Estratégias para a redução de eventos adversos relacionados a assistência à saúde de pacientes adultos internados em unidades de terapia intensiva
| Ano de defesa: | 2021 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://ri.emescam.br/handle/123456789/630 |
Resumo: | As instituições de assistência à saúde possuem por princípio básico a prestação de cuidados ao paciente com o mínimo ou ausência total de riscos e falhas que possam comprometer a qualidade da assistência e segurança ao paciente. Estes princípios têm sido reconhecidos como necessidade e tendência mundial em decorrência da evolução da sociedade e avanços tecnológicos do setor saúde, representando cada vez mais riscos para a ocorrência de eventos adversos nos ambientes de prestação da assistência à saúde, em especial na Unidades de Terapia Intensiva (UTI). Portanto, o objetivo desta pesquisa foi descrever as principais estratégias adotadas pelas instituições hospitalares para redução dos eventos adversos relacionados à assistência do paciente adulto internado na unidade de terapia intensiva. Escolheu-se como método de pesquisa a revisão de escopo, que possibilitou consubstanciar o conhecimento sobre o tema disponibilizado nas bases de dados Pubmed, Scopus, Web of Science, Lilacs e CINAHL, utilizando como estratégia de busca ((“Segurança do paciente” OR “gestão de segurança”) AND (“eventos adversos”) AND (“unidades de terapia intensiva”)). Dos 1.336 estudos identificados, foram incluídos 08 artigos de acordo com os critérios de elegibilidade. Dentre os eventos adversos nas UTIs abordados nos estudos, destacou-se os erros na prescrição, uso e administração de medicamentos, lesões por pressão e quedas. As principais estratégias adotadas pelas instituições foram a qualificação e sensibilização da equipe quanto à política de segurança do paciente, apoio da gestão, fortalecimento do conhecimento e comprometimento das equipes, implementação de práticas seguras, otimização das condições de trabalho e uso de tecnologias de informação. Os resultados desta pesquisa demonstram que a redução de eventos adversos ainda representa um grande desafio para o sistema de saúde, pois além de serem responsáveis pela morbimortalidade entre pacientes, resultam em gastos desnecessários. Conclui-se que para além de protocolos nacionais de práticas seguras, o Brasil ainda de ações voltadas à sensibilização e cultura da segurança do paciente, para que permita a identificação das carências, fragilidades e dificuldades institucionais, e otimize a utilização dos recursos para a garantia da segurança do paciente. |
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