Quantificação da carga proviral do htlv-1 e avaliação da suscetibilidade cérvico-vaginal na coinfecção com HPV

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2023
Autor(a) principal: FIRMINO, Alisson de Aquino
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública
Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Medicina e Saúde Humana
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
HPV
Link de acesso: https://repositorio.bahiana.edu.br:8443/jspui/handle/bahiana/9404
Resumo: Introdução: Estima-se que 5-10 milhões de pessoas estejam infectadas pelo Vírus linfotrópico de células T humanas tipo 1 (HTLV-1) no mundo. A prevalência da infecção é maior em mulheres e a relação sexual tem sido descrita como uma importante via de transmissão. A presença do HTLV-1 no ambiente cérvico-vaginal desencadeia uma resposta imunológica local, e em algumas mulheres, pode levar a uma menor lubrificação vaginal. A alteração do ambiente vaginal induzida pela infecção do HTLV-1 pode aumentar a suscetibilidade a outras infecções sexualmente transmissíveis, como o papilomavírus humano (HPV). Objetivos: Avaliar a carga proviral (CPV) do HTLV-1 no fluido vaginal e caracterizar a infecção cérvico- vaginal por HPV em mulheres vivendo com HTLV-1. Métodos: Trata-se de um estudo de corte transversal. Através de atendimentos consecutivos em um centro multidisciplinar para pacientes com HTLV em Salvador, Bahia, Brasil, mulheres infectadas pelo HTLV-1 e mulheres não infectadas (acompanhantes ou familiares das pacientes), foram atendidas em consultas clínicas e submetidas a punção venosa para coleta de sangue, além de exames ginecológicos para obtenção de amostras de fluido vaginal que foram coletadas com swabs estéreis da ectocérvice, endocérvice e paredes vaginais. A CPV do HTLV-1 foi quantificada pela reação em cadeia da polimerase quantitativa em tempo real (RT-qPCR) e expressa como o número de cópias de células do HTLV-1/106 em amostras de sangue e fluido vaginal. O diagnóstico do HPV foi realizado por reação em cadeia da polimerase (PCR) utilizando primers para amplificar um fragmento de DNA da região L1 do genoma viral. Todas as amostras positivas para PCR de HPV foram submetidas ao sequenciamento de nova geração (NGS) por meio da plataforma Illumina e ao método de Sanger. A microscopia óptica foi utilizada para avaliar a citopatologia cérvico-vaginal e a microbiota vaginal. Resultados: A CPV vaginal do HTLV-1 foi avaliada em 56 mulheres infectadas pelo HTLV-1 (43 assintomáticas e 13 com diagnóstico de mielopatia associada ao HTLV-1/paraparesia espástica tropical (HAM/TSP). A CPV foi menor no fluido vaginal [mediana: 451,9 cópias/106 células (IIQ: 0 - 2,490)] quando comparada às células mononucleares do sangue periférico (PBMCs) [mediana: 23,264 cópias/106 células (IIQ: 6,776 – 60,036)] (p < 0,0001). Observou-se que a CPV no fluido vaginal se correlaciona diretamente com a CPV nas PBMCs (r = 0,37, p = 0,006). A CPV foi detectada no fluido vaginal de 24 de 43 (55,8%) mulheres assintomáticas em comparação com 12 de 13 (92,3%) pacientes com HAM/TSP, p = 0,02. As análises citopatológicas não revelaram diferenças entre mulheres com CPV detectável ou indetectável. Outro grupo de 155 mulheres (79 infectadas pelo HTLV-1 e 76 não infectadas) foi avaliado para a caracterização do HPV em fluido cérvico-vaginal. A PCR para HPV revelou 23 amostras positivas, 15 em mulheres infectadas pelo HTLV-1 (19%) e 8 em não infectadas (10,5%) (p = 0,13). Foram identificados vinte e três tipos de HPV nos grupos estudados, apenas três tipos (31, 54 e 58) foram detectados em ambos. Observou-se uma distribuição percentual equilibrada desses tipos de HPV, com exceção do tipo 58 de alto risco, que estava presente em 38,1% das mulheres infectadas pelo HTLV-1. 61,9% das mulheres infectadas pelo HTLV-1 apresentaram um ou mais tipos de HPV de provável ou efetivo alto risco oncogênico em suas análises. Nas mulheres não infectadas, essa proporção foi de 44,44%. Não foram encontradas diferenças significativas em relação aos achados citopatológicos. Conclusão: A CPV do HTLV-1 é detectável no fluido vaginal e se correlaciona diretamente com a do sangue periférico. As mulheres infectadas pelo HTLV-1 têm uma maior frequência do HPV do tipo 58 de alto risco. Mais estudos são necessários para determinar se a presença do HTLV-1 no ambiente vaginal influencia o curso da infecção pelo HPV e o desenvolvimento do câncer cervical.
