Uso do habitat por cetáceos no sul e sudeste do Brasil
| Ano de defesa: | 2016 |
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Tullio, Juliana Couto DiSecchi, Eduardo Resende2025-02-25T16:51:38Z2025-02-25T16:51:38Z2016TULLIO, Juliana Couto Di. Uso do habitat por cetáceos no sul e sudeste do Brasil. 2016. 144 f. Tese (Doutorado em Oceanografia Biológica) - Programa de Pós-graduação em Oceanografia Biológica, Instituto de Oceanografia, Universidade Federal do Rio Grande, Rio Grande, 2016.https://repositorio.furg.br/handle/123456789/12273Tese (Doutorado)A distribuição das espécies de cetáceos, que em sua maioria são predadores superiores, é influenciada principalmente pela disponibilidade de suas presas que, por sua vez, têm uma dinâmica que depende das relações tróficas e das características ambientais. Os cetáceos que habitam áreas oceânicas apresentam distribuições amplas, enfrentando poucas barreiras físicas para realizar grandes deslocamentos, e, em geral, estão preferencialmente associados a relevos oceânicos mais proeminentes (e.g. quebra da plataforma continental) e locais mais produtivos como áreas próximas de ressurgências e frentes térmicas. Por outro lado, cetáceos costeiros tendem a formar populações menores, residentes e habitam áreas geográficas restritas, como desembocadura de rios e estuários que apresentam maior estabilidade na disponibilidade de presas. Identificar padrões de distribuição de cetáceos pode auxiliar o desenvolvimento de ações para sua conservação. Os principais objetivos dessa tese foram investigar os padrões de distribuição e diversidade dos cetáceos na plataforma continental externa e talude do sul e sudeste do Brasil e o padrão de uso do habitat por uma população do boto (Tursiops truncatus) que habita uma área costeira no sul do Brasil. No ANEXO I realizou-se uma análise exploratória utilizando índices ecológicos de diversidade e densidades de kernel para investigar padrões de diversidade e distribuição de todas as espécies identificadas em 8 cruzeiros dedicados à observação de cetáceos realizados em áreas oceânicas do sudeste e sul do Brasil. Foram avistados um total de 503 grupos e identificadas 21 espécies. A diversidade de espécies variou sazonalmente. Em geral, densidades de cetáceos foram maiores na primavera do que no outono. O cachalote (Physeter macrocephalus) foi a espécie mais frequente e se distribuiu principalmente na área sul e em profundidades maiores que 1000m nas duas estações. Avistagens do golfinho-comum (Delphinus delphis) ocorreram somente na área sul e sua densidade diminuiu em áreas de maior densidade de golfinhos-pintados-do-Atlântico (Stenella frontalis) principalmente próximos à isobata de 250m. As densidades de golfinho-rotador (Stenella longirostris) e golfinho-pintado-pantropical (Stenella attenuatta) aumentaram em menores latitudes e além da quebra de plataforma. Tursiops truncatus e a baleia-piloto-de-peitorais-longas (Globicephala melas) formaram grupos mistos e foram observados ao longo da área de estudo próximos à isóbata de 500m. O golfinho-de-Risso (Grampus griseus) ocorreu em maior frequência na área sul e sua densidade aumentou em profundidades maiores que 600m. Como era esperado, a densidade de baleias foram maiores durante a primavera na área sudeste. No ANEXO II os padrões de abundância e distribuição do cachalote no talude sul e sudeste do Brasil foram modelados utilizando amostragem de distâncias em transecções lineares e modelos aditivos generalizados. A taxa de encontro e o número de avistagens do cachalote foram maiores na primavera de 2012, representando cerca de 1/3 de todos os registros. A estimativa de abundância variou entre 177 (CV = 0,44) no outono de 2013 e 1516 (CV = 0,34) na primavera de 2012, considerando a máxima probabilidade de detecção na transecção (g(0) = 1). Esses valores aumentaram para 204 (CV = 0,46) e 1743 (CV = 0,34), respectivamente, quando considerado um g(0) = 0,87. De acordo com as curvas suavisadoras estimadas pelo modelo, a densidade do cachalote aumentou em águas mais profundas, em