Educação ambiental: recursos imagéticos na produção de significação de um sujeito surdo

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2013
Autor(a) principal: Santos, Saionara Figueiredo
Orientador(a): Molon, Susana Inês
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://repositorio.furg.br/handle/1/6002
Resumo: Esta pesquisa propõe um estudo sobre o papel dos recursos imagéticos e sua relação com a significação de surdos, à luz da Educação Ambiental. Justifico meu estudo realizado devido à minha vivência com a Língua de Sinais, como intérprete de sinais; diante desta, percebi que o surdo é um ser visual e, para tanto, necessita de imagens que sejam significativas para eles. Pensando sob essa ótica, minha questão de pesquisa foi: Como os recursos imagéticos podem contribuir na produção de significados e sentidos no campo da Educação Ambiental em uma professora surda? Assim, o objetivo geral foi analisar a produção de significação imagética de uma professora surda do Rio Grande do Sul no campo da Educação Ambiental. A partir desse objetivo geral, foi identificado e analisado como essa professora surda construiu algumas noções, conceitos, percepções e representações sobre Meio Ambiente e Educação Ambiental em sua trajetória de vida por meio de recursos imagéticos. Também foi analisado o potencial dos recursos imagéticos como metodologias de ensino e aprendizagem no campo da Educação Ambiental para a educação de surdos, bem como o uso da imagem como um recurso acadêmico viável. Os pressupostos teóricos ancoram-se na abordagem sócio-histórica, com enfoque na constituição do sujeito e nas relações subjetivas, em especial na singularidade humana. Foram utilizados autores como Molon, Freitas, Vygotsky e Bakhtin. A metodologia empregada consistiu na realização de três entrevistas semiestruturadas, que permitiram à pesquisadora e à entrevistada maior flexibilidade durante sua realização e mais facilidade e naturalidade para a consecução dos dados. A partir do material coletado, as unidades de análise foram divididas em duas categorias principais: o preconceito e a comunidade surda. A partir delas, surgiram outros itens de análise, como: o igual e o diferente, vários tipos de preconceitos envolvendo a comunidade surda, LIBRAS e seu desenrolar como idioma brasileiro, disciplina nas faculdades, entre outros. Além disso, foi analisado o valor da metodologia visual nas escolas e nesta pesquisa, bem como a Educação Ambiental se relaciona com as significações dadas pela entrevistada. A conclusão aponta que os recursos imagéticos exercem um papel importante nas narrativas e como método de coleta de dados, principalmente para os surdos, evidenciando sua importância como recurso acadêmico. Ressalta-se, ainda, a relação intrínseca entre Educação Ambiental e Educação de surdos, evidenciando assim a transversalidade da temática.
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spelling Santos, Saionara FigueiredoMolon, Susana Inês2016-03-31T17:43:04Z2016-03-31T17:43:04Z2013SANTOS, Saionara Figueiredo. Educação ambiental: recursos imagéticos na produção de significação de um sujeito surdo. 2013. 158p. Tese (Programa de Pós-Graduação em Educação Ambiental – PPGEA) Universidade Federal do Rio Grande, Rio Grande, 2013.http://repositorio.furg.br/handle/1/6002Esta pesquisa propõe um estudo sobre o papel dos recursos imagéticos e sua relação com a significação de surdos, à luz da Educação Ambiental. Justifico meu estudo realizado devido à minha vivência com a Língua de Sinais, como intérprete de sinais; diante desta, percebi que o surdo é um ser visual e, para tanto, necessita de imagens que sejam significativas para eles. Pensando sob essa ótica, minha questão de pesquisa foi: Como os recursos imagéticos podem contribuir na produção de significados e sentidos no campo da Educação Ambiental em uma professora surda? Assim, o objetivo geral foi analisar a produção de significação imagética de uma professora surda do Rio Grande do Sul no campo da Educação Ambiental. A partir desse objetivo geral, foi identificado e analisado como essa professora surda construiu algumas noções, conceitos, percepções e representações sobre Meio Ambiente e Educação Ambiental em sua trajetória de vida por meio de recursos imagéticos. Também foi analisado o potencial dos recursos imagéticos como metodologias de ensino e aprendizagem no campo da Educação Ambiental para a educação de surdos, bem como o uso da imagem como um recurso acadêmico viável. Os pressupostos teóricos ancoram-se na abordagem sócio-histórica, com enfoque na constituição do sujeito e nas relações subjetivas, em especial na singularidade humana. Foram utilizados autores como Molon, Freitas, Vygotsky e Bakhtin. A metodologia empregada consistiu na realização de três entrevistas semiestruturadas, que permitiram à pesquisadora e à entrevistada maior flexibilidade durante sua realização e mais facilidade e naturalidade