Plásticos na superfície oceânica do sul do Brasil e Antártica: concentrações, características e comunidades epiplásticas
| Ano de defesa: | 2019 |
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Lacerda, Ana Luzia de FigueirêdoProietti, Maíra C.Kessler, Felipe2025-02-18T19:58:16Z2025-02-18T19:58:16Z2019LACERDA, Ana Luzia de Figueirêdo. Plásticos na superfície oceânica do sul do Brasil e Antártica: concentrações, características e comunidades epiplásticas. 2019. 135 f. Tese (Doutorado em Oceanografia Biológica) - Programa de Pós-graduação em Oceanografia Biológica, Instituto de Oceanografia, Universidade Federal do Rio Grande, Rio Grande, 2019.https://repositorio.furg.br/handle/123456789/12216Tese (Doutorado)Visto o rápido e crescente acúmulo de plásticos nos oceanos e seus impactos negativos aos ecossistemas marinhos, torna-se fundamental ampliar o entendimento sobre este tema para propor soluções. Este estudo visou quantificar, caracterizar e avaliar as fontes de plásticos em águas marinhas superficiais da costa Sul do Brasil e da Antártica, bem como descrever as comunidades que esses materiais abrigam (comunidades epiplásticas, também conhecidas como plastisfera), através de microscopia eletrônica de varredura e um perfil multibarcoding (genes 16S, regiões V4 e V9 do 18S e ITS2). Plásticos foram amostrados no ambiente oceânico na interface oceano-ar, utilizando rede manta (malha de 330 µm), em dez pontos na costa Sul do Brasil e em doze pontos no entorno da Península Antártica. Foram encontrados plásticos de diferentes tamanhos (micro e mesoplásticos), formatos (fragmento, linha, esfera, filme e espuma), cores, maleabilidade (rígido e flexível) e composição polimérica. Para ambas as localidades, houve dominância de microplásticos (< 5mm), com o formato “fragmento” sendo a categoria mais abundante, seguido de “linha”. Itens flexíveis foram mais abundantes e os plásticos amostrados neste estudo apresentaram nove cores (branco, azul, amarelo, verde, cinza, laranja, vermelho, preto, marrom), com maior ocorrência de plásticos de cor branca. Análises de espectroscopia revelaram que polietileno, poliamida, poliuretano e polipropileno foram os polímeros mais comuns, com alguns apresentando degradação e outros não. No Brasil, as maiores concentrações de plástico foram em estações próximas à costa, na desembocadura de estuários (Rio Itajaí-Açu e Lagoa dos Patos), bem como em uma estação oceânica localizada próxima a uma área de intensa atividade pesqueira, indicando que rios/lagunas e a pesca são importantes fontes de plástico para a região. Na Antártica, o modelo de dispersão de partículas mostrou que, por pelo menos sete anos (tempo considerado no modelo), os plásticos foram oriundos de latitudes acima de 58ºS. Isto pode indicar que atividades locais (como atividades de turismo, pesquisa e pesca) são as principais fontes de plásticos na região. A diversidade de organismos presentes no biofilme dos plásticos mostrou diferentes grupos de procariotos e eucariotos, incluindo microorganismos (como bactérias e fungos) previamente descritos como patógenos e biodegradadores de plásticos. Esta foi a primeira descrição de fungos de plastisfera no Hemisfério Sul e torna-se necessário melhor investigar os impactos desse grupo, com foco em suas funções ecológicas.Given the rapid and increasing accumulation of plastics in the oceans and their negative impacts on marine ecosystems, it is essential to increase understanding on this topic in order to propose solutions. This study aimed to quantify, characterize and evaluate potential sources of plastics in surface marine waters of Brazil and Antarctica, as well as describe the communities that these materials host (plastisphere) by scanning electron microscopy (SEM) and a multibarcoding profile (genes 16S, 18S and ITS2 V4 and V9 regions). Plastics were sampled at the ocean-air interface using a manta net (330 µm mesh) at ten points along the southern coast of Brazil and twelve points around the Antarctic Peninsula. Our study revealed plastics of different sizes (micro, mesoplastic), shapes (fragment, line, sphere, film, foam), colors, malleability (rigid or flexible) and polymer composition. For both localities, there was dominance of microplastics (<5mm), with the “fragment” format being the most abundant category, followed by “line”. Flexible items were more abundant and the plastics sampled in this study showed nine colors (white, blue, yellow, green, gray, orange, red, black, brown), with a greater abundance of white plastics. Spectroscopy analysis revealed that polyethylene, polyamide, polyurethane and polypropylene were the most abundant polymers, and presented different degrees of degradation. In Brazil, the highest concentrations of plastic were in stations near the coast, at the mouth of estuaries (Itajaí-Açu River and Lagoa dos Patos), as well as at an oceanic station located near an area of intense fisheries, indicating rivers/lagoons and fishing as important sources of plastic for the region. In Antarctica, the particle dispersion model showed that for at least seven years (time considered in the model) plastics did not originate from latitudes lower than 58º S. This may indicate that local activities (attributed to tourism, research and fishing activities) are the main sources of plastics. The diversity of organisms present in plastic biofilms showed different groups of prokaryotes and eukaryotes, including microorganisms (such as bacteria and fungi) previously described as pathogens and plastic biodegraders. This is the first description of plastisphere fungi in the Southern Hemisphere, and we highlight the need to further investigate the impacts of this group, focusing on their ecological functions.porPlasticsMarine pollutionMetabarcodingPlastispherePlásticosPoluição marinhaPlastisferaPlásticos na superfície oceânica do sul do Brasil e Antártica: concentrações, características e comunidades epiplásticasinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da FURG (RI FURG)instname:Universidade Federal do Rio Grande (FURG)instacron:FURGORIGINALTESE ANA LACERDA.pdfTESE ANA LACERDA.pdfapplication/pdf3160603https://repositorio.furg.br/bitstreams/80d10c08-af78-48c8-ac09-6ab5eb9119ac/download7df52b15fa995f8513100ae55b748f36MD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://repositorio.furg.br/bitstreams/0b319a86-bc68-4d2e-8de1-20c4429e32d5/download8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52falseAnonymousREADTEXTTESE ANA LACERDA.pdf.txtTESE ANA LACERDA.pdf.txtExtracted texttext/plain102018https://repositorio.furg.br/bitstreams/1862ecbd-8aae-4b5a-809f-30837c48a835/download83343267408e9dadbc8bcd7bf765bae5MD53falseAnonymousREADTHUMBNAILTESE ANA LACERDA.pdf.jpgTESE ANA LACERDA.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3916https://repositorio.furg.br/bitstreams/58b5cc72-70ca-4a0f-9991-2fa2c6d72128/downloadd85814adec5fba4f87617b3adab29f17MD54falseAnonymousREAD123456789/122162025-12-10 02:18:12.639open.accessoai:repositorio.furg.br:123456789/12216https://repositorio.furg.brRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.furg.br/oai/request || http://200.19.254.174/oai/requestrepositorio@furg.br||sib.bdtd@furg.bropendoar:2025-12-10T05:18:12Repositório Institucional da FURG (RI FURG) - Universidade Federal do Rio Grande (FURG)falseTk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo= |
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