InRob - uma abordagem para testes de interoperabilidade e de robustez de subsistemas de tempo-real intensivos em software.
| Ano de defesa: | 2009 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Instituto Tecnológico de Aeronáutica
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://www.bd.bibl.ita.br/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=932 |
Resumo: | Os estudos realizados no presente trabalho de tese abrangem o processo de integração de subsistemas de tempo real intensivos em software e o formalismo de geração de casos de teste. A integração de subsistemas é uma fase altamente onerosa em tempo e recursos de teste de projetos de sistemas críticos tais como plataformas de satélites. São investigados testes baseados em modelos de estado que representam a interação dos subsistemas comunicantes. O problema pesquisado é o formalismo adequado para representar requisitos de tempo no modelo comportamental da interação de modo que casos de teste possam ser derivados por métodos automáticos. Com foco na modelagem dos serviços providos pelos subsistemas em integração, propõe-se um arcabouço para teste de interoperabilidade e de robustez composto por cinco elementos estruturantes: (1) perfil do serviço, (2) modelo nominal do serviço, (3) perigos de tempo, (4) modelo aumentado do serviço, e (5) propósito de teste. O arcabouço, denominado InRob, orienta a construção de modelos formais de interoperabilidade os quais representam o comportamento de um serviço em um dado estágio de integração. Os modelos são estendidos com propriedades de tempo de modo que possam ser derivados casos de teste de robustez, relativos a desvios de tempo na troca de mensagens entre os subsistemas. A validação da abordagem InRob é feita no domínio de subsistemas espaciais, na integração dos subsistemas que compõem um instrumento imageador (telescópio) de raios X a bordo de uma missão de satélite de astronomia. Nesse estudo de caso, o InRob é instanciado em um processo de teste composto por três etapas, duas delas apoiadas por ferramentas existentes para geração e execução de casos de teste. |
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InRob - uma abordagem para testes de interoperabilidade e de robustez de subsistemas de tempo-real intensivos em software.Testes de programaIntegração de sistemasOperação em tempo realVerificação formalEspecificação formalEstudo de casosConfiabilidade de softwareEngenharia de softwareOs estudos realizados no presente trabalho de tese abrangem o processo de integração de subsistemas de tempo real intensivos em software e o formalismo de geração de casos de teste. A integração de subsistemas é uma fase altamente onerosa em tempo e recursos de teste de projetos de sistemas críticos tais como plataformas de satélites. São investigados testes baseados em modelos de estado que representam a interação dos subsistemas comunicantes. O problema pesquisado é o formalismo adequado para representar requisitos de tempo no modelo comportamental da interação de modo que casos de teste possam ser derivados por métodos automáticos. Com foco na modelagem dos serviços providos pelos subsistemas em integração, propõe-se um arcabouço para teste de interoperabilidade e de robustez composto por cinco elementos estruturantes: (1) perfil do serviço, (2) modelo nominal do serviço, (3) perigos de tempo, (4) modelo aumentado do serviço, e (5) propósito de teste. O arcabouço, denominado InRob, orienta a construção de modelos formais de interoperabilidade os quais representam o comportamento de um serviço em um dado estágio de integração. Os modelos são estendidos com propriedades de tempo de modo que possam ser derivados casos de teste de robustez, relativos a desvios de tempo na troca de mensagens entre os subsistemas. A validação da abordagem InRob é feita no domínio de subsistemas espaciais, na integração dos subsistemas que compõem um instrumento imageador (telescópio) de raios X a bordo de uma missão de satélite de astronomia. Nesse estudo de caso, o InRob é instanciado em um processo de teste composto por três etapas, duas delas apoiadas por ferramentas existentes para geração e execução de casos de teste.Instituto Tecnológico de AeronáuticaEdgar Toshiro YanoEliane MartinsMaria de Fátima Mattiello-Francisco2009-12-15info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesishttp://www.bd.bibl.ita.br/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=932reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações do ITAinstname:Instituto Tecnológico de Aeronáuticainstacron:ITAporinfo:eu-repo/semantics/openAccessapplication/pdf2019-02-02T14:02:00Zoai:agregador.ibict.br.BDTD_ITA:oai:ita.br:932http://oai.bdtd.ibict.br/requestopendoar:null2020-05-28 19:34:46.447Biblioteca Digital de Teses e Dissertações do ITA - Instituto Tecnológico de Aeronáuticatrue |
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Os estudos realizados no presente trabalho de tese abrangem o processo de integração de subsistemas de tempo real intensivos em software e o formalismo de geração de casos de teste. A integração de subsistemas é uma fase altamente onerosa em tempo e recursos de teste de projetos de sistemas críticos tais como plataformas de satélites. São investigados testes baseados em modelos de estado que representam a interação dos subsistemas comunicantes. O problema pesquisado é o formalismo adequado para representar requisitos de tempo no modelo comportamental da interação de modo que casos de teste possam ser derivados por métodos automáticos. Com foco na modelagem dos serviços providos pelos subsistemas em integração, propõe-se um arcabouço para teste de interoperabilidade e de robustez composto por cinco elementos estruturantes: (1) perfil do serviço, (2) modelo nominal do serviço, (3) perigos de tempo, (4) modelo aumentado do serviço, e (5) propósito de teste. O arcabouço, denominado InRob, orienta a construção de modelos formais de interoperabilidade os quais representam o comportamento de um serviço em um dado estágio de integração. Os modelos são estendidos com propriedades de tempo de modo que possam ser derivados casos de teste de robustez, relativos a desvios de tempo na troca de mensagens entre os subsistemas. A validação da abordagem InRob é feita no domínio de subsistemas espaciais, na integração dos subsistemas que compõem um instrumento imageador (telescópio) de raios X a bordo de uma missão de satélite de astronomia. Nesse estudo de caso, o InRob é instanciado em um processo de teste composto por três etapas, duas delas apoiadas por ferramentas existentes para geração e execução de casos de teste. |
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Os estudos realizados no presente trabalho de tese abrangem o processo de integração de subsistemas de tempo real intensivos em software e o formalismo de geração de casos de teste. A integração de subsistemas é uma fase altamente onerosa em tempo e recursos de teste de projetos de sistemas críticos tais como plataformas de satélites. São investigados testes baseados em modelos de estado que representam a interação dos subsistemas comunicantes. O problema pesquisado é o formalismo adequado para representar requisitos de tempo no modelo comportamental da interação de modo que casos de teste possam ser derivados por métodos automáticos. Com foco na modelagem dos serviços providos pelos subsistemas em integração, propõe-se um arcabouço para teste de interoperabilidade e de robustez composto por cinco elementos estruturantes: (1) perfil do serviço, (2) modelo nominal do serviço, (3) perigos de tempo, (4) modelo aumentado do serviço, e (5) propósito de teste. O arcabouço, denominado InRob, orienta a construção de modelos formais de interoperabilidade os quais representam o comportamento de um serviço em um dado estágio de integração. Os modelos são estendidos com propriedades de tempo de modo que possam ser derivados casos de teste de robustez, relativos a desvios de tempo na troca de mensagens entre os subsistemas. A validação da abordagem InRob é feita no domínio de subsistemas espaciais, na integração dos subsistemas que compõem um instrumento imageador (telescópio) de raios X a bordo de uma missão de satélite de astronomia. Nesse estudo de caso, o InRob é instanciado em um processo de teste composto por três etapas, duas delas apoiadas por ferramentas existentes para geração e execução de casos de teste. |
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