Duas faces da morte: o corpo e a alma do Cemitério Nossa Senhora da Soledade, em Belém/PA

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2014
Autor(a) principal: RODRIGUES, Paula Andréa Caluff
Orientador(a): DOMINGUES, Evandro
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Iphan
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://bibliotecadigital.iphan.gov.br/handle/123456789/1291
Resumo: 425 f. SUMÁRIO INTRODUÇÃO............................................................................................................... 18 CAPÍTULO I................................................................................................................... 24 1. O CORPO DO CEMITÉRIO DA SOLEDADE...................................................... 24 1.1. Contextualização....................................................................................................... 24 1.2. Primeiro Cemitério Público de Belém: o Soledade.................................................. 27 1.3. O Processo de Tombamento...................................................................................... 68 1.4. A Situação até o ano de 2014.................................................................................... 77 CAPÍTULO II................................................................................................................... 80 2. A ALMA DO CEMITÉRIO DA SOLEDADE....................................................... 80 2.1. Orações e devoções................................................................................................... 80 2.2. A pesquisa com frequentadores do cemitério............................................................ 86 2.3. Os principais túmulos de devoção............................................................................. 113 2.4. Devoções em outros cemitérios.................................................................................. 125 2.4.1. Cemitério da Consolação, em São Paulo/SP................................................ 125 2.4.2. Cemitério do Campo Santo, em Salvador/BA............................................. 131 2.4.3. Cemitério Santo Amaro, Recife/PE............................................................. 135 2.4.4. Cemitério São João Batista, Fortaleza/CE.................................................... 138 2.4.5. Cemitério dos Prazeres, Lisboa/PT............................................................... 142 CAPÍTULO III................................................................................................................ 146 3. AS DUAS FACES DA MORTE – O GRANDE ENCONTRO............................... 146 3.1. Problematização dos termos usados............................................................................ 146 3.2. As relações entre pessoas e o espaço do Soledade.................................................... 148 3.3. Fundamentação católica.............................................................................................. 151 3.3.1. Diretório Sobre a Piedade Popular e a Liturgia: Princípios e Orientações... 153 3.3.2. O Purgatório................................................................................................. 157 3.4. Santos oficiais e não oficiais....................................................................................... 162 3.4.1. Os santos canonizados.................................................................................. 162 3.4.2. Os “santos” que o povo elege....................................................................... 166 3.5. Ex-votos e oferendas................................................................................................... 170 3.5.1. As velas......................................................................................................... 172 3.5.2: As orações..................................................................................................... 173 3.5.3. A água........................................................................................................... 176 3.5.4. As flores........................................................................................................ 179 3.5.5. As fitas......................................................................................................... 182 3.5.6. Alimentos...................................................................................................... 184 3.5.8: Roupas.......................................................................................................... 187 4. CONCLUSÃO.............................................................................................................. 191 REFERÊNCIAS............................................................................................................... 204 ANEXOS........................................................................................................................... 220
