Radiofrequência não ablativa perianal no tratamento da incontinência anal em mulheres: um estudo piloto
| Ano de defesa: | 2017 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública
Tecnologias em saúde BAHIANA |
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://www7.bahiana.edu.br//jspui/handle/bahiana/2199 |
Resumo: | Introdução: A radiofrequência (RF) é uma técnica com efeito diatérmico que promove a produção de colágeno e pode ser uma alternativa terapêutica da incontinência anal (IA). Objetivo: Descrever a ação e os efeitos adversos da RF não ablativa (RFNA) com aplicação em região perianal para o tratamento da incontinência anal em mulheres. Métodos: Trata-se de estudo piloto, realizado com dez mulheres adultas com IA. Foram excluídas mulheres, com infecções sistêmicas, e uso de marcapasso ou algum tipo de implante metálico na pelve, gestantes, dificuldade de compreensão, pacientes com doenças degenerativas e neurológicas, em uso de dispositivo intra-uterino de cobre, gestantes, com dificuldade de compreensão ou analfabetas, com doenças neurológicas e congênitas que provoquem ou tenham associação com a IA, com presença de fissura, fístula anal e/ou abcesso anal e prolapso retal. A ação da aplicação da técnica com a RFNA foi avaliada pelo questionário de gravidade da IA (FISI), pelo uso de proteção (absorvente, fralda e pano) e pelo questionário de qualidade de vida da IA (FIQL). Os efeitos adversos foram avaliados pelo relato ou observação de efeitos colaterais como: hiperemia mantida, lesão de mucosa, dor, ardência, prurido, sensação de areia em região anal e ânus molhado ou necessidade de interromper o tratamento. A resposta clínica foi avaliada pela escala Likert de satisfação de cinco pontos. Foi aplicado a RFNA a uma temperatura entre 39º a 41º C, por dois minutos, em região perianal, por cinco sessões, com periodicidade semanal. Foi realizada a análise descritiva. Resultados: A média da idade das participantes foi de 51,90 ± 11,50 anos. Na avaliação da gravidade cinco mulheres apresentaram redução da IA. Em nenhuma paciente foi necessário interromper a aplicação ou tratamento devido aos efeitos adversos encontrados (ardência, prurido, sensação de ânus molhado ou sensação de areia em região anal). A QV após a aplicação da RFNA, no domínio estilo de vida, comportamento e depressão: 6 participantes melhoraram a QV e no domínio constrangimento: 5 participantes apresentaram aumento do escore geral do FIQL. Avaliando a resposta clínica, pelo grau de satisfação, 9 das 10 mulheres apresentaram-se satisfeitas. Conclusão: O tratamento da IA com a técnica da RFNA em região perianal em mulheres promoveu uma redução da perda de fezes e flatos. Os efeitos adversos apresentados não foram suficientes para interromper o tratamento ou aplicação. A resposta da qualidade de vida fecal foi satisfatória e positiva, com grau de satisfação na maioria das participantes em relação ao tratamento. |
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Radiofrequência não ablativa perianal no tratamento da incontinência anal em mulheres: um estudo pilotoRadiofrequência; Incontinência fecal; Mulheres; Qualidade de vida.Introdução: A radiofrequência (RF) é uma técnica com efeito diatérmico que promove a produção de colágeno e pode ser uma alternativa terapêutica da incontinência anal (IA). Objetivo: Descrever a ação e os efeitos adversos da RF não ablativa (RFNA) com aplicação em região perianal para o tratamento da incontinência anal em mulheres. Métodos: Trata-se de estudo piloto, realizado com dez mulheres adultas com IA. Foram excluídas mulheres, com infecções sistêmicas, e uso de marcapasso ou algum tipo de implante metálico na pelve, gestantes, dificuldade de compreensão, pacientes com doenças degenerativas e neurológicas, em uso de dispositivo intra-uterino de cobre, gestantes, com dificuldade de compreensão ou analfabetas, com doenças neurológicas e congênitas que provoquem ou tenham associação com a IA, com presença de fissura, fístula anal e/ou abcesso anal e prolapso retal. A ação da aplicação da técnica com a RFNA foi avaliada pelo questionário de gravidade da IA (FISI), pelo uso de proteção (absorvente, fralda e pano) e pelo questionário de qualidade de vida da IA (FIQL). Os efeitos adversos foram avaliados pelo relato ou observação de efeitos colaterais como: hiperemia mantida, lesão de mucosa, dor, ardência, prurido, sensação de areia em região anal e ânus molhado ou necessidade de interromper o tratamento. A resposta clínica foi avaliada pela escala Likert de satisfação de cinco pontos. Foi aplicado a RFNA a uma temperatura entre 39º a 41º C, por dois minutos, em região perianal, por cinco sessões, com periodicidade semanal. Foi realizada a análise descritiva. Resultados: A média da idade das participantes foi de 51,90 ± 11,50 anos. Na avaliação da gravidade cinco mulheres apresentaram redução da IA. Em nenhuma paciente foi necessário interromper a aplicação ou tratamento devido aos efeitos adversos encontrados (ardência, prurido, sensação de ânus molhado ou sensação de areia em região anal). A QV após a aplicação da RFNA, no domínio estilo de vida, comportamento e depressão: 6 participantes melhoraram a QV e no domínio constrangimento: 5 participantes apresentaram aumento do escore geral do FIQL. Avaliando a resposta clínica, pelo grau de satisfação, 9 das 10 mulheres apresentaram-se satisfeitas. Conclusão: O tratamento da IA com a técnica da RFNA em região perianal em mulheres promoveu uma redução da perda de fezes e flatos. Os efeitos adversos apresentados não foram suficientes para interromper o tratamento ou aplicação. A resposta da qualidade de vida fecal foi satisfatória e positiva, com grau de satisfação na maioria das participantes em relação ao tratamento.Escola Bahiana de Medicina e Saúde PúblicaTecnologias em saúdeBAHIANABAHIANAbrasilGarboggini, Patrícia Virginia Silva LordêloDias, Cristiane Maria Carvalho CostaReis, Helena França Correia dosReis, Luciana Araújo dosFerreira, Juliana Barros2018-09-04T20:32:22Z2018-09-04T20:32:22Z2017-10-18info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttp://www7.bahiana.edu.br//jspui/handle/bahiana/2199info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Públicainstname:Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (EBM)instacron:EBM2025-07-25T21:22:02Zoai:repositorio.bahiana.edu.br:bahiana/2199Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.bahiana.edu.br:8443/oai/requestrepositorio@bahiana.edu.br || ebmsp-bibliotecacp2@bahiana.edu.bropendoar:10.71.50.272025-07-25T21:22:02Repositório Institucional da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública - Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (EBM)false |
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