Violência, agressividade e estresse pós-traumático na população adulta de unidades de privação de liberdade de Ponta Grossa/PR
| Ano de defesa: | 2024 |
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Resumo: | Este trabalho de dissertação é um inquérito epidemiológico que investiga as relações entre a exposição aos eventos traumáticos ao longo da vida, o transtorno de estresse pós traumático e as formas de agressividades reativa, facilitadora e, principalmente, apetitiva na população carcerária de Ponta Grossa/PR. A conjuntura das penitenciárias onde são cumpridas as penas privativas de liberdade no Brasil as fazem ambientes adoecedores, pois facilita a ocorrência de eventos traumáticos para as pessoas que chegam até esses lugares carregando suas próprias histórias de violências sofridas, além das perpetrações cometidas, e promove a diminuição do acesso à importantes fatores de proteção. A agressividade é um mecanismo de defesa natural dos mamíferos, incluindo seres humanos, que pode acabar mal adaptada e trazer prejuízos aos indivíduos e suas comunidades. Contextos de vida com situações de estresse constantes, ameaças, comportamentos de risco e convivência ativa com grupos sociais que endossem atos de violência como positivos facilitam o aprendizado de comportamentos agressivos como estratégia de enfrentamento e pertencimento, deixando indivíduos mais expostos às situações de violência que podem ser traumáticas. Comportamentos agressivos persistentes podem também ser sintomáticos de transtornos de saúde mental. Pessoas com maior número de experiências traumáticas têm maior risco de desenvolver Transtorno de Estresse Pós Traumático (TEPT), acarretando prejuízos socioemocionais e riscos agravados para outras condições de saúde Foi realizada amostra representativa da população prisional de duas unidades de cumprimento de pena privativa de liberdade Penitenciaria Estadual de Ponta Grossa (n=162) e da Unidade de Progressão de Ponta Grossa (n=81), com aplicação de questionários que incluíram itens sociodemográficos, lista de eventos de situações de violência, escala para Agressividade Apetitiva, escala para agressividade apetitiva e instrumental e escala para Transtorno de Estresse Pós Traumático (TEPT). Foi identificado através do teste PCL-5, prevalência de 42,2% de TEPT na unidade penitenciária (PEPG) e 10,5% na unidade de progressão (UPPG). A agressividade apetitiva analisada através do instrumento AAS identificou um percentual de 28,6% de participantes que apresentam essa forma de agressividade na PEPG e de 13,5% na UPPG (p= 0,013). Os resultados mostram alta prevalência de transtorno de estresse pós traumático (TEPT) na população investigada, e associação positiva entre o TEPT e a agressividade apetitiva (p<0.01), assim como através de modelo de regressão logística (p<0.001). O cálculo de razão de chance (Odds Ratio) demonstra que participantes com agressividade apetitiva têm 4,71 vezes mais chance (IC = 2,49 – 8,93) de apresentarem TEPT do que os pacientes sem agressividade apetitiva. A associação positiva entre TEPT e agressividade apetitiva contraria pesquisas internacionais realizadas em outros contextos que não o ambiente penitenciário. Este estudo conclui haver demanda por intervenções em saúde mental mais efetivas junto à população privada de liberdade, que considere suas experiências traumáticas, na busca por uma convivência harmônica com a sociedade e a consequente redução nas reincidências de crimes, |
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Moura, Annelise Aurea Araújo deSerpeloni, FernandaEvangelista, Adriane FeijóOrth, Glaucia Mayara NiedermeyerConstantino, PatríciaLazarine, Adriane Feijó EvangelistaSerpeloni, FernandaAssis, Simone Gonçalves deAssis, Simone Gonçalves de2025-09-25T14:19:58Z2024MOURA, Annelise Aurea Araújo de. Violência, agressividade e estresse pós-traumático na população adulta de unidades de privação de liberdade de Ponta Grossa. 2024. 