Estudo da corrosão intergranular nos aços AISI 304L, AISI 316L e AISI 2205 usando técnicas eletroquímicas

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2014
Autor(a) principal: Viana, Pedro Rupf Pereira
Orientador(a): Favre-Nicolin, Viviane Azambuja
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ifes.edu.br/xmlui/handle/123456789/315
Resumo: RESUMO: Aços inoxidáveis austeníticos e aços inoxidáveis duplex podem apresentar certos carbetos e fases intermetálicas, tais como as fases MC, M₆C, M₇C₃, M₂₃C₆, fase sigma, fase chi e fase de Laves, quando sujeitos a tratamentos térmicos ou ainda quando envelhecidos por tempo de serviço. O objetivo deste trabalho é avaliar a corrosão intergranular presente nos aços AISI 304L, AISI 316L e AISI 2205, submetidos a tratamentos térmicos de 400-900°C, por um período de 100 horas. Para a análise dos aços, serão realizados simulações pelo software de termodinâmica computacional FactSage 6.4®, análises microestruturais via MEV e MO, testes de reativação potenciocinética (DL-EPR), testes de voltametria linear e testes de espectroscopia de impedância eletroquímica (EIE). Os resultados via simulação computacional confirmam os resultados previstos em literatura, prevendo a formação de carbetos do tipo M₂₃C₆ e de fase sigma para faixas de temperaturas entre 550 a 900°C. As análises microestruturais mostram que para tratamentos térmicos acima de 600°C, há a ocorrência de carbetos do tipo M₂₃C₆ os aços AISI 304L e 316L, e a ocorrência de fase sigma para o aço AISI 2205. Os testes de DL-EPR mostram que os aços AISI 304L e 2205 apresentam maior sensitização a 600°C, enquanto o aço AISI 316L apresenta maior sensitização à 700°C, confirmando as análises microestruturais. Os testes de voltametria linear e de impedância eletroquímica mostram que o aumento da temperatura de tratamento térmico nos aços AISI 304L, 316L e 2205 os tornam mais susceptíveis à corrosão por apresentarem redução dos potenciais de corrosão, aumento da densidade de corrente, redução da resistência à polarização e redução da capacitância da camada de Cr₂O₃. Dessa forma, foi possível observar e qualificar como a formação de carbetos e fases intermetálicas presentes nos aços influenciam nos efeitos da corrosão intergranular.
id IFES-2_04aa6ba90f6c1d86bb18235a6d99286a
oai_identifier_str oai:repositorio.ifes.edu.br:123456789/315
network_acronym_str IFES-2
network_name_str Repositório Institucional do IFES
repository_id_str
spelling Viana, Pedro Rupf PereiraFavre-Nicolin, Viviane Azambuja2018-03-12T18:34:20Z2018-03-12T18:34:20Z2014VIANA, Pedro Rupf Pereira. Estudo da corrosão intergranular nos aços AISI 304L, AISI 316L e AISI 2205 usando técnicas eletroquímicas. 2014. 94 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia Metalúrgica e de Materiais) - Instituto Federal do Espírito Santo, Vitória, 2014.https://repositorio.ifes.edu.br/xmlui/handle/123456789/31530004012001P0RESUMO: Aços inoxidáveis austeníticos e aços inoxidáveis duplex podem apresentar certos carbetos e fases intermetálicas, tais como as fases MC, M₆C, M₇C₃, M₂₃C₆, fase sigma, fase chi e fase de Laves, quando sujeitos a tratamentos térmicos ou ainda quando envelhecidos por tempo de serviço. O objetivo deste trabalho é avaliar a corrosão intergranular presente nos aços AISI 304L, AISI 316L e AISI 2205, submetidos a tratamentos térmicos de 400-900°C, por um período de 100 horas. Para a análise dos aços, serão realizados simulações pelo software de termodinâmica computacional FactSage 6.4®, análises microestruturais via MEV e MO, testes