Controle de medicamentos em farmácias hospitalares com Internet das Coisas (IoT)
| Ano de defesa: | 2019 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Palavras-chave em Inglês: | |
| Link de acesso: | https://hdl.handle.net/10438/27757 |
Resumo: | O controle de medicamentos no ambiente hospitalar é crítico para garantir a sua disponibilidade, gerenciar custos, aumentar a precisão na administração e segurança dos pacientes. Pesquisas relacionam o controle de medicamentos e outros ativos, como equipamentos no ambiente hospitalar, à redução do desperdício, menor risco de obsolescência e melhor gestão de custos. Gerenciar o inventário de medicamentos em farmácias hospitalares, permite identificar medicamentos adulterados, reduzir perdas e desperdícios por obsolescência, maior precisão na dosagem prescrita, melhorar o gerenciamento de estoques, reduzir custos, padronizar e automatizar processos manuais, reduzir erros, aumentar a disponibilidade e produtividade. A literatura trata o controle de medicamentos com o uso de tecnologias como códigos de barras e RFID para rastreá-los de forma mais efetiva em qualquer ponto da cadeia de suprimentos, que se tornam mais precisos quando conectados a sensores sem fio e ao GPS através da Internet das Coisas (IoT), viabilizando a cooperação e interação do RFID com um ecossistema capaz de aprender e tomar decisões, tornando os produtos inteligentes e gerando vantagens competitivas para as organizações. O objetivo deste artigo é estudar o uso da Internet das Coisas (IoT) no controle de medicamentos, sob a perspectiva dos benefícios efetivamente entregues às farmácias hospitalares e suas influências no desempenho organizacional. Para tal, foram entrevistados doze (12) profissionais com diferentes formações, experiências e atuações, envolvidos no controle de medicamentos de três hospitais privados com pelo menos 300 leitos localizados na cidade de São Paulo, sob a ótica de processos, profissionais, tecnologias, motivadores, desafios, evolução tecnológica e impactos organizacionais. Os dados coletados foram analisados em termos da coerência destes parâmetros, suas influências no desempenho e eventuais valores que a IoT poderá agregar aos hospitais. Conclui-se que nos hospitais 1 e 2, com processos e tecnologias consolidados há mais de 10 anos e apoio efetivo da alta gestão, há coerência entre o uso de TI e suas influências no desempenho operacional, mas o valor da utilização de IoT no controle de medicamentos não é unanime. No hospital 3, com processos e sistemas mais recentes, além de não haver coerência entre os usos de TI e seus impactos no desempenho organizacional, não há clareza do papel da IoT, sendo confundido com Inteligência Artificial, Cloud Computing, Big Data e Analytics. |
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Poleto Filho, OlavoEscolas::EAESPKugler, José Luiz CarlosRibeiro, ElianeFrancisco, Eduardo de Rezende2019-07-29T16:21:24Z2019-07-29T16:21:24Z2019-07-31https://hdl.handle.net/10438/27757O controle de medicamentos no ambiente hospitalar é crítico para garantir a sua disponibilidade, gerenciar custos, aumentar a precisão na administração e segurança dos pacientes. Pesquisas relacionam o controle de medicamentos e outros ativos, como equipamentos no ambiente hospitalar, à redução do desperdício, menor risco de obsolescência e melhor gestão de custos. Gerenciar o inventário de medicamentos em farmácias hospitalares, permite identificar medicamentos adulterados, reduzir perdas e desperdícios por obsolescência, maior precisão na dosagem prescrita, melhorar o gerenciamento de estoques, reduzir custos, padronizar e automatizar processos manuais, reduzir erros, aumentar a disponibilidade e produtividade. A literatura trata o controle de medicamentos com o uso de tecnologias como códigos de barras e RFID para rastreá-los de forma mais efetiva em qualquer ponto da cadeia de suprimentos, que se tornam mais precisos quando conectados a sensores sem fio e ao GPS através da Internet das Coisas (IoT), viabilizando a cooperação e interação do RFID com um ecossistema capaz de aprender e tomar decisões, tornando os produtos inteligentes e gerando vantagens competitivas para as organizações. O objetivo deste artigo é estudar o uso da Internet das Coisas (IoT) no controle de medicamentos, sob a perspectiva dos benefícios efetivamente entregues às farmácias hospitalares e suas influências no desempenho organizacional. Para tal, foram entrevistados doze (12) profissionais com diferentes formações, experiências e atuações, envolvidos no controle de medicamentos de três hospitais privados com pelo menos 300 leitos localizados na cidade de São Paulo, sob a ótica de processos, profissionais, tecnologias, motivadores, desafios, evolução tecnológica e impactos organizacionais. Os dados coletados foram analisados em termos da coerência destes parâmetros, suas influências no desempenho e eventuais valores que a IoT poderá agregar aos hospitais. Conclui-se que nos hospitais 1 e 2, com processos e tecnologias consolidados há mais de 10 anos e apoio efetivo da alta gestão, há coerência entre o uso de TI e suas influências no desempenho operacional, mas o valor da utilização de IoT no controle de medicamentos não é unanime. No hospital 3, com processos e sistemas mais recentes, além de não haver coerência entre os usos de TI e seus impactos no desempenho organizacional, não há clareza do papel da IoT, sendo confundido com Inteligência Artificial, Cloud Computing, Big Data e Analytics.The control of drugs in the hospital