Microcontaminantes orgânicos na atmosfera da América Latina

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2021
Autor(a) principal: Azevedo, Amaro de
Orientador(a): Fillmann, Gilberto
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.furg.br/handle/123456789/12060
Resumo: Tese (Doutorado)
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spelling Azevedo, Amaro deFillmann, Gilberto2025-01-17T21:57:51Z2025-01-17T21:57:51Z2021AZEVEDO, Amaro de. Microcontaminantes orgânicos na atmosfera da América Latina. 2021. 266 f. Tese (Doutorado em Química Tecnológica e Ambiental) – Programa de Pós-Graduação em Química Tecnológica e Ambiental , Escola de Química e Alimentos, Universidade Federal do Rio Grande, Rio Grande, 2021.https://repositorio.furg.br/handle/123456789/12060Tese (Doutorado)Poluentes Orgânicos Persistentes (POPs) são substâncias tóxicas, persistentes, lipofílicas e, portanto, passíveis de bioacumular e biomagnificar ao longo da cadeia trófica. São semivoláteis e capazes de se transportar por longas distâncias no ar, causando efeitos deletérios à biota e à saúde humana, mesmo distante das suas fontes diretas. Em razão disso, a Convenção de Estocolmo de 2001 restringiu ou baniu o uso de POPs, visando reduzir ou eliminar as liberações intencionais ou não intencionais ao ambiente. A fim de avaliar a eficácia da Convenção, o Plano Global de Monitoramento (Global Monitoring Plan – GMP) recomenda o monitoramento de POPs em diferentes matrizes ambientais. Neste sentido, a rede Latino-americana de amostragem passiva atmosférica (LAPAN) monitora POPs desde 2010 na atmosfera de 13 países empregando amostradores passivos à base de resina XAD-2. Utilizando amostras da rede LAPAN, três estudos foram realizados. O estudo com amostras coletadas entre 2010 e 2013 na América do Sul indicou que os contaminantes estão amplamente distribuídos na região, apresentando maiores concentrações em regiões urbanas, tanto para contaminantes de origem urbano/industrial (HPAs, PCBs e PBDEs), quanto para contaminantes de origem agrícola (OCPs). A avaliação em três períodos consecutivos mostrou que as diferenças nos níveis de contaminação não foram significativas entre os períodos, exceto para HCH e HEPTs. O estudo focado na região metropolitana de Bogotá (2014-2016) mostrou que a contaminação se distribui de forma relativamente uniforme ao longo da área de estudo para OCPs, PBDEs e NFRs (exceto para HPAs, PCBs e CUPs), indicando a influência de aportes de longa distância sobre a região. Em geral, os níveis foram comparáveis aos do estudo na América do Sul, somente mais elevados para PCBs e dieldrin, indicando algum nível de aporte local, e trans-clordano e lindano, com indícios de uso recente. Dentre os CUPs, clorpirifós e tebuconazole predominaram. Por outro lado, o estudo de retardantes de chama na atmosfera da América Latina (2012-2017) indicou que os níveis de contaminação por NFRs foram relativamente baixos e comparáveis ao observados em Bogotá e estudos da rede GAPS na região. A distribuição de todos analitos foi relativamente homogênea (exceto em Concepción, Chile e Puerto Maldonado, Argentina), com influência de tipo de uso de solo somente para PBT e PBBZ (mais elevados em sítios urbanos). Os níveis de contaminação por PBDEs (com prevalência do BDE-47, -99 e -209) também foram relativamente baixos, porém superiores a Bogotá, e com distribuição relativamente homogênea (exceto em Rio Grande e São Paulo, Brasil, e Villa Regina e Puerto Deseado, Argentina), não havendo distinção em relação ao tipo de uso de solo. Com base nestes estudos é possível afirmar que os POPs, NFRs, CUPs e HPAs estão amplamente distribuídos por toda a região da América Latina e que, apesar de não evidenciada em todos os estudos, há uma certa correlação dos níveis com o perfil de uso de solo.Persistent Organic Pollutants (POPs) are toxic, persistent, lipophilic substances and, therefore, prone to bioaccumulate and biomagnify along the web chain. They are semi-volatile and capable of long-range atmospheric transport (LRAT), causing deleterious effects to biota and human health even far from their direct sources. As a result, the 2001 Stockholm Convention restricted or banned the use of POPs aiming to reduce or eliminate intentional or unintentional