Viabilidade técnica e socioeconômica dos sistemas agroflorestais utilizados por agricultores familiares em Roraima.
| Ano de defesa: | 2009 |
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| Orientador(a): | |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/696631 |
Resumo: | Este trabalho apresenta um estudo comparativo entre os dois modelos de cultivo mais usados hoje no Estado de Roraima que são o derruba e queima e Sistemas Agroflorestais, onde se analisou as técnicas utilizadas e o desenvolvimento socioeconômico proveniente dos mesmos, utilizando-se da metodologia de pesquisa participativa, DRR (diagnóstico rápido rural), DRP (diagnóstico rápido participativo) e Sondagem, estruturadas sob a forma de questionários semi-estruturados, em formulários próprios e pela obtenção de fotografias nas áreas dos agricultores familiares da vicinal 7 do projeto de colonização do Apiaú, situado no município de Mucajaí, em Roraima. A escolha desta área foi devido a mesma apresentar os dois modelos de trabalho da terra. Verificou-se neste trabalho, entre outros itens: o tempo de ocupação do lote, nível tecnológico, acessibilidade à utilização das novas tecnologias disponíveis e os métodos de escoamento e comercialização dos produtos, além das receitas e despesas provenientes ou não da área produtiva destes agricultores familiares. Neste estudo observaram-se algumas diferenças nos dois grupos, como a de que, os agricultores familiares que trabalham com SAFs se sobressaem ao grupo do derruba e queima no que diz respeito à educação, tempo no lote, bem-estar geral, e principalmente na parte econômica, onde este grupo consegue manter uma receita razoável através da comercialização feita pelos produtos provenientes dos diferentes consórcios por eles utilizados e das criações, o que os diferencia dos que utilizam o derruba e queima que usam o fogo, que acaba prejudicando o meio ambiente, e trabalham basicamente com culturas de subsistência. Após análise realizada vimos que a continuação dos trabalhos com SAFs depende diretamente de subsídios para que eles possam produzir com qualidade e produtividade, e de políticas públicas que consigam manter os agricultores e principalmente os jovens no lote, trazendo desta forma o desenvolvimento sustentável para o Estado de Roraima. Porém, isso ainda não ocorre, o que continua causando um grande êxodo rural na região estudada. |
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