Lentidão de Estados e Municípios na universalização do saneamento básico
| Ano de defesa: | 2024 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Não Informado pela instituição
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Palavras-chave em Inglês: | |
| Link de acesso: | https://hdl.handle.net/10438/35872 |
Resumo: | Objetivo – Compreender as razões para a lentidão de Estados e Municípios no processo de regionalização previsto no novo marco legal do saneamento básico rumo à sua universalização. Metodologia - Pesquisa explicativa com o objetivo de identificar e entender as razões de resistência à prestação regionalizada dos serviços de saneamento básico. Trabalhou-se com a hipótese de que os poderes executivos de Estados e Municípios, em sua maioria, não têm interesse na delegação dos serviços de saneamento básico à iniciativa privada. Resultados – Desinteresse em desestatizar os serviços de saneamento básico não só por parte dos poderes executivos de Estados e Municípios, mas também de seus poderes legislativos, das atuais prestadoras públicas desses serviços e de outras entidades relacionadas ao setor. Utilidade na manutenção das companhias estaduais como principais prestadoras dos serviços. Limitações - Como limitação metodológica temos a ausência de informações nos sítios eletrônicos dos governos estaduais acerca das adesões formalizadas pelos Municípios aos respectivos blocos regionais, bem como acerca da criação das correspondentes estruturas de governança, e a ausência de dados relativos a ações praticadas pelo governo federal no que concerne à universalização do saneamento básico. Contribuições práticas - A pesquisa trouxe à luz vários motivos que atrasam a mudança de paradigma na prestação dos serviços de saneamento básico e permitiu chegar a algumas possíveis conduções que podem permitir o avanço da universalização desses serviços. Contribuições sociais – A identificação de alguns dos motivos que travam o processo de regionalização pode contribuir para a universalização do saneamento básico no país. Originalidade – Estudo de possível conexão entre o pouco esforço de Estados e Municípios em efetivarem completamente o processo de regionalização e o desinteresse de seus poderes executivos em delegar à iniciativa privada os serviços de saneamento básico. |
| id |
FGV_fb60035bf57279ca1d4a98769fb7eee7 |
|---|---|
| oai_identifier_str |
oai:repositorio.fgv.br:10438/35872 |
| network_acronym_str |
FGV |
| network_name_str |
Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital) |
| repository_id_str |
|
| spelling |
Pinto, Leandro de CarvalhoEscolas::EBAPEMenezes, Aline Brêtas deFelipe, Ednilson SilvaPereira Filho, Carlos Eduardo Ferreira2024-09-17T12:07:03Z2024-09-17T12:07:03Z2024-08-23https://hdl.handle.net/10438/35872Objetivo – Compreender as razões para a lentidão de Estados e Municípios no processo de regionalização previsto no novo marco legal do saneamento básico rumo à sua universalização. Metodologia - Pesquisa explicativa com o objetivo de identificar e entender as razões de resistência à prestação regionalizada dos serviços de saneamento