Uma análise sobre os desafios percebidos e benefícios esperados na implementação das Normas IFRS S1 e S2 no contexto brasileiro
| Ano de defesa: | 2026 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Não Informado pela instituição
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://hdl.handle.net/10438/38849 |
Resumo: | Este trabalho tem como objetivo analisar os principais desafios percebidos e benefícios esperados na implementação das normas IFRS S1 e S2 no contexto brasileiro, recentemente endossadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pelo Banco Central do Brasil (BACEN). A pesquisa parte do debate teórico sobre reportes corporativos de sustentabilidade, materialidade financeira e perspectivas de materialidade, à luz do movimento internacional de padronização dos reportes ESG. O estudo adota uma abordagem qualitativa de natureza exploratória, baseada na realização de entrevistas semiestruturadas realizadas entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026 com um conjunto selecionado de profissionais com atuação direta no processo de implementação das normas IFRS S1 e S2, pertencentes a quatro perfis distintos: empresas de capital aberto, consultorias, auditorias independentes e investidores. A análise é complementada pela triangulação dos achados da consulta pública conduzida pela CVM em 2025. Os resultados indicam convergência entre os entrevistados quanto aos desafios e benefícios associados à adoção das normas. Entre os principais desafios destacam-se: i) a mudança cultural e o engajamento da liderança, ii) as dificuldades na mensuração e quantificação financeira de riscos e impactos de sustentabilidade, iii) os desafios operacionais, bem como a iv) complexidade das normas e do calendário de implementação. Em contrapartida, os benefícios esperados concentram-se em: i) melhoria da gestão integrada de riscos, ii) aprimoramento da qualidade e da cobertura das informações quantitativas divulgadas, iii) no fortalecimento da imagem reputacional e do posicionamento de mercado, além de iv) avanços em governança corporativa. Conclui-se que a adoção das normas IFRS S1 e S2 no Brasil deve ser compreendida como um processo evolutivo, que envolve ajustes institucionais e culturais, mas apresenta potencial significativo para elevar o patamar do reporte de sustentabilidade corporativa no país. |
| id |
FGV_83554d8a4dd5f72e293ee86982a4a248 |
|---|---|
| oai_identifier_str |
oai:repositorio.fgv.br:10438/38849 |
| network_acronym_str |
FGV |
| network_name_str |
Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital) |
| repository_id_str |
|
| spelling |