maiores latitudes e onde houveram um maior valor de densidade acústica biológica(NASC) e gradiente de temperatura superficial do mar. No ANEXO III foram descritos os padrões de distribuição do ecótipo costeiro do boto (Tursiops truncatus) e os períodos de maiores riscos de captura acidental por redes de emalhe da pesca artesanal no estuário da Lagoa dos Patos e águas adjacentes no sul do Brasil entre 2006 e 2009. Para isso também utilizou-se modelos aditivos generalizados selecionados utilizando o algoritmo 2 “spatially adaptive local smoothing”. As densidades de botos aumentaram em áreas próximas ao estuário. Ao longo da área costeira, a densidade dos botos aumentou em áreas próximas a costa e na área norte durante o período quente. Estes padrões de distribuição são causados provavelmente pela presença das presas preferenciais ou para evitar distúrbios relacionados as atividades antrópicas na área sul durante este período. O esforço pesqueiro se distribuiu ao longo de toda a área de estudo dentro do estuário. Na área costeira adjacente o esforço pesqueiro foi maior na área sul comparada a área norte durante o período quente. Variações sazonais na distribuição do esforço pesqueiro influenciaram a sobreposição e, portanto, o risco de captura acidental do boto. Uma área de proteção dos botos foi criada por meio de uma Instrução Normativa Interministerial, baseando-se nestes resultados. A partir destes trabalhos, pode-se concluir que, independente da área (costeira ou oceânica), os padrões de distribuição dos cetáceos são relacionados a variáveis ambientais que indicam áreas mais produtivas e fornecem evidencias da importância dessas áreas para essas populações.Cetaceans are often high trophic level predators and their distribution patterns are mainly influenced by availability of their prey, which depends on environmental characteristics and foodweb dynamics. Therefore, higher densities of cetaceans are often found in productive areas. Oceanic species present relatively wider distribution and face fewer physical barriers than coastal cetaceans. In general these oceanic species are commonly found associated with conspicuous bottom relief features (e.g. shelf break) and upwellings or thermal fronts. On the other hand, coastal waters are more productive and preys availability is higher and more predictable. Coastal cetaceans tend to form smaller resident populations restricted to smaller areas. These species are often vulnerable to a variety of anthropic activities. Incidental takes in fishing gear is the main threat to cetaceans worldwide. Although the extent and potential human impacts are higher for coastal cetacean, oceanic species are also vulnerable to bycatch and sound pollution. The main aims of this thesis were to investigate cetacean distribution patterns and diversity on the outer continental shelf and slope in the south and southeast Brazil and habitat use of the common bottlenose dolphin (Tursiops truncatus) population inhabiting a coastal area in southern Brazil. In ANEXO I, ecological diversity indexes and kernel density patterns were investigated for all identified species recorded during eight ship-based surveys dedicated to cetacean sightings in offshore waters of southern and southeastern Brazil. A total of 503 sightings of 21 species were observed and species diversity varied seasonally. Overall higher densities were observed in spring compared to autumn. Sperm whale (Physeter macrocephalus) was the most frequent species and was found mainly in the south area at depths over 1000m. Common dolphins (Delphinus delphis) sightings were only recorded in the south and its density decreased in areas where the presence of Atlantic-spotted dolphins (Stenella frontalis) increased, mainly beyond the 250m isobath. Densities of spinner (S. longirostris) and pantropical-spotted dolphins (S. attenuata) increased at lower latitudes and beyond the shelf break. The common-bottlenose dolphin (Tursiops truncatus) and the short-fin-pilot whale (Globicephala melas) formed mixed groups in many occasions and were