Insuficiência cardíaca chagásica versus não chagásica: características e desfechos clínicos.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2014
Autor(a) principal: Santos, Luiza Nauane Borges Azevedo dos
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública
Medicina e Saúde Humana
EBMSP
brasil
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www7.bahiana.edu.br//jspui/handle/bahiana/230
Resumo: Justificativa e Objetivos: O estado da Bahia atualmente ainda apresenta focos endêmicos da Doença de Chagas, cuja repercussão cardíaca é a que mais limita o indivíduo, além de ser a principal causa de óbitos. O objetivo deste estudo é avaliar características clínicas, epidemiológicas, financeiras e de desfechos clínicos em pacientes internados por IC em hospital terciário em Salvador e comparar chagásicos e não chagásicos. Método: Trata-se de um estudo de coorte retrospectivo abrangendo um total de 136 pacientes internados consecutivamente com diagnóstico de Insuficiência Cardíaca descompensada no período de 1º de Janeiro a 31 de Dezembro de 2011. Resultados: a miocardiopatia chagásica está presente em 25,95% da amostra (N=37). A idade média dos chagásicos é de 57±11 anos e não chagásicos 60±14. As principais ocupações foram 42% de aposentados, 34% trabalhadores ativos, 7% desempregados e 6% trabalhadores do lar. Quanto a etnia 83% são afrodescendentes. Dentre as comorbidades 64,7% são hipertensos, 10% em uso de marcapasso e 85% com classe funcional III e IV. À comparação de chagásicos e não chagásicos, os chagásicos apresentaram menor média de PAS (111,83X128,76), menor média de PAD (74,47X82,01) e menor FE (26,46±6,21X41,47±18,93). Conclusões: A Doença de Chagas associou-se a menores PA sistólica, PA diastólica, FE e FC, apresentando piores características clínicas. Reforça-se a importância do acompanhamento pós alta por equipe multiprofissional colaborando para melhor resposta terapêutica farmacológica e não farmacológica.
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