Exportação concluída — 

Subjetividades instagramáveis: cartografias da autovigilância no Instagram

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2021
Autor(a) principal: Silva, Heriton Vinícios Serrão lattes
Orientador(a): Xavier, Monalisa Pontes lattes
Banca de defesa: Miranda, Luciana Lobo lattes, Lima, Camila Calado lattes
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/80033/00130000023zs
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal do Piauí
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Comunicação -PPGCOM
Departamento: Universidade Federal do Piauí
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Palavras-chave em Espanhol:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://deposita.ibict.br/handle/deposita/441
Resumo: The self-surveillance is configured as a way of subjectification manifested in virtual social networks. On Instagram I can see this in the status given by users to the recognition and admiration of the other's gaze, which are progressively internalized, constituting a whole field of practices with you, of self-integration and self-control that come to govern the intimate and private sphere, in which the spheres of care and self-control are made in public exposure within the reach of the other's gaze and the norm represented by him, norm which I call “Instagramable”. Faced with this, I ask: What are the relationships between self-surveillance on Instagram and the production of subjectivities in contemporary times? Thus, objective: "to map relationships between self-surveillance and the production of subjectivities on Instagram,". To this end, I intend to: a) discuss the production of subjectivities forged in the context of surveillance; b) analyze how self-surveillance occurs on social networks; c) understand the functioning of Instagram as a visibility / surveillance device; d) map self-surveillance in profiles of nanoinfluencers on Instagram. Therefore, was used as main references: Félix Guattari and Suely Rolnik (1996) and Luciana Miranda (2005; 2009) who discuss the production of subjectivities; Michel Foucault (2009; 1987) and his contributions about the discipline society; Gilles Deleuze (1992) and the writings of the controlling society; Zygmunt Bauman (2014) with his post-pan-optical perspective; Fernanda Bruno (2013), Pablo Rodrigues (2015), Paula Sibilia (2009; 2018) and Byung-Chul Han (2017) on the relationship between surveillance, subjectivities and contemporary; as well as other topics and interlocutors that may enable the enrichment of the discussion. The methodological path is made in the cartography (KASTRUP, 2007) of seven profiles of nanoinfluencers on Instagram, through a narrative in cartographic poetic diaries in the @poetavigia profile , that was created on Instagram for research. Cartographic narratives take place in a polyphony between the self and the research, but knowing that in the research there are living bodies, speakers, thinkers, agents ..., as well as a complex territory, contexts and diverse subjectivation games. Cartography, as research-intervention, produces knowledge to the extent that a territory is inhabited and a common plan is created, that is, it is not researched about, but with. Therefore, I also perceive myself as an actor on this journey, as an eighth profile being studied, in a very changeable and unstable territory, requiring back and forth. In the final results, among other things, I notice that self-vigilant subjectivities are configured as instagramáveis and the instagramável is composed of homogeneous, but also resistant, capitalistic production lines.
id IBICT-1_6176803dfa77702b77454ccf133e6b07
oai_identifier_str oai:deposita.ibict.br:deposita/441
network_acronym_str IBICT-1
network_name_str Repositório Comum do Brasil - Deposita
repository_id_str
spelling Xavier, Monalisa Pontes8498770000000000http://lattes.cnpq.br/8498770751178590Miranda, Luciana Lobohttp://lattes.cnpq.br/4519037978963137Lima, Camila Caladohttp://lattes.cnpq.br/6233486191471061http://lattes.cnpq.br/6228086922952487Silva, Heriton Vinícios Serrão2023-10-16T19:25:57Z2021SILVA, Heriton Vinícios Serrão. Subjetividades Instagramáveis, cartografias da Autovigilância no Instagram. Dissertação de mestrado apresentada ao Programa de pós-graduação em comunicação da Universidade Federal do Piauí – Teresina, 2021.https://deposita.ibict.br/handle/deposita/441ark:/80033/00130000023zsThe self-surveillance is configured as a way of subjectification manifested in virtual social networks. On Instagram I can see this in the status given by users to the recognition and admiration of the other's gaze, which are progressively internalized, constituting a whole field of practices with you, of self-integration and self-control that come to govern the intimate and private sphere, in which the spheres of care and self-control are made in public exposure within the reach of the other's gaze and the norm represented by him, norm which I call “Instagramable”. Faced with this, I ask: What are the relationships between self-surveillance on Instagram and the production of subjectivities in contemporary times? Thus, objective: "to map relationships between self-surveillance and the production of subjectivities on Instagram,". To this end, I intend to: a) discuss the production of subjectivities forged in the context of surveillance; b) analyze how self-surveillance occurs on social networks; c) understand the functioning of Instagram as a visibility / surveillance device; d) map self-surveillance in profiles of nanoinfluencers on Instagram. Therefore, was used as main references: Félix Guattari and Suely Rolnik (1996) and Luciana Miranda (2005; 2009) who discuss the production of subjectivities; Michel Foucault (2009; 1987) and his contributions about the discipline society; Gilles Deleuze (1992) and the writings of the controlling society; Zygmunt Bauman (2014) with his post-pan-optical perspective; Fernanda Bruno (2013), Pablo Rodrigues (2015), Paula Sibilia (2009; 2018) and Byung-Chul Han (2017) on the relationship between surveillance, subjectivities and contemporary; as well as other topics and interlocutors that may enable the enrichment of the discussion. The methodological path is made in the cartography (KASTRUP, 2007) of seven profiles of nanoinfluencers on Instagram, through a narrative in cartographic poetic diaries in the @poetavigia profile , that was created on Instagram for research. Cartographic narratives take place in a polyphony between the self and the research, but knowing that in the research there are living bodies, speakers, thinkers, agents ..., as well as a complex territory, contexts and diverse subjectivation games. Cartography, as research-intervention, produces knowledge to the extent that a territory is inhabited and a common plan is created, that is, it is not researched about, but with. Therefore, I also perceive myself as an actor on this journey, as an eighth profile being studied, in a very changeable and unstable territory, requiring back and forth. In the final results, among other things, I notice that self-vigilant subjectivities are configured as instagramáveis and the instagramável is composed of homogeneous, but also resistant, capitalistic production lines.A autovigilância configura-se como modo de subjetivação manifesto nas redes sociais virtuais. No Instagram posso ver isso no status conferido pelos usuários ao reconhecimento e à admiração do olhar do outro, que vão sendo progressivamente interiorizados, constituindo todo um campo de práticas consigo, de autorregramento e autocontrole que passam a reger a esfera íntima e privada, em que as esferas de cuidado e controle de si se fazem na exposição pública ao alcance do olhar do outro e à norma por ele representada, norma a qual chamo de “instagramável”. Frente a isso, questiono: Quais as relações entre a autovigilância no Instagram e a produção de subjetividades na contemporaneidade? Assim, objetivo: cartografar as relações entre autovigilância e a produção de subjetividades no Instagram. Para tal, pretendo: a) discutir a produção de subjetividades engendradas no contexto de vigilância; b) analisar como a autovigilância ocorre nas redes sociais; c) compreender o funcionamento do Instagram como dispositivo de visibilidade/vigilância; e d) mapear a autovigilância em perfis de nanoinfluenciadores no Instagram. Para tanto, uso como principais referenciais: Félix Guattari e Suely Rolnik (1996) e Luciana Miranda (2005; 2009) que discutem a produção de subjetividades; Michel Foucault (2009; 1987) e suas contribuições acerca a sociedade de disciplina; Gilles Deleuze (1992) e os escritos a sociedade de controle; Zygmunt Bauman (2014) com sua perspectiva pós-pan-óptica; Fernanda Bruno (2013), Pablo Rodrigues (2015), Paula Sibilia (2009; 2018) e Byung-Chul Han (2017) sobre a relação entre vigilância, subjetividades e contemporâneo; bem como de outros temas e interlocutores que possibilitam o enriquecimento da discussão. O caminho metodológico se faz na cartografia (KASTRUP, 2007) de sete perfis de nanoinfluenciadores no Instagram, com registro de narrativa em diários poéticos cartográficos, por meio do perfil @poetavigia, criado no Instagram para a pesquisa. As narrativas cartográficas se dão em uma polifonia entre o eu e a pesquisa, mas sabendo que na pesquisa existem corpos vivos, falantes, pensantes, agentes etc., assim como um território complexo, contextos e jogos de subjetivação diversos. A cartografia como pesquisa-intervenção produz conhecimento na medida em que se habita um território e se cria um plano comum, isto é, não se pesquisa sobre, mas com. Portanto, me percebo também como um ator neste percurso, como um oitavo perfil sendo estudado, em um território bastante mutável e movediço, exigindo idas e voltas. Nos resultados finais, dentre outras coisas, percebo que as subjetividades autovigilantes se configuram como instagramáveis e o instagramável é composto por linhas de produção capitalísticas homogêneas, mas também de resistência.Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí - FAPEPINordesteapplication/pdfporUniversidade Federal do PiauíPrograma de Pós-Graduação em Comunicação -PPGCOMBrasilUniversidade Federal do PiauíA VOZ DA SERRA JORNAL. Instagram, a plataforma digital que mais cresce entre as redes sociais. Sábado, 08 de fevereiro de 2020. Disponível em: https://avozdaserra.com.br/noticias/instagram-plataforma-digital-que-mais-cresce-entre-redes-sociais. Acesso em 06/03/2020. BAUMAN, Zygmunt. Vigilância líquida. São Paulo: Zahar, 2014. BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde regulamenta condições de isolamento e quarentena. Publicado: Sexta, 13 de Março de 2020, 13h27. Disponível em: https://www.saude.gov.br/noticias/agencia-saude/46536-saude-regulamenta-condicoes-de-isolamento-e-quarentena. Acesso em: 30/03/2020. BREVES, Livia. Nanoinfluenciadores: quem é a turma que tem menos de 10 mil seguidores e é o futuro das redes. O GLOBO, 04/01/2020. Disponível em: https://oglobo.globo.com/ela/gente/nanoinfluenciadores-quem-a-turma-que-tem-menos-de-10-mil-seguidores-e-futuro-das-redes-1-24168278>. Acesso em: 24/05/2020. BRUNO, F.; KANASHIRO, M.; FIRMINO, R.. Vigilância e visibilidade: Espaço, tecnologia e identificação. Porto Alegre: Sulina, 2010. BRUNO, Fernanda. Biovigilância e Contágio na Pandemia. In: CORONA360, MAPI: PUC-RIO, 2020. Vídeo. Disponível em: http://www.iri.puc-rio.br/mapi/biovigilancia-e-contagio-na-pandemia/. Acesso em: 8/05/2020. BRUNO, Fernanda. Máquinas de ver, modos de ser: vigilância, tecnologia e subjetividade. Porto Alegre: Sulina, 2013. 190 p. CARBONARI, Pâmela. Instagram é a rede social mais nociva à saúde mental, diz estudo. Atualizado em 2 Maio 2019, 11h48 - Publicado em 19 Maio 2017. Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/instagram-e-a-rede-social-mais-prejudicial-a-saude-mental/. Acesso em: 24/12/2020. DALMOLIN, Bernadete M.; PASSOS, Robert F. dos; RIBEIRO, Silvana. Cartografia social: produção de experiências de uma estética da educação. Conjectura: Filos. Educ., Caxias do Sul, RS, v. 25, Dossiê, 2020 DEBORD, Guy. A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto, 2008. DELEUZE, Gilles. Post-scriptum sobre as sociedades de controle. Conversações: 1972-1990. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1992. DOMINGOS, Adenil Alfeu. Storytelling: evolução, novas tecnologias e mídia. Curitiba: 2009. In.: Anais do XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação – Curitiba, PR – 4 a 7 de setembro de 2009. DUARTE, Fábio e FREI, Klaus. Redes Urbanas. In: DUARTE, Fábio; QUANDT, Carlos; 124 FILHO, Fabrancio. Twitter será mais rígido com conteúdos sexuais e violentos em 2020. Olhar digital, 06/12/2019. Disponível em: https://olhardigital.com.br/noticia/twitter-sera-mais-rigido-com-conteudos-sexuais-e-violentos-em-2020/94044. Acesso em: 02/09/2020. FILHO, Francisco A.; ALEXANDRE, Leila Rachel B. A construção de objetos de discurso nos perfis fakes do twitter. Scielo, 2011. Disponível em: https://www.scielo.br/pdf/ld/v12n3/a06v12n3>. Acesso em: 11/09/2020. FONSECA, MAYARA DE S. G. Influenciadoras digitais de moda e beleza no Instagram: estratégias comunicacionais, institucionalidades e consumo midiatizado do público feminino. Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Estudos da Mídia, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, como requisito para obtenção do grau de doutora. UFRN: 2019. FOUCAULT, Michael. O sujeito e o poder. In: DREYFUS, H. L.; RABINOW, P. Michel Foucault: uma trajetória filosófica. Para além do estruturalismo e da hermenêutica. 2. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2009. p. 231-249. __________. Microfísica do poder. Organização e tradução de Machado, R. Rio de Janeiro: Graal, 1979. __________. Subject and Power. In: Dreyfuss, H.; Rabinow P. Beyond structuralism and hermeneutics. Brighton: The Harvester Press, 1982. __________. Vigiar e punir. Petrópolis: Vozes, 1987. G1. Instagram faz 10 anos como uma das maiores redes sociais do mundo e de olho no TikTok, para não envelhecer. 06/10/2020 07h00. Disponível em: https://g1.globo.com/economia/tecnologia/noticia/2020/10/06/instagram-faz-10-anos-como-uma-das-maiores-redes-sociais-do-mundo-e-de-olho-no-tiktok-para-nao-envelhecer.ghtml. Acesso em: 02/05/2021. __________. Últimas notícias de coronavírus de 30 de março. Disponível em: https://g1.globo.com/bemestar/coronavirus/noticia/2020/03/30/ultimas-noticias-de-coronavirus-de-30-de-marco.ghtml. Acesso em: 30/03/2020. GARCIA, Ingrid. Jazz Funk: a dança que mescla atitude e sensualidade. 13 de agosto de 2017, às 19h00. Disponível em: https://imirante.com/namira/brasil/noticias/2017/08/13/jazz-funk-a-danca-que-mescla-atitude-e-sensualidade.shtml. Acesso em: 28/03/2020. GOFFMAN, Erving. La presentación de la vida cotidiana. Buenos Aires: Amorrortu, 1989. GUATTARI, F.; ROLNIK, S. Impasse pós-moderno e transição pós-mídia. Folha de São Paulo, Folhetin n. 479, São Paulo, p. 2-5, 13 de abril de 1986. GUATTARI, F.; ROLNIK, S. Micropolítica: Cartografias do Desejo. Petrópolis: Vozes, 1996. GUIMARÃES, Heitor M. L. A pandemia de 2020: prelúdio de um neoliberalismo renovado? UFSM Voluntas: Revista Internacional de Filosofia. Santa Maria, v. 11, e38, p. 1-10. 125 HAN, Byung-Chul. Sociedade da transparência. Petrópolis, RJ : Vozes, 2017. HUME, DAVID. Investigação acerca do entendimento humano. São Paulo: Nova Cultural, 1999. 350p. IBGE. Dicionário cartográfico. Governo do BRASIL, 2020. Disponível em: <https://www.ibge.gov.br/geociencias/metodos-e-outros-documentos-de-referencia/vocabulario-e-glossarios/16496-dicionario-cartografico.html?=&t=sobre>. Acesso em: 05/07/2020. KASTRUP, Virgínia. O funcionamento da atenção no trabalho do cartógrafo. Psicol. Soc. [online]. 2007, vol.19, n.1, pp.15-22. ISSN 1807-0310. https://doi.org/10.1590/S0102-71822007000100003. KASTRUP, Virgínia; PASSOS, Eduardo. Cartografar é traçar um plano comum. Fractal, Rev. Psicol., v. 25 – n. 2, p. 263-280, Maio/Ago. 2013. LACOM. Instagram é oficialmente a rede com maior impacto para marcas. Confira algumas dicas para sua empresa. 2021. Disponível em: <https://lacom.ag/instagram-e-oficialmente-a-rede-com-maior-impacto-para-marcas/>. Acesso em: 02/05/2021. LEAL, Michele da Rosa Baptista; PETRARCA, Rita de Cássia. Narciso e o Espelho das Redes Sociais. Psicologado, [S.l.]. (2015). Disponível em <https://psicologado.com.br/abordagens/psicanalise/narciso-e-o-espelho-das-redes-sociais>. Acesso em 10 Set 2020. MEIO E MENSAGEM. Instagram é principal rede para seguir influencers. 13 de setembro de 2019. Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2019/09/13/instagram-e-a-principal-rede-para-acompanhar-influenciadores-aponta-estudo.html. Acesso em: 02/05/21. SOARES, Leonardo; MIRANDA, Luciana Lobo. Produzir subjetividade: o que significa? Revista Estudos e pesquisas em psicologia, Rio de Janeiro: UERJ, ano 9, n. 2, pag. 408-424, 2009. MACIEL JÚNIOR, Auterives. Resistência e prática de si em Foucault. Trivium [online]. 2014, vol.6, n.1, pp. 01-08. MIRANDA. Subjetividades: a (des)construção de um conceito. In JOBIM E SOUZA, Solange (org.). Subjetividade em questão: a infância como crítica da cultura. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2005. MONEGO, Sonia; GUARNIERI, Vanderleia. A fotografia como recurso de memória. Cadernos do CEOM. Documentos: da produção à historicidade nº. 36, ano 25/2012. MOURA, Rafael Moraes. Ministros do Supremo dizem que vão barrar medida de Bolsonaro para furar isolamento. Jornal virtual Estadão. Publicado as 16:20 do dia 30/03/20. Disponível em: <https://www.msn.com/pt-br/noticias/justica/ministros-do-supremo- 126 dizem-que-v%c3%a3o-barrar-medida-de-bolsonaro-para-furar-isolamento/ar-BB11VbQK?ocid=chromentp>. Acesso em: 30/03/2020. OLMOS, Olívia M. de Quadros; FAVERA, Rafaela B. D. Ostentação nas redes sociais como meio de prova e o posicionamento dos tribuinais de justiça: liberdade de expressão versus dívidas. In: Anais do IV Seminário Nacional Demandas Sociais e Políticas Públicas na Sociedade Contemporânea. UNISC, 2015. OTTO, Isabella. Você sabe o que significa a sigla LGBTQI+? 23 jun 2019, 12h14 - Publicado em 23 jun 2019, 10h0. Disponível em: <https://capricho.abril.com.br/vida-real/voce-sabe-o-que-significa-a-sigla-lgbtqi/>. Acesso em: 05/04/2020. OLIVEIRA, Fátima Cristina Regis Martins de. Nós, ciborgues: ecnologias de Informação e Subjetividade Homem-Máquina. Curitiba-PR: PUCPRess - Editora Universitária Champagnat, 1ª edição, 2012. PADILHA. Adriano. TBT (Throwback Thursday). Dicionário online, 2020. Disponível em: <https://www.significados.com.br/tbt/>. Acesso em: 24/03/2020. PASSOS, E.; KASTRUP, V. Sobre a validação da pesquisa cartográfica: acesso à experiência, consistência e produção de efeitos. Fractal, Rev. Psicol. vol.25 no.2. Rio de Janeiro May/Aug. 2013 PASSOS, Émille C. de A.; XAVIER, Monalisa P. A produção de subjetividade na midiatização: um estudo do perfil @voguebrasil. Anais do II Seminário Internacional de Pesquisas em Midiatização e Processos Sociais. PPGCC-Unisinos. São Leopoldo, RS – 8 a 12 de abril de 2018. POLITIZE. Cultura do cancelamento: o que é? Publicado em 20 de maio de 2021. Disponível em: <https://www.politize.com.br/cultura-do-cancelamento/>. Acesso em: 02/07/2021. PSIQUIATRIAPAULISTA. O Instagram está prejudicando a sua saúde mental. 