Efeito Endotelial da Terapia com Estatina em Alta Dose versus Baixa Dose Associada à Ezetimibe em Mulheres com Excesso de Peso
| Ano de defesa: | 2013 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Escola de Medicina e Saúde Pública
Pós-Graduação de Mestrado e Doutorado em Medicina e Saúde Humana EBMSP brasil |
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Não Informado pela instituição
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://www7.bahiana.edu.br//jspui/handle/bahiana/35 |
Resumo: | As estatinas agem prioritariamente reduzindo o LDL-colesterol e o efeito na função endotelial necessita ainda de esclarecimento. Objetivos: (1) Testar a hipótese de que a modulação da função endotelial promovida por estatinas relaciona-se com a dose utilizada, em cenário de semelhante redução no LDLcolesterol (2) Definir o nível de evidência do valor prognóstico da vasodilatação mediada por fluxo (VMF), desfecho testado no objetivo principal e (3) Testar a acurácia e a reprodutibilidade do método manual de aferição da espessura médio-intimal carotídea (EMIC), tendo o semiautomático como referência. Métodos: (1) Ensaio clínico randomizado para dois grupos de tratamento (16 pacientes em cada) e um grupo placebo (14 pacientes), com mesmo grau de redução de colesterol nos grupos ativos (sinvastatina 80 mg e sinvastatina 10 mg associada a ezetimibe 10 mg) e mensurado a VMF, antes e após oito semanas. (2) Revisão sistemática nas principais bases de dados. (3) Análises de concordância e reprodutibilidade das medidas de EMIC pelos métodos de aferição manual e semiautomático. Resultados: (1) Houve semelhantes incrementos da VMF nos grupos sinvastatina alta dose e sinvastatina baixa dose/ezetimibe, de 8,4% ± 4,3% para 11% ± 4,2% (P = 0,02) e de 7,3% ± 3,9% para 12% ± 4,4% (P = 0,001), respectivamente, em cenário de idêntica redução do LDL-colesterol. (2) Ausência de análise de estatística-c para comprovação do valor preditor incremental da VMF a modelos clínicos estabelecidos. (3) Correlação, concordância e reprodutibilidade satisfatórias entre os métodos manual e semiautomático de EMIC. Conclusões: (1) O benefício endotelial semelhante entre as terapias de diferentes doses de estatinas, mas que promovem a mesma redução de LDL-colesterol, sugere que o mecanismo hipolipemiante prepondera sobre os efeitos pleiotrópicos; (2) VMF prediz risco cardiovascular, mas não se justifica seu uso na rotina clínica; (3) O método manual de aferição da EMIC pôde ter suas medidas validadas, com análise satisfatória de precisão, a partir do método semiautomático |
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Efeito Endotelial da Terapia com Estatina em Alta Dose versus Baixa Dose Associada à Ezetimibe em Mulheres com Excesso de PesoFunção endotelialEfeitos pleiotrópicosEstatinasEzetimibeAs estatinas agem prioritariamente reduzindo o LDL-colesterol e o efeito na função endotelial necessita ainda de esclarecimento. Objetivos: (1) Testar a hipótese de que a modulação da função endotelial promovida por estatinas relaciona-se com a dose utilizada, em cenário de semelhante redução no LDLcolesterol (2) Definir o nível de evidência do valor prognóstico da vasodilatação mediada por fluxo (VMF), desfecho testado no objetivo principal e (3) Testar a acurácia e a reprodutibilidade do método manual de aferição da espessura médio-intimal carotídea (EMIC), tendo o semiautomático como referência. Métodos: (1) Ensaio clínico randomizado para dois grupos de tratamento (16 pacientes em cada) e um grupo placebo (14 pacientes), com mesmo grau de redução de colesterol nos grupos ativos (sinvastatina 80 mg e sinvastatina 10 mg associada a ezetimibe 10 mg) e mensurado a VMF, antes e após oito semanas. (2) Revisão sistemática nas principais bases de dados. (3) Análises de concordância e reprodutibilidade das medidas de EMIC pelos métodos de aferição manual e semiautomático. Resultados: (1) Houve semelhantes incrementos da VMF nos grupos sinvastatina alta dose e sinvastatina baixa dose/ezetimibe, de 8,4% ± 4,3% para 11% ± 4,2% (P = 0,02) e de 7,3% ± 3,9% para 12% ± 4,4% (P = 0,001), respectivamente, em cenário de idêntica redução do LDL-colesterol. (2) Ausência de análise de estatística-c para comprovação do valor preditor incremental da VMF a modelos clínicos estabelecidos. (3) Correlação, concordância e reprodutibilidade satisfatórias entre os métodos manual e semiautomático de EMIC. Conclusões: (1) O benefício endotelial semelhante entre as terapias de diferentes doses de estatinas, mas que promovem a mesma redução de LDL-colesterol, sugere que o mecanismo hipolipemiante prepondera sobre os efeitos pleiotrópicos; (2) VMF prediz risco cardiovascular, mas não se justifica seu uso na rotina clínica; (3) O método manual de aferição da EMIC pôde ter suas medidas validadas, com análise satisfatória de precisão, a partir do método semiautomáticoEscola de Medicina e Saúde PúblicaPós-Graduação de Mestrado e Doutorado em Medicina e Saúde HumanaEBMSPbrasilCorreia, Luís Cláudio LemosLadeia, Ana Marice TeixeiraSilva, Maria de Lourdes Lima de Souza eCrisostomo, Lucíola Maria LopesBarreto, José AugustoLopes, Antonio Alberto da SilvaGarcia, Maristela Magnavita Oliveira2015-04-09T21:37:22Z2015-04-09T21:37:22Z2013-11-01info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttp://www7.bahiana.edu.br//jspui/handle/bahiana/35info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Públicainstname:Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (EBM)instacron:EBM2025-07-25T21:41:23Zoai:repositorio.bahiana.edu.br:bahiana/35Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.bahiana.edu.br:8443/oai/requestrepositorio@bahiana.edu.br || ebmsp-bibliotecacp2@bahiana.edu.bropendoar:10.71.50.272025-07-25T21:41:23Repositório Institucional da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública - Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (EBM)false |
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