Fadiga por compaixão, estresse ocupacional e engajamento no trabalho em enfermeiros de um hospital universitário
| Ano de defesa: | 2023 |
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Resumo: | Tese (doutorado) |
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Silva, Francielle Garcia daLourenção, Luciano GarciaMenezes Júnior, Luiz Antônio Alves de2025-05-12T19:23:20Z2025-05-12T19:23:20Z2023SILVA, Francielle Garcia da. Fadiga por compaixão, estresse ocupacional e engajamento no trabalho em enfermeiros de um hospital universitário. 2023. 85f. Tese (doutorado) - Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Escola de Enfermagem, Universidade Federal do Rio Grande, Rio Grande, 2023.https://repositorio.furg.br/handle/123456789/12854Tese (doutorado)Os profissionais da saúde que atuam em ambiente hospitalar estão, cada vez mais, enfrentando um conjunto de problemas físicos e psicossociais em seus ambientes de trabalho. Estudos recentes apontam o quanto a Fadiga por Compaixão e o Estresse Ocupacional estão influenciando no Engajamento no Trabalho dos enfermeiros. Este fenômeno poderá ter um impacto significativo tanto no bem-estar e qualidade de vida do profissional de saúde quanto na qualidade dos atendimentos prestados. Este estudo objetivou analisar os níveis de fadiga por compaixão, estresse ocupacional, engajamento no trabalho e a relação entre eles, em enfermeiros de um hospital universitário no extremo sul do Brasil, no período pré-pandêmico. Trata-se de um estudo transversal, descritivo e correlacional, vinculado ao macroprojeto “Fadiga por compaixão, engagement, estresse ocupacional e sintomas osteomusculares em profissionais de enfermagem em hospitais”. Os dados foram coletados no período de setembro a dezembro de 2019 e armazenados em um banco de dados do projeto matricial. Foram utilizados quatro instrumentos: o primeiro, elaborado pelos pesquisadores, contendo variáveis sociodemográficas e profissionais; o segundo foi a Escala de Estresse no Trabalho (EET); o terceiro, a Escala de Qualidade de Vida Profissional (ProQol-BR) e o quarto instrumento, a Utrecht Work Engagement Scale (UWES), todas as escalas validadas para a população brasileira. O tratamento dos dados foi realizado com o programa Statistical Package for Social Sciences (SPSS), versão 23.0, a partir de análises descritivas e exploratórias; análise de confiabilidade e análise de correlação, com aplicação de testes estatísticos apropriados, considerando nível de significância de 5% (valor-p ≤ 0,05). Participaram do estudo 83 enfermeiros, com predomínio de profissionais do sexo feminino (75,9%), na faixa etária de 26 a 35 anos (50,6%). Os profissionais apresentaram escore compatível com nível alto de satisfação por compaixão (50,00), de burnout (50,00) e de estresse traumático secundário (49,99), e 54 (65,9%) enfermeiros apresentaram fadiga por compaixão (alto nível de burnout associado ao alto nível de estresse traumático). Em relação ao estresse ocupacional, 29 (34,9%) enfermeiros atingiram escores compatíveis com a presença de estresse importante (≥2,5). Os principais estressores foram: a deficiência nos treinamentos profissionais (3,1±1,2); a deficiência na divulgação de informações sobre decisões organizacionais (3,1±1,1); a forma de distribuição das tarefas (2,9±1,0); o tipo de controle (2,6±1,0); a falta de autonomia na execução do trabalho (2,5±1,1); a falta de compreensão as responsabilidades (2,5±1,0); a falta de informações sobre as tarefas no trabalho (2,5±1,0) e o tempo insuficiente para realizar o trabalho (2,5±1,2). Os níveis de engajamento no trabalho foram classificados como altos, com escores variando de 4,2 (±1,0) a 4,6 (±1,0). Os resultados obtidos comprovam a tese e confirmam que, apesar de apresentarem bons níveis de engajamento no trabalho; os enfermeiros da atenção hospitalar apresentavam estresse ocupacional e comprometimento da qualidade de vida no trabalho, com escores compatíveis com a fadiga por compaixão, no período pré- pandêmico.Health professionals woking in hospitals are increasingly facing a set of physical and