Espectroscopia óptica de íons Nd3+ na rede K2YF5: formação de pares

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2002
Autor(a) principal: Crespo, Celso de Farias
Orientador(a): Barthem, Ricardo Borges
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Link de acesso: https://arca.fiocruz.br/handle/icict/60745
Resumo: Efeitos interessantes da dimensionalidade da estrutura K2YF5(1-D) nos processos de transferência de energia, e em mecanismos de relaxação dos íons ativos, têm sido revelados quando o sistema é dopado com, por exemplo, o Sm3+, Gd3+ e Pr3+. Contudo, ainda não existe na literatura especializada, relato de estudos ópticos dos íons Nd3+ em cristais K2YF5 sob transições 4f3. O sistema K2YF5: Nd3+ estudado é um fluoreto complexo de estrutura ortorrômbica. A rede apresenta, como característica mais notável, uma formação em cadeias lineares de poliedros YF7 que privilegiam as trocas de energia entre íons ativos ao longo destas. Neste trabalho, foram identificados os níveis de energia do Nd3+ posicionados entre 11100 e 25000 cm1- através de medidas de absorção óptica a 4K. Medidas de grande resolução espectral em torno das transições 4I9/2 - 4F3/2, 4I9/2 - 2P1/2 mostram que o Nd3+ ( a impureza dopante) entra na rede num único tipo de sítio. A técnica óptica pulsada permitiu a investigação da emissão luminescente partindo da excitação do nível 4G5/2 numa faixa de temperatura compreendida entre 300K e 4 K. A evolução da emissão infravermelha com a temperatura foi analisada mostrando um aumento da eficiência da transição 4F5/2 - 4I9/2 e extinção da transição 4F3/2 - 4I9/2 com o aumento da temperatura. A partir da excitação do nível 4G5/2 a temperatura de 4K, foi observado, além da emissão 4F3/2 - 4I9/2 na faixa do infravermelho, uma emissão na região do ultravioleta com transições entre os níveis 4D3/2 - 4I9/2. A observação da conversão ascendente de energia e a análise das linhas satélites na transição 4I9/2 0 - 4G5/2 0 nos espectros de excitação das emissões a partir dos níveis 4F3/2 e 4D3/2, evidenciaram a formação de pares de íons Nd3+ na rede hospedeira. A dinâmica da emissão, a partir da conversão ascendente, e o processo de extinção da luminescência do infravermelho foramcaracterizados. Também foram determinadas as taxas de transferência de energia entre os íons Nd3+ em pares.
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A rede apresenta, como característica mais notável, uma formação em cadeias lineares de poliedros YF7 que privilegiam as trocas de energia entre íons ativos ao longo destas. Neste trabalho, foram identificados os níveis de energia do Nd3+ posicionados entre 11100 e 25000 cm1- através de medidas de absorção óptica a 4K. Medidas de grande resolução espectral em torno das transições 4I9/2 - 4F3/2, 4I9/2 - 2P1/2 mostram que o Nd3+ ( a impureza dopante) entra na rede num único tipo de sítio. A técnica óptica pulsada permitiu a investigação da emissão luminescente partindo da excitação do nível 4G5/2 numa faixa de temperatura compreendida entre 300K e 4 K. A evolução da emissão infravermelha com a temperatura foi analisada mostrando um aumento da eficiência da transição 4F5/2 - 4I9/2 e extinção da transição 4F3/2 - 4I9/2 com o aumento da temperatura. A partir da excitação do nível 4G5/2 a temperatura de 4K, foi observado, além da emissão 4F3/2 - 4I9/2 na faixa do infravermelho, uma emissão na região do ultravioleta com transições entre os níveis 4D3/2 - 4I9/2. A observação da conversão ascendente de energia e a análise das linhas satélites na transição 4I9/2 0 - 4G5/2 0 nos espectros de excitação das emissões a partir dos níveis 4F3/2 e 4D3/2, evidenciaram a formação de pares de íons Nd3+ na rede hospedeira. A dinâmica da emissão, a partir da conversão ascendente, e o processo de extinção da luminescência do infravermelho foramcaracterizados. Também foram determinadas as taxas de transferência de energia entre os íons Nd3+ em pares.Fundação Oswaldo Cruz. Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.porLuminescênciaFluoretosTerras RarasEspectroscopiaEspectroscopia óptica de íons Nd3+ na rede K2YF5: formação de paresinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesis2002Universidade Federal do Rio de Janeiro, Instituto de Física.Mestrado AcadêmicoRio de Janeiro/RJPrograma de Pós-Graduação em Física.info:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA)instname:Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)instacron:FIOCRUZORIGINAL585733.pdf585733.pdfapplication/pdf13713199https://arca.fiocruz.br/bitstreams/0e9f88b6-5a86-42b6-9af0-63e6eb28c274/download1000a64df6605d0fab4ee25b6ddd7bc0MD52trueAnonymousREADLICENSElicense.txttext/plain1748https://arca.fiocruz.br/bitstreams/f4a53cdc-6918-4546-9cab-aff6cd70efcd/download8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD51falseAnonymousREADTEXT585733.pdf.txt585733.pdf.txtExtracted texttext/plain103590https://arca.fiocruz.br/bitstreams/c58749f0-b4e5-4aa9-a189-f2db37b0fb79/downloade3a7a17b298a02a0d31d010ea5b2b84aMD59falseAnonymousREADTHUMBNAIL585733.pdf.jpg585733.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg12807https://arca.fiocruz.br/bitstreams/8bc0549c-507f-4f69-b0c1-a45aabcd28c8/download662dc4ee1b9b3b980d4d30f12b4393beMD510falseAnonymousREADicict/607452025-12-11 08:32:14.088open.accessoai:arca.fiocruz.br:icict/60745https://arca.fiocruz.brRepositório InstitucionalPUBhttps://www.arca.fiocruz.br/oai/requestrepositorio.arca@fiocruz.bropendoar:21352025-12-11T11:32:14Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA) - Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)falseTk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=
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