4 de fevereiro de 2020, in Ansiedade. Disponível em: <https://psiquiatriapaulista.com.br/o-instagram-esta-prejudicando-a-sua-saude-mental/>. Acesso em 24/12/2020. PRADO FILHO, Kleber e TETI, Marcela Montalvão. A cartografia como método para as ciências humanas e sociais. Barbaroi [online]. 2013, n.38, pp. 45-49. ISSN 0104-6578. REGIS, Victor Martins; FONSECA, Tania Mara Galli. Cartografia: estratégias de produção do conhecimento. Fractal, Rev. Psicol, v. 24, n. 2, mai/ago. 2012, p. 271 – 286. RINALDI, Camila. Jovem brasileiro passa 1h30 por dia no Instagram, mas quase não lê. OLHAR DIGITAL: 30/05/2019. Disponível em: https://olhardigital.com.br/noticia/jovem-brasileiro-passa-1h30-por-dia-no-instagram-mas-quase-nao-le/86337. Acesso em: 21/05/2020. RODRIGUEZ, Pablo Esteban. Espetáculo do Dividual: Tecnologias do eu e vigilância distribuída nas redes sociais. Revista ECO PÓS. ISSN 2175-8689. Tecnopolíticas e Vigilância, V. 18, N. 2, 2015. 127 ROSE, N. Como se deve fazer a história do eu? Educação & Realidade. Porto Alegre, v. 26, n. 1, p. 34-57, jan./jun.2001. RUSSI, Pedro. Exarcebações de (auto) vigilância nas Redes Sociais: Internet, inferências e problematizações. In: SAID, Gustavo (org.). Tecnologias midiáticas e subjetividade. Teresina: EDUFPI, 2016. p. 57-92. SALLES, Felipe. Quantos usuários do Instagram existem no Brasil e no mundo em 2020? apptuts, 2020. Disponível: <https://www.apptuts.com.br/tutorial/redes-sociais/quantos-usuarios-do-instagram-existem-no-brasil-mundo-2017>. Acesso em: 20/03/2020. SOUZA, Queila. O Tempo Das Redes, São Paulo: Editora Perspectiva S/A, 2008. p. 156-182. SIBILIA, Paula. “Você é o que Google diz que você é”: a vida editável, entre controle e espetáculo. Intexto, Porto Alegre, UFRGS, n. 42, p. 214-231, maio/ago. 2018. ________ . “O show do eu”. FLIP 2016. TV BOITEMPO. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=FfJkQ8XH01M&t=2415s>. Acesso em: 02/05/2021. ________ . O show do eu: a intimidade como espetáculo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009, 286p. ________ . Redes ou paredes: a escola em tempos de dispersão. Tradução de Vera Ribeiro. Rio de Janeiro: Contraponto, 2012. 222 p. SERRÃO SILVA, Heriton V.; ALENCAR, Marcia F. A vitrine digital e o homem-marca: um anova expectativa comunicacional na hipermodernidade. In: Anais da IV Jornada de Pesquisa e Extensão em Comunicação / Flávia de Almeida Moura, Larissa Leda Fonseca Rocha, Ramon Bezerra Costa (Organizadores). — São Luís, 2017. 359 p. SERRÃO SILVA, Heriton V. A Ostentação e o Exibicionismo como Estratégias Comunicacionais nas Redes Sociais: Uma Revisão de Literatura. In: Anais 42º Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação – Belém - PA – 2 a 7/09/2019 SILVA, Nathan C. e; AZEVEDO, Marília M. de; GALHARDI, Antônio C. Redes sociais: a era do exibicionismo digital. In: Anais do X Workshop de Pós Graduação e Pesquisa do Centro Paula Souza. São Paulo, 6 à 8 de outubro de 2015. ISSN: 2175-1897. SÓ GEOGRAFIA. Cartografia. Virtuous Tecnologia da Informação. 2007-2020. Disponível em: <http://www.sogeografia.com.br/Conteudos/GeografiaFisica/Cartografia/>. Acesso em: 07/03/2020 às 23:29. SOUZA, Pedro F. de; FURLANB, Reinaldo. A questão do sujeito em Foucault. Psicol. USP. vol. 29, nº 3. São Paulo: Set./Dez. 2. Disponível em: <https://gramaticaecognicao.com/sufixo-ismo/>. Acesso em: 10/09/2020. SOUZA, Raphael. Redes sociais, comunicação e ação. In: SOUZA, Raphael; MORAIS, Leandro. Mundo virtual: portas abertas às redes sociais. Joinville: Clube de autores, 2017. p. 41-x. 128 SOUZA, S. R. L. de; FRANCISCO, A. L. O Método da Cartografia em Pesquisa Qualitativa: Estabelecendo Princípios... Desenhando Caminhos... In.: Anais do 5º Congresso Ibero-Americano em Investigação Qualitativa - Investigação Qualitativa em Saúde. 2016. SIBILIA, P. “O show do eu” [áudio completo]. In.: TV BOITEMPO. Christian Dunker e Paula Sibilia na Flip 2016. Youtube, 4 de jul. de 2016. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=FfJkQ8XH01M&feature=youtu.be>. Acesso em: 03/08/2020. VAZ, Paulo; BRUNO, F. Types of self surveillance: from abnormality to individuals ‘at risk’. Surveillance & Society. V. 1, n. 3, 2003. XAVIER, Monalisa. Pontes. A consulta transformada: experimentações de dispositivos interacionais "psi" na sociedade em midiatização. Tese de Doutorado em Ciências da Comunicação do Programa de Pós-Graduação em ciências da Comunicação, Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS): São Leopoldo, 2014.AutovigilânciaCartografiaInstagramProdução de Subjetividades.AutosurveillanceCartographieInstagramProduction de subjectivitésSelf-surveillanceCartographyInstagramProduction of SubjectivitiesAutovigilancia; Cartografía; Instagram; Producción de Subjetividades.Ciências Sociais AplicadasSubjetividades instagramáveis: cartografias da autovigilância no InstagramInstagrammable subjectivities: self-surveillance cartography on Instagraminfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Comum do Brasil - Depositainstname:Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict)instacron:IBICTTEXTDISSERTAÇÃO - VINÍCIOS SERRÃO - COMPLETA.pdf.txtWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.TikaTextExtractionFilter on 2025-06-06T20:17:14Z (GMT).Extracted texttext/plain102647https://deposita.ibict.br/bitstreams/a9fce21b-c9a7-4d41-91bf-42e6051a05cc/downloadc3d16fe02b38cc384a4e8cbfdfda60d1MD53falseAnonymousREADTHUMBNAILDISSERTAÇÃO - VINÍCIOS SERRÃO - COMPLETA.pdf.jpgWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.PDFBoxThumbnail on 2025-06-06T20:17:14Z (GMT).Generated