Silva, Felipe Sanchez ApostólicoEscolas::EAESPNicolletti, Mariana XavierReis, Solange Garcia dosvirtual::526Felsberg, Annelise Vendramini2026-05-14T20:45:00Z2026-03-18https://hdl.handle.net/10438/38849Este trabalho tem como objetivo analisar os principais desafios percebidos e benefícios esperados na implementação das normas IFRS S1 e S2 no contexto brasileiro, recentemente endossadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pelo Banco Central do Brasil (BACEN). A pesquisa parte do debate teórico sobre reportes corporativos de sustentabilidade, materialidade financeira e perspectivas de materialidade, à luz do movimento internacional de padronização dos reportes ESG. O estudo adota uma abordagem qualitativa de natureza exploratória, baseada na realização de entrevistas semiestruturadas realizadas entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026 com um conjunto selecionado de profissionais com atuação direta no processo de implementação das normas IFRS S1 e S2, pertencentes a quatro perfis distintos: empresas de capital aberto, consultorias, auditorias independentes e investidores. A análise é complementada pela triangulação dos achados da consulta pública conduzida pela CVM em 2025. Os resultados indicam convergência entre os entrevistados quanto aos desafios e benefícios associados à adoção das normas. Entre os principais desafios destacam-se: i) a mudança cultural e o engajamento da liderança, ii) as dificuldades na mensuração e quantificação financeira de riscos e impactos de sustentabilidade, iii) os desafios operacionais, bem como a iv) complexidade das normas e do calendário de implementação. Em contrapartida, os benefícios esperados concentram-se em: i) melhoria da gestão integrada de riscos, ii) aprimoramento da qualidade e da cobertura das informações quantitativas divulgadas, iii) no fortalecimento da imagem reputacional e do posicionamento de mercado, além de iv) avanços em governança corporativa. Conclui-se que a adoção das normas IFRS S1 e S2 no Brasil deve ser compreendida como um processo evolutivo, que envolve ajustes institucionais e culturais, mas apresenta potencial significativo para elevar o patamar do reporte de sustentabilidade corporativa no país.This study aims to analyze the main perceived challenges and expected benefits associated with the implementation of the IFRS S1 and S2 standards in the Brazilian context, recently endorsed by the Brazilian Securities and Exchange Commission (CVM) and the Central Bank of Brazil (BACEN). The research is grounded in the theoretical debate on corporate sustainability reporting, financial materiality, and materiality perspectives, in light of the international movement toward the standardization of ESG reporting. The study adopts a qualitative, exploratory approach, based on semi-structured interviews conducted between December 2025 and January 2026 with a selected group of professionals directly involved in the implementation of the IFRS S1 and S2 standards, representing four