de reativação potenciocinética (DL-EPR), testes de voltametria linear e testes de espectroscopia de impedância eletroquímica (EIE). Os resultados via simulação computacional confirmam os resultados previstos em literatura, prevendo a formação de carbetos do tipo M₂₃C₆ e de fase sigma para faixas de temperaturas entre 550 a 900°C. As análises microestruturais mostram que para tratamentos térmicos acima de 600°C, há a ocorrência de carbetos do tipo M₂₃C₆ os aços AISI 304L e 316L, e a ocorrência de fase sigma para o aço AISI 2205. Os testes de DL-EPR mostram que os aços AISI 304L e 2205 apresentam maior sensitização a 600°C, enquanto o aço AISI 316L apresenta maior sensitização à 700°C, confirmando as análises microestruturais. Os testes de voltametria linear e de impedância eletroquímica mostram que o aumento da temperatura de tratamento térmico nos aços AISI 304L, 316L e 2205 os tornam mais susceptíveis à corrosão por apresentarem redução dos potenciais de corrosão, aumento da densidade de corrente, redução da resistência à polarização e redução da capacitância da camada de Cr₂O₃. Dessa forma, foi possível observar e qualificar como a formação de carbetos e fases intermetálicas presentes nos aços influenciam nos efeitos da corrosão intergranular.ABSTRACT: Austenitic stainless steels and duplex stainless steels present carbides and intermetallic phases, such as MC, M₆C, M₇C₃, M₂₃C₆, sigma phase, chi phase and Laves phase, under heat treatments or aged by work time. The aim of this work is evaluate intergranullar corrosion in AISI 304L, AISI 316L and AISI 2205, heat treated 400-900°C, for a period of 100 hours. For the analysis, simulations will be made using computational thermodynamics software FactSage 6.4®, micro structural analysis by SEM and OM, potentiokinetic reactivation tests (DL-EPR), linear voltammetry and electrochemical impedance spectroscopy (EIS). Computer simulations results confirm the expected results in literature, predicting M₂₃C₆ and sigma phase formations, for temperatures ranges between 550-900°C. Microstructural analysis shows that M₂₃C₆ occurrence above 600°C in AISI 304L and AISI 316L stainless steels, and the sigma phase occurrence above 600°C in AISI 2205. DL-EPR tests show AISI 304L and AISI 2205 had a higher sensitization above 600°C, while AISI 316L has increased sensitization above 700°C, confirming microstructural analysis. Linear voltammetry and electrochemical impedance spectroscopy tests showed that the increase in heat treatment temperature in AISI 304L, AISI 316L and AISI 2205 make them more susceptible to reduction of potential corrosion, increased current density corrosion, reduced resistance polarization and reduced Cr₂O₃ capacitive layer. Thus, it was possible to observe and describe how the carbides and intermetallic phases formation present in these steels influence the intergranullar corrosion effects.porAçoTratamento térmicoAço austeníticoAço inoxidávelCorrosãoEstudo da corrosão intergranular nos aços AISI 304L, AISI 316L e AISI 2205 usando técnicas eletroquímicasinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional do IFESinstname:Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo (IFES)instacron:IFESCampus VitóriaPrograma de Pós-graduação em Engenharia Metalúrgica e de