básico. Trabalhou-se com a hipótese de que os poderes executivos de Estados e Municípios, em sua maioria, não têm interesse na delegação dos serviços de saneamento básico à iniciativa privada. Resultados – Desinteresse em desestatizar os serviços de saneamento básico não só por parte dos poderes executivos de Estados e Municípios, mas também de seus poderes legislativos, das atuais prestadoras públicas desses serviços e de outras entidades relacionadas ao setor. Utilidade na manutenção das companhias estaduais como principais prestadoras dos serviços. Limitações - Como limitação metodológica temos a ausência de informações nos sítios eletrônicos dos governos estaduais acerca das adesões formalizadas pelos Municípios aos respectivos blocos regionais, bem como acerca da criação das correspondentes estruturas de governança, e a ausência de dados relativos a ações praticadas pelo governo federal no que concerne à universalização do saneamento básico. Contribuições práticas - A pesquisa trouxe à luz vários motivos que atrasam a mudança de paradigma na prestação dos serviços de saneamento básico e permitiu chegar a algumas possíveis conduções que podem permitir o avanço da universalização desses serviços. Contribuições sociais – A identificação de alguns dos motivos que travam o processo de regionalização pode contribuir para a universalização do saneamento básico no país. Originalidade – Estudo de possível conexão entre o pouco esforço de Estados e Municípios em efetivarem completamente o processo de regionalização e o desinteresse de seus poderes executivos em delegar à iniciativa privada os serviços de saneamento básico.Purpose – This study aims to understand the reasons behind the slow progress of States and Municipalities in the regionalization process mandated by the new legal framework for basic sanitation, towards its universalization. Methodology – An explanatory research design was employed to identify and comprehend the resistance to regionalized basic sanitation services. The hypothesis posited that the executive branches of States and Municipalities are largely disinterested in delegating basic sanitation services to the private sector. Findings – The study revealed a lack of interest in privatizing basic sanitation services not only from the executive branches of States and Municipalities but also from their legislative branches, current public service providers, and other sector-related entities. There is a notable preference for maintaining state-owned companies as the primary service providers. Research limitations – Methodological limitations include the lack of available information on state government websites regarding municipal adherence to regional blocks and the establishment of corresponding governance structures. Additionally, there is a scarcity of data on federal actions related to the universalization of basic sanitation. Practical contributions – The research highlights several factors impeding the paradigm shift in basic sanitation service provision and proposes potential pathways to advance the universalization of these services. Social