Contribuições ao estudo das variações morfossedimentares superficiais e estratigráficas da Praia dos Concheiros, RS
| Ano de defesa: | 2015 |
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Resumo: | A Praia dos Concheiros possui características únicas no Rio Grande do Sul. Sua composição sedimentológica e a morfologia resultante são notáveis quando comparada a praias adjacentes. Os depósitos de bioclastos presentes na face praial – que dão nome à praia – são distribuídos de forma descontínua e rítmica, mostrando algum tipo de dinâmica oscilatória, atuando no transporte e na deposição desses sedimentos. Este fato pode estar associado a forçantes com componentes longitudinais, como ondas marginais, ou a mecanismos de auto-organização, nos quais interações não-lineares e processos de feedback entre a hidrodinâmica, morfologia e sedimentologia acarretam a formação desses padrões rítmicos dos depósitos. A amostragem textural de forma automatizada por meio de imageamento digital se mostra um método muito eficaz, por ser rápido e de baixo custo, sem perder acurácia, permitindo assim uma cobertura de maior resolução espaço-temporal sem um grande aumento de esforço. Processos de transporte sedimentar que ocorrem na face praial, tanto na direção transversal quanto na longitudinal, deixam registrado suas assinaturas na estratigrafia. Portanto, para investigar a estrutura interna da praia, foi utilizado um GPR (Ground-Penetrating-Radar), um equipamento geofísico não-invasivo para análise de camadas da sub-superfície. Com base nos dados adquiridos utilizando esses métodos, foi dado um passo em direção a uma melhor compreensão dos fatores – por exemplo, migração da zona de swash e o agente eólico - responsáveis pela formação de estruturas sedimentares encontradas na área de estudo, como as laminações intercaladas de areia fina siliclástica e de cascalho biodetrítico. Os bioclastos depositados na face praial são a parte emersa de uma feição sedimentológica muito maior, que tem variações que ocorrem em várias escalas espaciais e temporais. Então, fica claro que um melhor entendimento dessa praia e do comportamento desses sedimentos biogênicos só tem a agregar conhecimento sobre diversos processos dinâmicos atuantes na zona costeira. Por todas essas características e por ser isolada geograficamente, a Praia dos Concheiros se configura como um laboratório de oceanografia costeira em escala real, onde vários estudos morfodinâmicos e paleoceanográficos podem e devem ser realizados. |
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Damião, André Luiz AraujoNicolodi, João Luís2021-12-17T13:09:27Z2021-12-17T13:09:27Z2015DAMIÃO, André Luiz Araujo. Contribuições ao estudo das variações morfossedimentares superficiais e estratigráficas da Praia dos Concheiros, RS. 2015. 71 f. Dissertação (Mestrado em Oceanografia Física, Química e Geológica) – Instituto de Oceanografia. Universidade Federal do Rio Grande, Rio Grande, 2015http://repositorio.furg.br/handle/1/9960A Praia dos Concheiros possui características únicas no Rio Grande do Sul. Sua composição sedimentológica e a morfologia resultante são notáveis quando comparada a praias adjacentes. Os depósitos de bioclastos presentes na face praial – que dão nome à praia – são distribuídos de forma descontínua e rítmica, mostrando algum tipo de dinâmica oscilatória, atuando no transporte e na deposição desses sedimentos. Este fato pode estar associado a forçantes com componentes longitudinais, como ondas marginais, ou a mecanismos de auto-organização, nos quais interações não-lineares e processos de feedback entre a hidrodinâmica, morfologia e sedimentologia acarretam a formação desses padrões rítmicos dos depósitos. A amostragem textural de forma automatizada por meio de imageamento digital se mostra um método muito eficaz, por ser rápido e de baixo custo, sem perder acurácia, permitindo assim uma cobertura de maior resolução espaço-temporal sem um grande aumento de esforço. Processos de transporte sedimentar que ocorrem na face praial, tanto na direção transversal quanto na longitudinal, deixam registrado suas assinaturas na estratigrafia. Portanto, para investigar a estrutura interna da praia, foi utilizado um GPR (Ground-Penetrating-Radar), um equipamento geofísico não-invasivo para análise de camadas da sub-superfície. Com base nos dados adquiridos utilizando esses métodos, foi dado um passo em direção a uma melhor compreensão dos fatores – por exemplo, migração da zona de swash e o agente eólico - responsáveis pela formação de estruturas sedimentares encontradas na área de estudo, como as