Estresse ocupacional e sintomas osteomusculares em profissionais de enfermagem de unidades hospitalares

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2021
Autor(a) principal: Penha, José Gustavo Monteiro
Orientador(a): Lourenção, Luciano Garcia
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.furg.br/handle/123456789/12346
Resumo: Dissertação (Mestrado)
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spelling Penha, José Gustavo MonteiroLourenção, Luciano Garcia2025-03-12T17:22:42Z2025-03-12T17:22:42Z2021PENHA, José Gustavo Monteiro. Estresse ocupacional e sintomas osteomusculares em profissionais de enfermagem de unidades hospitalares. 2021. 62f. Dissertação (Mestrado) - Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Escola de Enfermagem, Universidade Federal do Rio Grande, Rio Grande, 2021.https://repositorio.furg.br/handle/123456789/12346Dissertação (Mestrado)A alta carga de trabalho da equipe de enfermagem em hospitais pode levar ao aparecimento de doenças físicas, psíquicas e emocionais. Este estudo teve como objetivos: analisar os níveis de estresse ocupacional e sintomas osteomusculares na equipe de enfermagem de dois hospitais brasileiros; identificar diferenças dos níveis de estresse ocupacional e sintomas osteomusculares entre as diferentes categorias profissionais. Trata-se de um estudo quantitativo, descritivo e transversal, com enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem que atuam na União Hospitalar do São Francisco, de Campo Formoso (BA) e no Hospital Universitário Dr. Miguel Riet Correa Júnior de Rio Grande (RS). Foram incluídos no estudo, profissionais que tinham mais de seis meses de trabalho e foram excluídos os que estavam de licença médica e/ou férias no momento da coleta dos dados. Foi realizado contato prévio com as instituições e solicitada aprovação do comitê de ética da Universidade Federal do Rio Grande. A coleta dos dados ocorreu no período de setembro a dezembro de 2019, utilizando-se três instrumentos: o primeiro, elaborado pelos pesquisadores, contendo variáveis sociodemográficas e profissionais; o segundo instrumento foi a Escala de Estresse no Trabalho (EET) e o terceiro, o Questionário Nórdico de Sintomas Osteomusculares (QNSO), traduzido e adaptado para o português. Os dados foram tratados em função do cálculo dos escores, adequados à análise dos instrumentos utilizados e sofreram tratamento estatístico apropriado, de forma a responder os objetivos do estudo. A análise dos dados foi realizada com o programa Statistical Package for Social Sciences (SPSS), versão 20.0. Participaram do estudo 317 profissionais de enfermagem, sendo 287 (90,5%) do Rio Grande do Sul e 30 (9,5%) da Bahia. Destes, 87 (27,4%) eram enfermeiros e 129 (72,2%) auxiliares ou técnicos de enfermagem. Houve predomínio de profissionais do sexo feminino (82,3%), na faixa etária de 29 a 59 anos (79,2%), com ensino superior (45,4%), casados ou em união estável (57,1%), concursados (79,8%) e com renda familiar de dois a cinco salários mínimos (85,5%). Os resultados demonstraram que 92 (29,0%) profissionais apresentaram escores compatíveis com estresse ocupacional importante (>2,5), dos quais 85 (92,4%) trabalhavam no Rio Grande do Sul e sete (7,6%), na Bahia. Os enfermeiros relataram mais fatores estressores do que os auxiliares e técnicos de enfermagem. Em relação às queixas de sintomas osteomusculares nos últimos sete dias, os auxiliares e técnicos de enfermagem apresentaram maior percentual de queixas de dor na região lombar (50,7%), região dorsal (32,9%), tornozelos/pés (26,5%), punhos/mãos/dedos (23,6%), quadris e coxas (16,7%), joelhos (16,2%), antebraço (15,4%), enquanto os enfermeiros apresentaram maior percentual de queixas de dor no pescoço (47,7%), nos ombros (39,1%) e nos cotovelos (9,4%). Os trabalhadores de enfermagem convivem diariamente com o trabalho desgastante e exaustivo, com dor, sofrimento e perdas, o que muitas vezes os leva ao adoecimento. Ao longo dos anos de trabalho estes profissionais podem desenvolver sintomas físicos ou psíquicos, entre eles, os distúrbios osteomusculares e o estresse ocupacional.The high workload of nursing staff