% (IC95%, 1,8-7,0) vs. 9,0% (5,5-14,5), p=0,010]. Na análise multivariada, sexo masculino [HR=3,00 (IC95%, 1,30-6,95), p=0,010], albumina sérica basal < 3,5mg/dL [HR=4,49 (IC 95%, 1,95-10,34), p<0,001] e critério de Baveno VI desfavorável pré-tratamento [HR=4,72 (IC95%, 1,32-16,83)] associaram-se de forma independente a um maior risco de desfechos clínicos graves em pacientes com cACLD. Neste modelo multivariado a redução da EHT ≥ 20% após RVS apresentou uma tendência a reduzir o risco dos desfechos estudados [HR=0,45 (IC95%, 0,21-1,02), p=0,058]. Conclusões: Hipoalbuminemia e presença de critério de Baveno VI desfavorável pré-tratamento associaram-se a um maior risco de complicações hepáticas em pacientes com cACLD após RVS. A redução da EHT ≥ 20% pós RVS parece estar associada com redução do risco de desenvolvimento de desfechos clínicos graves nesta população. O uso de parâmetros simples pré-tratamento e a repetição da EHT pós RVS permitem a estratificação de pacientes após a erradicação viralBackground: The accuracy and the prognostic value of liver stiffness measurement (LSM) by transient elastography (TE) had been extensive validated in patients with HCV infection worldwide. Direct-acting antivirals (DAA) have changed the natural history of chronic hepatitis C in the last decade. These regimens are safe and highly effective [sustained virological response (SVR) > 90%] for HCV treatment. Patients with compensated advanced chronic liver disease (cACLD) before HCV treatment seem to remain at high risk to develop severe outcomes even after SVR. Several recent studies have reported a significant regression of LSM after SVR in patients with HCV treated by DAA. However, the prognostic value of LSM regression after SVR to predict mortality or liver-related complications (LRC) remains unclear. Aims: The primary aim of this study was to evaluate the prognostic value of LSM regression after SVR to predict severe outcomes. The secondary aim was to identify risk factors associated with LRC or death in HCV patients after SVR by DAA. Methods: This retrospective study analyzed data from adults with cACLD (LSM ≥ 10kPa) treated in two tertiary centers of Rio de Janeiro from October/2015 to November/2019. SVR was defined as undetectable HCV RNA at 12 weeks after the end-of-treatment. Medical records were reviewed to identify LRC (ascites, hepatic encephalopathy, variceal bleeding or hepatocellular carcinoma) or death after SVR. Kaplan-Meier curves and time-to-event Cox proportional-hazard models were performed Results: A total 1131 patients were treated by DAA regimens in both centers. Patients were excluded due to HCV treatment failure (n=26), death before SVR evaluation (n=5), lost the follow up (n=87), missing data for SVR (n=26), history of hepatic decompensation (n=120), unavailable TE exam before and after DAA treatment (n=110) and LSM < 10kPa before HCV treatment (n=301). A total of 456 patients [65% female, median age of 62 years (IQR,57-68), median ALT=80UI/L (IQR,54-132), 5,5% with HIV coinfection, 88,6% with Genotype 1 and 67,5% treated with sofosbuvir/daclatasvir] were included. During a follow-up of 2.3 years (IQR,1.6-2.7), 28 patients developed 37 outcomes [rate=29.0 (95%CI,20.0-42.0) per 1,000 person-years]. The cumulative incidence of outcomes was significantly lower in patients who regressed LSM≥20% [3.4% (95%CI,1.8-7.0) vs. 9.0% (5.5–14.5), p=0.028]. In a multivariate Cox-model [HR (95%CI)], male gender [HR=3.00 (1.30-6.95), p=0.010], baseline albumin < 3.5 mg/dL [HR=4.49 (1.95-10.34), p<0.001] and baseline unfavorable Baveno VI criteria (LSM ≥ 20 kPa or platelet count < 150 × 109 /mm3 ) [HR=4.72 (1.32-16.83), p=0.017] were independently associated and LSM regression ≥20% after SVR had a trend to reduce the risk of LRC or death [HR=0.45 (0.21-1.02), p=0.058]. Conclusions: In patients with cACLD, hypoalbuminemia and unfavorable Baveno VI criteria before HCV treatment were associated with an increased risk of severe clinical outcomes after SVR by DAA. Significant LSM regression post-SVR (> 20%) was associated with a decrease in the incidence of LRC or death. The use of simple parameters before DAA and repetition of LSM post-SVR can identify patients with different risks for severe outcome after HCV eradicationFundação Oswaldo Cruz. Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.porHepatite CHepatites ViraisResposta Virológica SustentadaAntivirais de Ação DiretaElastografia Hepática TransitóriaBaveno VIcACLDHepatitis CViral HepatitisSustained Virological ResponseDirect-acting AntiviralsLiver Stiffness MeasurementBaveno VIcACLDHepatite C CrônicaResposta Viral SustentadaAntiviraisTécnicas de Imagem por ElasticidadeAvaliação do valor prognóstico da elastografia hepática transitória em pacientes com hepatite C crônica com ou sem coinfecção pelo HIV pós-resposta virológica sustentadainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesis2021Instituto Nacional de Infectologia Evandro ChagasFundação Oswaldo CruzMestrado AcadêmicoRio de Janeiro/RJPrograma de Pós-Graduação em Pesquisa Clínica em Doenças Infecciosasinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA)instname:Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)instacron:FIOCRUZLICENSElicense.txttext/plain1748https://arca.fiocruz.br/bitstreams/7bb61540-a3ec-4b48-aab7-4fba92ed73a9/download8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD51falseAnonymousREADORIGINALjuliana_barrocas_ini_mest_2021.pdfapplication/pdf893999https://arca.fiocruz.br/bitstreams/3bed835e-e217-4846-b77f-d0ba7baf8dd4/download02eda1445a40f77ef000a6bf0b59f602MD52trueAnonymousREADTEXTjuliana_barrocas_ini_mest_2021.pdf.txtjuliana_barrocas_ini_mest_2021.pdf.txtExtracted texttext/plain101564https://arca.fiocruz.br/bitstreams/715e6008-e5cc-4e9d-8bd9-179737133397/downloadb5a99c9d958c506feec942e32f6633efMD511falseAnonymousREADTHUMBNAILjuliana_barrocas_ini_mest_2021.pdf.jpgjuliana_barrocas_ini_mest_2021.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg16760https://arca.fiocruz.br/bitstreams/3e84ff58-ebf4-49ef-aff2-3152c6a5602a/download1cc38ce34c1a9a4be3d3fa9c194bbc59MD512falseAnonymousREADicict/627182025-12-11 08:26:41.88open.accessoai:arca.fiocruz.br:icict/62718https://arca.fiocruz.brRepositório InstitucionalPUBhttps://www.arca.fiocruz.br/oai/requestrepositorio.arca@fiocruz.bropendoar:21352025-12-11T11:26:41Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA) - Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)falseTk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo= |
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BARROCAS, Juliana Baptista Piedade. Avaliação do valor prognóstico da elastografia hepática transitória em pacientes com hepatite C crônica com ou sem coinfecção pelo HIV pós-resposta virológica sustentada. 2021. 71 f. Dissertação (Mestrado em Pesquisa Clínica em Doenças Infecciosas) - Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, Fundação Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, RJ, 2021. |
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