laminações intercaladas de areia fina siliclástica e de cascalho biodetrítico. Os bioclastos depositados na face praial são a parte emersa de uma feição sedimentológica muito maior, que tem variações que ocorrem em várias escalas espaciais e temporais. Então, fica claro que um melhor entendimento dessa praia e do comportamento desses sedimentos biogênicos só tem a agregar conhecimento sobre diversos processos dinâmicos atuantes na zona costeira. Por todas essas características e por ser isolada geograficamente, a Praia dos Concheiros se configura como um laboratório de oceanografia costeira em escala real, onde vários estudos morfodinâmicos e paleoceanográficos podem e devem ser realizados.Concheiros Beach has unique charachteristis in Rio Grande do Sul. Its sedimentological composition and resulting morphology are notable when compared to adjacent beaches. The bioclastic deposits present in the beach face – where the name of the beach comes from – are distributed in a descontinuous and rhythmic way, showing some kind of oscillatory dynamic acting in the transport and deposition of these sediments. This fact may be associated to forcings with alongshore components, like edge-waves, or with self-organization mechanisms, in which non-linears interaction and feedback processes between the hydrodynamic, morphology and sedimentology, leads to the formation of these rhythmic patterns in the deposits. Textural sampling in an automated manner using digital imagery is shown to be a very efficient method, because of its rapidity and low cost, without losing accuracy. Sedimentary transport processes that occur in the beach face, both in the cross-shore as in the alongshore direction, leave its signature recorded in the stratigraphy. Therefore, to investigate the internal structure of the beach, a GPR (Ground-Penetrating-Radar) was utilized, a non-invasive geophysical equipment that analyzes the layers in the sub-surface. Based on data acquired with these methods, a step was taken towards a better understanding of the factors – for example, swash zone migration and eolian agent - responsible for the formation of sedimentary structures found in the study site, like the intercalated laminations of fine siliclastic sand and biodetritic gravel. The bioclasts deposited in the beach face are the emerged portion of a much larger sedimentological feature that varies in many spatial and temporal scales. Hence, it is clear that a better understanding of this beach and the behavior of the biogenic sediments, comes to add knowledge about several dynamic processes acting on the coastal zone. Because of all these characteristics and because of it’s geographic isolation, Concheiros Beach configures a coastal oceanography lab in full scale, where many morphodynamic and paleoceanographic studies could and should be realized.porPraiasAnálise sedimentarBrasilRio Grande do SulPraia dos ConcheirosGeologiaConcheiros BeachSedimentary analysisGeologyBrazilContribuições ao estudo das variações morfossedimentares superficiais e estratigráficas da Praia dos Concheiros, RSinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da FURG (RI FURG)instname:Universidade Federal do Rio Grande (FURG)instacron:FURGORIGINALAndré Luiz Araujo Damião.pdfAndré Luiz Araujo Damião.pdfapplication/pdf6624084https://repositorio.furg.br/bitstreams/aac0737f-661a-4145-a45a-5e6b5d439d17/download8a6af450bc3c256397fb26d83a093db4MD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://repositorio.furg.br/bitstreams/a43f2b10-437d-42bc-9a0a-9c8bc607601f/download8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52falseAnonymousREADTEXTAndré Luiz Araujo Damião.pdf.txtAndré Luiz Araujo Damião.pdf.txtExtracted texttext/plain102869https://repositorio.furg.br/bitstreams/881e680e-3909-4aff-a39e-7ac09facfa9c/download2f0f42ef6b10180b21a032c51c698033MD53falseAnonymousREADTHUMBNAILAndré Luiz Araujo Damião.pdf.jpgAndré Luiz Araujo Damião.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3388https://repositorio.furg.br/bitstreams/e5d464ad-b30c-4239-a239-c8c5fefd3dc5/download25c1e0fe1f6e363fc1425b33d142b240MD54falseAnonymousREAD1/99602025-12-10 01:43:33.644open.accessoai:repositorio.furg.br:1/9960https://repositorio.furg.brRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.furg.br/oai/request || http://200.19.254.174/oai/requestrepositorio@furg.br||sib.bdtd@furg.bropendoar:2025-12-10T04:43:33Repositório Institucional da FURG (RI FURG) - Universidade Federal do Rio Grande (FURG)falseTk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo= |
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