implications – Identifying barriers to the regionalization process may contribute to advancing the universalization of basic sanitation across the country. Originality – This study explores the possible link between the minimal efforts of States and Municipalities in fully implementing the regionalization process and their executive branches' disinterest in privatizing basic sanitation services.porSaneamento básicoUniversalizaçãoDesinteresseAnálise de conteúdoBasic sanitationUniversalizationDisinterestContent analysisAdministração públicaSaúde públicaSaneamento - BrasilGovernançaAdministração públicaLentidão de Estados e Municípios na universalização do saneamento básicoinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital)instname:Fundação Getulio Vargas (FGV)instacron:FGVLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-85112https://repositorio.fgv.br/bitstreams/50f02eb5-9e65-46ca-8cf8-7b58b1b7905e/download2a4b67231f701c416a809246e7a10077MD52ORIGINALDissertação - Lentidão de Estados e Municípios na universalização do saneamento básico - Leandro de Carvalho Pinto - VERSÃO FINAL.pdfDissertação - Lentidão de Estados e Municípios na universalização do saneamento básico - Leandro de Carvalho Pinto - VERSÃO FINAL.pdfPDFapplication/pdf2179927https://repositorio.fgv.br/bitstreams/81d01101-08f3-4a29-9e23-b9f28b1b8bd8/downloadbdd7ca9c71a38a6425b4eae05ed0a908MD53TEXTDissertação - Lentidão de Estados e Municípios na universalização do saneamento básico - Leandro de Carvalho Pinto - VERSÃO FINAL.pdf.txtDissertação - Lentidão de Estados e Municípios na universalização do saneamento básico - Leandro de Carvalho Pinto - VERSÃO FINAL.pdf.txtExtracted texttext/plain103649https://repositorio.fgv.br/bitstreams/5b61a515-a095-4161-8c60-97b6ffa1d2c6/download8b40b3afb41a6c0d78d1a8c57f3ca5bfMD54THUMBNAILDissertação - Lentidão de Estados e Municípios na universalização do saneamento básico - Leandro de Carvalho Pinto - VERSÃO FINAL.pdf.jpgDissertação - Lentidão de Estados e Municípios na universalização do saneamento básico - Leandro de Carvalho Pinto - VERSÃO FINAL.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3150https://repositorio.fgv.br/bitstreams/858953cd-fa40-44e0-aeb8-5e5df8ef7303/downloadadc0f68607be5f62867c498119892423MD5510438/358722024-09-17 13:04:29.971open.accessoai:repositorio.fgv.br:10438/35872https://repositorio.fgv.brRepositório InstitucionalPRIhttp://bibliotecadigital.fgv.br/dspace-oai/requestopendoar:39742024-09-17T13:04:29Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital) - Fundação Getulio Vargas (FGV)falseVGVybW8gZGUgTGljZW5jaWFtZW50bwpIw6EgdW0gw7psdGltbyBwYXNzbzogcGFyYSByZXByb2R1emlyLCB0cmFkdXppciBlIGRpc3RyaWJ1aXIgc3VhIHN1Ym1pc3PDo28gZW0gdG9kbyBvIG11bmRvLCB2b2PDqiBkZXZlIGNvbmNvcmRhciBjb20gb3MgdGVybW9zIGEgc2VndWlyLgoKQ29uY29yZGFyIGNvbSBvIFRlcm1vIGRlIExpY2VuY2lhbWVudG8sIHNlbGVjaW9uYW5kbyAiRXUgY29uY29yZG8gY29tIG8gVGVybW8gZGUgTGljZW5jaWFtZW50byIgZSBjbGlxdWUgZW0gIkZpbmFsaXphciBzdWJtaXNzw6NvIi4KClRFUk1PUyBMSUNFTkNJQU1FTlRPIFBBUkEgQVJRVUlWQU1FTlRPLCBSRVBST0RVw4fDg08gRSBESVZVTEdBw4fDg08gUMOaQkxJQ0EgREUgQ09OVEXDmkRPIMOAIEJJQkxJT1RFQ0EgVklSVFVBTCBGR1YgKHZlcnPDo28gMS4yKQoKMS4gVm9jw6osIHVzdcOhcmlvLWRlcG9zaXRhbnRlIGRhIEJpYmxpb3RlY2EgVmlydHVhbCBGR1YsIGFzc2VndXJhLCBubyBwcmVzZW50ZSBhdG8sIHF1ZSDDqSB0aXR1bGFyIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBwYXRyaW1vbmlhaXMgZS9vdSBkaXJlaXRvcyBjb25leG9zIHJlZmVyZW50ZXMgw6AgdG90YWxpZGFkZSBkYSBPYnJhIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhIGVtIGZvcm1hdG8gZGlnaXRhbCwgYmVtIGNvbW8gZGUgc2V1cyBjb21wb25lbnRlcyBtZW5vcmVzLCBlbSBzZSB0cmF0YW5kbyBkZSBvYnJhIGNvbGV0aXZhLCBjb25mb3JtZSBvIHByZWNlaXR1YWRvIHBlbGEgTGVpIDkuNjEwLzk4IGUvb3UgTGVpIDkuNjA5Lzk4LiBOw6NvIHNlbmRvIGVzdGUgbyBjYXNvLCB2b2PDqiBhc3NlZ3VyYSB0ZXIgb2J0aWRvLCBkaXJldGFtZW50ZSBkb3MgZGV2aWRvcyB0aXR1bGFyZXMsIGF1dG9yaXphw6fDo28gcHLDqXZpYSBlIGV4cHJlc3NhIHBhcmEgbyBkZXDDs3NpdG8gZSBkaXZ1bGdhw6fDo28gZGEgT2JyYSwgYWJyYW5nZW5kbyB0b2RvcyBvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBlIGNvbmV4b3MgYWZldGFkb3MgcGVsYSBhc3NpbmF0dXJhIGRvcyBwcmVzZW50ZXMgdGVybW9zIGRlIGxpY2VuY2lhbWVudG8sIGRlIG1vZG8gYSBlZmV0aXZhbWVudGUgaXNlbnRhciBhIEZ1bmRhw6fDo28gR2V0dWxpbyBWYXJnYXMgZSBzZXVzIGZ1bmNpb27DoXJpb3MgZGUgcXVhbHF1ZXIgcmVzcG9uc2FiaWxpZGFkZSBwZWxvIHVzbyBuw6NvLWF1dG9yaXphZG8gZG8gbWF0ZXJpYWwgZGVwb3NpdGFkbywgc2VqYSBlbSB2aW5jdWxhw6fDo28gw6AgQmlibGlvdGVjYSBWaXJ0dWFsIEZHViwgc2VqYSBlbSB2aW5jdWxhw6fDo28gYSBxdWFpc3F1ZXIgc2VydmnDp29zIGRlIGJ1c2NhIGUgZGlzdHJpYnVpw6fDo28gZGUgY29udGXDumRvIHF1ZSBmYcOnYW0gdXNvIGRhcyBpbnRlcmZhY2VzIGUgZXNwYcOnbyBkZSBhcm1hemVuYW1lbnRvIHByb3ZpZGVuY2lhZG9zIHBlbGEgRnVuZGHDp8OjbyBHZXR1bGlvIFZhcmdhcyBwb3IgbWVpbyBkZSBzZXVzIHNpc3RlbWFzIGluZm9ybWF0aXphZG9zLgoKMi4gQSBhc3NpbmF0dXJhIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhIHRlbSBjb21vIGNvbnNlccO8w6puY2lhIGEgdHJhbnNmZXLDqm5jaWEsIGEgdMOtdHVsbyBuw6NvLWV4Y2x1c2l2byBlIG7Do28tb25lcm9zbywgaXNlbnRhIGRvIHBhZ2FtZW50byBkZSByb3lhbHRpZXMgb3UgcXVhbHF1ZXIgb3V0cmEgY29udHJhcHJlc3Rhw6fDo28sIHBlY3VuacOhcmlhIG91IG7Do28sIMOgIEZ1bmRhw6fDo28gR2V0dWxpbyBWYXJnYXMsIGRvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBhcm1hemVuYXIgZGlnaXRhbG1lbnRlLCByZXByb2R1emlyIGUgZGlzdHJpYnVpciBuYWNpb25hbCBlIGludGVybmFjaW9uYWxtZW50ZSBhIE9icmEsIGluY2x1aW5kby1zZSBvIHNldSByZXN1bW8vYWJzdHJhY3QsIHBvciBtZWlvcyBlbGV0csO0bmljb3MsIG5vIHNpdGUgZGEgQmlibGlvdGVjYSBWaXJ0dWFsIEZHViwgYW8gcMO6YmxpY28gZW0gZ2VyYWwsIGVtIHJlZ2ltZSBkZSBhY2Vzc28gYWJlcnRvLgoKMy4gQSBwcmVzZW50ZSBsaWNlbsOnYSB0YW1iw6ltIGFicmFuZ2UsIG5vcyBtZXNtb3MgdGVybW9zIGVzdGFiZWxlY2lkb3Mgbm8gaXRlbSAyLCBzdXByYSwgcXVhbHF1ZXIgZGlyZWl0byBkZSBjb211bmljYcOnw6NvIGFvIHDDumJsaWNvIGNhYsOtdmVsIGVtIHJlbGHDp8OjbyDDoCBPYnJhIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhLCBpbmNsdWluZG8tc2Ugb3MgdXNvcyByZWZlcmVudGVzIMOgIHJlcHJlc2VudGHDp8OjbyBww7pibGljYSBlL291IGV4ZWN1w6fDo28gcMO6YmxpY2EsIGJlbSBjb21vIHF1YWxxdWVyIG91dHJhIG1vZGFsaWRhZGUgZGUgY29tdW5pY2HDp8OjbyBhbyBww7pibGljbyBxdWUgZXhpc3RhIG91IHZlbmhhIGEgZXhpc3Rpciwgbm9zIHRlcm1vcyBkbyBhcnRpZ28gNjggZSBzZWd1aW50ZXMgZGEgTGVpIDkuNjEwLzk4LCBuYSBleHRlbnPDo28gcXVlIGZvciBhcGxpY8OhdmVsIGFvcyBzZXJ2acOnb3MgcHJlc3RhZG9zIGFvIHDDumJsaWNvIHBlbGEgQmlibGlvdGVjYSBWaXJ0dWFsIEZHVi4KCjQuIEVzdGEgbGljZW7Dp2EgYWJyYW5nZSwgYWluZGEsIG5vcyBtZXNtb3MgdGVybW9zIGVzdGFiZWxlY2lkb3Mgbm8gaXRlbSAyLCBzdXByYSwgdG9kb3Mgb3MgZGlyZWl0b3MgY29uZXhvcyBkZSBhcnRpc3RhcyBpbnTDqXJwcmV0ZXMgb3UgZXhlY3V0YW50ZXMsIHByb2R1dG9yZXMgZm9ub2dyw6FmaWNvcyBvdSBlbXByZXNhcyBkZSByYWRpb2RpZnVzw6NvIHF1ZSBldmVudHVhbG1lbnRlIHNlamFtIGFwbGljw6F2ZWlzIGVtIHJlbGHDp8OjbyDDoCBvYnJhIGRlcG9zaXRhZGEsIGVtIGNvbmZvcm1pZGFkZSBjb20gbyByZWdpbWUgZml4YWRvIG5vIFTDrXR1bG8gViBkYSBMZWkgOS42MTAvOTguCgo1LiBTZSBhIE9icmEgZGVwb3NpdGFkYSBmb2kgb3Ugw6kgb2JqZXRvIGRlIGZpbmFuY2lhbWVudG8gcG9yIGluc3RpdHVpw6fDtWVzIGRlIGZvbWVudG8gw6AgcGVzcXVpc2Egb3UgcXVhbHF1ZXIgb3V0cmEgc2VtZWxoYW50ZSwgdm9jw6ogb3UgbyB0aXR1bGFyIGFzc2VndXJhIHF1ZSBjdW1wcml1IHRvZGFzIGFzIG9icmlnYcOnw7VlcyBxdWUgbGhlIGZvcmFtIGltcG9zdGFzIHBlbGEgaW5zdGl0dWnDp8OjbyBmaW5hbmNpYWRvcmEgZW0gcmF6w6NvIGRvIGZpbmFuY2lhbWVudG8sIGUgcXVlIG7Do28gZXN0w6EgY29udHJhcmlhbmRvIHF1YWxxdWVyIGRpc3Bvc2nDp8OjbyBjb250cmF0dWFsIHJlZmVyZW50ZSDDoCBwdWJsaWNhw6fDo28gZG8gY29udGXDumRvIG9yYSBzdWJtZXRpZG8gw6AgQmlibGlvdGVjYSBWaXJ0dWFsIEZHVi4KCjYuIENhc28gYSBPYnJhIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhIGVuY29udHJlLXNlIGxpY2VuY2lhZGEgc29iIHVtYSBsaWNlbsOnYSBDcmVhdGl2ZSBDb21tb25zIChxdWFscXVlciB2ZXJzw6NvKSwgc29iIGEgbGljZW7Dp2EgR05VIEZyZWUgRG9jdW1lbnRhdGlvbiBMaWNlbnNlIChxdWFscXVlciB2ZXJzw6NvKSwgb3Ugb3V0cmEgbGljZW7Dp2EgcXVhbGlmaWNhZGEgY29tbyBsaXZyZSBzZWd1bmRvIG9zIGNyaXTDqXJpb3MgZGEgRGVmaW5pdGlvbiBvZiBGcmVlIEN1bHR1cmFsIFdvcmtzIChkaXNwb27DrXZlbCBlbTogaHR0cDovL2ZyZWVkb21kZWZpbmVkLm9yZy9EZWZpbml0aW9uKSBvdSBGcmVlIFNvZnR3YXJlIERlZmluaXRpb24gKGRpc3BvbsOtdmVsIGVtOiBodHRwOi8vd3d3LmdudS5vcmcvcGhpbG9zb3BoeS9mcmVlLXN3Lmh0bWwpLCBvIGFycXVpdm8gcmVmZXJlbnRlIMOgIE9icmEgZGV2ZSBpbmRpY2FyIGEgbGljZW7Dp2EgYXBsaWPDoXZlbCBlbSBjb250ZcO6ZG8gbGVnw612ZWwgcG9yIHNlcmVzIGh1bWFub3MgZSwgc2UgcG9zc8OtdmVsLCB0YW1iw6ltIGVtIG1ldGFkYWRvcyBsZWfDrXZlaXMgcG9yIG3DoXF1aW5hLiBBIGluZGljYcOnw6NvIGRhIGxpY2Vuw6dhIGFwbGljw6F2ZWwgZGV2ZSBzZXIgYWNvbXBhbmhhZGEgZGUgdW0gbGluayBwYXJhIG9zIHRlcm1vcyBkZSBsaWNlbmNpYW1lbnRvIG91IHN1YSBjw7NwaWEgaW50ZWdyYWwuCgpBbyBjb25jbHVpciBhIHByZXNlbnRlIGV0YXBhIGUgYXMgZXRhcGFzIHN1YnNlccO8ZW50ZXMgZG8gcHJvY2Vzc28gZGUgc3VibWlzc8OjbyBkZSBhcnF1aXZvcyDDoCBCaWJsaW90ZWNhIFZpcnR1YWwgRkdWLCB2b2PDqiBhdGVzdGEgcXVlIGxldSBlIGNvbmNvcmRhIGludGVncmFsbWVudGUgY29tIG9zIHRlcm1vcyBhY2ltYSBkZWxpbWl0YWRvcywgYXNzaW5hbmRvLW9zIHNlbSBmYXplciBxdWFscXVlciByZXNlcnZhIGUgbm92YW1lbnRlIGNvbmZpcm1hbmRvIHF1ZSBjdW1wcmUgb3MgcmVxdWlzaXRvcyBpbmRpY2Fkb3Mgbm8gaXRlbSAxLCBzdXByYS4KCkhhdmVuZG8gcXVhbHF1ZXIgZGlzY29yZMOibmNpYSBlbSByZWxhw6fDo28gYW9zIHByZXNlbnRlcyB0ZXJtb3Mgb3UgbsOjbyBzZSB2ZXJpZmljYW5kbyBvIGV4aWdpZG8gbm8gaXRlbSAxLCBzdXByYSwgdm9jw6ogZGV2ZSBpbnRlcnJvbXBlciBpbWVkaWF0YW1lbnRlIG8gcHJvY2Vzc28gZGUgc3VibWlzc8Ojby4gQSBjb250aW51aWRhZGUgZG8gcHJvY2Vzc28gZXF1aXZhbGUgw6AgYXNzaW5hdHVyYSBkZXN0ZSBkb2N1bWVudG8sIGNvbSB0b2RhcyBhcyBjb25zZXHDvMOqbmNpYXMgbmVsZSBwcmV2aXN0YXMsIHN1amVpdGFuZG8tc2UgbyBzaWduYXTDoXJpbyBhIHNhbsOnw7VlcyBjaXZpcyBlIGNyaW1pbmFpcyBjYXNvIG7Do28gc2VqYSB0aXR1bGFyIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBwYXRyaW1vbmlhaXMgZS9vdSBjb25leG9zIGFwbGljw6F2ZWlzIMOgIE9icmEgZGVwb3NpdGFkYSBkdXJhbnRlIGVzdGUgcHJvY2Vzc28sIG91IGNhc28gbsOjbyB0ZW5oYSBvYnRpZG8gcHLDqXZpYSBlIGV4cHJlc3NhIGF1dG9yaXphw6fDo28gZG8gdGl0dWxhciBwYXJhIG8gZGVww7NzaXRvIGUgdG9kb3Mgb3MgdXNvcyBkYSBPYnJhIGVudm9sdmlkb3MuCgpQYXJhIGEgc29sdcOnw6NvIGRlIHF1YWxxdWVyIGTDunZpZGEgcXVhbnRvIGFvcyB0ZXJtb3MgZGUgbGljZW5jaWFtZW50byBlIG8gcHJvY2Vzc28gZGUgc3VibWlzc8OjbywgY2xpcXVlIG5vIGxpbmsgIkZhbGUgY29ub3NjbyIuCgpTZSB2b2PDqiB0aXZlciBkw7p2aWRhcyBzb2JyZSBlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBwb3IgZmF2b3IgZW50cmUgZW0gY29udGF0byBjb20gb3MgYWRtaW5pc3RyYWRvcmVzIGRvIFJlcG9zaXTDs3Jpby4K |
