De revolução da medicina a vilão social: o caso do Misoprostol no Brasil
| Ano de defesa: | 2023 |
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Resumo: | Esta pesquisa examinou a trajetória do misoprostol, popularmente conhecido como Cytotec®, a partir da sua entrada no mercado farmacêutico brasileiro, em 1986, até sua inclusão na Portaria nº 344/1998, que aprovou o regulamento técnico sobre substâncias e medicamentos sujeitos a controle especial. O recorte temporal estabelecido remete a momentos identificados como importantes marcos na "vida social" daquele medicamento. Acompanhou-se, durante o período estudado, a expansão do uso abortivo do medicamento e a repercussão, não só no campo médico-científico, mas também social dessa prática. A atuação do campo farmacêutico e da medicina genética foi fundamental para a construção do conhecimento científico que elucidaria os riscos que o uso abortivo desse medicamento representaria para a sociedade, visto que, além de ser classificado como indevido, a partir dos paradigmas da farmacovigilância, também carregava o risco teratogênico para os fetos nos casos de aborto malsucedido. O resultado deste processo simbolizado com a inserção do medicamento na portaria acima citada demonstra a vitória da organização de atores e instituições sobre a disponibilidade e o acesso das mulheres à substância. Verificou-se, portanto, que a principal consequência da normatização do misoprostol no Brasil foi torná-lo inacessível, ou criar obstáculos, às mulheres que o utilizavam para a prática abortiva. Para o desenvolvimento deste trabalho, utilizou-se um amplo repertório de fontes de pesquisa que, de forma simplificada, podem ser resumidas em jornais e revistas de circulação nacional, documentos jurídicos, artigos científicos, regulamentos técnicos de órgãos governamentais, banco de dados de atendimentos do Serviço Nacional de Informações sobre Agentes Teratogênicos (SIAT-UFGRS) e documentos institucionais do Grupo de Prevenção ao Uso Indevido de Medicamentos (GPUIM-UFC). As fontes acima citadas permitiram perceber os vários atores, sujeitos e instituições, e discursos envolvidos no processo de normatização do misoprostol no Brasil |
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Oliveira, Thayane LopesTeixeira, Luiz Antonio da Silva2023-06-01T15:44:14Z2023-06-01T15:44:14Z2023OLIVEIRA, Thayane Lopes. De revolução da medicina a vilão social: o caso do Misoprostol no Brasil. 2023. 240 f. Tese (Doutorado em História das Ciências e da Saúde) – Casa de Oswaldo Cruz, Fundação Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, 2023.https://arca.fiocruz.br/handle/icict/58866Esta pesquisa examinou a trajetória do misoprostol, popularmente conhecido como Cytotec®, a partir da sua entrada no mercado farmacêutico brasileiro, em 1986, até sua inclusão na Portaria nº 344/1998, que aprovou o regulamento técnico sobre substâncias e medicamentos sujeitos a controle especial. O recorte temporal estabelecido remete a momentos identificados como importantes marcos na "vida social" daquele medicamento. Acompanhou-se, durante o período estudado, a expansão do uso abortivo do medicamento e a repercussão, não só no campo médico-científico, mas também social dessa prática. A atuação do campo farmacêutico e da medicina genética foi fundamental para a construção do conhecimento científico que elucidaria os riscos que o uso abortivo desse medicamento representaria para a sociedade, visto que, além de ser classificado como indevido, a partir dos paradigmas da farmacovigilância, também carregava o risco teratogênico para os fetos nos casos de aborto malsucedido. O resultado deste processo simbolizado com a inserção do medicamento na portaria acima citada demonstra a vitória da organização de atores e instituições sobre a disponibilidade e o acesso das mulheres à substância. Verificou-se, portanto, que a principal consequência da normatização do misoprostol no Brasil foi torná-lo inacessível, ou criar obstáculos, às mulheres que o utilizavam para a prática abortiva. Para o desenvolvimento deste trabalho, utilizou-se um amplo repertório de fontes de pesquisa que, de forma simplificada, podem ser resumidas em jornais e revistas de circulação nacional, documentos jurídicos, artigos científicos, regulamentos técnicos de órgãos governamentais, banco de dados de atendimentos do Serviço