Thumbnailimage/jpeg2583https://deposita.ibict.br/bitstreams/c43848eb-0e1a-4d29-9e5f-37425a74e262/download296ca946eeb744b60c1f69cd9928314eMD54falseAnonymousREADLICENSElicense.txtWritten by org.dspace.content.LicenseUtilstext/plain; charset=utf-81867https://deposita.ibict.br/bitstreams/f40ef0fa-cd56-47ab-beb0-d8d47f31bbf6/downloada7c148eec59885ba1ba6d14692be8465MD51falseAnonymousREADORIGINALDISSERTAÇÃO - VINÍCIOS SERRÃO - COMPLETA.pdf/dspace/deposita/upload/DISSERTAÇÃO - VINÍCIOS SERRÃO - COMPLETA.pdfDocumento principalapplication/pdf5379921https://deposita.ibict.br/bitstreams/0b3a63ab-b4e9-4c94-8706-a18a239f037f/download8ccae7d03063888cd3f85a6e6989f8a2MD52trueAnonymousREADdeposita/4412025-10-01T13:48:12.491Zopen.accessoai:deposita.ibict.br:deposita/441https://deposita.ibict.brRepositório ComumPUBhttp://deposita.ibict.br/oai/requestdeposita@ibict.bropendoar:46582025-10-01T13:48:12Repositório Comum do Brasil - Deposita - Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBhIGFwcmVzZW50YcOnw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCB2b2PDqiAobyBhdXRvciAoZXMpIG91IG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IpIGNvbmNlZGUgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIENvbXVtCmRvIEJyYXNpbCAoRGVwb3NpdGEpIG8gZGlyZWl0byBuw6NvLWV4Y2x1c2l2byBkZSByZXByb2R1emlyLCB0cmFkdXppciAoY29uZm9ybWUgZGVmaW5pZG8gYWJhaXhvKSwgZS9vdSBkaXN0cmlidWlyIGEKc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyAoaW5jbHVpbmRvIG8gcmVzdW1vKSBwb3IgdG9kbyBvIG11bmRvIG5vIGZvcm1hdG8gaW1wcmVzc28gZSBlbGV0csO0bmljbyBlIGVtIHF1YWxxdWVyIG1laW8sIGluY2x1aW5kbyBvcwpmb3JtYXRvcyDDoXVkaW8gb3UgdsOtZGVvLgoKVm9jw6ogY29uY29yZGEgcXVlIG8gRGVwb3NpdGEgcG9kZSwgc2VtIGFsdGVyYXIgbyBjb250ZcO6ZG8sIHRyYW5zcG9yIGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBwYXJhIHF1YWxxdWVyIG1laW8gb3UgZm9ybWF0bwpwYXJhIGZpbnMgZGUgcHJlc2VydmHDp8Ojby4KClZvY8OqIHRhbWLDqW0gY29uY29yZGEgcXVlIG8gRGVwb3NpdGEgcG9kZSBtYW50ZXIgbWFpcyBkZSB1bWEgY8OzcGlhIGRlIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gcGFyYSBmaW5zIGRlIHNlZ3VyYW7Dp2EsIGJhY2stdXAKZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvLgoKVm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgYSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIMOpIG9yaWdpbmFsIGUgcXVlIHZvY8OqIHRlbSBvIHBvZGVyIGRlIGNvbmNlZGVyIG9zIGRpcmVpdG9zIGNvbnRpZG9zIG5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLgpWb2PDqiB0YW1iw6ltIGRlY2xhcmEgcXVlIG8gZGVww7NzaXRvIGRhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gbsOjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IGNvbmhlY2ltZW50bywgaW5mcmluZ2UgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMKZGUgbmluZ3XDqW0uCgpDYXNvIGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBjb250ZW5oYSBtYXRlcmlhbCBxdWUgdm9jw6ogbsOjbyBwb3NzdWkgYSB0aXR1bGFyaWRhZGUgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzLCB2b2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZQpvYnRldmUgYSBwZXJtaXNzw6NvIGlycmVzdHJpdGEgZG8gZGV0ZW50b3IgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIHBhcmEgY29uY2VkZXIgYW8gRGVwb3NpdGEgb3MgZGlyZWl0b3MgYXByZXNlbnRhZG9zCm5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBlIHF1ZSBlc3NlIG1hdGVyaWFsIGRlIHByb3ByaWVkYWRlIGRlIHRlcmNlaXJvcyBlc3TDoSBjbGFyYW1lbnRlIGlkZW50aWZpY2FkbyBlIHJlY29uaGVjaWRvIG5vIHRleHRvCm91IG5vIGNvbnRlw7pkbyBkYSBwdWJsaWNhw6fDo28gb3JhIGRlcG9zaXRhZGEuCgpDQVNPIEEgUFVCTElDQcOHw4NPIE9SQSBERVBPU0lUQURBIFRFTkhBIFNJRE8gUkVTVUxUQURPIERFIFVNIFBBVFJPQ8ONTklPIE9VIEFQT0lPIERFIFVNQSBBR8OKTkNJQSBERSBGT01FTlRPIE9VIE9VVFJPCk9SR0FOSVNNTywgVk9Dw4ogREVDTEFSQSBRVUUgUkVTUEVJVE9VIFRPRE9TIEUgUVVBSVNRVUVSIERJUkVJVE9TIERFIFJFVklTw4NPIENPTU8gVEFNQsOJTSBBUyBERU1BSVMgT0JSSUdBw4fDlUVTCkVYSUdJREFTIFBPUiBDT05UUkFUTyBPVSBBQ09SRE8uCgpPIERlcG9zaXRhIHNlIGNvbXByb21ldGUgYSBpZGVudGlmaWNhciBjbGFyYW1lbnRlIG8gc2V1IG5vbWUgKHMpIG91IG8ocykgbm9tZShzKSBkbyhzKSBkZXRlbnRvcihlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zCmF1dG9yYWlzIGRhIHB1YmxpY2HDp8OjbywgZSBuw6NvIGZhcsOhIHF1YWxxdWVyIGFsdGVyYcOnw6NvLCBhbMOpbSBkYXF1ZWxhcyBjb25jZWRpZGFzIHBvciBlc3RhIGxpY2Vuw6dhLgoKCg==
dc.title.por.fl_str_mv Subjetividades instagramáveis: cartografias da autovigilância no Instagram
dc.title.alternative.eng.fl_str_mv Instagrammable subjectivities: self-surveillance cartography on Instagram
title Subjetividades instagramáveis: cartografias da autovigilância no Instagram
spellingShingle Subjetividades instagramáveis: cartografias da autovigilância no Instagram
Silva, Heriton Vinícios Serrão
Autovigilância
Cartografia
Instagram
Produção de Subjetividades.
Autosurveillance
Cartographie
Instagram
Production de subjectivités
Self-surveillance
Cartography
Instagram
Production of Subjectivities
Autovigilancia; Cartografía; Instagram; Producción de Subjetividades.
Ciências Sociais Aplicadas
title_short Subjetividades instagramáveis: cartografias da autovigilância no Instagram
title_full Subjetividades instagramáveis: cartografias da autovigilância no Instagram
title_fullStr Subjetividades instagramáveis: cartografias da autovigilância no Instagram
title_full_unstemmed Subjetividades instagramáveis: cartografias da autovigilância no Instagram
title_sort Subjetividades instagramáveis: cartografias da autovigilância no Instagram
author Silva, Heriton Vinícios Serrão
author_facet Silva, Heriton Vinícios Serrão
author_role author
dc.contributor.advisor1.fl_str_mv Xavier, Monalisa Pontes
dc.contributor.advisor1ID.fl_str_mv 8498770000000000
dc.contributor.advisor1Lattes.fl_str_mv http://lattes.cnpq.br/8498770751178590
dc.contributor.referee1.fl_str_mv Miranda, Luciana Lobo
dc.contributor.referee1Lattes.fl_str_mv http://lattes.cnpq.br/4519037978963137
dc.contributor.referee2.fl_str_mv Lima, Camila Calado
dc.contributor.referee2Lattes.fl_str_mv http://lattes.cnpq.br/6233486191471061
dc.contributor.authorLattes.fl_str_mv http://lattes.cnpq.br/6228086922952487
dc.contributor.author.fl_str_mv Silva, Heriton Vinícios Serrão
contributor_str_mv Xavier, Monalisa Pontes
Miranda, Luciana Lobo
Lima, Camila Calado
dc.subject.por.fl_str_mv Autovigilância
Cartografia
Instagram
Produção de Subjetividades.
Autosurveillance
Cartographie
Instagram
Production de subjectivités
topic Autovigilância
Cartografia
Instagram
Produção de Subjetividades.
Autosurveillance
Cartographie
Instagram
Production de subjectivités
Self-surveillance
Cartography
Instagram
Production of Subjectivities
Autovigilancia; Cartografía; Instagram; Producción de Subjetividades.
