Desenvolvimento embrionário, descrição e cultivo de paralarvas do polvo comum (Octopus vulgaris) da costa sul do Brasil
| Ano de defesa: | 2006 |
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Silva, Lisiane Barcelos daVidal, Érica A. G.2024-05-04T03:20:36Z2024-05-04T03:20:36Z2006SILVA, Lisiane Barcelos da. Desenvolvimento embrionário, descrição e cultivo de paralarvas do polvo comum (Octopus vulgaris) da costa sul do Brasil. 2006. 101 f. Dissertação (Mestrado) – Programa de Pós-graduação em Aquicultura, Instituto de Oceanografia, Universidade Federal do Rio Grande, Rio Grande, 2006.https://repositorio.furg.br/handle/123456789/11508Dissertação (mestrado)Existe uma grande carência de informações sobre as necessidades físicas e comportamentais das paralarvas, bem como de suas preferências alimentares, o que dificulta a sua manutenção em laboratório. Estudos que contribuam para verificar os fatores que afetam a sobrevivência das paralarvas durante a larvicultura e para um maior conhecimento das fases iniciais de desenvolvimento, biologia e ecologia das paralarvas do polvo comum da costa sul do Brasil, são necessários para o desenvolvimento de protocolos experimentais para o cultivo. Para avaliar as fases iniciais de desenvolvimento do polvo comum, estimativas da taxa de absorção de vitelo, peso úmido e seco, peso orgânico e inorgânico, foram obtidos de ovos incubados a 24 ± 1° C, a cada 48 horas ao longo do desenvolvimento embrionário. Após a eclosão as paralarvas foram separadas em dois grupos, inanição a 19° C e inanição a 24° C, para avaliar a importância do conteúdo de vitelo no potencial de sobrevivência das mesmas durante a larvicultura. Os resultados indicam que a perda de biomassa do embrião foi relativamente baixa, pois houve uma redução de apenas 12 % no peso orgânico dos ovos, sugerindo que o vitelo tenha sido convertido com eficiência em massa corpórea na temperatura de incubação escolhida. A reserva de vitelo representou de 20 a 32 % do peso úmido do corpo das paralarvas na eclosão, permitindo que as mesmas sobrevivessem até 8 dias a 19° C e até 10 dias a 24° C quando em inanição. Porém, taxas de sobrevivência acima de 70 % foram registradas no Dia 5 para paralarvas mantidas a 19° C e no Dia 3 a 24° C. Estes resultados indicam que maiores taxas de mortalidade foram registradas anteriormente para paralarvas mantidas a 24° C, devido às maiores taxas metabólicas, resultando na absorção de vitelo mais rápida. Existem evidências que o polvo comum seja membro de um complexo de espécies crípticas. Assim, a descrição morfológica de paralarvas da costa sul do Brasil e comparação do padrão de cromatóforos entre paralarvas da costa sul do Brasil e do noroeste do Atlântico (Vigo, Espanha) foram realizadas. Os ovos e paralarvas de ambas as localidades foram incubados e mantidos à temperaturas de 20°C ± 2°C. Foram observadas diferenças importantes entre o padrão de cromatóforos das paralarvas de ambas localidades, principalmente na região ventral do manto e da cabeça. Porém, para avaliar em que grau estas diferenças possam estar envolvidas na complexidade da posição taxonômica da 7 espécie, seria ainda necessário o suporte de genética molecular. Um fator que tem contribuído para o aumento das taxas de mortalidade das paralarvas está relacionado às inadequadas condições físicas dos sistemas de cultivo, sendo observadas lesões nos braços das paralarvas mantidas em tanques circulares de 96 L. Com o objetivo de reduzir estas lesões 3 configurações internas de tanques de cultivo e hidrodinâmica foram testadas. Análises histológicas de braços normais e lesionados das paralarvas foram realizadas para caracterizar e identificar a causa destas lesões. Paralarvas mantidas em tanques com corrente circular e com idades de 20, 24 e 30 dias (d) apresentaram perda de ventosas e diminuição ou ausência dos OK. As paralarvas com idade de 15 d mantidas em tanques com corrente ascendente apresentaram uma estrutura nodular que indicou o início do processo abrasivo. Paralarvas de 24 d mantidas em tanques com correntes convergentes verticais não apresentaram danos epiteliais, representando a melhor hidrodinâmica testada. Os resultados indicam que as lesões são físicas, e que podem ser reduzidas através da remodelagem da configuração interna dos tanques e hidrodinâmica. Portanto, isto evidencia que a hidrodinâmica é uma das causas de mortalidade das paralarvas durante o cultivo, a qual ainda não havia sido observada anteriormente. Assim, o contato das paralarvas com as paredes deve ser evitado sempre que possível.The rearing of Octopus vulgaris paralarvae is hinder by the deficiency of information on its physical and nutritional requirements. To develop experimental