Desempenho funcional e integração na comunidade de um grupo de indivíduos praticantes de karatê adaptado

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2019
Autor(a) principal: Chaves, Erick Anisio Neves
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública
Programa de Pós-graduação em Tecnologias em Saúde
EBMSP
brasil
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
CIF
Link de acesso: https://repositorio.bahiana.edu.br:8443/jspui/handle/bahiana/6034
Resumo: INTRODUÇÃO: A Classificação Internacional de Funcionalidade – CIF preconiza mudança na abordagem baseada nas doenças para uma abordagem que prioriza a funcionalidade como um componente da saúde e a prática de atividade física e/ou esportiva por pessoas com algum tipo de deficiência pode proporcionar dentre os benefícios da sua prática regular, a oportunidade de testar seus limites e potencialidades e promover a integração social do indivíduo. O desporto adaptado surge como um importante recurso, possibilitando a participação das pessoas com deficiências nas diversas modalidades esportivas. OBJETIVO: Descrever o desempenho funcional e integração na comunidade de um grupo de indivíduos praticantes de karatê adaptado. METÓDOS: Estudo de série de casos incluindo os participantes de um grupo de karatê adaptado com idade igual ou maior que 18 anos. Após a aplicação do questionário estruturado para as variáveis sociodemográficas e clínicas, foram aplicadas as seguintes escalas: Índice de Barthel Modificado (IBM), a escala de equilíbrio de BERG e o teste Timed Up and Go (TUG) para avaliar o desempenho funcional. Além do questionário de integração na comunidade (CIQ) e a escala SF-36, que avalia a qualidade de vida. RESULTADOS: No grupo de esporte adaptado a maioria os participantes são do sexo masculino (76,9%) e 84,6% de cor não branca, a mediana da idade do grupo foi de 31,0 (22 - 36,50), 84,6% não mora sozinho, mas 100% dos participantes tem apoio se necessário. Entre os participantes 76,9% tinham o diagnóstico clínico de disfunção motora e 84,6% não usavam dispositivo de marcha. Ao analisarmos o desempenho funcional foi encontrado a mediana do IBM de 49 pontos, uma mediana de tempo do TUG de 12,11 segundos e a mediana da Berg de 52 pontos. Em relação a integração na comunidade (CIQ) uma mediana de 13 e a mediana da qualidade de vida foi 96 de acordo o SF36. O tempo de prática dos participantes de forma ininterrupta teve média de 57,8 meses e 61,5% já faz o kata de nível médio ou avançado. CONCLUSÃO: O esporte adaptado pode ser uma prática que auxilia o desempenho funcional, as valências físicas, o equilíbrio, além de contribuir com a participação social dessa população. Entretanto há necessidade de estudos prospectivos aplicado nos grupos de karatê adaptado.
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