distinct profiles: publicly listed companies, consultancies, independent audit firms, and investors. The analysis is complemented by the triangulation of findings with the results of the public consultation conducted by the CVM in 2025. The results indicate convergence among interviewees regarding the challenges and benefits associated with the adoption of the standards. The main challenges identified include: i) cultural change and leadership engagement; ii) difficulties in the financial measurement and quantification of sustainability-related risks and impacts; iii) operational challenges; and iv) the complexity of the standards and the implementation timeline. Conversely, the expected benefits are concentrated in: i) improvements in integrated risk management; ii) enhanced quality and coverage of quantitative disclosures; iii) strengthened reputational image and market positioning; and iv) advances in corporate governance. It is concluded that the adoption of the IFRS S1 and S2 standards in Brazil should be understood as an evolutionary process involving institutional and cultural adjustments, but with significant potential to raise the overall level of corporate sustainability reporting in the country.porSustentabilidadeRelatórios de sustentabilidadeESGMaterialidade financeiraNormas IFRS S1 e S2Administração de empresasSustentabilidadeEmpresas - Aspectos ambientais - BrasilContabilidade - NormasDivulgação de informações contábeisODS 17: Parcerias e meios de implementaçãoUma análise sobre os desafios percebidos e benefícios esperados na implementação das Normas IFRS S1 e S2 no contexto brasileiroinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesis-1info:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital)instname:Fundação Getulio Vargas (FGV)instacron:FGVPublication6a72c01d-11da-4019-92b2-00da78bf8cb1virtual::526-16a72c01d-11da-4019-92b2-00da78bf8cb1virtual::526-1LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-85112https://repositorio.fgv.br/bitstreams/79710241-fa98-40ba-8907-a276d0fbd95c/download2a4b67231f701c416a809246e7a10077MD52falseAnonymousREADORIGINALFSAS_TA_vfinal_2026.pdfFSAS_TA_vfinal_2026.pdfapplication/pdf2587773https://repositorio.fgv.br/bitstreams/95ca0070-ab5d-454b-9216-ed108ee3a6db/downloadd553422948cd2dd8a725f519121a8721MD53trueAnonymousREADTEXTFSAS_TA_vfinal_2026.pdf.txtFSAS_TA_vfinal_2026.pdf.txtExtracted texttext/plain102687https://repositorio.fgv.br/bitstreams/1f70634a-465f-4677-9113-caba513c6f05/download652a110bcccaf4f9d2f08ace89911a95MD54falseAnonymousREADTHUMBNAILFSAS_TA_vfinal_2026.pdf.jpgFSAS_TA_vfinal_2026.