Ciências Sociais Aplicadas
dc.subject.eng.fl_str_mv Self-surveillance
Cartography
Instagram
Production of Subjectivities
dc.subject.spa.fl_str_mv Autovigilancia; Cartografía; Instagram; Producción de Subjetividades.
dc.subject.cnpq.fl_str_mv Ciências Sociais Aplicadas
description The self-surveillance is configured as a way of subjectification manifested in virtual social networks. On Instagram I can see this in the status given by users to the recognition and admiration of the other's gaze, which are progressively internalized, constituting a whole field of practices with you, of self-integration and self-control that come to govern the intimate and private sphere, in which the spheres of care and self-control are made in public exposure within the reach of the other's gaze and the norm represented by him, norm which I call “Instagramable”. Faced with this, I ask: What are the relationships between self-surveillance on Instagram and the production of subjectivities in contemporary times? Thus, objective: "to map relationships between self-surveillance and the production of subjectivities on Instagram,". To this end, I intend to: a) discuss the production of subjectivities forged in the context of surveillance; b) analyze how self-surveillance occurs on social networks; c) understand the functioning of Instagram as a visibility / surveillance device; d) map self-surveillance in profiles of nanoinfluencers on Instagram. Therefore, was used as main references: Félix Guattari and Suely Rolnik (1996) and Luciana Miranda (2005; 2009) who discuss the production of subjectivities; Michel Foucault (2009; 1987) and his contributions about the discipline society; Gilles Deleuze (1992) and the writings of the controlling society; Zygmunt Bauman (2014) with his post-pan-optical perspective; Fernanda Bruno (2013), Pablo Rodrigues (2015), Paula Sibilia (2009; 2018) and Byung-Chul Han (2017) on the relationship between surveillance, subjectivities and contemporary; as well as other topics and interlocutors that may enable the enrichment of the discussion. The methodological path is made in the cartography (KASTRUP, 2007) of seven profiles of nanoinfluencers on Instagram, through a narrative in cartographic poetic diaries in the @poetavigia profile , that was created on Instagram for research. Cartographic narratives take place in a polyphony between the self and the research, but knowing that in the research there are living bodies, speakers, thinkers, agents ..., as well as a complex territory, contexts and diverse subjectivation games. Cartography, as research-intervention, produces knowledge to the extent that a territory is inhabited and a common plan is created, that is, it is not researched about, but with. Therefore, I also perceive myself as an actor on this journey, as an eighth profile being studied, in a very changeable and unstable territory, requiring back and forth. In the final results, among other things, I notice that self-vigilant subjectivities are configured as instagramáveis and the instagramável is composed of homogeneous, but also resistant, capitalistic production lines.
publishDate 2021
dc.date.issued.fl_str_mv 2021
dc.date.accessioned.fl_str_mv 2023-10-16T19:25:57Z
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/masterThesis
format masterThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.citation.fl_str_mv SILVA, Heriton Vinícios Serrão. Subjetividades Instagramáveis, cartografias da Autovigilância no Instagram. Dissertação de mestrado apresentada ao Programa de pós-graduação em comunicação da Universidade Federal do Piauí – Teresina, 2021.
dc.identifier.uri.fl_str_mv https://deposita.ibict.br/handle/deposita/441
dc.identifier.dark.fl_str_mv ark:/80033/00130000023zs
identifier_str_mv SILVA, Heriton Vinícios Serrão. Subjetividades Instagramáveis, cartografias da Autovigilância no Instagram. Dissertação de mestrado apresentada ao Programa de pós-graduação em comunicação da Universidade Federal do Piauí – Teresina, 2021.
ark:/80033/00130000023zs
url https://deposita.ibict.br/handle/deposita/441
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.relation.references.por.fl_str_mv A VOZ DA SERRA JORNAL. Instagram, a plataforma digital que mais cresce entre as redes sociais. Sábado, 08 de fevereiro de 2020. Disponível em: https://avozdaserra.com.br/noticias/instagram-plataforma-digital-que-mais-cresce-entre-redes-sociais. Acesso em 06/03/2020. BAUMAN, Zygmunt. Vigilância líquida. São Paulo: Zahar, 2014. BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde regulamenta condições de isolamento e quarentena. Publicado: Sexta, 13 de Março de 2020, 13h27. Disponível em: https://www.saude.gov.br/noticias/agencia-saude/46536-saude-regulamenta-condicoes-de-isolamento-e-quarentena. Acesso em: 30/03/2020. BREVES, Livia. Nanoinfluenciadores: quem é a turma que tem menos de 10 mil seguidores e é o futuro das redes. O GLOBO, 04/01/2020. Disponível em: https://oglobo.globo.com/ela/gente/nanoinfluenciadores-quem-a-turma-que-tem-menos-de-10-mil-seguidores-e-futuro-das-redes-1-24168278>. Acesso em: 24/05/2020. BRUNO, F.; KANASHIRO, M.; FIRMINO, R.. Vigilância e visibilidade: Espaço, tecnologia e identificação. Porto Alegre: Sulina, 2010. BRUNO, Fernanda. Biovigilância e Contágio na Pandemia. In: CORONA360, MAPI: PUC-RIO, 2020. Vídeo. Disponível em: http://www.iri.puc-rio.br/mapi/biovigilancia-e-contagio-na-pandemia/. Acesso em: 8/05/2020. BRUNO, Fernanda. Máquinas de ver, modos de ser: vigilância, tecnologia e subjetividade. Porto Alegre: Sulina, 2013. 190 p. CARBONARI, Pâmela. Instagram é a rede social mais nociva à saúde mental, diz estudo. Atualizado em 2 Maio 2019, 11h48 - Publicado em 19 Maio 2017. Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/instagram-e-a-rede-social-mais-prejudicial-a-saude-mental/. Acesso em: 24/12/2020. DALMOLIN, Bernadete M.; PASSOS, Robert F. dos; RIBEIRO, Silvana. Cartografia social: produção de experiências de uma estética da educação. Conjectura: Filos. Educ., Caxias do Sul, RS, v. 25, Dossiê, 2020 DEBORD, Guy. A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto, 2008. DELEUZE, Gilles. Post-scriptum sobre as sociedades de controle. Conversações: 1972-1990. