Composição, densidade e biomassa do zooplâncton em viveiros de cultivo do camarão branco Litopenaeus vannamei no Sul do Brasil.
| Ano de defesa: | 2007 |
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Resumo: | estudos têm demonstrado que o zooplâncton dos viveiros pode ser parte integrante da dieta deste crustáceo. Neste trabalho foram avaliadas a composição, a densidade e a biomassa do zooplâncton de viveiros de cultivo de camarão no extremo Sul do Brasil. Foram realizadas coletas em dois viveiros ao longo de três meses, utilizando rede de zooplâncton com malha de 140 μm e boca com 30 cm de diâmetro. As amostras foram fixadas em solução de formaldeído com concentração final de 4%, e transportadas para o laboratório onde a composição, a densidade e também a biomassa (peso úmido e peso seco) foram determinadas. Os grupos de maior ocorrência foram os Copepoda e Cladocera, e as espécies mais abundantes foram as comumente encontradas no Estuário da Lagoa dos Patos, como Acartia tonsa, Pseudodiaptomus richardi e Moina micrura. Os valores de densidade média encontrados foram superiores aos comumente registrados para o Estuário da Lagoa dos Patos, atingindo 278 org.L-1 em 18/11/2005 no viveiro 1 e 277 org.L-1 em 08/12/2005 no viveiro 2, mostrando que houve grande disponibilidade de alimento nos viveiros. Os valores de peso úmido e peso seco variaram entre 0,15 e 13,28 g.m-3 (peso úmido) e entre 0,01 e 2,72 g.m-3 (peso seco) ao longo do período amostrado, seguindo o padrão apresentado pela densidade. Estes resultados indicam que o zooplâncton representa um recurso alimentar disponível para os camarões nos primeiros meses de cultivo. |
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Cardozo, Alessandro PereiraBersano Filho, José Guilherme2020-04-01T23:10:02Z2020-04-01T23:10:02Z2007CARDOZO, Alessandro Pereira. Composição, densidade e biomassa do zooplâncton em viveiros de cultivo do camarão branco Litopenaeus vannamei no Sul do Brasil.2007. 31 f. Dissertação (Mestrado em Aquicultura) - Instituto de Oceanografia, Universidade Federal do Rio Grande, Rio Grande, 2007.http://repositorio.furg.br/handle/1/8531estudos têm demonstrado que o zooplâncton dos viveiros pode ser parte integrante da dieta deste crustáceo. Neste trabalho foram avaliadas a composição, a densidade e a biomassa do zooplâncton de viveiros de cultivo de camarão no extremo Sul do Brasil. Foram realizadas coletas em dois viveiros ao longo de três meses, utilizando rede de zooplâncton com malha de 140 μm e boca com 30 cm de diâmetro. As amostras foram fixadas em solução de formaldeído com concentração final de 4%, e transportadas para o laboratório onde a composição, a densidade e também a biomassa (peso úmido e peso seco) foram determinadas. Os grupos de maior ocorrência foram os Copepoda e Cladocera, e as espécies mais abundantes foram as comumente encontradas no Estuário da Lagoa dos Patos, como Acartia tonsa, Pseudodiaptomus richardi e Moina micrura. Os valores de densidade média encontrados foram superiores aos comumente registrados para o Estuário da Lagoa dos Patos, atingindo 278 org.L-1 em 18/11/2005 no viveiro 1 e 277 org.L-1 em 08/12/2005 no viveiro 2, mostrando que houve grande disponibilidade de alimento nos viveiros. Os valores de peso úmido e peso seco variaram entre 0,15 e 13,28 g.m-3 (peso úmido) e entre 0,01 e 2,72 g.m-3 (peso seco) ao longo do período amostrado, seguindo o padrão apresentado pela densidade. Estes resultados indicam que o zooplâncton representa um recurso alimentar disponível para os camarões nos primeiros meses de cultivo.Litopenaeus vannamei is the most cultivated shrimp species in Brazil, being fed basically on high protein formulated diets. However some studies have shown that the natural zooplankton found in shrimp ponds can be part of the diet of this crustacean. In this study the zooplankton composition, density and biomass were evaluated for two shrimp ponds in a shrimp farm in Southern Brazil. Samples from the two ponds were taken throughout three consecutive months using a zooplankton net of 150 cm total length, 30 cm mouth diameter and 140 μm nylon mesh size. All the zooplankton samples were preserved in formaldehyde solution at a final concentration of 4% and transported to the laboratory, were the composition, density and biomass (wet and dry weight) were assessed. Copepoda and Cladocera were the most frequent groups, while the most abundant species were Acartia tonsa, Pseudodiaptomus richardi and Moina micrura, species commonly found in the Patos Lagoon Estuary. The density values were higher than those ones usually recorded for the estuary during periods of maximum production, reaching 278 org.L-1 in 11/18/2005 (pond 1), and 277 org.L-1 in 12/08/2005 (pond 2), suggesting that the zooplankton, can grow well in the shrimp ponds. The values of wet weight and dry weight were relatively high ranging from 0,15 to 13,28 g.m-3 (wet weight) and 0,01 to 2,72 g.m-3 (dry weight) during the experimental period, following the same pattern presented for the density. These results indicate that the natural zooplankton occurring in the shrimp pounds represents a potential food source for the shrimp larvae and juveniles in the first months of culture.porAquiculturaPlânctonBiomassaBrasilLitopenaeus vannameiZooplânctonAbundânciaCultivoCamarão brancoCarcinoculturaComposiçãoAquaculturePlanktonBiomassBrazilZooplanktonAbundanceCultivationShrimp;Crustaceous cultureCompositionComposição, densidade e biomassa do zooplâncton em viveiros de cultivo do camarão branco Litopenaeus vannamei no Sul do Brasil.info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da FURG (RI FURG)instname:Universidade Federal do Rio Grande (FURG)instacron:FURGLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://repositorio.furg.br/bitstreams/8636abd9-94c0-4868-bbc8-656400f1b6ce/download8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52falseAnonymousREADORIGINALCardozo.pdfCardozo.pdfapplication/pdf259714https://repositorio.furg.br/bitstreams/b4b4a27c-a44a-48e6-9a55-5fa4ed3afde7/download376581f6048c87883d7bd9352395af08MD51trueAnonymousREADTEXTCardozo.pdf.txtCardozo.pdf.txtExtracted texttext/plain51765https://repositorio.furg.br/bitstreams/680cbd6f-26db-424a-8fe4-4a86e923f74d/download0860a77fc441e68deee7baa189c5352cMD53falseAnonymousREADTHUMBNAILCardozo.pdf.jpgCardozo.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2726https://repositorio.furg.br/bitstreams/297e339e-86d7-463b-ba70-e8e91f80414e/download14f137d9053fab2636297be74478e806MD54falseAnonymousREAD1/85312025-12-10 00:21:20.894open.accessoai:repositorio.furg.br:1/8531https://repositorio.furg.brRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.furg.br/oai/request || http://200.19.254.174/oai/requestrepositorio@furg.br||sib.bdtd@furg.bropendoar:2025-12-10T03:21:20Repositório Institucional da FURG (RI FURG) - Universidade Federal do Rio Grande (FURG)falseTk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo= |
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