Avaliação do impacto da leptospirose no desempenho atlético de equinos da raça puro sangue inglês
| Ano de defesa: | 2010 |
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| Link de acesso: | https://arca.fiocruz.br/handle/icict/62641 |
Resumo: | Embora os sintomas mais freqüentemente descritos na leptospirose em equinos sejam febre, icterícia, nefrite e complicações oculares, pouco se estuda sobre a interferência desta infecção no desempenho atlético destes animais. O objetivo deste estudo foi avaliar a associação da sororeatividade para leptospirose com a ocorrência de hemorragia pulmonar induzida por exercício (HPIE) e com o desempenho atlético em equinos. Estudou-se 180 equinos adultos mantidos em treinamento no Jockey Clube Brasileiro do Rio de Janeiro para detecção de anticorpos anti-Leptospira pela técnica da soroaglutinação microscópica. Noventa (50,0%) animais se mostraram sororreativos com títulos = 200, com predomínio do sorotipo Copenhageni (87,8%). Os 79 animais sororreativos para Copenhageni foram avaliados por endoscopia das vias aéreas superiores 30 minutos após o exercício. Destes, 32 (40,5%) apresentavam histórico de dificuldade em ganhar peso, 24 (30,4%) inapetência e queda de desempenho atlético. Ao exame clínico, sete (7,8%) apresentaram icterícia, 18 (20,0%) lacrimejamento e hiperemia ótica, 24 (30,4%) encontravam-se apáticos, dois (2,5%) com mialgia, quatro (4,4%) com letargia e 33 (41,8%) com opacidade de pêlo. Na endoscopia das vias aéreas superiores 16 (20,2%) dos animais sororreativos apresentaram HPIE, assim como 10 (11,1%) dos equinos soronegativos para leptospirose. Dos 79 animais sororreativos para o serovar Copenhageni, 37 (41,1%) foram tratados com penicilina procainada associada à estreptomicina, e 15 dias após o tratamento verificou-se melhora significativa com relação à dificuldade em ganhar peso, inapetência, apatia e letargia. Já no que se refere à melhora do desempenho atlético e opacidade de pelo, as melhoras foram evidentes 45 dias após o tratamento. Sete destes animais apresentavam HPIE ao primeiro exame, e reverteram de grau 4 para 3 (dois animais) ou 2 (cinco animais). Verificou-se, portanto, associação entre sororreatividade para leptospirose com o desempenho atlético destes animais, principalmente no que diz respeito à severidade da HPIE, e que o tratamento específico foi capaz de reverter tal quadro. |
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Motta, Camila Hamond ReguaLessa, DanielFerreira, RachelLilenbaum, Walter2024-02-15T19:32:36Z2024-02-15T19:32:36Z2010MOTTA, Camila Hamond Regua. Avaliação do impacto da Leptospirose no desempenho atlético de equinos. 2010. 53 f. Dissertação (mestrado) - Universidade Federal Fluminense, Niterói, RJ, 2010.https://arca.fiocruz.br/handle/icict/62641Embora os sintomas mais freqüentemente descritos na leptospirose em equinos sejam febre, icterícia, nefrite e complicações oculares, pouco se estuda sobre a interferência desta infecção no desempenho atlético destes animais. O objetivo deste estudo foi avaliar a associação da sororeatividade para leptospirose com a ocorrência de hemorragia pulmonar induzida por exercício (HPIE) e com o desempenho atlético em equinos. Estudou-se 180 equinos adultos mantidos em treinamento no Jockey Clube Brasileiro do Rio de Janeiro para detecção de anticorpos anti-Leptospira pela técnica da soroaglutinação microscópica. Noventa (50,0%) animais se mostraram sororreativos com títulos = 200, com predomínio do sorotipo Copenhageni (87,8%). Os 79 animais sororreativos para Copenhageni foram avaliados por endoscopia das vias aéreas superiores 30 minutos após o exercício. Destes, 32 (40,5%) apresentavam histórico de dificuldade em ganhar peso, 24 (30,4%) inapetência e queda de desempenho atlético. Ao exame clínico, sete (7,8%) apresentaram icterícia, 18 (20,0%) lacrimejamento e hiperemia ótica, 24 (30,4%) encontravam-se apáticos, dois (2,5%) com mialgia, quatro (4,4%) com letargia e 33 (41,8%) com opacidade de pêlo. Na endoscopia das vias aéreas superiores 16 (20,2%) dos animais sororreativos apresentaram HPIE, assim como 10 (11,1%) dos equinos soronegativos para leptospirose. Dos 79 animais sororreativos para o serovar Copenhageni, 37 (41,1%) foram tratados com penicilina procainada associada à estreptomicina, e 15 dias após o tratamento verificou-se melhora significativa com relação à dificuldade em ganhar peso, inapetência, apatia e letargia. Já no que se refere à melhora do desempenho atlético e opacidade de pelo, as melhoras foram evidentes 45 dias após o tratamento. Sete destes animais apresentavam HPIE ao primeiro exame, e reverteram de grau 4 para 3 (dois animais) ou 2 (cinco animais). Verificou-se, portanto, associação entre sororreatividade para leptospirose com o desempenho atlético destes animais, principalmente no que diz respeito à severidade da HPIE, e que o tratamento específico foi capaz de reverter tal quadro.Fundação Oswaldo Cruz. Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos. 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