protocols on paralarval rearing, studies on the factors that affect the embryonic development, survival and growth of paralarvae are necessary. In this study, the humid, dry, organic and inorganic weight of eggs incubated at 24± 1° C were obtained every 48 h and compared to the estimate yolk content of eggs. After hatching, paralarvae were divided in two groups and kept at starvation at 19° C and 24° C in order to evaluate the importance of the yolk content on the survival of paralarvae. The results showed that during embryonic development there was a reduction of only 12% in the organic weight of the eggs, suggesting that the yolk has been effectively converted into corporal tissue at the chosen incubation temperature. The yolk reserve represented from 20 to 32% of the paralarvae humid weight at hatching, allowing the paralarvae to survive up to 8 days at 19° C and 10 days at 24° C in starvation, although a survival rate of 70% was registered at Day 5 after hatching at 19° C and at Day 3 at 24 °C. Additionally, the morphological description of paralarvae from southern Brazilian including their chromatophore pattern was described and compared to that of paralarvae from northeastern Atlantic (Vigo, Spain). The eggs and paralarvae from both localities were incubated and maintained at 20°C ± 2°C. Important differences were observed on the chromatophore pattern of paralarvae from both localities, mainly in the ventral area of the mantle and head. However, other studies are necessary to determine other taxonomic differences between specimens from both localities. A factor that is associated with paralarval mortality is the inadequate physical conditions of the cultivation tanks, since it was observed that the arms of paralarvae maintained in 96 L circular tanks had lesion on their extremity. With the aim of reducing the incidence of these lesions, 3 designs of cultivation tanks with different hydrodynamics, were tested. To characterize and to identify the cause of these lesions, histological analyses of normal and damaged arms of paralarvae were accomplished. Paralarvae maintained in tanks with circular current presented loss of suckers and absence or damage in the Köllikers 9 organ at 20, 24 and 30 days after hatching. Fifteen days old paralarvae maintained in tanks with ascending current presented a nodular structure on the arms that indicated the beginning of the abrasive process. On the other hand, twenty-four days old paralarvae maintained in tanks with a vertical convergent current did not showed epithelial damage on the arms, showing that this was the best tank design tested. This result clearly indicate that the lesions observed are physical and caused by excessive contact of paralarvae with the tank walls. The lesions can be reduced by re-modeling the configuration and hydrodynamic of the tanks. Therefore, the hydrodynamics of the tank is one of the causes of mortality during rearing of paralarvae, showing that the contact of the paralarvae with the tank walls should be always avoided.porDesenvolvimento embrionário, descrição e cultivo de paralarvas do polvo comum (Octopus vulgaris) da costa sul do Brasilinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da FURG (RI FURG)instname:Universidade Federal do Rio Grande (FURG)instacron:FURGORIGINALDissertação - Lisiane Silva.pdfDissertação - Lisiane Silva.pdfDissertação (mestrado)application/pdf2589687https://repositorio.furg.br/bitstreams/778df4fa-4c2a-477b-94bb-40c78fdd7789/download80ddffa4124449469f4f9bc57ce972eeMD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://repositorio.furg.br/bitstreams/4eb3246d-777f-4c71-8b20-954993a24375/download8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52falseAnonymousREADTEXTDissertação - Lisiane Silva.pdf.txtDissertação - Lisiane Silva.pdf.txtExtracted texttext/plain102337https://repositorio.furg.br/bitstreams/9edf23a9-bc1d-4bec-a044-17baa2b8f99e/download6af59e41940adee6a0ce514e286f3d59MD53falseAnonymousREADTHUMBNAILDissertação - Lisiane Silva.pdf.jpgDissertação - Lisiane Silva.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3155https://repositorio.furg.br/bitstreams/edd8aba5-1b57-4fc2-9635-4697bf01269d/download257461484a8fa295f4eb098f3226efb4MD54falseAnonymousREAD123456789/115082025-12-10 02:15:00.932open.accessoai:repositorio.furg.br:123456789/11508https://repositorio.furg.brRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.furg.br/oai/request || http://200.19.254.174/oai/requestrepositorio@furg.br||sib.bdtd@furg.bropendoar:2025-12-10T05:15Repositório Institucional da FURG (RI FURG) - Universidade Federal do Rio Grande (FURG)falseTk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo= |
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