Caracterização de matrizes, tolerância à dessecação de duas leguminosas e variabilidade genética de Anadenanthera spp. em florestas tropicais secas.
| Ano de defesa: | 2019 |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1171781 |
Resumo: | A seleção de plantas matrizes é importante para identificar, localizar e delimitar áreas de coleta de sementes florestais. A prática de coleta de sementes auxilia na melhoria socioeconômica da população local e conservação do ambiente em que as mesmas se encontram. Outra medida que auxilia na conservação é a identificação de espécies tolerantes à dessecação em florestas tropicais sazonalmente secas (SDTF). A tolerância à dessecação (DT) pós-germinativa está diretamente ligada ao sucesso da sobrevivência de plântulas em SDTF. Cenostigma pyramidale é endêmica da Caatinga, Anadenanthera colubrina e Anadenanthera peregrina são árvores de ampla distribuição em SDTF. Ferramentas que auxiliem no estudo de espécies florestais são importantes para conservação dos recursos genéticos. O presente estudo teve como principais objetivos: caracterizar plantas matrizes e avaliar a DT pósgerminativa de Anadenanthera colubrina e Cenostigma pyramidale, como também avaliar a variabilidade genética do gênero Anadenanthera spp. Apresentamos uma lista de plantasmatrizes destas duas leguminosas, bem como a localização detalhada de cada matriz. Foram marcadas 60 plantas matrizes, em sete municípios: Uberlândia-MG e Planaltina-DF no Cerrado; Corumbá-MS no Pantanal; Canindé de São Francisco-SE, Lagoa Grande PE, Petrolina-PE, Juazeiro-BA na Caatinga. Para cada planta marcada, os seguintes detalhes foram coletados: dados dendrométricos, coordenadas geográficas e tipo de solo. Para avaliar a DT, plântulas de A. colubrina e C. pyramidale de diferentes tamanhos foram separadas em quatro categorias de Comprimento Raiz Inicial (IRL) e dessecadas por 24 e 72 h. A sobrevivência das plântulas foi avaliada aos 7 e 14 dias após a reidratação (DAR). Para avaliar quais eram os níveis de variabilidade genética e estrutura de populações no gênero Anadenanthera, foi realizada a extração de DNA das folhas. A estimativa de tamanho em pares de bases foi obtida pelo método da mobilidade inversa. O dendrograma UPGMA foi gerado usando o índice de similaridade de Jaccard, com base na distância genética em 39 alelos de nove loci. A análise da variância molecular foi realizada usando a decomposição total entre e dentro de populações de Anadenanthera spp. O fluxo gênico (Nm) foi estimado pelo número de migrantes, com base no parâmetro ΦST. Entre os resultados obtidos, pode-se destacar que a altura de plantas de A. colubrina e C. pyramidale varia de 4 a 42,5 m e 3 a 10 m, respectivamente. Foram categorizados 10 tipos de solos. Anadenanthera colubrina e C. pyramidale foram tolerantes à dessecação pós-germinativa. A taxa de sobrevivência das plântulas de A. colubrina com IRL entre 7,00 e 10,99 mm que foram secas por 24 horas foi de 70% aos 7 DAR. A taxa de sobrevivência das plântulas de C. pyramidale com IRL entre 1,00 e 6,99 mm que foram secas por 72 horas foi de 96% aos 7 DAR. Aos 14 DAR, plântulas de C. pyramidale maiores que 6,99 mm quando dessecadas estavam mortas. A sobrevivência de plântulas de A. colubrina e C. pyramidale à dessecação tem um efeito direto no recrutamento de espécies SDTF, especialmente durante períodos de seca ou anos de seca. No experimento de variabilidade genética de Anadenanthera spp. o tamanho dos alelos variou de 175 pb a 794 pb. A média da frequência alélica, Conteúdo de Informação de Polimorfismo (PIC) e heterozigosidade foram de 0,58; 0,52 e 0,45, respectivamente, demonstrando uma alta capacidade de detecção de variabilidade genética. O coeficiente de similaridade variou entre 20 e 80%, com valor cofenético de 0,81. Os dois agrupamentos Bayesianos dividem-se em A. colubrina e A. peregrina. A variabilidade genética entre as populações é alta, ΦST = 0,217 (P < 0,001), restringindo o Nm para um migrante por geração (0,9). Com o presente estudo concluímos que (1) árvores matrizes marcadas na Caatinga apresentaram menor altura total em relação às árvores do Pantanal e do Cerrado; (2) como estratégia de sobrevivência, algumas mudas de ambas as espécies perdem a raiz primária e emitem raízes adventícias após a dessecação; (3) o uso de marcadores microssatélites possibilita o estudo de genética de populações, bem como auxilia na identificação taxonômica de Anadenanthera Speg. Este trabalho pode ser utilizado como referência para futuros estudos de campo de A. colubrina e C. pyramidale e em excursões de coleta de sementes de A. colubrina e C. pyramidale. |