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SUMÁRIO INTRODUÇÃO............................................................................................................... 18 CAPÍTULO I................................................................................................................... 24 1. O CORPO DO CEMITÉRIO DA SOLEDADE...................................................... 24 1.1. Contextualização....................................................................................................... 24 1.2. Primeiro Cemitério Público de Belém: o Soledade.................................................. 27 1.3. O Processo de Tombamento...................................................................................... 68 1.4. A Situação até o ano de 2014.................................................................................... 77 CAPÍTULO II................................................................................................................... 80 2. A ALMA DO CEMITÉRIO DA SOLEDADE....................................................... 80 2.1. Orações e devoções................................................................................................... 80 2.2. A pesquisa com frequentadores do cemitério............................................................ 86 2.3. Os principais túmulos de devoção............................................................................. 113 2.4. Devoções em outros cemitérios.................................................................................. 125 2.4.1. Cemitério da Consolação, em São Paulo/SP................................................ 125 2.4.2. Cemitério do Campo Santo, em Salvador/BA............................................. 131 2.4.3. Cemitério Santo Amaro, Recife/PE............................................................. 135 2.4.4. Cemitério São João Batista, Fortaleza/CE.................................................... 138 2.4.5. 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O número de pessoas enterradas ultrapassa os 30.000, impulsionado pelas vítimas de duas epidemias: a febre amarela (1850) e cólera (1885). O local foi inspirado no estilo monumental de cemitérios europeus, seguindo as linhas do período artístico do romantismo, com a adoção de materiais, obras de escultura e cantaria de Portugal e Itália. Apresenta mausoléus e túmulos com rico simbolismo funerário, revelando ideais da época, fatores socioeconômicos, ocupações, valores familiares e conjugais. Sua riqueza refletiu o poder econômico trazido pela cultura da borracha. Os enterramentos cessaram em 1880, mas as pessoas continuaram a visitar esse lugar. Foi desenvolvida uma nova apropriação do espaço por manifestações de devoções às santas almas do purgatório ao lado do cruzeiro e devoções populares em sepulturas específicas. Sem enterros, iniciou-se um processo de degradação rápida, tornando-se objeto de especulações urbanas que incluíam demolição para alargamento de estradas ou para a construção de um complexo habitacional. A mobilização de intelectuais resultou no seu tombamento pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN - em 1964, evitando a sua destruição. Esta dissertação põe em questão os novos usos do cemitério e o seu significado para a comunidade, tendo em conta a sua natureza material e imaterial, seu corpo e alma. Pretende identificar o patrimônio cultural que se desenvolveu ali e procura observar a dinâmica social onde o cemitério está inserido, com suas práticas culturais, significados e valores que marcam as experiências constitutivas da cultura de um povo. Foi feita uma pesquisa oral com os frequentadores e devotos do lugar e as respostas permitiram uma compreensão mais completa das manifestações culturais e o perfil das pessoas que as praticam. A partir daí, foram analisadas as relações entre pessoas e espaço, a questão dos santos populares não reconhecidos pela Igreja Católica, o sincretismo religioso e as principais ofertas devocionais feitos em túmulos. Enfim, este trabalho não se destina a resolver ou esgotar a pesquisa sobre o reconhecimento do sentido e valor que o Soledade tem para a cidade e para as pessoas que fazem uso dele. É uma tentativa de observar a realidade, com vista a uma melhor compreensão das relações que ocorrem lá. É como a construção de uma pequena ponte, onde diferentes usos e interesses podem se encontrar, relacionar e respeitar mutuamente, de modo que o maior beneficiado com este processo pode ser o Cemitério de Soledade.Título da Dissertação em inglês Two faces of death: the body and soul of the Nossa Senhora da Soledade Cemetery, in Belém / PA Abstract: The inauguration in 1850 of the Cemitério Nossa Senhora da Soledade (Lady of Solitude Cemetery), in Belém, Pará State, Brazil, marks the historical moment when burials previously performed in churches or their vicinity, were moved to a public space. The number of people buried exceeds 30,000, a number swollen by the victims of two epidemics: yellow fever (1850) and cholera (1885). The design of the cemetery was inspired by the monumental style first used in European cemeteries, following the style known as romanticism, with adoption of materials, works of sculpture and stonework from Portugal and Italy. There are mausoleums and tombs with rich funerary symbolism, revealing ideals of that period, socioeconomic factors, occupations, and family and marital values. This rich style reflects the economic power brought by natural rubber production boom in the Amazon region. The burials ceased in 1880, but people continued visiting this place. A new use for the space was developed: manifestations of devotion to the holy souls in purgatory next to the main cross and popular devotions at specific graves. Without burials, the former cemetery began a process of rapid degradation. The land became the subject of urban speculations that included demolition for road widening and construction of a housing complex. A mobilization of intellectuals resulted in it being listed by the National Historical and Artistic Heritage Institute (IPHAN) in 1964, avoiding its destruction. This dissertation questions the new uses of the cemetery and its significance to the community, examining its physical and cultural value, its body and soul. The objective is to identify the cultural heritage developed there and to observe the social dynamics in the vicinity of the cemetery, including cultural practices, significance, and values that mark the development of popular culture. Oral research was undertaken with visitors and devotees of the place, Their responses led to a fuller understanding of the cultural events and the profile of people who participate in them. Then, the relationships between people and space, the issue of popular saints unrecognized by the Catholic Church, religious syncretism and the main devotional offerings made in tombs were analyzed. This work is not intended to exhaust research possibilities concerning recognition of the meaning and value that Soledad has for the city and for the people that use it. It is an attempt to look at reality, with a view to better understanding the relationships that occur there. It's like building a small bridge, where different users and interests can meet, relate and respect one another, so that the greatest benefit from this process may be for the Soledade Cemetery itself. Keywords: Cemeteries. Soledade Cemetery - Belém / PA. Cemiterial Architecture - Nineteenth Century. Death - Social aspects. Religious cults. Cultural heritage.Unidade de desenvolvimento das práticas profissionais: Superintendência do Iphan no ParáIphanIphanBrasilOUTROSPatrimônio culturalCemitério da Soledade - Belém/PAArquitetura cemiterial – Século XIXMorte – aspectos sociaisCultos religiososDuas faces da morte: o corpo e a alma do Cemitério Nossa Senhora da Soledade, em Belém/PAinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisRio de JaneiroPreservação do Patrimônio CulturalMestrado Profissional em Preservação do Patrimônio Culturalporreponame:Biblioteca Digital do IPHANinstname:Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN)instacron:IPHANORIGINALAS DUAS FACES DA MORTE_2014.pdfAS DUAS FACES DA MORTE_2014.pdfapplication/pdf31705465https://bibliotecadigital.iphan.gov.br/bitstreams/8b465f40-8dcb-4edb-a2b3-fd0cf7357e75/download741cdb53d0bcff0e8595990ba65e499fMD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81343https://bibliotecadigital.iphan.gov.br/bitstreams/5905e931-c88b-411b-9aa6-c63b7b0aa194/download7341ded362ffa9c8229aeb5b2fa9ce89MD52THUMBNAIL2.pngimage/png36410https://bibliotecadigital.iphan.gov.br/bitstreams/b7d29dd3-3758-44c9-b5a1-2653593b5bc9/downloadac30ac98bf958beccdabca7b7830f890MD53123456789/12912026-01-19 12:30:20.223open.accessoai:bibliotecadigital.iphan.gov.br:123456789/1291https://bibliotecadigital.iphan.gov.brBiblioteca Digital de Teses e DissertaçõesPUBhttps://bibliotecadigital-web.iphan.gov.br/server/oai/requestraphael.carmo@iphan.gov.bropendoar:2026-01-19T15:30:20Biblioteca Digital do IPHAN - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN)falseVEVSTU8gREUgUkVTUE9OU0FCSUxJREFERSBETyBERVBPU0lUQU5URSBEQSBCSUJMSU9URUNBIERJR0lUQUwgRE8gSU5TVElUVVRPIERPIFBBVFJJTcOUTklPIEhJU1TDk1JJQ08gRSBBUlTDjVNUSUNPIE5BQ0lPTkFMCgpQcmV6YWRvIGRlcG9zaXRhbnRlLAoKRXN0YSBsaWNlbsOnYSB2aXNhIGNvbnNjaWVudGl6w6EtbG8gc29icmUgYSByZXNwb25zYWJpbGlkYWRlIGRhIHN1Ym1pc3PDo28gcXVlIGVzdMOhIHNlbmRvIHJlYWxpemFkYS4gTyBzb2Z0d2FyZSBsaXZyZSBEU3BhY2UgbmFzY2UgY29tIGEgcHJvcG9zdGEgZGUgcmVwb3NpdMOzcmlvIGNvbSBhdXRvYXJxdWl2YW1lbnRvLCBtYXMgcG9kZSBzZXIgdXRpbGl6YWRvIHBhcmEgb3V0cm9zIGZpbnMsIGNvbW8gYSBpbXBsYW50YcOnw6NvIGRlIGJpYmxpb3RlY2EgZGlnaXRhbCBpbnN0aXR1Y2lvbmFsLCBxdWUgw6kgbyBjYXNvIGRhIEJpYmxpb3RlY2EgRGlnaXRhbCBkbyBJbnN0aXR1dG8gZG8gUGF0cmltw7RuaW8gSGlzdMOzcmljbyBlIEFydMOtc3RpY28gTmFjaW9uYWwuCgpEZXN0ZSBtb2RvLCBlc3BlcmEtc2UgcXVlIGVudGVuZGEgYSByZXNwb25zYWJpbGlkYWRlIGRhIHN1Ym1pc3PDo28sIHNlbmRvIHF1ZToKLSBPIG1hdGVyaWFsIGRlc2NyaXRvL3N1Ym1ldGlkbyDDqSBkZSBhY2Vzc28gYWJlcnRvIGUvb3UgcG9zc3VpIGF1dG9yaXphw6fDo28gcGFyYSBhIHJlcHJvZHXDp8OjbyBlIGRpc3RyaWJ1acOnw6NvIHBlbGEvbmEgQmlibGlvdGVjYSBEaWdpdGFsIGRvIEluc3RpdHV0byBkbyBQYXRyaW3DtG5pbyBIaXN0w7NyaWNvIGUgQXJ0w61zdGljbyBOYWNpb25hbDsKLSBPIG1hdGVyaWFsIGRlc2NyaXRvL3N1Ym1ldGlkbyBhdGVuZGUgYSBwb2zDrXRpY2EgZGUgZGVzZW52b2x2aW1lbnRvIGRlIGNvbGXDp8O1ZXMgZGEgQmlibGlvdGVjYSBEaWdpdGFsOwotIEEgZGVzY3Jpw6fDo28gZG8gbWF0ZXJpYWwgc3VibWV0aWRvIGVzdMOhIGRlIGFjb3JkbyBjb20gYXMgZGlyZXRyaXplcyBkZSBkZXNjcmnDp8OjbyBuYSBCaWJsaW90ZWNhIERpZ2l0YWwsIGU7Ci0gQ2FzbyBvIG1hdGVyaWFsIGRlc2NyaXRvL3N1Ym1ldGlkbyBmaXF1ZSBjb20gbyBhcnF1aXZvIFtiaXRzdHJlYW1dIGZlY2hhZG8sIHRvcm5hLXNlIHJlc3BvbnPDoXZlbCBlbSBub3RpZmljYXIgbyBBZG1pbmlzdHJhZG9yL0dlcmVudGUgZGEgQmlibGlvdGVjYSBEaWdpdGFsIHNvYnJlIGZ1dHVyb3MgcGVkaWRvcyBkZSBzb2xpY2l0YcOnw6NvIGRlIGFjZXNzbyBhbyBhcnF1aXZvLgoKUGFyYSBjb25jb3JkYXIgY29tIG8gdGVybW8gZGUgcmVzcG9uc2FiaWxpZGFkZSwgYXNzaW5lIGVsZXRyb25pY2FtZW50ZSBvIHByZXNlbnRlIHRlcm1vLgo=
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