observed along the study area around depths of 500m. Risso’s dolphin (Grampus griseus) was twice as frequent in the south area and densities increased in waters deeper than 600m. As expected, densities of both small and large migratory whales were higher during spring, over the continental slope, in the southeast. In ANEXO II, sperm whale distribution and abundance patterns along the slope off southern and southeastern Brazil were modeled using line transect distance sampling methods and generalized additive models (GAM). Sperm whales’ encounter rate was higher in 2012 spring, representing 1/3 of overall sightings. Abundances were consistently higher during spring and varied from 177 (CV = 0.44) in autumn 2013 to 1516 (CV=0.34) in spring 2012 considering a maximum detection probability at the trackline (i.e. g(0) = 1). These values changed to 204 (CV=0.46) and to 1743 (CV=0.34) if g(0) = 0.87, respectively. The best-fitted GAM smooth functions showed that higher densities occurred in deeper waters, higher latitudes and where NASC and TSM gradient presented higher values. In ANEXO III, distribution patterns of coastal bottlenose dolphins (Tursiops truncatus) and periods of higher entanglement risk by the artisanal gillnet fishery in the Patos Lagoon estuary and adjacent coast of southern Brazil were described between 2006-2009. Data were analyzed in relation to environmental, spatial and temporal variables using Generalized Additive Models and a spatially adaptive local smoothing algorithm for model selection. In general, dolphin densities increased as distance to the estuary mouth decreased. Along the adjacent coast, dolphin densities were higher with distance to shore as well 4 as in the north during the warm period. Patterns of dolphin distribution were probably a response to the presence of preferred prey or avoidance of human-related disturbance. Fishing effort was distributed along the entire surveyed area inside the estuary, while along the adjacent coast it was higher in the south compared to the north in the warm period. Seasonal variation in fishing effort and distribution affect the overlap and the risk of dolphin entanglement. Based on the findings of this study, a fishing exclusion area aimed at reducing bottlenose dolphin’s bycatch was established by through an Interministerial Norm.porWhalesDolphinsDiversityAbundanceDistributionEcologyOceanographyModellingConservationBaleiasGolfinhosDiversidadeAbundânciaDistribuiçãoEcologiaOceanografiaModelagemConservaçãoUso do habitat por cetáceos no sul e sudeste do Brasilinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da FURG (RI FURG)instname:Universidade Federal do Rio Grande (FURG)instacron:FURGORIGINALTESE JULIANA TULLIO.pdfTESE JULIANA TULLIO.pdfapplication/pdf2455457https://repositorio.furg.br/bitstreams/aa3ad73c-45b4-45a2-a4f6-436fa06cba8d/download1afc5e65e5dd4c703894dd4372b3ffb6MD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://repositorio.furg.br/bitstreams/f08cd976-3d02-4f6f-8606-f186e57faff9/download8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52falseAnonymousREADTEXTTESE JULIANA TULLIO.pdf.txtTESE JULIANA TULLIO.pdf.txtExtracted texttext/plain101500https://repositorio.furg.br/bitstreams/5909c625-0394-4d2c-b365-59efd37b99d6/downloada97c3eca87e10d5950667599429bd002MD53falseAnonymousREADTHUMBNAILTESE JULIANA TULLIO.pdf.jpgTESE JULIANA TULLIO.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3349https://repositorio.furg.br/bitstreams/518f2c03-6953-4700-8d6d-7220fa85e013/download418583025e838c2b7f8764f70d5e4dffMD54falseAnonymousREAD123456789/122732025-12-10 02:11:42.478open.accessoai:repositorio.furg.br:123456789/12273https://repositorio.furg.brRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.furg.br/oai/request || http://200.19.254.174/oai/requestrepositorio@furg.br||sib.bdtd@furg.bropendoar:2025-12-10T05:11:42Repositório Institucional da FURG (RI FURG) - Universidade Federal do Rio Grande (FURG)falseTk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo= |
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