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Caracterização de matrizes, tolerância à dessecação de duas leguminosas e variabilidade genética de Anadenanthera spp. em florestas tropicais secas.Poincianella pyramidalisSDTFReidrataçãoGenética de populaçõesSSRVariabilidade genéticaFloresta TropicalLeguminosaCaatingaSementeGerminaçãoAnadenanthera colubrinaAnadenanthera peregrina var. peregrinaPopulation geneticsA seleção de plantas matrizes é importante para identificar, localizar e delimitar áreas de coleta de sementes florestais. A prática de coleta de sementes auxilia na melhoria socioeconômica da população local e conservação do ambiente em que as mesmas se encontram. Outra medida que auxilia na conservação é a identificação de espécies tolerantes à dessecação em florestas tropicais sazonalmente secas (SDTF). A tolerância à dessecação (DT) pós-germinativa está diretamente ligada ao sucesso da sobrevivência de plântulas em SDTF. Cenostigma pyramidale é endêmica da Caatinga, Anadenanthera colubrina e Anadenanthera peregrina são árvores de ampla distribuição em SDTF. Ferramentas que auxiliem no estudo de espécies florestais são importantes para conservação dos recursos genéticos. O presente estudo teve como principais objetivos: caracterizar plantas matrizes e avaliar a DT pósgerminativa de Anadenanthera colubrina e Cenostigma pyramidale, como também avaliar a variabilidade genética do gênero Anadenanthera spp. Apresentamos uma lista de plantasmatrizes destas duas leguminosas, bem como a localização detalhada de cada matriz. Foram marcadas 60 plantas matrizes, em sete municípios: Uberlândia-MG e Planaltina-DF no Cerrado; Corumbá-MS no Pantanal; Canindé de São Francisco-SE, Lagoa Grande PE, Petrolina-PE, Juazeiro-BA na Caatinga. Para cada planta marcada, os seguintes detalhes foram coletados: dados dendrométricos, coordenadas geográficas e tipo de solo. Para avaliar a DT, plântulas de A. colubrina e C. pyramidale de diferentes tamanhos foram separadas em quatro categorias de Comprimento Raiz Inicial (IRL) e dessecadas por 24 e 72 h. A sobrevivência das plântulas foi avaliada aos 7 e 14 dias após a reidratação (DAR). Para avaliar quais eram os níveis de variabilidade genética e estrutura de populações no gênero Anadenanthera, foi realizada a extração de DNA das folhas. A estimativa de tamanho em pares de bases foi obtida pelo método da mobilidade inversa. O dendrograma UPGMA foi gerado usando o índice de similaridade de Jaccard, com base na distância genética em 39 alelos de nove loci. A análise da variância molecular foi realizada usando a decomposição total entre e dentro de populações de Anadenanthera spp. O fluxo gênico (Nm) foi estimado pelo número de migrantes, com base no parâmetro ΦST. Entre os resultados obtidos, pode-se destacar que a altura de plantas de A. colubrina e C. pyramidale varia de 4 a 42,5 m e 3 a 10 m, respectivamente. Foram categorizados 10 tipos de solos. Anadenanthera colubrina e C. pyramidale foram tolerantes à dessecação pós-germinativa. A taxa de sobrevivência das plântulas de A. colubrina com IRL entre 7,00 e 10,99 mm que foram secas por 24 horas foi de 70% aos 7 DAR. A taxa de sobrevivência das plântulas de C. pyramidale com IRL entre 1,00 e 6,99 mm que foram secas por 72 horas foi de 96% aos 7 DAR. Aos 14 DAR, plântulas de C. pyramidale maiores que 6,99 mm quando dessecadas estavam mortas. A sobrevivência de plântulas de A. colubrina e C. pyramidale à dessecação tem um efeito direto no recrutamento de espécies SDTF, especialmente durante períodos de seca ou anos de seca. No experimento de variabilidade genética de Anadenanthera spp. o tamanho dos alelos variou de 175 pb a 794 pb. A média da frequência alélica, Conteúdo de Informação de Polimorfismo (PIC) e heterozigosidade foram de 0,58; 0,52 e 0,45, respectivamente, demonstrando uma alta capacidade de detecção de variabilidade genética. O coeficiente de similaridade variou entre 20 e 80%, com valor cofenético de 0,81. Os dois agrupamentos Bayesianos dividem-se em A. colubrina e A. peregrina. A variabilidade genética entre as populações é alta, ΦST = 0,217 (P < 0,001), restringindo o Nm para um migrante por geração (0,9). Com o presente estudo concluímos que (1) árvores matrizes marcadas na Caatinga apresentaram menor altura total em relação às árvores do Pantanal e do Cerrado; (2) como estratégia de sobrevivência, algumas mudas de ambas as espécies perdem a raiz primária e emitem raízes adventícias após a dessecação; (3) o uso de marcadores microssatélites possibilita o estudo de genética de populações, bem como auxilia na identificação taxonômica de Anadenanthera Speg. Este trabalho pode ser utilizado como referência para futuros estudos de campo de A. colubrina e C. pyramidale e em excursões de coleta de sementes de A. colubrina e C. pyramidale.Tese (Doutorado em Recursos Genéticos Vegetais) - Universidade Estadual de Feira de Santana. Feira de Santana. Orientado por Claudineia Regina Pelacani Cruz; Coorientado por Bárbara França Dantas, Embrapa Semiárido.FABRÍCIO FRANCISCO SANTOS DA SILVA, UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA.SILVA, F. F. S. da2025-01-20T19:47:05Z2025-01-20T19:47:05Z2025-01-202019info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisil.86 f.2019.http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1171781porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da EMBRAPA (Repository Open Access to Scientific Information from EMBRAPA - Alice)instname:Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)instacron:EMBRAPA2025-03-16T07:04:39Zoai:www.alice.cnptia.embrapa.br:doc/1171781Repositório InstitucionalPUBhttps://www.alice.cnptia.embrapa.br/oai/requestcg-riaa@embrapa.bropendoar:21542025-03-16T07:04:39Repositório Institucional da EMBRAPA (Repository Open Access to Scientific Information from EMBRAPA - Alice) - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)false |
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