Ansiedade, depressão e engajamento no trabalho em profissionais da Atenção Primária à Saúde

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2020
Autor(a) principal: Julio, Rayara de Souza
Orientador(a): Lourenção, Luciano Garcia
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.furg.br/handle/123456789/12351
Resumo: Dissertação (Mestrado)
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spelling Julio, Rayara de SouzaLourenção, Luciano Garcia2025-03-12T17:41:45Z2025-03-12T17:41:45Z2020JULIO, Rayara de Souza. Ansiedade, depressão e engajamento no trabalho em profissionais da Atenção Primária à Saúde. 2020. 79f. Dissertação (Mestrado) - Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Escola de Enfermagem, Universidade Federal do Rio Grande, Rio Grande, 2020.https://repositorio.furg.br/handle/123456789/12351Dissertação (Mestrado)A precarização e fragilização do trabalho nos serviços de Atenção Primária à Saúde podem levar à sobrecarga e ao desgaste dos trabalhadores. Sob estresse, os trabalhadores tendem a apresentar sintomas físicos e psicossociais que impactam negativamente na sua saúde, comprometendo o desempenho laboral e a qualidade da assistência prestada à comunidade. Este estudo objetivou avaliar os níveis de ansiedade, depressão e engagement em profissionais da Atenção Primária à Saúde. Trata-se de estudo quantitativo, do tipo observacional e delineamento transversal, com profissionais da Atenção Primária à Saúde de um município de grande porte. A população do estudo foi composta pelos 340 profissionais das equipes de Saúde da Família das 17 Unidades Básicas de Saúde da Família, sendo 29 médicos, 46 enfermeiros, 58 auxiliares/técnicos de enfermagem, 207 agentes comunitários de saúde. Foram excluídos os profissionais que estavam de férias no período da coleta dos dados e/ou afastados das atividades profissionais por qualquer outro motivo. Os dados foram coletados em 2017, utilizando quatro instrumentos: um questionário elaborado pelos pesquisadores, contendo variáveis sociodemográficas e profissionais dos trabalhadores; a Escala de Ansiedade de Beck ou Inventário de Ansiedade de Beck (BAI); a Escala de Depressão de Beck ou Inventário de Depressão de Beck (BDI-II); a versão brasileira da Utrecht Work Engagement Scale (UWES). Participaram do estudo 173 profissionais, sendo 22 (12,7%) médicos, 28 (16,2%) enfermeiros, 38 (22,0%) auxiliares/técnicos de enfermagem e 85(49,1%) agentes comunitários de saúde. Houve prevalência de profissionais do sexo feminino (85,1%), ensino superior (44,5%), casados (60,1%), faixa etária de 21 a 35 anos (44,5%), com renda familiar de dois a cinco salários mínimos (64,2%). Sessenta e dois (35,8%) profissionais afirmaram apresentar alguma doença crônica; 114 (66,7%) se disseram satisfeitos com a profissão, no entanto, 107 (61,8%) já afirmaram já ter pensado em desistir da profissão. O tempo médio de atuação na atenção primária foi de quatro anos e um mês, sendo que 64 (37,0%) profissionais tinham entre dois e cinco anos de atuação e 58 (30,5%), até dois anos de atuação na atenção primária. Setenta e oito (45,3%) profissionais apresentaram algum grau de ansiedade, sendo 25,0% com ansiedade leve, 9,9% ansiedade moderada e 10,5% com ansiedade grave; e 71 (41,0%), algum grau de depressão, sendo 28,9% com depressão leve e 12,1% com depressão moderada. Houve diferença estatisticamente significante nos níveis de ansiedade entre as diferentes categorias profissionais (p=0,006), escolaridade (p=0,008), satisfação com a profissão (p=0,000) e ter pensado ou não em desistir da profissão (p=0,001). Em relação à depressão, houve diferença estatisticamente significante nos níveis encontrados entre as diferentes categorias profissionais (p=0,001), faixa etária (p=0,001), presença ou não de doença crônica (p=0,015), satisfação com a profissão (p=0,000) e ter pensado ou não em desistir da profissão (p=0,002). Os profissionais apresentaram níveis altos de engagement. Há um importante percentual de profissionais com ansiedade e depressão, muitos com ambas as patologias. Entretanto, apesar do comprometimento emocional, os profissionais possuem entusiasmo, energia e disposição para o trabalho, além de alta capacidade de