| dc.title.por.fl_str_mv |
Lentidão de Estados e Municípios na universalização do saneamento básico |
| title |
Lentidão de Estados e Municípios na universalização do saneamento básico |
| spellingShingle |
Lentidão de Estados e Municípios na universalização do saneamento básico Pinto, Leandro de Carvalho Saneamento básico Universalização Desinteresse Análise de conteúdo Basic sanitation Universalization Disinterest Content analysis Administração pública Saúde pública Saneamento - Brasil Governança Administração pública |
| title_short |
Lentidão de Estados e Municípios na universalização do saneamento básico |
| title_full |
Lentidão de Estados e Municípios na universalização do saneamento básico |
| title_fullStr |
Lentidão de Estados e Municípios na universalização do saneamento básico |
| title_full_unstemmed |
Lentidão de Estados e Municípios na universalização do saneamento básico |
| title_sort |
Lentidão de Estados e Municípios na universalização do saneamento básico |
| author |
Pinto, Leandro de Carvalho |
| author_facet |
Pinto, Leandro de Carvalho |
| author_role |
author |
| dc.contributor.unidadefgv.por.fl_str_mv |
Escolas::EBAPE |
| dc.contributor.member.none.fl_str_mv |
Menezes, Aline Brêtas de Felipe, Ednilson Silva |
| dc.contributor.author.fl_str_mv |
Pinto, Leandro de Carvalho |
| dc.contributor.advisor1.fl_str_mv |
Pereira Filho, Carlos Eduardo Ferreira |
| contributor_str_mv |
Pereira Filho, Carlos Eduardo Ferreira |
| dc.subject.por.fl_str_mv |
Saneamento básico Universalização Desinteresse Análise de conteúdo |
| topic |
Saneamento básico Universalização Desinteresse Análise de conteúdo Basic sanitation Universalization Disinterest Content analysis Administração pública Saúde pública Saneamento - Brasil Governança Administração pública |
| dc.subject.eng.fl_str_mv |
Basic sanitation Universalization Disinterest Content analysis |
| dc.subject.area.por.fl_str_mv |
Administração pública |
| dc.subject.bibliodata.por.fl_str_mv |
Saúde pública Saneamento - Brasil Governança Administração pública |
| description |
Objetivo – Compreender as razões para a lentidão de Estados e Municípios no processo de regionalização previsto no novo marco legal do saneamento básico rumo à sua universalização. Metodologia - Pesquisa explicativa com o objetivo de identificar e entender as razões de resistência à prestação regionalizada dos serviços de saneamento básico. Trabalhou-se com a hipótese de que os poderes executivos de Estados e Municípios, em sua maioria, não têm interesse na delegação dos serviços de saneamento básico à iniciativa privada. Resultados – Desinteresse em desestatizar os serviços de saneamento básico não só por parte dos poderes executivos de Estados e Municípios, mas também de seus poderes legislativos, das atuais prestadoras públicas desses