Nacional de Informações sobre Agentes Teratogênicos (SIAT-UFGRS) e documentos institucionais do Grupo de Prevenção ao Uso Indevido de Medicamentos (GPUIM-UFC). As fontes acima citadas permitiram perceber os vários atores, sujeitos e instituições, e discursos envolvidos no processo de normatização do misoprostol no BrasilThis research examined the trajectory of misoprostol, popularly known as Cytotec®, from its entry into the Brazilian pharmaceutical market, in 1986, until its inclusion in Ordinance nº 344/1998, which approved the technical regulation on substances and medicines subject to special control. The established time frame refers to moments identified as important milestones in the "social life" of that medicine. During the studied period, the expansion of the abortive use of the drug and the repercussions, not only in the medical-scientific field, but also in the social field of this practice, were observed. The performance of the pharmaceutical field and of genetic medicine was fundamental for the construction of scientific knowledge that would elucidate the risks that the abortive use of this medicine would represent for society, since, in addition to being classified as improper, based on the paradigms of pharmacovigilance, it also carried teratogenic risk to fetuses in cases of unsuccessful abortion. The result of this process, symbolized by the inclusion of the drug in the aforementioned ordinance, demonstrates the victory of the organization of actors and institutions over the availability and access of women to the substance. It was verified, therefore, that the main consequence of the regulation of misoprostol in Brazil was to make it inaccessible, or create obstacles, for women who used it for abortion. For the development of this work, we used as research sources newspapers and magazines of national circulation, legal documents, scientific articles, technical regulations of governmental bodies, database of services of the National Service of Information on Teratogenic Agents (SIAT-UFGRS) and documents institutional members of the Group for the Prevention of Misuse of Medications (GPUIMUFC). The sources mentioned above allowed us to perceive the various actors, subjects and institutions, and discourses involved in the process of standardization of misoprostol in BrazilFundação Oswaldo Cruz. Casa de Oswaldo Cruz. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.porMisoprostolAbortoNormatizaçãoIlegalidadeConhecimento CientíficoMisoprostolAbortionRegulationllegalityScientific KnowledgenSaúde da MulherAbortoMedicamentos sob PrescriçãoHistória do Século XXDe revolução da medicina a vilão social: o caso do Misoprostol no Brasilinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesis2023Casa de Oswaldo CruzFundação Oswaldo CruzRio de Janeiro/RJPrograma de Pós-Graduação em História das Ciências e da Saúdeinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA)instname:Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)instacron:FIOCRUZLICENSElicense.txttext/plain1748https://arca.fiocruz.br/bitstreams/4f592398-8fe3-4a96-8e2c-a514a6173382/download8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD51falseAnonymousREADORIGINALtese_final_thayane_lopes_oliveira.pdfapplication/pdf7367914https://arca.fiocruz.br/bitstreams/0281e69c-3ef1-4d3a-b455-d7dcc9e45e7c/download5be906e8991deba7bfce03ad89da91a0MD52trueAnonymousREADTEXTtese_final_thayane_lopes_oliveira.pdf.txttese_final_thayane_lopes_oliveira.pdf.txtExtracted texttext/plain103106https://arca.fiocruz.br/bitstreams/ca7e844c-6f50-464c-906f-1c024fc0a411/download41665f0a694727d8c06c2d65f58fedccMD55falseAnonymousREADTHUMBNAILtese_final_thayane_lopes_oliveira.pdf.jpgtese_final_thayane_lopes_oliveira.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2493https://arca.fiocruz.br/bitstreams/925f6afb-4e4b-46d9-bc4d-9126f0bfe77f/download8c311c230e7042542e57279b5338dd69MD56falseAnonymousREADicict/588662025-07-29 22:51:36.047open.accessoai:arca.fiocruz.br:icict/58866https://arca.fiocruz.brRepositório InstitucionalPUBhttps://www.arca.fiocruz.br/oai/requestrepositorio.arca@fiocruz.bropendoar:21352025-07-30T01:51:36Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA) - Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)falseTk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo= |
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