O impacto dos ratings ESG na performance dos ativos brasileiros de capital aberto
| Ano de defesa: | 2023 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.insper.edu.br/handle/11224/7301 |
Resumo: | No presente estudo, examinamos o impacto dos ratings ESG na performance das empresas de capital aberto no Brasil. O objetivo foi avaliar o impacto dos ratings na performance das empresas brasileiras negociadas em bolsa. Muitos estudos apresentam pesquisas acerca dos Estados Unidos e da Europa, mas pouco se sabe sobre o Brasil, considerando que o tema ESG começou a ganhar um pouco mais de destaque somente na última década. Identificamos os ratings ESG e os pilares social, ambiental e de governança por meio de duas ferramentas: Refinitiv e Bloomberg. Montamos portfólios com base em duas metodologias: portfólio ESG e regressões transversais. No modelo ESG, construímos três carteiras: a high composta pelas empresas com os 20% melhores ratings; a low composta pelas empresas com os 20% piores ratings; e a high-low comprada na carteira high e vendida a descoberto na carteira low. No modelo de regressões transversais, utilizamos todas as empresas da base de dados, sem linhas de corte. Nossas descobertas indicaram que o método de portfólio ESG não suporta uma relação entre o desempenho social e o desempenho financeiro de uma empresa, medida em termos de pontuações ESG. As regressões transversais sugeriram uma influência negativa e significativa de algumas variáveis ESG no corte transversal. Os resultados sugeriram que os investidores não devem esperar retornos anormais negociando uma carteira diferenciada de empresas com classificação alta e baixa em relação aos aspectos ESG. Para uma análise mais completa seria necessário aguardar um compilado de dados mais robusto, contemplando um período de tempo mais amplo e uma quantidade maior de empresas para obter resultados mais consistentes. |
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O impacto dos ratings ESG na performance dos ativos brasileiros de capital abertoESGAmbiental, social e governançaPerformance das ações brasileirasImpacto dos ratings ESGESGEnvironmental, social and governancePerformance of Brazilian sharesImpact of ESG ratingsNo presente estudo, examinamos o impacto dos ratings ESG na performance das empresas de capital aberto no Brasil. O objetivo foi avaliar o impacto dos ratings na performance das empresas brasileiras negociadas em bolsa. Muitos estudos apresentam pesquisas acerca dos Estados Unidos e da Europa, mas pouco se sabe sobre o Brasil, considerando que o tema ESG começou a ganhar um pouco mais de destaque somente na última década. Identificamos os ratings ESG e os pilares social, ambiental e de governança por meio de duas ferramentas: Refinitiv e Bloomberg. Montamos portfólios com base em duas metodologias: portfólio ESG e regressões transversais. No modelo ESG, construímos três carteiras: a high composta pelas empresas com os 20% melhores ratings; a low composta pelas empresas com os 20% piores ratings; e a high-low comprada na carteira high e vendida a descoberto na carteira low. No modelo de regressões transversais, utilizamos todas as empresas da base de dados, sem linhas de corte. Nossas descobertas indicaram que o método de portfólio ESG não suporta uma relação entre o desempenho social e o desempenho financeiro de uma empresa, medida em termos de pontuações ESG. As regressões transversais sugeriram uma influência negativa e significativa de algumas variáveis ESG no corte transversal. Os resultados sugeriram que os investidores não devem esperar retornos anormais negociando uma carteira diferenciada de empresas com classificação alta e baixa em relação aos aspectos ESG. Para uma análise mais completa seria necessário aguardar um compilado de dados mais robusto, contemplando um período de tempo mais amplo e uma quantidade maior de empresas para obter resultados mais consistentes.In this study, we examined the impact of ESG ratings on the performance of publicly traded companies in Brazil. The objective was to evaluate the impact of ratings on the performance of publicly traded Brazilian companies. Many studies showed research from the United States of America and Europe, but little is known about Brazil, considering that the ESG topic began to gain a little more prominence only in the last decade. We identified ESG ratings and the social, environmental and governance pillars through two tools: Refinitiv and Bloomberg. We build portfolios using two methodologies: ESG portfolio and cross-sectional regressions. In the ESG portfolio model, we set up three portfolios: the high portfolio was made up of companies with the 20% best ratings; the low portfolio was made up of companies with the 20% worst ratings; and the high-low portfolio was purchased from the high and sold uncovered in the low portfolio. In the cross-sectional regression model, all companies in the database were used, without cutoff lines. Our findings indicated that the ESG portfolio method does not support a relationship between a company's social performance and financial performance measured in terms of ESG scores. Cross-sectional regressions suggested a significant and negative influence of some ESG variables in the cross section. The results suggested that investors should not expect abnormal returns by trading a differentiated portfolio of companies rated high and low on ESG aspects. For a more complete analysis, it would be necessary to wait for a more robust data compilation, covering a broader period of time and a larger number of companies to obtain more consistent results.ROGERIO BIANCHI SANTARROSALemgruber, Jéssica do Nascimento FeitosaLemgruber, Jéssica do Nascimento Feitosa2025-01-28T12:06:53Z2025-01-28T12:06:53Z2023info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisDigital49 p.application/pdfhttps://repositorio.insper.edu.br/handle/11224/7301porreponame:Repositório Institucional da INSPERinstname:Instituição de Ensino Superior e de Pesquisa (INSPER)instacron:INSPERinfo:eu-repo/semantics/openAccess2025-06-12T13:38:24Zoai:repositorio.insper.edu.br:11224/7301Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttps://www.insper.edu.br/biblioteca-telles/PRIhttps://repositorio.insper.edu.br/oai/requestbiblioteca@insper.edu.br || conteudobiblioteca@insper.edu.bropendoar:2025-06-12T13:38:24Repositório Institucional da INSPER - Instituição de Ensino Superior e de Pesquisa (INSPER)false |
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No presente estudo, examinamos o impacto dos ratings ESG na performance das empresas de capital aberto no Brasil. O objetivo foi avaliar o impacto dos ratings na performance das empresas brasileiras negociadas em bolsa. Muitos estudos apresentam pesquisas acerca dos Estados Unidos e da Europa, mas pouco se sabe sobre o Brasil, considerando que o tema ESG começou a ganhar um pouco mais de destaque somente na última década. Identificamos os ratings ESG e os pilares social, ambiental e de governança por meio de duas ferramentas: Refinitiv e Bloomberg. Montamos portfólios com base em duas metodologias: portfólio ESG e regressões transversais. No modelo ESG, construímos três carteiras: a high composta pelas empresas com os 20% melhores ratings; a low composta pelas empresas com os 20% piores ratings; e a high-low comprada na carteira high e vendida a descoberto na carteira low. No modelo de regressões transversais, utilizamos todas as empresas da base de dados, sem linhas de corte. Nossas descobertas indicaram que o método de portfólio ESG não suporta uma relação entre o desempenho social e o desempenho financeiro de uma empresa, medida em termos de pontuações ESG. As regressões transversais sugeriram uma influência negativa e significativa de algumas variáveis ESG no corte transversal. Os resultados sugeriram que os investidores não devem esperar retornos anormais negociando uma carteira diferenciada de empresas com classificação alta e baixa em relação aos aspectos ESG. Para uma análise mais completa seria necessário aguardar um compilado de dados mais robusto, contemplando um período de tempo mais amplo e uma quantidade maior de empresas para obter resultados mais consistentes. |
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