serviços e de outras entidades relacionadas ao setor. Utilidade na manutenção das companhias estaduais como principais prestadoras dos serviços. Limitações - Como limitação metodológica temos a ausência de informações nos sítios eletrônicos dos governos estaduais acerca das adesões formalizadas pelos Municípios aos respectivos blocos regionais, bem como acerca da criação das correspondentes estruturas de governança, e a ausência de dados relativos a ações praticadas pelo governo federal no que concerne à universalização do saneamento básico. Contribuições práticas - A pesquisa trouxe à luz vários motivos que atrasam a mudança de paradigma na prestação dos serviços de saneamento básico e permitiu chegar a algumas possíveis conduções que podem permitir o avanço da universalização desses serviços. Contribuições sociais – A identificação de alguns dos motivos que travam o processo de regionalização pode contribuir para a universalização do saneamento básico no país. Originalidade – Estudo de possível conexão entre o pouco esforço de Estados e Municípios em efetivarem completamente o processo de regionalização e o desinteresse de seus poderes executivos em delegar à iniciativa privada os serviços de saneamento básico. |
| publishDate |
2024 |
| dc.date.accessioned.fl_str_mv |
2024-09-17T12:07:03Z |
| dc.date.available.fl_str_mv |
2024-09-17T12:07:03Z |
| dc.date.issued.fl_str_mv |
2024-08-23 |
| dc.type.status.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/publishedVersion |
| dc.type.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/masterThesis |
| format |
masterThesis |
| status_str |
publishedVersion |
| dc.identifier.uri.fl_str_mv |
https://hdl.handle.net/10438/35872 |
| url |
https://hdl.handle.net/10438/35872 |
| dc.language.iso.fl_str_mv |
por |
| language |
por |
| dc.rights.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/openAccess |
| eu_rights_str_mv |
openAccess |
| dc.source.none.fl_str_mv |
reponame:Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital) instname:Fundação Getulio Vargas (FGV) instacron:FGV |
| instname_str |
Fundação Getulio Vargas (FGV) |
| instacron_str |
FGV |
| institution |
FGV |
| reponame_str |
Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital) |
| collection |
Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital) |
| bitstream.url.fl_str_mv |
https://repositorio.fgv.br/bitstreams/50f02eb5-9e65-46ca-8cf8-7b58b1b7905e/download https://repositorio.fgv.br/bitstreams/81d01101-08f3-4a29-9e23-b9f28b1b8bd8/download https://repositorio.fgv.br/bitstreams/5b61a515-a095-4161-8c60-97b6ffa1d2c6/download https://repositorio.fgv.br/bitstreams/858953cd-fa40-44e0-aeb8-5e5df8ef7303/download |
| bitstream.checksum.fl_str_mv |
2a4b67231f701c416a809246e7a10077 bdd7ca9c71a38a6425b4eae05ed0a908 8b40b3afb41a6c0d78d1a8c57f3ca5bf adc0f68607be5f62867c498119892423 |
| bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv |
MD5 MD5 MD5 MD5 |
| repository.name.fl_str_mv |
Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital) - Fundação Getulio Vargas (FGV) |
| repository.mail.fl_str_mv |
|
| _version_ |
1827842580901003264 |