Sobrecarga do cuidador de crianças traqueostomizadas
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública
Programa de Pós-Graduação Stricto sensu em Medicina e Saúde Humana EBMSP brasil |
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.bahiana.edu.br:8443/jspui/handle/bahiana/8980 |
Resumo: | Introdução: A traqueostomia em pacientes pediátricos demanda uma série de cuidados que devem ser realizados, como aspiração, fixação da cânula e higiene. Isso implica em uma rotina que impacta na qualidade de vida dos cuidadores, uma vez que podem surgir intercorrências devido ao manuseamento do equipamento de traqueostomia, novas internações, necessidade de isolamento social e maiores custos de tratamento. Não obstante, os impactos causados na qualidade de vida desses indivíduos ainda são negligenciados, visto que há poucos estudos acerca dessa temática. Objetivo: Avaliar a sobrecarga em cuidadores de crianças traqueostomizadas acompanhados por programa de assistência ventilatória. Metodologia: Estudo quantitativo descritivo, observacional realizado com cuidadores de crianças traqueostomizadas. Tem como local de estudo um Hospital de referência no atendimento a esses pacientes, na cidade de Salvador, Bahia. Os dados foram coletados através de questionário e prontuários eletrônicos. Foram realizadas análises estatísticas com distribuição de frequências, correlações, e medidas de dispersão, através do Software Package for Social Sciences (SPSS). Resultados: Foram avaliados 54 cuidadores de crianças traqueostomizadas. Dessas crianças, 63% eram do sexo masculino com menos de 2 anos, e com o diagnóstico de base predominante de paralisia cerebral e cardiopatia congênita. Entre os cuidadores, 90,7% eram as mães e com renda familiar de um salário mínimo. Os principais estressores identificados nesses cuidadores foram a falta de recreação para a criança, o medo quando a criança faz a aspiração da traqueostomia e o quanto esse cuidado influencia em sua relação familiar e conjugal. Conclusão: A sobrecarga dos cuidadores de crianças traqueostomizadas nesse estudo foi razoável/boa. Esse estudo contribuiu para demonstrar que programas que estejam próximos a esses pacientes e famílias, com o suporte de uma equipe multidisciplinar, melhoram a assistência prestada a essas crianças e seus familiares. |
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