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1992. DOMINGOS, Adenil Alfeu. Storytelling: evolução, novas tecnologias e mídia. Curitiba: 2009. In.: Anais do XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação – Curitiba, PR – 4 a 7 de setembro de 2009. DUARTE, Fábio e FREI, Klaus. Redes Urbanas. In: DUARTE, Fábio; QUANDT, Carlos; 124 FILHO, Fabrancio. Twitter será mais rígido com conteúdos sexuais e violentos em 2020. Olhar digital, 06/12/2019. Disponível em: https://olhardigital.com.br/noticia/twitter-sera-mais-rigido-com-conteudos-sexuais-e-violentos-em-2020/94044. Acesso em: 02/09/2020. FILHO, Francisco A.; ALEXANDRE, Leila Rachel B. A construção de objetos de discurso nos perfis fakes do twitter. Scielo, 2011. Disponível em: https://www.scielo.br/pdf/ld/v12n3/a06v12n3>. Acesso em: 11/09/2020. FONSECA, MAYARA DE S. G. Influenciadoras digitais de moda e beleza no Instagram: estratégias comunicacionais, institucionalidades e consumo midiatizado do público feminino. Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Estudos da Mídia, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, como requisito para obtenção do grau de doutora. UFRN: 2019. FOUCAULT, Michael. O sujeito e o poder. In: DREYFUS, H. L.; RABINOW, P. Michel Foucault: uma trajetória filosófica. Para além do estruturalismo e da hermenêutica. 2. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2009. p. 231-249. __________. Microfísica do poder. Organização e tradução de Machado, R. Rio de Janeiro: Graal, 1979. __________. Subject and Power. In: Dreyfuss, H.; Rabinow P. Beyond structuralism and hermeneutics. Brighton: The Harvester Press, 1982. __________. Vigiar e punir. Petrópolis: Vozes, 1987. G1. Instagram faz 10 anos como uma das maiores redes sociais do mundo e de olho no TikTok, para não envelhecer. 06/10/2020 07h00. Disponível em: https://g1.globo.com/economia/tecnologia/noticia/2020/10/06/instagram-faz-10-anos-como-uma-das-maiores-redes-sociais-do-mundo-e-de-olho-no-tiktok-para-nao-envelhecer.ghtml. Acesso em: 02/05/2021. __________. Últimas notícias de coronavírus de 30 de março. Disponível em: https://g1.globo.com/bemestar/coronavirus/noticia/2020/03/30/ultimas-noticias-de-coronavirus-de-30-de-marco.ghtml. Acesso em: 30/03/2020. GARCIA, Ingrid. Jazz Funk: a dança que mescla atitude e sensualidade. 13 de agosto de 2017, às 19h00. Disponível em: https://imirante.com/namira/brasil/noticias/2017/08/13/jazz-funk-a-danca-que-mescla-atitude-e-sensualidade.shtml. Acesso em: 28/03/2020. GOFFMAN, Erving. La presentación de la vida cotidiana. Buenos Aires: Amorrortu, 1989. GUATTARI, F.; ROLNIK, S. Impasse pós-moderno e transição pós-mídia. Folha de São Paulo, Folhetin n. 479, São Paulo, p. 2-5, 13 de abril de 1986. GUATTARI, F.; ROLNIK, S. Micropolítica: Cartografias do Desejo. Petrópolis: Vozes, 1996. GUIMARÃES, Heitor M. L. A pandemia de 2020: prelúdio de um neoliberalismo renovado? UFSM Voluntas: Revista Internacional de Filosofia. Santa Maria, v. 11, e38, p. 1-10. 125 HAN, Byung-Chul. Sociedade da transparência. Petrópolis, RJ : Vozes, 2017. HUME, DAVID. Investigação acerca do entendimento humano. São Paulo: Nova Cultural, 1999. 350p. IBGE. Dicionário cartográfico. Governo do BRASIL, 2020. Disponível em: <https://www.ibge.gov.br/geociencias/metodos-e-outros-documentos-de-referencia/vocabulario-e-glossarios/16496-dicionario-cartografico.html?=&t=sobre>. Acesso em: 05/07/2020. KASTRUP, Virgínia. O funcionamento da atenção no trabalho do cartógrafo. Psicol. Soc. [online]. 2007, vol.19, n.1, pp.15-22. ISSN 1807-0310. https://doi.org/10.1590/S0102-71822007000100003. KASTRUP, Virgínia; PASSOS, Eduardo. Cartografar é traçar um plano comum. Fractal, Rev. Psicol., v. 25 – n. 2, p. 263-280, Maio/Ago. 2013. LACOM. Instagram é oficialmente a rede com maior impacto para marcas. Confira algumas dicas para sua empresa. 2021. Disponível em: <https://lacom.ag/instagram-e-oficialmente-a-rede-com-maior-impacto-para-marcas/>. Acesso em: 02/05/2021. LEAL, Michele da Rosa Baptista; PETRARCA, Rita de Cássia. Narciso e o Espelho das Redes Sociais. Psicologado, [S.l.]. (2015). Disponível em <https://psicologado.com.br/abordagens/psicanalise/narciso-e-o-espelho-das-redes-sociais>. Acesso em 10 Set 2020. MEIO E MENSAGEM. Instagram é principal rede para seguir influencers. 13 de setembro de 2019. Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2019/09/13/instagram-e-a-principal-rede-para-acompanhar-influenciadores-aponta-estudo.html. Acesso em: 02/05/21. SOARES, Leonardo; MIRANDA, Luciana Lobo. Produzir subjetividade: o que significa? Revista Estudos e pesquisas em psicologia, Rio de Janeiro: UERJ, ano 9, n. 2, pag. 408-424, 2009. MACIEL JÚNIOR, Auterives. Resistência e prática de si em Foucault. Trivium [online]. 2014, vol.6, n.1, pp. 01-08. MIRANDA. Subjetividades: a (des)construção de um conceito. In JOBIM E SOUZA, Solange (org.). Subjetividade em questão: a infância como crítica da cultura. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2005. MONEGO, Sonia; GUARNIERI, Vanderleia. A fotografia como recurso de memória. Cadernos do CEOM. Documentos: da produção à historicidade nº. 36, ano 25/2012. MOURA, Rafael Moraes. Ministros do Supremo dizem que vão barrar medida de Bolsonaro para furar isolamento. Jornal virtual Estadão. Publicado as 16:20 do dia 30/03/20. Disponível em: <https://www.msn.com/pt-br/noticias/justica/ministros-do-supremo- 126 dizem-que-v%c3%a3o-barrar-medida-de-bolsonaro-para-furar-isolamento/ar-BB11VbQK?ocid=chromentp>. Acesso em: 30/03/2020. OLMOS, Olívia M. de Quadros; FAVERA, Rafaela B. D. Ostentação nas redes sociais como meio de prova e o posicionamento dos tribuinais de justiça: liberdade de expressão versus dívidas. In: Anais do IV Seminário Nacional Demandas Sociais e Políticas Públicas na Sociedade Contemporânea. UNISC, 2015. OTTO, Isabella. Você sabe o que significa a sigla LGBTQI+? 23 jun 2019, 12h14 - Publicado em 23 jun 2019, 10h0. Disponível em: <https://capricho.abril.com.br/vida-real/voce-sabe-o-que-significa-a-sigla-lgbtqi/>. Acesso em: 05/04/2020. OLIVEIRA, Fátima Cristina Regis Martins de. Nós, ciborgues: ecnologias de Informação e Subjetividade Homem-Máquina. Curitiba-PR: PUCPRess - Editora Universitária Champagnat, 1ª edição, 2012. PADILHA. Adriano. TBT (Throwback Thursday). Dicionário online, 2020. Disponível em: <https://www.significados.com.br/tbt/>. Acesso em: 24/03/2020. PASSOS, E.; KASTRUP, V. Sobre a validação da pesquisa cartográfica: acesso à experiência, consistência e produção de efeitos. Fractal, Rev. Psicol. vol.25 no.2. Rio de Janeiro May/Aug. 2013 PASSOS, Émille C. de A.; XAVIER, Monalisa P. A produção de subjetividade na midiatização: um estudo do perfil @voguebrasil. Anais do II Seminário Internacional de Pesquisas em Midiatização e Processos Sociais. PPGCC-Unisinos. São Leopoldo, RS – 8 a 12 de abril de 2018. POLITIZE. Cultura do cancelamento: o que é? Publicado em 20 de maio de 2021. Disponível em: <https://www.politize.com.br/cultura-do-cancelamento/>. Acesso em: 02/07/2021. PSIQUIATRIAPAULISTA. O Instagram está prejudicando a sua saúde mental. 