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Através de atendimentos consecutivos em um centro multidisciplinar para pacientes com HTLV em Salvador, Bahia, Brasil, mulheres infectadas pelo HTLV-1 e mulheres não infectadas (acompanhantes ou familiares das pacientes), foram atendidas em consultas clínicas e submetidas a punção venosa para coleta de sangue, além de exames ginecológicos para obtenção de amostras de fluido vaginal que foram coletadas com swabs estéreis da ectocérvice, endocérvice e paredes vaginais. A CPV do HTLV-1 foi quantificada pela reação em cadeia da polimerase quantitativa em tempo real (RT-qPCR) e expressa como o número de cópias de células do HTLV-1/106 em amostras de sangue e fluido vaginal. O diagnóstico do HPV foi realizado por reação em cadeia da polimerase (PCR) utilizando primers para amplificar um fragmento de DNA da região L1 do genoma viral. Todas as amostras positivas para PCR de HPV foram submetidas ao sequenciamento de nova geração (NGS) por meio da plataforma Illumina e ao método de Sanger. 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Outro grupo de 155 mulheres (79 infectadas pelo HTLV-1 e 76 não infectadas) foi avaliado para a caracterização do HPV em fluido cérvico-vaginal. A PCR para HPV revelou 23 amostras positivas, 15 em mulheres infectadas pelo HTLV-1 (19%) e 8 em não infectadas (10,5%) (p = 0,13). Foram identificados vinte e três tipos de HPV nos grupos estudados, apenas três tipos (31, 54 e 58) foram detectados em ambos. Observou-se uma distribuição percentual equilibrada desses tipos de HPV, com exceção do tipo 58 de alto risco, que estava presente em 38,1% das mulheres infectadas pelo HTLV-1. 61,9% das mulheres infectadas pelo HTLV-1 apresentaram um ou mais tipos de HPV de provável ou efetivo alto risco oncogênico em suas análises. Nas mulheres não infectadas, essa proporção foi de 44,44%. Não foram encontradas diferenças significativas em relação aos achados citopatológicos. Conclusão: A CPV do HTLV-1 é detectável no fluido vaginal e se correlaciona diretamente com a do sangue periférico. 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Mais estudos são necessários para determinar se a presença do HTLV-1 no ambiente vaginal influencia o curso da infecção pelo HPV e o desenvolvimento do câncer cervical.Escola Bahiana de Medicina e Saúde PúblicaPrograma de Pós-Graduação Stricto Sensu em Medicina e Saúde HumanaEscola Bahiana de Medicina e Saúde PúblicaEBMSPbrasilGRASSI, Maria Fernanda RiosSILVA, Carlos Gustavo Regis daCASTRO, Ana Rita Coimbra Motta deBARRETO, Fernanda KhouriMACHADO, Márcia Sacramento CunhaMASCARENHAS, Rita Elizabeth MoreiraFIRMINO, Alisson de Aquino2025-05-05T17:34:24Z2025-05-05T17:34:24Z2023-12-19info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://repositorio.bahiana.edu.br:8443/jspui/handle/bahiana/9404info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Públicainstname:Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (EBM)instacron:EBM2025-07-25T21:43:44Zoai:repositorio.bahiana.edu.br:bahiana/9404Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.bahiana.edu.br:8443/oai/requestrepositorio@bahiana.edu.br || ebmsp-bibliotecacp2@bahiana.edu.bropendoar:10.71.50.272025-07-25T21:43:44Repositório Institucional da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública - Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (EBM)false
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