in hospitals can lead to physical, psychological and emotional illnesses. This study aimed: to analyze levels of occupational stress and musculoskeletal symptoms in the nursing staff of two Brazilian hospitals; identify differences in occupational stress levels and musculoskeletal symptoms between different professional categories. This is a quantitative, descriptive and cross-sectional study, with nurses, technicians and nursing assistants who work at União Hospitalar do São Francisco, in Campo Formoso (BA) and at Dr. Miguel Riet Correa Júnior University Hospital, in Rio Grande (RS). The study included professionals who had more than six months of work and those who were on sick leave and/or vacation at the time of data collection were excluded. Prior contact was made with the institutions and approval was sought from the ethics committee of Federal University of Rio Grande. Data collection occurred from September to December 2019, using three instruments: the first, developed by researchers, containing sociodemographic and professional variables; the second instrument was the Stress at Work Scale (SWS) and the third, the Nordic Musculoskeletal Questionnaire (NMQ), translated and adapted into Portuguese. The data were treated according to calculation of the scores, suitable for analysis of the instruments used and underwent appropriate statistical treatment, in order to answer the objectives of the study. Data analysis was performed using the Statistical Package for Social Sciences (SPSS), version 20.0. Participated of the study 317 nursing professionals, 287 (90.5%) from Rio Grande do Sul and 30 (9.5%) from Bahia. Of these, 87 (27.4%) were nurses and 129 (72.2%) nursing assistants or technicians. There was a predominance of female professionals (82.3%), aged 29 to 59 years (79.2%), with higher education (45.4%), married or in a stable relationship (57.1%), candidates (79.8%) and with a family income of two to five minimum wages (85.5%). The results showed that 92 (29.0%) professionals had scores compatible with important occupational stress (> 2.5), of which 85 (92.4%) worked in Rio Grande do Sul and seven (7.6%), in Bahia. Nurses reported more stressors than nursing assistants and technicians. Regarding complaints of musculoskeletal symptoms in the last seven days, nursing assistants and technicians had a higher percentage of complaints of pain in the lumbar region (50.7%), dorsal region (32.9%), ankles/feet (26, 5%), wrists/hands/fingers (23.6%), hips and thighs (16.7%), knees (16.2%), forearm (15.4%), while nurses had a higher percentage of complaints pain in the neck (47.7%), shoulders (39.1%) and elbows (9.4%). Nursing workers live daily with exhausting and exhausting work, with pain, suffering and losses, which often leads to illness. Over the years of work, these professionals may develop physical or psychological symptoms, including musculoskeletal disorders and occupational stress.La gran carga de trabajo del personal de enfermería en los hospitales puede provocar enfermedades físicas, psicológicas y emocionales. Este estudio tuvo como objetivo: analizar los niveles de estrés laboral y síntomas musculoesqueléticos en el personal de enfermería de dos hospitales brasileños; identificar diferencias en los niveles de estrés ocupacional y síntomas musculoesqueléticos entre diferentes categorías profesionales. Se trata de un estudio cuantitativo, descriptivo y transversal, con enfermeros, técnicos y auxiliares de enfermería que laboran en la União Hospitalar do São Francisco, en Campo Formoso (BA) y en el Hospital Universitario Dr. Miguel Riet Correa Júnior, en Rio Grande (RS). El estudio incluyó a profesionales que tenían más de seis meses de trabajo y se excluyeron aquellos que se encontraban de baja por enfermedad y/o vacaciones en el momento de la recolección de datos. Se estableció contacto previo con las instituciones y se solicitó la aprobación del comité de ética de la Universidad Federal de Rio Grande. La recopilación de datos se produjo de septiembre a diciembre de 2019, utilizando tres instrumentos: el primero, desarrollado por los investigadores, que contiene variables