Sol, praia, badalação e filmes: o envolvimento do Instituto Nacional do Cinema com os festivais de cinema a partir de um estudo de caso dos eventos da Baixada Santista (1970-1974)

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2021
Autor(a) principal: Corrêa, Paulo Vitor Luz
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Anhembi Morumbi
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://deposita.ibict.br/handle/deposita/626
Resumo: Esta pesquisa tem como objetivo analisar o envolvimento do Instituto Nacional do Cinema (1966-1975) com os festivais de cinema, usando como estudo de caso os quatro eventos sediados na Baixada Santista em 1970, 1973 e 1974. O INC foi uma autarquia criada pela ditadura militar com o objetivo de ser o órgão que determinava as diretrizes da execução da atividade cinematográfica no país. Uma de suas prerrogativas era o envolvimento com os festivais internacionais e nacionais, se relacionando com estes eventos das mais variadas formas ao longo de seus nove anos. No período-INC, os festivais internacionais eram pautados por motivações políticas, com participações dos governos nacionais no processo de envio das obras a estes eventos. O Instituto também é palco de disputa entre a produção cinematográfica de São Paulo e Rio de Janeiro pelo controle da autarquia, fazendo com que esses embates fossem alocados para os festivais que tivessem a participação e controle do Instituto. Nos festivais do período, além da programação fílmica, predominava uma agenda social focada na presença de astros e estrelas nestes certames em atividades paralelas às exibições. As celebridades nos festivais, ao participarem das programações sociais, causavam a chamavam badalação, que era convertida em repercussão e publicidade para os festivais e entidades associadas. O Instituto daria maior atenção aos eventos nacionais que exibissem longas-metragens pensando na futura inserção de tais obras no mercado interno, reflexo do contexto do final dos anos 60 e início dos 70, período do suposto Milagre Econômico e da conquista do mercado interno do produto brasileiro em seu parque de exibição local. Os festivais brasileiros nesse contexto serão utilizados como estratégia para ajudar na “conquista”. Para construir o contexto de realização dos festivais da Baixada Santista recorreu-se a fontes do período, como jornais, revistas, legislação, Resoluções, convênios e contratos, a fim de analisar como que o INC se envolveu na realização dos quatro festivais e inseriu a sua agenda de interesses nesses eventos, quais suas características, o que têm em comum, no que diferem, que atividades foram levadas do Instituto para as suas programações, como a badalação foi utilizada como elemento de divulgação desses festivais e como a disputa pelo protagonismo cinematográfico e controle do poder estatal do setor esteve em Santos e Guarujá, percebendo então como os assuntos macros da cinematografia brasileira se deslocaram para eventos micro, isto é, os festivais. Os quatro eventos aqui analisados exemplificam os dois momentos distintos de relação do Instituto com os festivais nacionais: de 1966-1972, em que o INC cria um calendário de eventos oficiais onde insere neste apenas os considerados relevantes, mas sem organização jurídica para tal e de forma desordenada; e de 1973-1975, quando baixa a Resolução n° 88 que estabelece as normas para a realização de festivais brasileiros e cria um aparato de controle oficial que padronizaria como a autarquia lançaria suas esferas político-econômicas nestes festivais.
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Uma de suas prerrogativas era o envolvimento com os festivais internacionais e nacionais, se relacionando com estes eventos das mais variadas formas ao longo de seus nove anos. No período-INC, os festivais internacionais eram pautados por motivações políticas, com participações dos governos nacionais no processo de envio das obras a estes eventos. O Instituto também é palco de disputa entre a produção cinematográfica de São Paulo e Rio de Janeiro pelo controle da autarquia, fazendo com que esses embates fossem alocados para os festivais que tivessem a participação e controle do Instituto. Nos festivais do período, além da programação fílmica, predominava uma agenda social focada na presença de astros e estrelas nestes certames em atividades paralelas às exibições. As celebridades nos festivais, ao participarem das programações sociais, causavam a chamavam badalação, que era convertida em repercussão e publicidade para os festivais e entidades associadas. O Instituto daria maior atenção aos eventos nacionais que exibissem longas-metragens pensando na futura inserção de tais obras no mercado interno, reflexo do contexto do final dos anos 60 e início dos 70, período do suposto Milagre Econômico e da conquista do mercado interno do produto brasileiro em seu parque de exibição local. Os festivais brasileiros nesse contexto serão utilizados como estratégia para ajudar na “conquista”. Para construir o contexto de realização dos festivais da Baixada Santista recorreu-se a fontes do período, como jornais, revistas, legislação, Resoluções, convênios e contratos, a fim de analisar como que o INC se envolveu na realização dos quatro festivais e inseriu a sua agenda de interesses nesses eventos, quais suas características, o que têm em comum, no que diferem, que atividades foram levadas do Instituto para as suas programações, como