O dever legal de aprovação do Plano de Mobilidade Urbana pelos municípios: uma análise crítica à luz da Lei federal nº.12.587/2012
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Palavras-chave em Inglês: | |
| Link de acesso: | https://hdl.handle.net/10438/36034 |
Resumo: | O presente trabalho visa abordar o Plano de Mobilidade Urbana, instrumento jurídico de planejamento constante na Lei nº 12.587/2014. No esforço analítico de verificação da consequência legalmente prevista no artigo 24, §8º, da Lei nº 12.587/2014, qual seja, a vedação de que municípios solicitem ou recebam recursos federais destinados à mobilidade urbana quando descumprido o dever de aprovação do Plano de Mobilidade Urbana, busca-se responder o seguinte questionamento: seria juridicamente exigível impor a aplicação da medida limitativa comentada às novas gestões municipais, que, ao ingressarem no exercício de seus mandatos, tenham de lidar com cenários já herdados de gestões anteriores de inadimplência municipal do dever jurídico de elaboração do respectivo Plano de Mobilidade Urbana? Propõe-se, como resposta, construção em torno da suspensão da eficácia jurídica da sanção legalmente prevista no artigo 24, §8º, da Lei nº 12.587/2014, observadas certas condições a serem atendidas pela gestão municipal, defendendo-se, para tanto, que a conduta diligente do gestor público imbuída em reverter o quadro de inadimplência herdado de gestões anteriores deve inibir a aplicação de severas sanções a sua administração por ato de gestão anterior à assunção do novo mandato municipal, de maneira a fazer neutralizar a ocorrência de risco que possa comprometer, de modo grave, a continuidade da execução de políticas públicas ou a prestação de serviços essenciais à coletividade. A partir da necessidade de construir alternativa segura às gestões municipais que tenham de enfrentar o cenário descrito, o que perpassa a compreensão das vicissitudes legais do Plano de Mobilidade Urbana, procura-se realizar avaliação de ordem jurídica aos seus requisitos, prazos, formalidades, imposições, com destaque analítico ao dever de aprovação legalmente imposto e a sanção legalmente prevista em razão do descumprimento dessa obrigação imputada aos municípios. |
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Nascimento, Matheus AlvesEscolas::DIREITO SPPalma, Juliana Bonacorsi deKanayama, Rodrigo LuisDias, Roberto MoraesRosilho, André Janjácomo2024-11-01T16:24:06Z2024-11-01T16:24:06Z2024-10-03https://hdl.handle.net/10438/36034O presente trabalho visa abordar o Plano de Mobilidade Urbana, instrumento jurídico de planejamento constante na Lei nº 12.587/2014. No esforço analítico de verificação da consequência legalmente prevista no artigo 24, §8º, da Lei nº 12.587/2014, qual seja, a vedação de que municípios solicitem ou recebam recursos federais destinados à mobilidade urbana quando descumprido o dever de aprovação do Plano de Mobilidade Urbana, busca-se responder o seguinte questionamento: seria juridicamente exigível impor a aplicação da medida limitativa comentada às novas gestões municipais, que, ao ingressarem no exercício de seus mandatos, tenham de lidar com cenários já herdados de gestões anteriores de inadimplência municipal do dever jurídico de elaboração do respectivo Plano de Mobilidade Urbana? Propõe-se, como resposta, construção em torno da suspensão da eficácia jurídica da sanção legalmente prevista no artigo 24, §8º, da Lei nº 12.587/2014, observadas certas condições a serem atendidas pela gestão municipal, defendendo-se, para tanto, que a conduta diligente do gestor público imbuída em reverter o quadro de inadimplência herdado de gestões anteriores deve inibir a aplicação de severas sanções a sua administração por ato de gestão anterior à assunção do novo mandato municipal, de maneira a fazer neutralizar a ocorrência de risco que possa comprometer, de modo grave, a continuidade da execução de políticas públicas ou a prestação de serviços essenciais à coletividade. A partir da necessidade de construir alternativa segura às gestões municipais que tenham de enfrentar o cenário descrito, o que perpassa a compreensão das vicissitudes legais do Plano de Mobilidade Urbana, procura-se realizar avaliação de ordem jurídica aos seus requisitos, prazos, formalidades, imposições, com destaque analítico ao dever de aprovação legalmente imposto e a sanção legalmente prevista em razão do descumprimento dessa obrigação imputada aos municípios.This work aims to address the Urban Mobility Plan, a legal planning instrument contained in Law No. 12,587/2014. In the analytical effort to verify the consequence legally foreseen in article 24, §8º, of Law nº 12,587/2014, that is, the prohibition of municipalities requesting or receiving federal resources destined to urban mobility when the duty of approval of the Mobility Plan is not fulfilled Urban, we seek to