sociodemográficas y profesionales; el segundo instrumento fue la Escala de Estrés en el Trabajo (EET) y el tercero, el Cuestionario Nórdico de Sintomas Musculoesqueléticos (CNSM), traducido y adaptado al portugués. Los datos fueron tratados de acuerdo al cálculo de las puntuaciones, aptos para el análisis de los instrumentos utilizados y sometidos a un tratamiento estadístico adecuado, con el fin de dar respuesta a los objetivos del estudio. El análisis de los datos se realizó utilizando el paquete estadístico para ciencias sociales (SPSS), versión 20.0. En el estudio participaron 317 profesionales de enfermería, 287 (90,5%) de Rio Grande do Sul y 30 (9,5%) de Bahía. De estos, 87 (27,4%) eran enfermeros y 129 (72,2%) auxiliares o técnicos de enfermería. Predominó el sexo femenino (82,3%), de 29 a 59 años (79,2%), con estudios superiores (45,4%), casadas o en relación estable (57,1%), candidatas (79,8%) y con familia. ingresos de dos a cinco salarios mínimos (85,5%). Os resultados demostrarán que 92 (29,0%) profesionales presentaran escores compatibles con estrese ocupacional importante (>2,5), dos cuales 85 (92,4%) trabajaban no Rio Grande do Sul e siete (7,6%), en la Bahia. Las enfermeras reportaron más factores estresantes que los auxiliares y técnicos de enfermería. En cuanto a las quejas de síntomas musculoesqueléticos en los últimos siete días, los auxiliares y técnicos de enfermería presentaron un mayor porcentaje de quejas de dolor en la región lumbar (50,7%), región dorsal (32,9%), tobillos/pies (26,5%), muñecas/manos/dedos (23,6%), caderas y muslos (16,7%), rodillas (16,2%), antebrazo (15,4%), mientras que las enfermeras presentaron un mayor porcentaje de quejas de dolor en el cuello (47,7%), hombros (39,1%) y codos (9,4%). Los trabajadores de enfermería viven diariamente con un trabajo agotador y agotador, con dolores, sufrimientos y pérdidas, que muchas veces desembocan en enfermedades. A lo largo de los años de trabajo, estos profesionales pueden desarrollar síntomas físicos o psicológicos, incluidos trastornos musculoesqueléticos y estrés laboral.porEstresse OcupacionalTranstornos Traumáticos CumulativosPessoal de SaúdeEnfermagemOccupational StressCumulative Traumatic DisordersHealth PersonnelNursingEstrés laboralTrastornos de traumas acumuladosPersonal sanitarioEnfermeríaEstresse ocupacional e sintomas osteomusculares em profissionais de enfermagem de unidades hospitalaresOccupational stress and musculoskeletal symptoms in hospital nursing professionalsEstrés laboral y síntomas musculoesqueléticos en profesionales de enfermería hospitalariainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da FURG (RI FURG)instname:Universidade Federal do Rio Grande (FURG)instacron:FURGORIGINALJOSÉ GUSTAVO MONTEIRO PENHA.pdfJOSÉ GUSTAVO MONTEIRO PENHA.pdfDissertação (Mestrado)application/pdf1529201https://repositorio.furg.br/bitstreams/35ec0c0a-dc10-44eb-8cd7-979ad7943160/downloadb8f071e9350e1bd30e1a573fb8b90d99MD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://repositorio.furg.br/bitstreams/a5f4a37e-e595-45a3-a969-a4e8bf5ac854/download8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52falseAnonymousREADTEXTJOSÉ GUSTAVO MONTEIRO PENHA.pdf.txtJOSÉ GUSTAVO MONTEIRO PENHA.pdf.txtExtracted texttext/plain102329https://repositorio.furg.br/bitstreams/601dd03e-5f58-4491-bd3b-9982b88e017d/download6cbe5b4633ffab4a96152905365bb1acMD53falseAnonymousREADTHUMBNAILJOSÉ GUSTAVO MONTEIRO PENHA.pdf.jpgJOSÉ GUSTAVO MONTEIRO PENHA.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2589https://repositorio.furg.br/bitstreams/087e53c5-76fe-49c6-96f9-e89bf7c65720/download360e286d8c82b123ad456fdf0ea03453MD54falseAnonymousREAD123456789/123462025-12-10 00:42:40.475open.accessoai:repositorio.furg.br:123456789/12346https://repositorio.furg.brRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.furg.br/oai/request || http://200.19.254.174/oai/requestrepositorio@furg.br||sib.bdtd@furg.bropendoar:2025-12-10T03:42:40Repositório Institucional da FURG (RI FURG) - Universidade Federal do Rio Grande (FURG)falseTk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=
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