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2612https://repositorio.fgv.br/bitstreams/435abe1b-25c8-420c-bc5d-f665bb003568/download6192838c3be968f448de42e7eceff48dMD55falseAnonymousREAD10438/388492026-05-14 21:04:39.719open.accessoai:repositorio.fgv.br:10438/38849https://repositorio.fgv.brRepositório InstitucionalPRIhttp://bibliotecadigital.fgv.br/dspace-oai/requestbiblioteca.digital@fgv.bropendoar:39742026-05-14T21:04:39Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital) - Fundação Getulio Vargas (FGV)falseVGVybW8gZGUgTGljZW5jaWFtZW50bwpIw6EgdW0gw7psdGltbyBwYXNzbzogcGFyYSByZXByb2R1emlyLCB0cmFkdXppciBlIGRpc3RyaWJ1aXIgc3VhIHN1Ym1pc3PDo28gZW0gdG9kbyBvIG11bmRvLCB2b2PDqiBkZXZlIGNvbmNvcmRhciBjb20gb3MgdGVybW9zIGEgc2VndWlyLgoKQ29uY29yZGFyIGNvbSBvIFRlcm1vIGRlIExpY2VuY2lhbWVudG8sIHNlbGVjaW9uYW5kbyAiRXUgY29uY29yZG8gY29tIG8gVGVybW8gZGUgTGljZW5jaWFtZW50byIgZSBjbGlxdWUgZW0gIkZpbmFsaXphciBzdWJtaXNzw6NvIi4KClRFUk1PUyBMSUNFTkNJQU1FTlRPIFBBUkEgQVJRVUlWQU1FTlRPLCBSRVBST0RVw4fDg08gRSBESVZVTEdBw4fDg08gUMOaQkxJQ0EgREUgQ09OVEXDmkRPIMOAIEJJQkxJT1RFQ0EgVklSVFVBTCBGR1YgKHZlcnPDo28gMS4yKQoKMS4gVm9jw6osIHVzdcOhcmlvLWRlcG9zaXRhbnRlIGRhIEJpYmxpb3RlY2EgVmlydHVhbCBGR1YsIGFzc2VndXJhLCBubyBwcmVzZW50ZSBhdG8sIHF1ZSDDqSB0aXR1bGFyIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBwYXRyaW1vbmlhaXMgZS9vdSBkaXJlaXRvcyBjb25leG9zIHJlZmVyZW50ZXMgw6AgdG90YWxpZGFkZSBkYSBPYnJhIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhIGVtIGZvcm1hdG8gZGlnaXRhbCwgYmVtIGNvbW8gZGUgc2V1cyBjb21wb25lbnRlcyBtZW5vcmVzLCBlbSBzZSB0cmF0YW5kbyBkZSBvYnJhIGNvbGV0aXZhLCBjb25mb3JtZSBvIHByZWNlaXR1YWRvIHBlbGEgTGVpIDkuNjEwLzk4IGUvb3UgTGVpIDkuNjA5Lzk4LiBOw6NvIHNlbmRvIGVzdGUgbyBjYXNvLCB2b2PDqiBhc3NlZ3VyYSB0ZXIgb2J0aWRvLCBkaXJldGFtZW50ZSBkb3MgZGV2aWRvcyB0aXR1bGFyZXMsIGF1dG9yaXphw6fDo28gcHLDqXZpYSBlIGV4cHJlc3NhIHBhcmEgbyBkZXDDs3NpdG8gZSBkaXZ1bGdhw6fDo28gZGEgT2JyYSwgYWJyYW5nZW5kbyB0b2RvcyBvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBlIGNvbmV4b3MgYWZldGFkb3MgcGVsYSBhc3NpbmF0dXJhIGRvcyBwcmVzZW50ZXMgdGVybW9zIGRlIGxpY2VuY2lhbWVudG8sIGRlIG1vZG8gYSBlZmV0aXZhbWVudGUgaXNlbnRhciBhIEZ1bmRhw6fDo28gR2V0dWxpbyBWYXJnYXMgZSBzZXVzIGZ1bmNpb27DoXJpb3MgZGUgcXVhbHF1ZXIgcmVzcG9uc2FiaWxpZGFkZSBwZWxvIHVzbyBuw6NvLWF1dG9yaXphZG8gZG8gbWF0ZXJpYWwgZGVwb3NpdGFkbywgc2VqYSBlbSB2aW5jdWxhw6fDo28gw6AgQmlibGlvdGVjYSBWaXJ0dWFsIEZHViwgc2VqYSBlbSB2aW5jdWxhw6fDo28gYSBxdWFpc3F1ZXIgc2VydmnDp29zIGRlIGJ1c2NhIGUgZGlzdHJpYnVpw6fDo28gZGUgY29udGXDumRvIHF1ZSBmYcOnYW0gdXNvIGRhcyBpbnRlcmZhY2VzIGUgZXNwYcOnbyBkZSBhcm1hemVuYW1lbnRvIHByb3ZpZGVuY2lhZG9zIHBlbGEgRnVuZGHDp8OjbyBHZXR1bGlvIFZhcmdhcyBwb3IgbWVpbyBkZSBzZXVzIHNpc3RlbWFzIGluZm9ybWF0aXphZG9zLgoKMi4gQSBhc3NpbmF0dXJhIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhIHRlbSBjb21vIGNvbnNlccO8w6puY2lhIGEgdHJhbnNmZXLDqm5jaWEsIGEgdMOtdHVsbyBuw6NvLWV4Y2x1c2l2byBlIG7Do28tb25lcm9zbywgaXNlbnRhIGRvIHBhZ2FtZW50byBkZSByb3lhbHRpZXMgb3UgcXVhbHF1ZXIgb3V0cmEgY29udHJhcHJlc3Rhw6fDo28sIHBlY3VuacOhcmlhIG91IG7Do28sIMOgIEZ1bmRhw6fDo28gR2V0dWxpbyBWYXJnYXMsIGRvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBhcm1hemVuYXIgZGlnaXRhbG1lbnRlLCByZXByb2R1emlyIGUgZGlzdHJpYnVpciBuYWNpb25hbCBlIGludGVybmFjaW9uYWxtZW50ZSBhIE9icmEsIGluY2x1aW5kby1zZSBvIHNldSByZXN1bW8vYWJzdHJhY3QsIHBvciBtZWlvcyBlbGV0csO0bmljb3MsIG5vIHNpdGUgZGEgQmlibGlvdGVjYSBWaXJ0dWFsIEZHViwgYW8gcMO6YmxpY28gZW0gZ2VyYWwsIGVtIHJlZ2ltZSBkZSBhY2Vzc28gYWJlcnRvLgoKMy4gQSBwcmVzZW50ZSBsaWNlbsOnYSB0YW1iw6ltIGFicmFuZ2UsIG5vcyBtZXNtb3MgdGVybW9zIGVzdGFiZWxlY2lkb3Mgbm8gaXRlbSAyLCBzdXByYSwgcXVhbHF1ZXIgZGlyZWl0byBkZSBjb211bmljYcOnw6NvIGFvIHDDumJsaWNvIGNhYsOtdmVsIGVtIHJlbGHDp8OjbyDDoCBPYnJhIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhLCBpbmNsdWluZG8tc2Ugb3MgdXNvcyByZWZlcmVudGVzIMOgIHJlcHJlc2VudGHDp8OjbyBww7pibGljYSBlL291IGV4ZWN1w6fDo28gcMO6YmxpY2EsIGJlbSBjb21vIHF1YWxxdWVyIG91dHJhIG1vZGFsaWRhZGUgZGUgY29tdW5pY2HDp8OjbyBhbyBww7pibGljbyBxdWUgZXhpc3RhIG91IHZlbmhhIGEgZXhpc3Rpciwgbm9zIHRlcm1vcyBkbyBhcnRpZ28gNjggZSBzZWd1aW50ZXMgZGEgTGVpIDkuNjEwLzk4LCBuYSBleHRlbnPDo28gcXVlIGZvciBhcGxpY8OhdmVsIGFvcyBzZXJ2acOnb3MgcHJlc3RhZG9zIGFvIHDDumJsaWNvIHBlbGEgQmlibGlvdGVjYSBWaXJ0dWFsIEZHVi4KCjQuIEVzdGEgbGljZW7Dp2EgYWJyYW5nZSwgYWluZGEsIG5vcyBtZXNtb3MgdGVybW9zIGVzdGFiZWxlY2lkb3Mgbm8gaXRlbSAyLCBzdXByYSwgdG9kb3Mgb3MgZGlyZWl0b3MgY29uZXhvcyBkZSBhcnRpc3RhcyBpbnTDqXJwcmV0ZXMgb3UgZXhlY3V0YW50ZXMsIHByb2R1dG9yZXMgZm9ub2dyw6FmaWNvcyBvdSBlbXByZXNhcyBkZSByYWRpb2RpZnVzw6NvIHF1ZSBldmVudHVhbG1lbnRlIHNlamFtIGFwbGljw6F2ZWlzIGVtIHJlbGHDp8OjbyDDoCBvYnJhIGRlcG9zaXRhZGEsIGVtIGNvbmZvcm1pZGFkZSBjb20gbyByZWdpbWUgZml4YWRvIG5vIFTDrXR1bG8gViBkYSBMZWkgOS42MTAvOTguCgo1LiBTZSBhIE9icmEgZGVwb3NpdGFkYSBmb2kgb3Ugw6kgb2JqZXRvIGRlIGZpbmFuY2lhbWVudG8gcG9yIGluc3RpdHVpw6fDtWVzIGRlIGZvbWVudG8gw6AgcGVzcXVpc2Egb3UgcXVhbHF1ZXIgb3V0cmEgc2VtZWxoYW50ZSwgdm9jw6ogb3UgbyB0aXR1bGFyIGFzc2VndXJhIHF1ZSBjdW1wcml1IHRvZGFzIGFzIG9icmlnYcOnw7VlcyBxdWUgbGhlIGZvcmFtIGltcG9zdGFzIHBlbGEgaW5zdGl0dWnDp8OjbyBmaW5hbmNpYWRvcmEgZW0gcmF6w6NvIGRvIGZpbmFuY2lhbWVudG8sIGUgcXVlIG7Do28gZXN0w6EgY29udHJhcmlhbmRvIHF1YWxxdWVyIGRpc3Bvc2nDp8OjbyBjb250cmF0dWFsIHJlZmVyZW50ZSDDoCBwdWJsaWNhw6fDo28gZG8gY29udGXDumRvIG9yYSBzdWJtZXRpZG8gw6AgQmlibGlvdGVjYSBWaXJ0dWFsIEZHVi4KCjYuIENhc28gYSBPYnJhIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhIGVuY29udHJlLXNlIGxpY2VuY2lhZGEgc29iIHVtYSBsaWNlbsOnYSBDcmVhdGl2ZSBDb21tb25zIChxdWFscXVlciB2ZXJzw6NvKSwgc29iIGEgbGljZW7Dp2EgR05VIEZyZWUgRG9jdW1lbnRhdGlvbiBMaWNlbnNlIChxdWFscXVlciB2ZXJzw6NvKSwgb3Ugb3V0cmEgbGljZW7Dp2EgcXVhbGlmaWNhZGEgY29tbyBsaXZyZSBzZWd1bmRvIG9zIGNyaXTDqXJpb3MgZGEgRGVmaW5pdGlvbiBvZiBGcmVlIEN1bHR1cmFsIFdvcmtzIChkaXNwb27DrXZlbCBlbTogaHR0cDovL2ZyZWVkb21kZWZpbmVkLm9yZy9EZWZpbml0aW9uKSBvdSBGcmVlIFNvZnR3YXJlIERlZmluaXRpb24gKGRpc3BvbsOtdmVsIGVtOiBodHRwOi8vd3d3LmdudS5vcmcvcGhpbG9zb3BoeS9mcmVlLXN3Lmh0bWwpLCBvIGFycXVpdm8gcmVmZXJlbnRlIMOgIE9icmEgZGV2ZSBpbmRpY2FyIGEgbGljZW7Dp2EgYXBsaWPDoXZlbCBlbSBjb250ZcO6ZG8gbGVnw612ZWwgcG9yIHNlcmVzIGh1bWFub3MgZSwgc2UgcG9zc8OtdmVsLCB0YW1iw6ltIGVtIG1ldGFkYWRvcyBsZWfDrXZlaXMgcG9yIG3DoXF1aW5hLiBBIGluZGljYcOnw6NvIGRhIGxpY2Vuw6dhIGFwbGljw6F2ZWwgZGV2ZSBzZXIgYWNvbXBhbmhhZGEgZGUgdW0gbGluayBwYXJhIG9zIHRlcm1vcyBkZSBsaWNlbmNpYW1lbnRvIG91IHN1YSBjw7NwaWEgaW50ZWdyYWwuCgpBbyBjb25jbHVpciBhIHByZXNlbnRlIGV0YXBhIGUgYXMgZXRhcGFzIHN1YnNlccO8ZW50ZXMgZG8gcHJvY2Vzc28gZGUgc3VibWlzc8OjbyBkZSBhcnF1aXZvcyDDoCBCaWJsaW90ZWNhIFZpcnR1YWwgRkdWLCB2b2PDqiBhdGVzdGEgcXVlIGxldSBlIGNvbmNvcmRhIGludGVncmFsbWVudGUgY29tIG9zIHRlcm1vcyBhY2ltYSBkZWxpbWl0YWRvcywgYXNzaW5hbmRvLW9zIHNlbSBmYXplciBxdWFscXVlciByZXNlcnZhIGUgbm92YW1lbnRlIGNvbmZpcm1hbmRvIHF1ZSBjdW1wcmUgb3MgcmVxdWlzaXRvcyBpbmRpY2Fkb3Mgbm8gaXRlbSAxLCBzdXByYS4KCkhhdmVuZG8gcXVhbHF1ZXIgZGlzY29yZMOibmNpYSBlbSByZWxhw6fDo28gYW9zIHByZXNlbnRlcyB0ZXJtb3Mgb3UgbsOjbyBzZSB2ZXJpZmljYW5kbyBvIGV4aWdpZG8gbm8gaXRlbSAxLCBzdXByYSwgdm9jw6ogZGV2ZSBpbnRlcnJvbXBlciBpbWVkaWF0YW1lbnRlIG8gcHJvY2Vzc28gZGUgc3VibWlzc8Ojby4gQSBjb250aW51aWRhZGUgZG8gcHJvY2Vzc28gZXF1aXZhbGUgw6AgYXNzaW5hdHVyYSBkZXN0ZSBkb2N1bWVudG8sIGNvbSB0b2RhcyBhcyBjb25zZXHDvMOqbmNpYXMgbmVsZSBwcmV2aXN0YXMsIHN1amVpdGFuZG8tc2UgbyBzaWduYXTDoXJpbyBhIHNhbsOnw7VlcyBjaXZpcyBlIGNyaW1pbmFpcyBjYXNvIG7Do28gc2VqYSB0aXR1bGFyIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBwYXRyaW1vbmlhaXMgZS9vdSBjb25leG9zIGFwbGljw6F2ZWlzIMOgIE9icmEgZGVwb3NpdGFkYSBkdXJhbnRlIGVzdGUgcHJvY2Vzc28sIG91IGNhc28gbsOjbyB0ZW5oYSBvYnRpZG8gcHLDqXZpYSBlIGV4cHJlc3NhIGF1dG9yaXphw6fDo28gZG8gdGl0dWxhciBwYXJhIG8gZGVww7NzaXRvIGUgdG9kb3Mgb3MgdXNvcyBkYSBPYnJhIGVudm9sdmlkb3MuCgpQYXJhIGEgc29sdcOnw6NvIGRlIHF1YWxxdWVyIGTDunZpZGEgcXVhbnRvIGFvcyB0ZXJtb3MgZGUgbGljZW5jaWFtZW50byBlIG8gcHJvY2Vzc28gZGUgc3VibWlzc8OjbywgY2xpcXVlIG5vIGxpbmsgIkZhbGUgY29ub3NjbyIuCgpTZSB2b2PDqiB0aXZlciBkw7p2aWRhcyBzb2JyZSBlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBwb3IgZmF2b3IgZW50cmUgZW0gY29udGF0byBjb20gb3MgYWRtaW5pc3RyYWRvcmVzIGRvIFJlcG9zaXTDs3Jpby4K |
| dc.title.por.fl_str_mv |
Uma análise sobre os desafios percebidos e benefícios esperados na implementação das Normas IFRS S1 e S2 no contexto brasileiro |
| title |
Uma análise sobre os desafios percebidos e benefícios esperados na implementação das Normas IFRS S1 e S2 no contexto brasileiro |
| spellingShingle |
Uma análise sobre os desafios percebidos e benefícios esperados na implementação das Normas IFRS S1 e S2 no contexto brasileiro Silva, Felipe Sanchez Apostólico Sustentabilidade Relatórios de sustentabilidade ESG Materialidade financeira Normas IFRS S1 e S2 Administração de empresas Sustentabilidade Empresas - Aspectos ambientais - Brasil Contabilidade - Normas Divulgação de informações contábeis ODS 17: Parcerias e meios de implementação |
| title_short |
Uma análise sobre os desafios percebidos e benefícios esperados na implementação das Normas IFRS S1 e S2 no contexto brasileiro |
| title_full |
Uma análise sobre os desafios percebidos e benefícios esperados na implementação das Normas IFRS S1 e S2 no contexto brasileiro |