MateriaisORIGINALDISSERTAÇÃO_Estudo_corrosão_intergranular_nos_aços_AISI304L.pdfDISSERTAÇÃO_Estudo_corrosão_intergranular_nos_aços_AISI304L.pdfapplication/pdf5468863https://repositorio.ifes.edu.br/bitstreams/a277f6d2-f94e-4f4b-b5bf-5ff6961d073b/downloadc7cc62fa7716296148862d54ac29cefbMD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://repositorio.ifes.edu.br/bitstreams/59c2a26d-b71e-4288-9fe4-f53dec8139ed/download8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52falseAnonymousREADTEXTDISSERTAÇÃO_Estudo_corrosão_intergranular_nos_aços_AISI304L.pdf.txtDISSERTAÇÃO_Estudo_corrosão_intergranular_nos_aços_AISI304L.pdf.txtExtracted texttext/plain103988https://repositorio.ifes.edu.br/bitstreams/8bebabf3-8a32-471b-ab9b-fb4b255a619e/download676f1dd3aadb33d5dedf57f8dd764c4aMD55falseAnonymousREADTHUMBNAILDISSERTAÇÃO_Estudo_corrosão_intergranular_nos_aços_AISI304L.pdf.jpgDISSERTAÇÃO_Estudo_corrosão_intergranular_nos_aços_AISI304L.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2654https://repositorio.ifes.edu.br/bitstreams/97e2025b-860f-4255-9a3b-68fe07c3c5da/download3a0c798cb49b2f809c94383f8c5f08a6MD56falseAnonymousREAD123456789/3152026-01-26T15:56:44.186764Zopen.accessoai:repositorio.ifes.edu.br:123456789/315https://repositorio.ifes.edu.brRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ifes.edu.br/server/oai/requestrepositorio@ifes.edu.bropendoar:2026-01-26T15:56:44Repositório Institucional do IFES - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo (IFES)falseTk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=
dc.title.pt_BR.fl_str_mv Estudo da corrosão intergranular nos aços AISI 304L, AISI 316L e AISI 2205 usando técnicas eletroquímicas
title Estudo da corrosão intergranular nos aços AISI 304L, AISI 316L e AISI 2205 usando técnicas eletroquímicas
spellingShingle Estudo da corrosão intergranular nos aços AISI 304L, AISI 316L e AISI 2205 usando técnicas eletroquímicas
Viana, Pedro Rupf Pereira
Aço
Tratamento térmico
Aço austenítico
Aço inoxidável
Corrosão
title_short Estudo da corrosão intergranular nos aços AISI 304L, AISI 316L e AISI 2205 usando técnicas eletroquímicas
title_full Estudo da corrosão intergranular nos aços AISI 304L, AISI 316L e AISI 2205 usando técnicas eletroquímicas
title_fullStr Estudo da corrosão intergranular nos aços AISI 304L, AISI 316L e AISI 2205 usando técnicas eletroquímicas
title_full_unstemmed Estudo da corrosão intergranular nos aços AISI 304L, AISI 316L e AISI 2205 usando técnicas eletroquímicas
title_sort Estudo da corrosão intergranular nos aços AISI 304L, AISI 316L e AISI 2205 usando técnicas eletroquímicas
author Viana, Pedro Rupf Pereira
author_facet Viana, Pedro Rupf Pereira
author_role author
dc.contributor.author.fl_str_mv Viana, Pedro Rupf Pereira
dc.contributor.advisor1.fl_str_mv Favre-Nicolin, Viviane Azambuja
contributor_str_mv Favre-Nicolin, Viviane Azambuja
dc.subject.por.fl_str_mv Aço
Tratamento térmico
Aço austenítico
Aço inoxidável
Corrosão
topic Aço
Tratamento térmico
Aço austenítico
Aço inoxidável
Corrosão
description RESUMO: Aços inoxidáveis austeníticos e aços inoxidáveis duplex podem apresentar certos carbetos e fases intermetálicas, tais como as fases MC, M₆C, M₇C₃, M₂₃C₆, fase sigma, fase chi e fase de Laves, quando sujeitos a tratamentos térmicos ou ainda quando envelhecidos por tempo de serviço. O objetivo deste trabalho é avaliar a corrosão intergranular presente nos aços AISI 304L, AISI 316L e AISI 2205, submetidos a tratamentos térmicos de 400-900°C, por um período de 100 horas. Para a análise dos aços, serão realizados simulações pelo software de termodinâmica computacional FactSage 6.4®, análises microestruturais via MEV e MO, testes de reativação potenciocinética (DL-EPR), testes de voltametria linear e testes de espectroscopia de impedância eletroquímica (EIE). Os resultados via