Caracterização de um novo agente causal associado a manchas cloróticas em citros

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2023
Autor(a) principal: Rodrigues, Mariane da Costa
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
HTS
Link de acesso: https://repositoriobiologico.com.br/jspui/handle/123456789/1192
Resumo: O Brasil é o maior produtor mundial de laranja doce (Citrus x sinensis (L.) Osbeck). Na safra de 2021/2022 foram produzidas 10.729.176 toneladas de laranja no cinturão citrícola dos estados de São Paulo e Minas Gerais (FUNDECITROS, 2022a). Além de laranja, outras espécies de citros são cultivadas no país, como a tangerina (C. reticulata Blanco) e a lima ácida Tahiti (C. latifolia Tanaka), com produção de 1.085.048 e 1.499.714 toneladas em 2020, respectivamente (IBGE, 2021). Pragas e patógenos são fatores limitantes da produtividade da citricultura brasileira. Na safra de laranja de 2021/2022 foram perdidas o equivalente a 21% do total de caixas de frutos produzidas por queda prematura de laranjas, sendo que a leprose dos citros (LC) foi responsável por 2% dessas perdas (FUNDECITROS, 2022a). Em adição à perda de frutos, nos pomares brasileiros o manejo da LC implica gastos anuais de cerca de US$ 54 milhões, que se destinam ao controle do agente vetor da doença (BASSANEZI et al., 2019).
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