4 de fevereiro de 2020, in Ansiedade. Disponível em: <https://psiquiatriapaulista.com.br/o-instagram-esta-prejudicando-a-sua-saude-mental/>. Acesso em 24/12/2020. PRADO FILHO, Kleber e TETI, Marcela Montalvão. A cartografia como método para as ciências humanas e sociais. Barbaroi [online]. 2013, n.38, pp. 45-49. ISSN 0104-6578. REGIS, Victor Martins; FONSECA, Tania Mara Galli. Cartografia: estratégias de produção do conhecimento. Fractal, Rev. Psicol, v. 24, n. 2, mai/ago. 2012, p. 271 – 286. RINALDI, Camila. Jovem brasileiro passa 1h30 por dia no Instagram, mas quase não lê. OLHAR DIGITAL: 30/05/2019. Disponível em: https://olhardigital.com.br/noticia/jovem-brasileiro-passa-1h30-por-dia-no-instagram-mas-quase-nao-le/86337. Acesso em: 21/05/2020. RODRIGUEZ, Pablo Esteban. Espetáculo do Dividual: Tecnologias do eu e vigilância distribuída nas redes sociais. Revista ECO PÓS. ISSN 2175-8689. Tecnopolíticas e Vigilância, V. 18, N. 2, 2015. 127 ROSE, N. Como se deve fazer a história do eu? Educação & Realidade. Porto Alegre, v. 26, n. 1, p. 34-57, jan./jun.2001. RUSSI, Pedro. Exarcebações de (auto) vigilância nas Redes Sociais: Internet, inferências e problematizações. In: SAID, Gustavo (org.). Tecnologias midiáticas e subjetividade. Teresina: EDUFPI, 2016. p. 57-92. SALLES, Felipe. Quantos usuários do Instagram existem no Brasil e no mundo em 2020? apptuts, 2020. Disponível: <https://www.apptuts.com.br/tutorial/redes-sociais/quantos-usuarios-do-instagram-existem-no-brasil-mundo-2017>. Acesso em: 20/03/2020. SOUZA, Queila. O Tempo Das Redes, São Paulo: Editora Perspectiva S/A, 2008. p. 156-182. SIBILIA, Paula. “Você é o que Google diz que você é”: a vida editável, entre controle e espetáculo. Intexto, Porto Alegre, UFRGS, n. 42, p. 214-231, maio/ago. 2018. ________ . “O show do eu”. FLIP 2016. TV BOITEMPO. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=FfJkQ8XH01M&t=2415s>. Acesso em: 02/05/2021. ________ . O show do eu: a intimidade como espetáculo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009, 286p. ________ . Redes ou paredes: a escola em tempos de dispersão. Tradução de Vera Ribeiro. Rio de Janeiro: Contraponto, 2012. 222 p. SERRÃO SILVA, Heriton V.; ALENCAR, Marcia F. A vitrine digital e o homem-marca: um anova expectativa comunicacional na hipermodernidade. In: Anais da IV Jornada de Pesquisa e Extensão em Comunicação / Flávia de Almeida Moura, Larissa Leda Fonseca Rocha, Ramon Bezerra Costa (Organizadores). — São Luís, 2017. 359 p. SERRÃO SILVA, Heriton V. A Ostentação e o Exibicionismo como Estratégias Comunicacionais nas Redes Sociais: Uma Revisão de Literatura. In: Anais 42º Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação – Belém - PA – 2 a 7/09/2019 SILVA, Nathan C. e; AZEVEDO, Marília M. de; GALHARDI, Antônio C. Redes sociais: a era do exibicionismo digital. In: Anais do X Workshop de Pós Graduação e Pesquisa do Centro Paula Souza. São Paulo, 6 à 8 de outubro de 2015. ISSN: 2175-1897. SÓ GEOGRAFIA. Cartografia. Virtuous Tecnologia da Informação. 2007-2020. Disponível em: <http://www.sogeografia.com.br/Conteudos/GeografiaFisica/Cartografia/>. Acesso em: 07/03/2020 às 23:29. SOUZA, Pedro F. de; FURLANB, Reinaldo. A questão do sujeito em Foucault. Psicol. USP. vol. 29, nº 3. São Paulo: Set./Dez. 2. Disponível em: <https://gramaticaecognicao.com/sufixo-ismo/>. Acesso em: 10/09/2020. SOUZA, Raphael. Redes sociais, comunicação e ação. In: SOUZA, Raphael; MORAIS, Leandro. Mundo virtual: portas abertas às redes sociais. Joinville: Clube de autores, 2017. p. 41-x. 128 SOUZA, S. R. L. de; FRANCISCO, A. L. O Método da Cartografia em Pesquisa Qualitativa: Estabelecendo Princípios... Desenhando Caminhos... In.: Anais do 5º Congresso Ibero-Americano em Investigação Qualitativa - Investigação Qualitativa em Saúde. 2016. SIBILIA, P. “O show do eu” [áudio completo]. In.: TV BOITEMPO. Christian Dunker e Paula Sibilia na Flip 2016. Youtube, 4 de jul. de 2016. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=FfJkQ8XH01M&feature=youtu.be>. Acesso em: 03/08/2020. VAZ, Paulo; BRUNO, F. Types of self surveillance: from abnormality to individuals ‘at risk’. Surveillance & Society. V. 1, n. 3, 2003. XAVIER, Monalisa. Pontes. A consulta transformada: experimentações de dispositivos interacionais "psi" na sociedade em midiatização. Tese de Doutorado em Ciências da Comunicação do Programa de Pós-Graduação em ciências da Comunicação, Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS): São Leopoldo, 2014.
dc.rights.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/openAccess
eu_rights_str_mv openAccess
dc.format.none.fl_str_mv application/pdf
dc.publisher.none.fl_str_mv Universidade Federal do Piauí
dc.publisher.program.fl_str_mv Programa de Pós-Graduação em Comunicação -PPGCOM
dc.publisher.country.fl_str_mv Brasil
dc.publisher.department.fl_str_mv Universidade Federal do Piauí
publisher.none.fl_str_mv Universidade Federal do Piauí
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Comum do Brasil - Deposita
instname:Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict)
instacron:IBICT
instname_str Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict)
instacron_str IBICT
institution IBICT
reponame_str Repositório Comum do Brasil - Deposita
collection Repositório Comum do Brasil - Deposita
bitstream.url.fl_str_mv https://deposita.ibict.br/bitstreams/a9fce21b-c9a7-4d41-91bf-42e6051a05cc/download
https://deposita.ibict.br/bitstreams/c43848eb-0e1a-4d29-9e5f-37425a74e262/download
https://deposita.ibict.br/bitstreams/f40ef0fa-cd56-47ab-beb0-d8d47f31bbf6/download
https://deposita.ibict.br/bitstreams/0b3a63ab-b4e9-4c94-8706-a18a239f037f/download
bitstream.checksum.fl_str_mv c3d16fe02b38cc384a4e8cbfdfda60d1
296ca946eeb744b60c1f69cd9928314e
a7c148eec59885ba1ba6d14692be8465
8ccae7d03063888cd3f85a6e6989f8a2
bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv MD5
MD5
MD5
MD5
repository.name.fl_str_mv Repositório Comum do Brasil - Deposita - Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict)
repository.mail.fl_str_mv deposita@ibict.br
_version_ 1860691316233469952