simulação computacional confirmam os resultados previstos em literatura, prevendo a formação de carbetos do tipo M₂₃C₆ e de fase sigma para faixas de temperaturas entre 550 a 900°C. As análises microestruturais mostram que para tratamentos térmicos acima de 600°C, há a ocorrência de carbetos do tipo M₂₃C₆ os aços AISI 304L e 316L, e a ocorrência de fase sigma para o aço AISI 2205. Os testes de DL-EPR mostram que os aços AISI 304L e 2205 apresentam maior sensitização a 600°C, enquanto o aço AISI 316L apresenta maior sensitização à 700°C, confirmando as análises microestruturais. Os testes de voltametria linear e de impedância eletroquímica mostram que o aumento da temperatura de tratamento térmico nos aços AISI 304L, 316L e 2205 os tornam mais susceptíveis à corrosão por apresentarem redução dos potenciais de corrosão, aumento da densidade de corrente, redução da resistência à polarização e redução da capacitância da camada de Cr₂O₃. Dessa forma, foi possível observar e qualificar como a formação de carbetos e fases intermetálicas presentes nos aços influenciam nos efeitos da corrosão intergranular.
publishDate 2014
dc.date.issued.fl_str_mv 2014
dc.date.accessioned.fl_str_mv 2018-03-12T18:34:20Z
dc.date.available.fl_str_mv 2018-03-12T18:34:20Z
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/masterThesis
format masterThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.citation.fl_str_mv VIANA, Pedro Rupf Pereira. Estudo da corrosão intergranular nos aços AISI 304L, AISI 316L e AISI 2205 usando técnicas eletroquímicas. 2014. 94 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia Metalúrgica e de Materiais) - Instituto Federal do Espírito Santo, Vitória, 2014.
dc.identifier.uri.fl_str_mv https://repositorio.ifes.edu.br/xmlui/handle/123456789/315
dc.identifier.capes.none.fl_str_mv 30004012001P0
identifier_str_mv VIANA, Pedro Rupf Pereira. Estudo da corrosão intergranular nos aços AISI 304L, AISI 316L e AISI 2205 usando técnicas eletroquímicas. 2014. 94 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia Metalúrgica e de Materiais) - Instituto Federal do Espírito Santo, Vitória, 2014.
30004012001P0
url https://repositorio.ifes.edu.br/xmlui/handle/123456789/315
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.rights.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/openAccess
eu_rights_str_mv openAccess
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Institucional do IFES
instname:Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo (IFES)
instacron:IFES
instname_str Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo (IFES)
instacron_str IFES
institution IFES
reponame_str Repositório Institucional do IFES
collection Repositório Institucional do IFES
bitstream.url.fl_str_mv https://repositorio.ifes.edu.br/bitstreams/a277f6d2-f94e-4f4b-b5bf-5ff6961d073b/download
https://repositorio.ifes.edu.br/bitstreams/59c2a26d-b71e-4288-9fe4-f53dec8139ed/download
https://repositorio.ifes.edu.br/bitstreams/8bebabf3-8a32-471b-ab9b-fb4b255a619e/download
https://repositorio.ifes.edu.br/bitstreams/97e2025b-860f-4255-9a3b-68fe07c3c5da/download
bitstream.checksum.fl_str_mv c7cc62fa7716296148862d54ac29cefb
8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33
676f1dd3aadb33d5dedf57f8dd764c4a
3a0c798cb49b2f809c94383f8c5f08a6
bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv MD5
MD5
MD5
MD5
repository.name.fl_str_mv Repositório Institucional do IFES - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo (IFES)
repository.mail.fl_str_mv repositorio@ifes.edu.br
_version_ 1864450996822867968