resiliência.The precariousness and fragility of work in Primary Health Care services can lead to overload and stress for workers. Under stress, workers tend to have physical and psychosocial symptoms that negatively impact their health, compromising work performance and the quality of care provided to the community. This study aimed to assess the levels of anxiety, depression and engagement in Primary Health Care professionals. This is a quantitative, observational and cross-sectional study, with professionals from Primary Health Care in a large city. The study population was composed of 340 professionals from the Family Health teams of the 17 Basic Family Health Units, being 29 doctors, 46 nurses, 58 nursing assistants / technicians, 207 community health agents. during the period of data collection and / or away from professional activities for any other reason. Data were collected in 2017, using four instruments: a questionnaire prepared by the researchers, containing sociodemographic and professional variables of the workers; the Beck Anxiety Scale or Beck Anxiety Inventory (BAI); a Beck Depression Scale or Beck Depression Inventory (BDI-II); the Brazilian version of Utrecht Work Engagement Scale (UWES). 173 professionals participated in the study, 22 (12.7%) doctors, 28 (16.2%) nurses, 38 (22.0%) nursing assistants / technicians and 85 (49.1%) community health workers. There was a prevalence of female professionals (85.1%), higher education (44.5%), married (60.1%), aged 21 to 35 years (44.5%), with a family income of two five minimum wages (64.2%). Sixty-two (35.8%) professionals reported having a chronic disease; 114 (66.7%) said they were satisfied with the profession, however, 107 (61.8%) said they had already thought about giving up the profession. The average time of work in primary care was four years and one month, with 64 (37.0%) professionals having between two and five years of work and 58 (30.5%), up to two years of work in care primary. Seventy-eight (45.3%) professionals showed some degree of anxiety, 25.0% with mild anxiety, 9.9% moderate anxiety and 10.5% with severe anxiety; and 71 (41.0%), some degree of depression, 28.9% with mild depression and 12.1% with moderate depression. There was a statistically significant difference in the levels of anxiety between the different professional categories (p=0.006), education (p=0.008), satisfaction with the profession (p=0.000) and whether or not to give up the profession (p=0.001). Regarding depression, there was a statistically significant difference in the levels found between the different professional categories (p=0.001), age group (p=0.001), presence or absence of chronic disease (p=0.015), satisfaction with the profession (p=0.000) and whether or not to give up the profession (p=0.002). The professionals showed high levels of engagement. There is an important percentage of professionals with anxiety and depression, many with both pathologies. However, despite the emotional commitment, the professionals have enthusiasm, energy and willingness to work, in addition to a high capacity for resilience.La precariedad y fragilidad del trabajo en los servicios de Atención Primaria de Salud puede generar sobrecarga y estrés para los trabajadores. Bajo estrés, los trabajadores tienden a presentar síntomas físicos y psicosociales que impactan negativamente su salud, comprometiendo el desempeño laboral y la calidad de la atención brindada a la comunidad. Este estudio tuvo como objetivo evaluar los niveles de ansiedad, depresión y compromiso de los profesionales de Atención Primaria de Salud, se trata de un estudio cuantitativo, observacional y transversal con profesionales de Atención Primaria de Salud de una gran ciudad. La población de estudio estuvo conformada por 340 profesionales de los equipos de Salud de la Familia de las 17 Unidades Básicas de Salud de la Familia, con 29 médicos, 46 enfermeros, 58 auxiliares / técnicos de enfermería, 207 agentes comunitarios de salud. durante el período de recopilación de datos y / o retiro de actividades profesionales por cualquier otro motivo. Los datos fueron recolectados en 2017, utilizando cuatro instrumentos: cuestionario elaborado por los investigadores, que contiene variables sociodemográficas y profesionales de los trabajadores; la escala de ansiedad de Beck o el inventario de ansiedad de Beck (BAI); una Escala de Depresión de Beck o Inventario de Depresión de Beck (BDI-II); la versión brasileña de Utrecht Work Engagement Scale (UWES). 