118 f. Dissertação (Mestrado em Saúde Pública) - Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, 2024.https://arca.fiocruz.br/handle/icict/72308Este trabalho de dissertação é um inquérito epidemiológico que investiga as relações entre a exposição aos eventos traumáticos ao longo da vida, o transtorno de estresse pós traumático e as formas de agressividades reativa, facilitadora e, principalmente, apetitiva na população carcerária de Ponta Grossa/PR. A conjuntura das penitenciárias onde são cumpridas as penas privativas de liberdade no Brasil as fazem ambientes adoecedores, pois facilita a ocorrência de eventos traumáticos para as pessoas que chegam até esses lugares carregando suas próprias histórias de violências sofridas, além das perpetrações cometidas, e promove a diminuição do acesso à importantes fatores de proteção. A agressividade é um mecanismo de defesa natural dos mamíferos, incluindo seres humanos, que pode acabar mal adaptada e trazer prejuízos aos indivíduos e suas comunidades. Contextos de vida com situações de estresse constantes, ameaças, comportamentos de risco e convivência ativa com grupos sociais que endossem atos de violência como positivos facilitam o aprendizado de comportamentos agressivos como estratégia de enfrentamento e pertencimento, deixando indivíduos mais expostos às situações de violência que podem ser traumáticas. Comportamentos agressivos persistentes podem também ser sintomáticos de transtornos de saúde mental. Pessoas com maior número de experiências traumáticas têm maior risco de desenvolver Transtorno de Estresse Pós Traumático (TEPT), acarretando prejuízos socioemocionais e riscos agravados para outras condições de saúde Foi realizada amostra representativa da população prisional de duas unidades de cumprimento de pena privativa de liberdade Penitenciaria Estadual de Ponta Grossa (n=162) e da Unidade de Progressão de Ponta Grossa (n=81), com aplicação de questionários que incluíram itens sociodemográficos, lista de eventos de situações de violência, escala para Agressividade Apetitiva, escala para agressividade apetitiva e instrumental e escala para Transtorno de Estresse Pós Traumático (TEPT). Foi identificado através do teste PCL-5, prevalência de 42,2% de TEPT na unidade penitenciária (PEPG) e 10,5% na unidade de progressão (UPPG). A agressividade apetitiva analisada através do instrumento AAS identificou um percentual de 28,6% de participantes que apresentam essa forma de agressividade na PEPG e de 13,5% na UPPG (p= 0,013). Os resultados mostram alta prevalência de transtorno de estresse pós traumático (TEPT) na população investigada, e associação positiva entre o TEPT e a agressividade apetitiva (p<0.01), assim como através de modelo de regressão logística (p<0.001). O cálculo de razão de chance (Odds Ratio) demonstra que participantes com agressividade apetitiva têm 4,71 vezes mais chance (IC = 2,49 – 8,93) de apresentarem TEPT do que os pacientes sem agressividade apetitiva. A associação positiva entre TEPT e agressividade apetitiva contraria pesquisas internacionais realizadas em outros contextos que não o ambiente penitenciário. Este estudo conclui haver demanda por intervenções em saúde mental mais efetivas junto à população privada de liberdade, que considere suas experiências traumáticas, na busca por uma convivência harmônica com a sociedade e a consequente redução nas reincidências de crimes,This master thesis is an epidemiological investigation into the relationship between exposure to traumatic events throughout life, post-traumatic stress disorder and reactive, facilitative and, above all, appetitive forms of aggression in the prison population of Ponta Grossa, Paraná. Aggression is a natural defense mechanism of mammals, including humans, which can end up being maladaptive and causing harm to individuals and their communities. Life contexts with constant stressful situations, threats, risky behaviors and active coexistence with social groups that endorse acts of violence as positive make it easier to learn aggressive behaviors as a coping and belonging strategy, leaving individuals more exposed to situations of violence that can be traumatic. Persistent aggressive behavior can also be symptomatic of mental health disorders. People who have lived several of traumatic experiences are at greater risk of developing Post Traumatic Stress Disorder (PTSD), leading to socio-emotional damage and aggravated risks for other health conditions. The situation in Brazil's prisons, where custodial sentences are carried out, makes them sickening environments, as it facilitates the occurrence of traumatic events for people who arrive at these places carrying their own histories of violence suffered, as well as the perpetrations committed, and promotes reduced access to important protective factors. A representative sample of the prison population from two units was carried out in the Ponta Grossa State Penitentiary (n=162) and the Ponta Grossa Progression Unit (n=81), with the application of questionnaires that included sociodemographic items, a list of events of violent situations, a