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Reação de genótipos de Solanum lycopersicum ao parasitismo por Meloidogyne incognita

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2023
Autor(a) principal: Lambert, José Carlos
Orientador(a): Moulin, Monique Moreira
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Alegre
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ifes.edu.br/handle/123456789/3496
Resumo: O tomate (Solanum lycopersicum) é uma das principais hortaliças produzida e consumida no Brasil. Sua produção é bastante desenvolvida, em especial na região Sudeste, onde o Espírito Santo é um tradicional produtor de tomate de mesa. Dentro da gama de doenças que afetam o tomateiro, está a incidência de nematoides formadores de galhas, do gênero Meloidogyne, que atacam o sistema radicular impedindo a absorção de água e nutrientes e causam grandes perdas na produção. No Brasil, espécies do gênero Meloidogyne são as principais causadoras de danos ao tomateiro, sendo Meloidogyne incognita o mais incidente. Por se tratar de um patógeno que passa pelo menos uma fase do seu ciclo no solo, seu controle se torna bastante difícil, sendo o controle químico pouco eficiente, oneroso, além do risco de contaminação do ambiente e do homem. A alternativa mais econômica e eficaz é a utilização de genótipos resistentes obtidos através de programas de melhoramento genético. Neste sentido, objetivou-se avaliar a reação de 42 acessos de S. lycopersicum do banco de germoplasma do Ifes Campus de Alegre quanto à resistência ao M. incognita. Foram conduzidos dois experimentos no período de janeiro a novembro de 2022, em um viveiro telado no Instituto Federal do Espírito Santo, campus de Santa Teresa. O primeiro experimento seguiu delineamento em blocos casualizados, com 43 tratamentos e cinco repetições, avaliando-se 42 genótipos de tomate de mesa e a cultivar controle suscetível (Santa Clara). Foram inoculados 4.000 ovos+J2 de M. incognita por vaso e 65 dias após o cultivo os genótipos foram avaliados. Verificou-se que os genótipos Ifes 14, 23, 26, 27, 44 e 45 apresentaram fator de reprodução menor que um (FR<1) sendo classificados como ‘resistentes’, conforme Oostenbrink (1966). O segundo experimento seguiu o mesmo delineamento (DBC), com 33 tratamentos e três repetições, avaliando-se novamente 32 genótipos presentes na coleção anterior e a cultivar controle suscetível (Santa Clara). Foram inoculados 4.000 ovos+J2 de M. incognita por vaso e 65 dias após o cultivo os genótipos foram avaliados. Verificou-se que os genótipos Ifes 5, 10, 14, 23, 26, 28, 33 e 44, apresentaram fator de reprodução menor que um (FR<1), sendo classificados como ‘resistentes’. Foi possível constatar uma constância na resposta de grande parte dos 43 genótipos avaliados quanto à resistência e suscetibilidade nos dois ensaios. Os genótipos Ifes 14, 23, 26 e 44 apresentaram potencial resistência a M. incognita, com FR<1 nos dois experimentos, portanto, promissores para serem estudados e utilizados como fonte de resistência e cruzamentos direcionados em programas de melhoramento genético.
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