| title_fullStr |
Uma análise sobre os desafios percebidos e benefícios esperados na implementação das Normas IFRS S1 e S2 no contexto brasileiro |
| title_full_unstemmed |
Uma análise sobre os desafios percebidos e benefícios esperados na implementação das Normas IFRS S1 e S2 no contexto brasileiro |
| title_sort |
Uma análise sobre os desafios percebidos e benefícios esperados na implementação das Normas IFRS S1 e S2 no contexto brasileiro |
| author |
Silva, Felipe Sanchez Apostólico |
| author_facet |
Silva, Felipe Sanchez Apostólico |
| author_role |
author |
| dc.contributor.unidadefgv.por.fl_str_mv |
Escolas::EAESP |
| dc.contributor.member.none.fl_str_mv |
Nicolletti, Mariana Xavier Reis, Solange Garcia dos |
| dc.contributor.author.fl_str_mv |
Silva, Felipe Sanchez Apostólico |
| dc.contributor.advisor1ID.fl_str_mv |
virtual::526 |
| dc.contributor.advisor1.fl_str_mv |
Felsberg, Annelise Vendramini |
| contributor_str_mv |
Felsberg, Annelise Vendramini |
| dc.subject.por.fl_str_mv |
Sustentabilidade Relatórios de sustentabilidade ESG Materialidade financeira Normas IFRS S1 e S2 |
| topic |
Sustentabilidade Relatórios de sustentabilidade ESG Materialidade financeira Normas IFRS S1 e S2 Administração de empresas Sustentabilidade Empresas - Aspectos ambientais - Brasil Contabilidade - Normas Divulgação de informações contábeis ODS 17: Parcerias e meios de implementação |
| dc.subject.area.por.fl_str_mv |
Administração de empresas |
| dc.subject.bibliodata.por.fl_str_mv |
Sustentabilidade Empresas - Aspectos ambientais - Brasil Contabilidade - Normas Divulgação de informações contábeis |
| dc.subject.sdg.por.fl_str_mv |
ODS 17: Parcerias e meios de implementação |
| description |
Este trabalho tem como objetivo analisar os principais desafios percebidos e benefícios esperados na implementação das normas IFRS S1 e S2 no contexto brasileiro, recentemente endossadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pelo Banco Central do Brasil (BACEN). A pesquisa parte do debate teórico sobre reportes corporativos de sustentabilidade, materialidade financeira e perspectivas de materialidade, à luz do movimento internacional de padronização dos reportes ESG. O estudo adota uma abordagem qualitativa de natureza exploratória, baseada na realização de entrevistas semiestruturadas realizadas entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026 com um conjunto selecionado de profissionais com atuação direta no processo de implementação das normas IFRS S1 e S2, pertencentes a quatro perfis distintos: empresas de capital aberto, consultorias, auditorias independentes e investidores. A análise é complementada pela triangulação dos achados da consulta pública conduzida pela CVM em 2025. Os resultados indicam convergência entre os entrevistados quanto aos desafios e benefícios