para a consecução dos dados. A partir do material coletado, as unidades de análise foram divididas em duas categorias principais: o preconceito e a comunidade surda. A partir delas, surgiram outros itens de análise, como: o igual e o diferente, vários tipos de preconceitos envolvendo a comunidade surda, LIBRAS e seu desenrolar como idioma brasileiro, disciplina nas faculdades, entre outros. Além disso, foi analisado o valor da metodologia visual nas escolas e nesta pesquisa, bem como a Educação Ambiental se relaciona com as significações dadas pela entrevistada. A conclusão aponta que os recursos imagéticos exercem um papel importante nas narrativas e como método de coleta de dados, principalmente para os surdos, evidenciando sua importância como recurso acadêmico. Ressalta-se, ainda, a relação intrínseca entre Educação Ambiental e Educação de surdos, evidenciando assim a transversalidade da temática.This research proposes a study on the role of resource imagery and its relation to the significance of the deaf, in the light of environmental education. I justify my study because of my experience with sign language such as sign language interpreter, before this, I realized that being deaf is a visual and, therefore, requires images that are meaningful to them. Thinking from this perspective, my research question was: How funds imagery can contribute in the production of meanings and senses in the field of environmental education in a deaf teacher? Thus, the overall objective was to analyze the production of meaning imagery of a deaf teacher of Rio Grande do Sul in the field of environmental education. From this general goal, was identified and analyzed how this teacher deaf built some notions, concepts, perceptions and representations on Environment and Environmental Education in their life trajectory through features imagery. Was also analyzed as potential resources imagistic methods of teaching and learning in the field of environmental education for deaf education, as well as the use of the image as a viable academic resource. The theoretical assumptions are anchored in socio-historical approach, focusing on the constitution of the subject and the subjective relations, particularly in human uniqueness. Authors were used as Molon, Freitas, Vygotsky and Bakhtin. The methodology consisted of three semi-structured interviews, which allowed the researcher and the interviewee flexibility during, and more easily and naturally to achieve the data. From the collected material, the units of analysis were divided into two main categories: the bias and the deaf community. From them came other analysis items such as: equal and different, various types of biases involving the deaf community, LBS and its development as Brazilian language, discipline in schools, among others. Furthermore, we analyzed the value of visual methods in schools and in this research, as well as environmental education relates to the meanings given by the interviewee. The conclusion shows that the features imagery play an important role in the narrative and as a method of data collection, especially for the deaf, highlighting its importance as academic resource. We emphasize also the intrinsic relationship between Environmental Education and Deaf education, thus underlining the transversality of the theme.porSurdosEducação ambientalRecursos imagéticosDeafEnvironmental educationResources imagisticEducação ambiental: recursos imagéticos na produção de significação de um sujeito surdoinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da FURG (RI FURG)instname:Universidade Federal do Rio Grande (FURG)instacron:FURGORIGINALSaionara.pdfSaionara.pdfapplication/pdf1997892https://repositorio.furg.br/bitstreams/d3911bee-180a-45e2-be1e-f28145e4750d/downloadfa192339c428544650888b4aec33a036MD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://repositorio.furg.br/bitstreams/289c7cc3-1df4-4f25-9e54-ba94fa4af66d/download8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52falseAnonymousREADTEXTSaionara.pdf.txtSaionara.pdf.txtExtracted texttext/plain103224https://repositorio.furg.br/bitstreams/b6c47c1d-8d36-4096-9ada-20931db5d4e1/downloadd0f4d3c3ead5e9c6fe6ce4f6f8b602d6MD53falseAnonymousREADTHUMBNAILSaionara.pdf.jpgSaionara.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2630https://repositorio.furg.br/bitstreams/3f164121-32b1-4fef-992b-00ecff178d7b/downloada70e2ea8da988e022c1e6292b7257076MD54falseAnonymousREAD1/60022025-12-10 01:29:40.152open.accessoai:repositorio.furg.br:1/6002https://repositorio.furg.brRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.furg.br/oai/request || http://200.19.254.174/oai/requestrepositorio@furg.br||sib.bdtd@furg.bropendoar:2025-12-10T04:29:40Repositório Institucional da FURG (RI FURG) - Universidade Federal do Rio Grande (FURG)falseTk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=
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