psychosocial issues in their work environments. Recent studies show how Compassion Fatigue and Occupational Stress are influencing nurses' Engagement at Work. This phenomenon may have a significant impact both on the health professional's well-being and quality of life and on the quality of care provided. This study aimed to analyze the levels of compassion fatigue, occupational stress, work engagement and the relationship between them, in nurses at a university hospital in the extreme south of Brazil, in the pre-pandemic period. This is a cross- sectional, descriptive, and correlational study, linked to the macroproject “Compassion fatigue, engagement, occupational stress and musculoskeletal symptoms in nursing professionals in hospitals”. Data were collected from September to December 2019 and stored in a matrix project database. Four instruments were used: the first, prepared by the researchers, containing sociodemographic and professional variables; the second was the Work Stress Scale (WSS); the third, the Professional Quality of Life Scale (ProQol-BR) and the fourth instrument, the Utrecht Work Engagement Scale (UWES), all scales validated for the Brazilian population. Data processing was carried out using the Statistical Package for Social Sciences (SPSS) program, version 23.0, based on descriptive and exploratory analyses; reliability analysis and correlation analysis, with application of appropriate statistical tests, considering a significance level of 5% (p-value ≤ 0.05). Eighty-three nurses participated in the study, with a predominance of female professionals (75.9%), aged between 26 and 35 years (50.6%). The professionals presented a score compatible with a high level of compassion satisfaction (50.00), Burnout (50.00), and secondary traumatic stress (49.99), and 54 (65.9%) nurses presented compassion fatigue (high level of Burnout associated with a high level of traumatic stress). Regarding occupational stress, 29 (34.9%) nurses achieved scores compatible with the presence of higher stress (2.5). The main stressors were deficiency in vocational training (3.1±1.2); deficiency in the dissemination of information on organizational decisions (3.1±1.1); the form of distribution of the task (2.9±1.0); type of control (2.6±1.0); lack of autonomy in performing the work (2.5±1.1); lack of understanding of responsibilities (2.5±1.0) and insufficient time to perform the work (2.5±1.2). Work engagement levels were classified as high, with scores ranging from 4.2 (±1.0) to 4.6 (±1.0). These results are according to this theme issue and can support that, despite having good levels of work engagement; hospital care nurses presented occupational stress as well as impaired quality of life at work; scores were compatible with the pre-pandemic period.Los profesionales de la salud que trabajan en hospitales se enfrentan cada vez más a un conjunto de problemas físicos y psicosociales en sus entornos de trabajo. Estudios recientes muestran cómo la fatiga por compasión y el estrés ocupacional están influyendo en el compromiso de las enfermeras en el trabajo. Este fenómeno puede tener un impacto significativo tanto en el bienestar y la calidad de vida del profesional de la salud como en la calidad de la atención prestada. Este estudio tuvo como objetivo analizar los niveles de fatiga por compasión, estrés ocupacional, engagement en el trabajo y la relación entre ellos, en enfermeros de un hospital universitario del extremo sur de Brasil, en el período pre-pandemia. Se trata de un estudio transversal, descriptivo y correlacional, vinculado al macroproyecto “Fatiga por compasión, engagement, estrés ocupacional y síntomas musculoesqueléticos en profesionales de enfermería en hospitales”. Los datos se recopilaron de septiembre a diciembre de 2019 y se almacenaron en una base de datos de proyectos de matriz. Se utilizaron cuatro instrumentos: el primero, elaborado por los investigadores, que contiene variables sociodemográficas y profesionales; el segundo fue la Escala de Estrés Laboral (WSS); el tercero, la Escala de Calidad de Vida Profesional (ProQol-BR) y el cuarto instrumento, la Escala de Compromiso Laboral de Utrecht (UWES), todas escalas validadas para la población brasileña. El procesamiento de datos se realizó mediante el programa Statistical Package for Social Sciences (SPSS), versión 23.0, a partir de análisis descriptivos y exploratorios; análisis de confiabilidad y análisis de correlación, con aplicación de pruebas estadísticas adecuadas, considerando un nivel de significación del 5% (p-valor ≤ 0,05). Participaron del estudio 83 enfermeros, con predominio de mujeres profesionales (75,9%), con edad entre 26 y 35 años (50,6%). Los profesionales presentaron puntuación compatible con un alto nivel de satisfacción por compasión (50,00), burnout (50,00) y estrés traumático secundario (49,99), y 54 (65,9%) enfermeras presentaron fatiga por compasión (alto nivel de burnout asociado a un alto nivel de estrés traumático). En cuanto al estrés ocupacional, 29 (34,9%) enfermeros alcanzaron puntajes compatibles con la presencia de estrés mayor (≥2,5). Los principales estresores fueron: la deficiencia en la formación profesional (3,1±1,2); la deficiencia en la divulgación de información sobre decisiones organizacionales (3,1±1,1); la forma de distribución de tareas (2,9±1,0); el tipo de control (2,6±1,0); falta de autonomía en la realización del trabajo (2,5±1,1); la falta de comprensión de las responsabilidades (2,5±1,0); falta de información sobre las tareas en el trabajo (2,5±1,0) y el tiempo insuficiente para realizar el trabajo (2,5±1,2). Los niveles de engagement en el trabajo se clasificaron como altos, con puntajes que oscilaron entre 4,2 (±1,0) y 4,6 (±1,0). Los resultados obtenidos comprueban la tesis y confirman que, a pesar de tener buenos niveles de compromiso en el trabajo, los enfermeros de atención hospitalaria presentaron estrés laboral y calidad de vida en el trabajo comprometida, con puntajes compatibles con la fatiga por compasión, en el período prepandemia.porFadiga por CompaixãoEngajamento no trabalhoEstresse OcupacionalEnfermeiras e EnfermeirosCompassion FatigueWork EngagementOccupational StressNursesFatiga por CompasiónCompromiso en el trabajoEstrés ocupacionalEnfermeros y EnfermerasFadiga por compaixão, estresse ocupacional e engajamento no trabalho em enfermeiros de um hospital universitárioCompassion fatigue, occupational stress and work engagement in nurses at a university hospitalFatiga por compasión, estrés ocupacional y compromiso en el trabajo en enfermeras de un hospital universitarioinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da FURG (RI FURG)instname:Universidade Federal do Rio Grande (FURG)instacron:FURGLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://repositorio.furg.br/bitstreams/d7681d60-69cf-4f2f-9778-3aebf8afbedc/download8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52falseAnonymousREADORIGINALFRANCIELLE GARCIA DA SILVA.pdfFRANCIELLE GARCIA DA SILVA.pdfTese (doutorado)application/pdf2054979https://repositorio.furg.br/bitstreams/a623a422-d835-4ac3-a01b-bf4ca17e60ee/downloadbc4fcb72ecb8e95539872e30dfc44668MD51trueAnonymousREADTEXTFRANCIELLE GARCIA DA SILVA.pdf.txtFRANCIELLE GARCIA DA SILVA.pdf.txtExtracted texttext/plain103348https://repositorio.furg.br/bitstreams/0f6cca61-8d2a-43ad-9f24-740096060589/download5c3a99613479f80b5191b5b6552dc924MD53falseAnonymousREADTHUMBNAILFRANCIELLE GARCIA DA SILVA.pdf.jpgFRANCIELLE GARCIA DA SILVA.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3697https://repositorio.furg.br/bitstreams/69469c85-2c73-4ffb-95d0-fce17f3484a5/downloadf05e3695e575a816b45ea82072e1990aMD54falseAnonymousREAD123456789/128542025-12-10 00:33:35.919open.accessoai:repositorio.furg.br:123456789/12854https://repositorio.furg.brRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.furg.br/oai/request || http://200.19.254.174/oai/requestrepositorio@furg.br||sib.bdtd@furg.bropendoar:2025-12-10T03:33:35Repositório Institucional da FURG (RI FURG) - Universidade Federal do Rio Grande (FURG)falseTk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo= |
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