Ocorrência de Nascimentos Prematuros em um município do extremo sul do Brasil.
| Ano de defesa: | 2017 |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://repositorio.furg.br/handle/1/10056 |
Resumo: | Objetivou-se medir a ocorrência e identificar fatores associados à prematuridade, especialmente em relação à assistência recebida durante a gestação no município do Rio Grande(RS). Todos os nascidos únicos de puérperas domiciliadas no município e que tiveram parto nas duas únicas maternidades. Foi realizado um estudo observacional de caráter transversal. Foi aplicado, no ano de 2013, a todas as parturientes um questionário padronizado e pré-codificado, nas primeiras 48 horas pós-parto. A prematuridade foi definida como todo nascimento com idade gestacional inferior a 37 semanas, estimado prioritariamente por exame de ultrassonografia realizado entre a 6ª e a 20ª semana. Dentre os 2.438 nascimentos estudados, 17,4% (IC95%: 15,9 a 18,9) foram pré-termo. A prematuridade foi maior entre as puérperas de maior renda (p=0,010), com dois ou mais partos prematuros prévios (p=0,014), que realizaram o pré-natal no serviço privado (p=0,012), depressivas (p=0,016), e que não realizaram atividade física na gestação (p=0,010). Quanto menor foi o número de consultas de pré-natal realizadas, maior foi o risco de nascimentoprematuro (p<0,001). Os resultados mostram importante associação entre prematuridade e assistência pré-natal. O aumento no número de consultas de pré-natal realizadas pode contribuir para a redução na ocorrência de parto prematuro. Além disso, as equipes de saúde devem ter atenção aos casos de gestantes com parto pré-termo anterior, orientando e tratando as morbidades e incentivando a adoção de comportamentos saudáveis. |
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A prematuridade foi definida como todo nascimento com idade gestacional inferior a 37 semanas, estimado prioritariamente por exame de ultrassonografia realizado entre a 6ª e a 20ª semana. Dentre os 2.438 nascimentos estudados, 17,4% (IC95%: 15,9 a 18,9) foram pré-termo. A prematuridade foi maior entre as puérperas de maior renda (p=0,010), com dois ou mais partos prematuros prévios (p=0,014), que realizaram o pré-natal no serviço privado (p=0,012), depressivas (p=0,016), e que não realizaram atividade física na gestação (p=0,010). Quanto menor foi o número de consultas de pré-natal realizadas, maior foi o risco de nascimentoprematuro (p<0,001). Os resultados mostram importante associação entre prematuridade e assistência pré-natal. O aumento no número de consultas de pré-natal realizadas pode contribuir para a redução na ocorrência de parto prematuro. 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