releases to the environment. To assess the effectiveness of the Convention, the Global Monitoring Plan (GMP) recommends monitoring POPs in different environmental matrices. In this sense, the Latin American Atmospheric Passive Sampling Network (LAPAN) has been monitoring POPs since 2010 in the atmosphere of 13 countries using XAD2-based passive samplers. Thus, three studies were carried out using samples from LAPAN. The study with samples collected between 2010 and 2013 indicated that contaminants were widely distributed along South America, with higher concentrations in urban regions, both for contaminants of urban/industrial origin (HPAs, PCBs and PBDEs), and for contaminants of agricultural origin (OCPs). Except for HCH and HEPTs, no differences in contamination levels were found between the three consecutive periods. The study in the metropolitan region of Bogotá (2014-2016) showed that contamination was relatively well distributed throughout the study area for OCPs, PBDEs and NFRs (except for PAHs, PCBs and CUPs), indicating the influence of long-range atmospheric transport over the region. Levels were, generally, comparable to those of the study in South America, higher only for PCBs and dieldrin, indicating some level of local contribution, and trans-chlordane and lindane, with evidence of recent use. Among CUPs, chlorpyrifos and tebuconazole predominated. On the other hand, the study of frame retardants in the atmosphere of Latin America (2012-2017) indicated that levels of contamination by NFRs were relatively low and comparable to those observed in Bogotá and studies of GAPS network in the region. The distribution was relatively homogeneous for all analites (except in Concepción, Chile and Puerto Maldonado, Argentina), with influence of type of land use only for PBT and PBBZ (higher in urban sites). Although higher than Bogotá, levels of PBDEs (with prevalence of BDE-47, -99 and -209) were also relatively low and relatively well distributed (except in Rio Grande and São Paulo, Brazil, and Villa Regina and Puerto Deseado, Argentina), with no evidence of type of land use influence. Based on these studies, it is possible to state that POPs, NFRs, CUPs and PAHs are widely distributed throughout the Latin America region and that, although not shown in all studies, there is a certain relationship between level and the profile of land use.porContaminação atmosféricaConvenção de EstocolmoRede LAPANPoluentes Orgânicos PersistentesContaminantes de uso atualcontaminantes de preocupação emergenteAtmospheric contaminationStockholm ConventionLAPANPersistent Organic PollutantsCurrently used pesticidesContaminants of emerging concernMicrocontaminantes orgânicos na atmosfera da América LatinaOrganic microcontaminants in the atmosphere of latin americainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da FURG (RI FURG)instname:Universidade Federal do Rio Grande (FURG)instacron:FURGORIGINALAmaro de Azevedo.pdfAmaro de Azevedo.pdfapplication/pdf5272034https://repositorio.furg.br/bitstreams/b0c356fc-441a-47a9-b28c-32d6ef0387d3/downloade8fc214a8362f538a286c73d1124c36dMD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://repositorio.furg.br/bitstreams/c8b9a63f-bba1-4ab1-a8fe-36480e84f8bf/download8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52falseAnonymousREADTEXTAmaro de Azevedo.pdf.txtAmaro de Azevedo.pdf.txtExtracted texttext/plain102526https://repositorio.furg.br/bitstreams/259f5cfa-55cb-457f-b197-52f87606e753/downloaddbe0124cddab17b56cbbad9111bb59ccMD53falseAnonymousREADTHUMBNAILAmaro de Azevedo.pdf.jpgAmaro de Azevedo.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3587https://repositorio.furg.br/bitstreams/a66c8179-3bc2-4de6-9afd-59a1b73e9aa2/download37578d7ce6a989811ce90d285b12766fMD54falseAnonymousREAD123456789/120602025-12-10 00:46:59.184open.accessoai:repositorio.furg.br:123456789/12060https://repositorio.furg.brRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.furg.br/oai/request || http://200.19.254.174/oai/requestrepositorio@furg.br||sib.bdtd@furg.bropendoar:2025-12-10T03:46:59Repositório Institucional da FURG (RI FURG) - Universidade Federal do Rio Grande (FURG)falseTk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=
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