173 profesionales participaron del estudio 22 (12,7%) médicos, 28 (16,2%) enfermeras, 38 (22,0%) auxiliares / técnicos de enfermería y 85 (49,1%) trabajadores comunitarios de salud. Hubo prevalencia de mujeres profesionales (85,1%), estudios superiores (44,5%), casadas (60,1%), de 21 a 35 años (44,5%), con un ingreso familiar de dos cinco salarios mínimos (64,2%). Sesenta y dos (35,8%) profesionales informaron tener una enfermedad crónica; 114 (66,7%) dijeron estar satisfechos con la profesión, sin embargo, 107 (61,8%) dijeron que ya habían pensado en dejar la profesión. El tiempo medio de trabajo en atención primaria fue de cuatro años y un mes, con 64 (37,0%) profesionales con entre dos y cinco años de trabajo y 58 (30,5%), hasta dos años de trabajo en atención primaria. Setenta y ocho (45,3%) profesionales presentaron algún grado de ansiedad, 25,0% ansiedad leve, 9,9% ansiedad moderada y 10,5% ansiedad severa; y 71 (41,0%), algún grado de depresión, 28,9% con depresión leve y 12,1% con depresión moderada. Hubo una diferencia estadísticamente significativa en los niveles de ansiedad entre las distintas categorías profesionales (p=0,006), educación (p=0,008), satisfacción con la profesión (p=0,000) y abandono o no de la profesión (p=0,001). En cuanto a la depresión, hubo diferencia estadísticamente significativa en los niveles encontrados entre las diferentes categorías profesionales (p=0,001), grupo de edad (p=0,001), presencia o ausencia de enfermedad crónica (p=0,015), satisfacción con la profesión (p=0,000) y abandono o no de la profesión (p=0,002). Los profesionales mostraron altos niveles de compromiso. Existe un porcentaje importante de profesionales con ansiedad y depresión, muchos con ambas patologías. Sin embargo, a pesar del compromiso emocional, los profesionales tienen ilusión, energía y ganas de trabajar, además de una alta capacidad de resiliencia.porAnsiedadeDepressãoEngajamento no TrabalhoAtenção Primária à SaúdeSaúde do TrabalhadorAnxietyDepressionWork EngagementPrimary Health CareOccupational HealthAnsiedadDepresiónCompromiso LaboralAtención Primaria de SaludSalud LaboralAnsiedade, depressão e engajamento no trabalho em profissionais da Atenção Primária à SaúdeAnxiety, depression and job engagement in Primary Health Care professionalsAnsiedad, depresión y compromiso laboral en los profesionales de Atención Primaria de Saludinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da FURG (RI FURG)instname:Universidade Federal do Rio Grande (FURG)instacron:FURGORIGINALRAYARA DE SOUZA JULIO.pdfRAYARA DE SOUZA JULIO.pdfDissertação (Mestrado)application/pdf1801465https://repositorio.furg.br/bitstreams/51b94c7d-cce9-4055-a321-9b4df577e84a/download877d4b2fe07e7915e1d50bdf10b703bbMD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://repositorio.furg.br/bitstreams/1f41ef25-881d-466e-9419-953b8374b2b2/download8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52falseAnonymousREADTEXTRAYARA DE SOUZA JULIO.pdf.txtRAYARA DE SOUZA JULIO.pdf.txtExtracted texttext/plain102724https://repositorio.furg.br/bitstreams/31114123-8ba7-427e-b6fc-cbb3a6fdec5e/download4d4b2fc69a8c3caa595e63b6432bf84fMD53falseAnonymousREADTHUMBNAILRAYARA DE SOUZA JULIO.pdf.jpgRAYARA DE SOUZA JULIO.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2517https://repositorio.furg.br/bitstreams/c97a889c-df2a-48b3-adfe-b71072cc42e1/download15e748986a522a8209d324db74a3ec0dMD54falseAnonymousREAD123456789/123512025-12-10 01:07:22.753open.accessoai:repositorio.furg.br:123456789/12351https://repositorio.furg.brRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.furg.br/oai/request || http://200.19.254.174/oai/requestrepositorio@furg.br||sib.bdtd@furg.bropendoar:2025-12-10T04:07:22Repositório Institucional da FURG (RI FURG) - Universidade Federal do Rio Grande (FURG)falseTk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=
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