answer the following question: would it be legally required to impose the application of the aforementioned limiting measure to new municipal administrations, which, when entering into the exercise of their mandates, have to deal with scenarios already inherited from previous administrations of municipal non-compliance with the duty legal basis for preparing the respective Urban Mobility Plan? As a response, a construction is proposed around the suspension of the legal effectiveness of the sanction legally provided for in article 24, §8º, of Law No. 12,587/2014, observing certain conditions to be met by municipal management, defending, to this end, that the diligent conduct of the public manager imbued in reversing the pattern of default inherited from previous administrations must inhibit the application of severe sanctions to his administration due to management acts prior to the assumption of the new municipal mandate, in order to neutralize the occurrence of risk that may seriously compromise the continuity of the execution of public policies or the provision of essential services to the community. Based on the need to build a safe alternative to municipal administrations that have to face the scenario described, which permeates the understanding of the legal vicissitudes of the Urban Mobility Plan, an attempt is made to carry out a legal assessment of its requirements, deadlines, formalities, impositions , with analytical emphasis on the legally imposed duty of approval and the legally foreseen sanction due to non-compliance with this obligation imputed to municipalities.porPlano de Mobilidade UrbanaDever de aprovaçãoIntranscendência subjetiva das sançõesUrban Mobility PlanDuty of approvalSubjective intranscendence of sanctionsDireitoPlanejamento urbanoTransporte urbanoBrasil. [Lei n. 12.587, de 3 de janeiro de 2012]Administração municipalO dever legal de aprovação do Plano de Mobilidade Urbana pelos municípios: uma análise crítica à luz da Lei federal nº.12.587/2012info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital)instname:Fundação Getulio Vargas (FGV)instacron:FGVORIGINALDissertação defesa com ficha cartográfica 3.pdfDissertação defesa com ficha cartográfica 3.pdfPDFapplication/pdf548381https://repositorio.fgv.br/bitstreams/f31f2543-4890-4a0a-b495-497b3e1843ea/download141add39b3a1fc7beb8b6fdb314375a0MD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-85112https://repositorio.fgv.br/bitstreams/e4283c7c-b1e4-44f0-8fc0-7fa5574167c1/download2a4b67231f701c416a809246e7a10077MD52TEXTDissertação defesa com ficha cartográfica 3.pdf.txtDissertação defesa com ficha cartográfica 3.pdf.txtExtracted 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Planejamento urbano Transporte urbano Brasil. [Lei n. 12.587, de 3 de janeiro de 2012] Administração municipal |
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O presente trabalho visa abordar o Plano de Mobilidade Urbana, instrumento jurídico de planejamento constante na Lei nº 12.587/2014. No esforço analítico de verificação da consequência legalmente prevista no artigo 24, §8º, da Lei nº 12.587/2014, qual seja, a vedação de que municípios solicitem ou recebam recursos federais destinados à mobilidade urbana quando descumprido o dever de aprovação do Plano de Mobilidade Urbana, busca-se responder o seguinte questionamento: seria juridicamente exigível impor a aplicação da medida limitativa comentada às novas gestões municipais, que, ao ingressarem no exercício de seus mandatos, tenham de lidar com cenários já herdados de gestões anteriores de inadimplência municipal do dever jurídico de elaboração do respectivo Plano de Mobilidade Urbana? Propõe-se, como resposta, construção em torno da suspensão da eficácia jurídica da sanção legalmente prevista no artigo 24, §8º, da Lei nº 12.587/2014, observadas certas condições a serem atendidas pela gestão municipal, defendendo-se, para tanto, que a conduta diligente do gestor público imbuída em reverter o quadro de inadimplência herdado de gestões anteriores deve inibir a aplicação de severas sanções a sua administração por ato de gestão anterior à assunção do novo mandato municipal, de maneira a fazer neutralizar a ocorrência de risco que possa comprometer, de modo grave, a continuidade da execução de políticas públicas ou a prestação de serviços essenciais à coletividade. A partir da necessidade de construir alternativa segura às gestões municipais que tenham de enfrentar o cenário descrito, o que perpassa a compreensão das vicissitudes legais do Plano de Mobilidade Urbana, procura-se realizar avaliação de ordem jurídica aos seus requisitos, prazos, formalidades, imposições, com destaque analítico ao dever de aprovação legalmente imposto e a sanção legalmente prevista em razão do descumprimento dessa obrigação imputada aos municípios. |
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