environment is critical to manage their availability, costs and increase it precision during patient administration and patient safety. Researches relate the control of drugs and other assets, such as equipment in the hospital environment, with reduction of waste, lower risk of obsolescence and better cost management. Manage drug inventory at hospital pharmacies, allows the identification of counterfeit, reduce losses and wastes by obsolescence, increase prescribed dosage accuracy, availability and productivity, improve inventory management, reduce costs and errors, standardize and automate manual processes. The literature addresses drug control with the use of technologies such as bar codes and RFID to track them more effectively at any point in the supply chain, which becomes more accurate when connected to wireless sensors and GPS through Internet of Things (IoT), enabling the cooperation and interaction of RFID with an ecosystem capable of learning and making decisions, making the products intelligent and generating competitive advantages for the organizations. The objective of this article is to study the use of the Internet of Things (IoT) in drug control, from the perspective of the benefits offered and effectively delivered to hospital pharmacies. To this end, twelve (12) professionals with different backgrounds and experiences were interviewed, whose are involved in the control of drugs from three private hospitals with at least 300 beds located in the city of São Paulo, from the perspective of processes, professionals, technologies, motivators, challenges, technological evolution and organizational impacts. The collected data are displayed in a comparative table and analyzed in terms of the consistency of these parameters, their influence on the performance and eventual values that IoT can add to the hospitals. It is concluded that in hospitals 1 and 2, with processes and technologies more consolidated (more then10 years) and effective management support, there is coherence between the use of IT and its influence on operational performance, but the value of the use of IoT in the control is not unanimous. In hospital 3, with more recent processes and systems, there is no coherence between the uses of IT and its impacts on organizational performance, and also there is no clarity of the role of IoT, being confused with Artificial Intelligence, Cloud Computing, Big Data and Analytics.porInternet of thingsHospitalsDrug’s distribution systemsHospital pharmacyInventory managementInternet das coisasHospitaisSistemas de distribuição de medicamentosFarmácia hospitalarControle de estoqueAdministração de empresasInternet das coisasHospitais - Sistemas de distribuição de medicamentosFarmácia hospitalarControle de estoqueControle de medicamentos em farmácias hospitalares com Internet das Coisas (IoT)info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital)instname:Fundação Getulio Vargas 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O controle de medicamentos no ambiente hospitalar é crítico para garantir a sua disponibilidade, gerenciar custos, aumentar a precisão na administração e segurança dos pacientes. Pesquisas relacionam o controle de medicamentos e outros ativos, como equipamentos no ambiente hospitalar, à redução do desperdício, menor risco de obsolescência e melhor gestão de custos. Gerenciar o inventário de medicamentos em farmácias hospitalares, permite identificar medicamentos adulterados, reduzir perdas e desperdícios por obsolescência, maior precisão na dosagem prescrita, melhorar o gerenciamento de estoques, reduzir custos, padronizar e automatizar processos manuais, reduzir erros, aumentar a disponibilidade e produtividade. A literatura trata o controle de medicamentos com o uso de tecnologias como códigos de barras e RFID para rastreá-los de forma mais efetiva em qualquer ponto da cadeia de suprimentos, que se tornam mais precisos quando conectados a sensores sem fio e ao GPS através da Internet das Coisas (IoT), viabilizando a cooperação e interação do RFID com um ecossistema capaz de aprender e tomar decisões, tornando os produtos inteligentes e gerando vantagens competitivas para as organizações. O objetivo deste artigo é estudar o uso da Internet das Coisas (IoT) no controle de medicamentos, sob a perspectiva dos benefícios efetivamente entregues às farmácias hospitalares e suas influências no desempenho organizacional. Para tal, foram entrevistados doze (12) profissionais com diferentes formações, experiências e atuações, envolvidos no controle de medicamentos de três hospitais privados com pelo menos 300 leitos localizados na cidade de São Paulo, sob a ótica de processos, profissionais, tecnologias, motivadores, desafios, evolução tecnológica e impactos organizacionais. Os dados coletados foram analisados em termos da coerência destes parâmetros, suas influências no desempenho e eventuais valores que a IoT poderá agregar aos hospitais. Conclui-se que nos hospitais 1 e 2, com processos e tecnologias consolidados há mais de 10 anos e apoio efetivo da alta gestão, há coerência entre o uso de TI e suas influências no desempenho operacional, mas o valor da utilização de IoT no controle de medicamentos não é unanime. No hospital 3, com processos e sistemas mais recentes, além de não haver coerência entre os usos de TI e seus impactos no desempenho organizacional, não há clareza do papel da IoT, sendo confundido com Inteligência Artificial, Cloud Computing, Big Data e Analytics. |
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