scale for Appetitive Aggression, a scale for appetitive and instrumental aggression and a scale for Post Traumatic Stress Disorder (PTSD) The prevalence of 42.2% of PTSD in the penitentiary unit (PEPG) and 10.5% in the progression unit (UPPG) was identified through the PCL-5 test. Appetitive aggression analyzed using the AAS instrument identified a percentage of 28.6% of participants with this form of aggression in the PEPG and 13.5% in the UPPG, a statistically significant difference (p= 0.013), according to Fischer's test. The results show a high prevalence of post-traumatic stress disorder (PTSD) in the population investigated, and a positive association between PTSD and appetitive aggression (p<0.01), as well as through a logistic regression model (p<0.001). The Odds Ratio calculation showed that participants with appetitive aggression were 4.71 times more likely (CI = 2.49 – 8.93) to have PTSD than patients without appetitive aggression. The positive association between PTSD and appetitive aggression contradicts international research carried out in contexts other than prisons. This study concludes that there is a demand for more effective mental health interventions with the population deprived of their liberty, taking traumatic experiences into consideration. It is in the best interest of promoting a harmonious coexistence with society and the consequent reduction in repeat offenses,Fundação Oswaldo Cruz. Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.porTranstorno de Estresse Pós-TraumáticoTEPTTipos de AgressividadeAgressividade ApetitivaPopulação CarceráriaPost Traumatic Stress DisorderPTSDTypes of AggressionAppetitive AggressionPrison PopulationTranstornos de Estresse Pós-TraumáticoPrisõesViolênciaTranstornos de Estresse TraumáticoSaúde MentalInquéritos EpidemiológicosPost Traumatic Stress DisorderTypes of AggressionAppetitive AggressionPrison PopulationViolência, agressividade e estresse pós-traumático na população adulta de unidades de privação de liberdade de Ponta Grossa/PRViolence, aggression and post-traumatic stress in the adult prison population of Ponta Grossa, Paranáinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesis2024-06-03Escola Nacional de Saúde Pública Sergio AroucaFundação Oswaldo CruzMestrado AcadêmicoRio de JaneiroPrograma de Pós-Graduação em Saúde Públicainfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA)instname:Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)instacron:FIOCRUZLICENSElicense.txttext/plain1748https://arca.fiocruz.br/bitstreams/fcc2ca4a-7825-440a-93c6-0982ab585f0c/download8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD51falseAnonymousREADORIGINALannelise_aurea_araujo_moura_ensp_mest_2024.pdfapplication/pdf1685992https://arca.fiocruz.br/bitstreams/38014f59-0b3a-4543-8864-384818890622/download4a6cf4d8550bd2f87fb352eef682b57eMD52trueAnonymousREADTEXTannelise_aurea_araujo_moura_ensp_mest_2024.pdf.txtannelise_aurea_araujo_moura_ensp_mest_2024.pdf.txtExtracted texttext/plain103286https://arca.fiocruz.br/bitstreams/ff3ab4ac-3d92-4dae-8c3b-099ee29c493b/download98a75d488de44e02a8ccbe8f103d2334MD57falseAnonymousREADTHUMBNAILannelise_aurea_araujo_moura_ensp_mest_2024.pdf.jpgannelise_aurea_araujo_moura_ensp_mest_2024.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg12392https://arca.fiocruz.br/bitstreams/9a337046-1fd9-4871-bbf4-6a06c87288b7/download08a9a075c1df11a5285e86d6fd3c47b4MD58falseAnonymousREADicict/723082025-12-11 08:29:52.879open.accessoai:arca.fiocruz.br:icict/72308https://arca.fiocruz.brRepositório InstitucionalPUBhttps://www.arca.fiocruz.br/oai/requestrepositorio.arca@fiocruz.bropendoar:21352025-12-11T11:29:52Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA) - Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)falseTk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo= |
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Violência, agressividade e estresse pós-traumático na população adulta de unidades de privação de liberdade de Ponta Grossa/PR Moura, Annelise Aurea Araújo de Transtorno de Estresse Pós-Traumático TEPT Tipos de Agressividade Agressividade Apetitiva População Carcerária Post Traumatic Stress Disorder PTSD Types of Aggression Appetitive Aggression Prison Population Transtornos de Estresse Pós-Traumático Prisões Violência Transtornos de Estresse Traumático Saúde Mental Inquéritos Epidemiológicos Post Traumatic Stress Disorder Types of Aggression Appetitive Aggression Prison Population |
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