associados à adoção das normas. Entre os principais desafios destacam-se: i) a mudança cultural e o engajamento da liderança, ii) as dificuldades na mensuração e quantificação financeira de riscos e impactos de sustentabilidade, iii) os desafios operacionais, bem como a iv) complexidade das normas e do calendário de implementação. Em contrapartida, os benefícios esperados concentram-se em: i) melhoria da gestão integrada de riscos, ii) aprimoramento da qualidade e da cobertura das informações quantitativas divulgadas, iii) no fortalecimento da imagem reputacional e do posicionamento de mercado, além de iv) avanços em governança corporativa. Conclui-se que a adoção das normas IFRS S1 e S2 no Brasil deve ser compreendida como um processo evolutivo, que envolve ajustes institucionais e culturais, mas apresenta potencial significativo para elevar o patamar do reporte de sustentabilidade corporativa no país. |
| publishDate |
2026 |
| dc.date.accessioned.fl_str_mv |
2026-05-14T20:45:00Z |
| dc.date.issued.fl_str_mv |
2026-03-18 |
| dc.type.status.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/publishedVersion |
| dc.type.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/masterThesis |
| format |
masterThesis |
| status_str |
publishedVersion |
| dc.identifier.uri.fl_str_mv |
https://hdl.handle.net/10438/38849 |
| url |
https://hdl.handle.net/10438/38849 |
| dc.language.iso.fl_str_mv |
por |
| language |
por |
| dc.relation.confidence.fl_str_mv |
-1 |
| dc.rights.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/openAccess |
| eu_rights_str_mv |
openAccess |
| dc.source.none.fl_str_mv |
reponame:Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital) instname:Fundação Getulio Vargas (FGV) instacron:FGV |
| instname_str |
Fundação Getulio Vargas (FGV) |
| instacron_str |
FGV |
| institution |
FGV |
| reponame_str |
Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital) |
| collection |
Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital) |
| bitstream.url.fl_str_mv |
https://repositorio.fgv.br/bitstreams/79710241-fa98-40ba-8907-a276d0fbd95c/download https://repositorio.fgv.br/bitstreams/95ca0070-ab5d-454b-9216-ed108ee3a6db/download https://repositorio.fgv.br/bitstreams/1f70634a-465f-4677-9113-caba513c6f05/download https://repositorio.fgv.br/bitstreams/435abe1b-25c8-420c-bc5d-f665bb003568/download |
| bitstream.checksum.fl_str_mv |
2a4b67231f701c416a809246e7a10077 d553422948cd2dd8a725f519121a8721 652a110bcccaf4f9d2f08ace89911a95 6192838c3be968f448de42e7eceff48d |
| bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv |
MD5 MD5 MD5 MD5 |
| repository.name.fl_str_mv |
Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital) - Fundação Getulio Vargas (FGV) |
| repository.mail.fl_str_mv |
biblioteca.digital@fgv.br |
| _version_ |
1866369222139969536 |