a badalação foi utilizada como elemento de divulgação desses festivais e como a disputa pelo protagonismo cinematográfico e controle do poder estatal do setor esteve em Santos e Guarujá, percebendo então como os assuntos macros da cinematografia brasileira se deslocaram para eventos micro, isto é, os festivais. Os quatro eventos aqui analisados exemplificam os dois momentos distintos de relação do Instituto com os festivais nacionais: de 1966-1972, em que o INC cria um calendário de eventos oficiais onde insere neste apenas os considerados relevantes, mas sem organização jurídica para tal e de forma desordenada; e de 1973-1975, quando baixa a Resolução n° 88 que estabelece as normas para a realização de festivais brasileiros e cria um aparato de controle oficial que padronizaria como a autarquia lançaria suas esferas político-econômicas nestes festivais.This research aims to analyze the involvement of the Instituto Nacional do Cinema (1966- 1975) with the film festivals, using as a study case the four events held in the Baixada Santista during 1970, 1973, and 1974. The INC was an autarchy created by the military dictatorship with the objective of being the body that determined the guidelines for the execution of cinematographic activity in the country. One of its prerogatives was the involvement with international and national festivals, relating to these events in a variety of ways over its nine years. In the INC-period, international festivals were guided by political motivations, with the participation of national governments in the process of sending works to these events. The INC is also the place for contests between the cinematographic production of São Paulo and Rio de Janeiro for the control of the autarchy, causing these clashes to be allocated to festivals that had the participation and control of the Instituto. In addition to the film schedule, a social agenda focused on the presence of celebrities in these events in parallel activities to the exhibitions predominated. Celebrities at festivals, when participating in social programs, caused the so-called hype, which was converted into repercussion and publicity for festivals and associated entities. The Institute would pay greater attention to national events that exhibited feature films thinking about the future insertion of such works in the domestic market, a reflection of the context of the late 60s and early 70s, period of the supposed Economical Miracle and the conquest of the internal market of the brazilian product at your local exhibition place. Brazilian festivals in this context will be used as a market strategy to help in the “conquest”. To make the context of the festivals in Baixada Santista, sources from the 60's and the 70’s were used, as newspapers, magazines, legislation, Resolutions, co-production agreements and contracts, in order to analyze how the INC got involved in the realization of the four festivals and inserted its agenda of interests in these events, what are their characteristics, what they have in common, what they differ, what activities were taken from the Institute to its schedules, how the hype was used as an element of dissemination of these festivals and how the dispute for cinematographic protagonist and control of state power in the sector was in Santos and Guarujá, realizing then how the macro issues of Brazilian cinematography have shifted to micro-events, that is, the festivals. The four events are able to exemplify the two distinct moments in the Institute’s relationship with national festivals: in the period 1966-1972, the INC created a calendar of official events where it included only the ones that were considered relevant, but without any legal organization to do so, in a disorderly and non-standard manner; and from 1973-1975, when Resolution No. 88 was issued, establishing the norms for the holding of Brazilian festivals, creating an apparatus of control and officialization of the Institute that standardizes how it would launch its political-economic spheres in these festivals.SudesteUniversidade Anhembi MorumbiUniversidade Anhembi MorumbiBrasilPrograma de Pós-graduação em Comunicação da Universidade Anhembi Morumbi (PPGCOM-UAM)http://lattes.cnpq.br/4470867992728892Magno, Maria Ignês Carlos1139572756285287http://lattes.cnpq.br/1139572756285287Mattos, Tetê7032096320670663http://lattes.cnpq.br/7032096320670663Schvarzman, Sheila9,54919521295285E+015http://lattes.cnpq.br/9549195212952852Corrêa, Paulo Vitor Luz2024-06-13T19:35:33Z2021info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfapplication/pdfCORRÊA, Paulo Vitor Luz. Sol, Praia, Badalação e Filmes: O envolvimento do Instituto Nacional do Cinema Com os festivais de cinema a partir de um estudo de caso dos eventos da Baixada Santista (1970-1974). Dissertação (Mestrado em Comunicação) - Programa de Pós-graduação em Comunicação, Universidade Anhembi Morumbi. São Paulo, 490p, 2021.https://deposita.ibict.br/handle/deposita/626porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Comum do Brasil - Depositainstname:Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict)instacron:IBICT2025-10-01T14:10:06Zoai:deposita.ibict.br:deposita/626Repositório ComumPUBhttp://deposita.ibict.br/oai/requestdeposita@ibict.bropendoar:46582025-10-01T14:10:06Repositório Comum do Brasil - Deposita - Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict)false
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