Avaliação da taxa de prenhez em fêmeas Nelore submetidas à inseminação artificial em tempo fixo com utilização prévia de vacina contra vírus da diarreia viral bovina
| Ano de defesa: | 2020 |
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| Palavras-chave em Português: | |
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Resumo: | O objetivo do presente estudo foi avaliar a taxa de prenhez de fêmeas bovinas da raça Nelore que receberam vacina contendo cepas vivas modificadas do vírus da diarreia viral bovina (BVDV) tipo 1 e 2 durante o programa reprodutivo de inseminação artificial em tempo-fixo (IATF). Foram utilizadas 225 fêmeas bovinas da raça Nelore (Bos taurus indicus), com escore de condição corporal (ECC) entre 3.0 e 4.0, sendo 82 novilhas (24 a 30 meses de idade) e 143 vacas (48 a 96 meses de idade) multíparas lactantes, e período pós-parto variando de 35 a 60 dias. Em um dia aleatório do ciclo estral, as fêmeas receberam um protocolo hormonal de sincronização da ovulação para IATF e, aleatoriamente, foram destinadas ao grupo não vacinado/controle ou grupo vacina. No Dia 0 do protocolo de IATF, o grupo vacina recebeu uma única aplicação intramuscular, de 2 mL de vacina reprodutiva (Bovela® , Boehringer Ingelheim Saúde Animal, São Paulo, Brasil), que apresenta em sua formulação cepas de vírus vivo modificado contra BVDV tipo 1 e 2. O grupo controle não recebeu vacina e todos os animais foram manejados juntos. Para IATF, foi utilizado um protocolo convencional de 3 manejos a base de progesterona e estradiol, sendo a inseminação realizada no Dia 10 por um único técnico e o diagnóstico de gestação no Dia 40 por ultrassom transretal. A taxa de prenhez foi analisada por modelo de regressão logística binária, sendo que o tratamento e a categoria foram considerados efeitos fixos e o ECC como covariável (p≤0,05). Aos 40 dias de estação de monta, a taxa de prenhez sofreu influência do uso da vacina reprodutiva [grupo vacina 72,3% (69/95) vs. grupo controle 56,1% (73/130); p=0,01], mas não da categoria de fêmea [novilha 65,8% (54/82) vs. vaca 61,5% (88/143); p=0,68]. No entanto, uma interação vacina*categoria (p=0,05) revelou maior taxa de prenhez para novilhas vacinadas em relação as novilhas e vacas não vacinadas [novilha*vacinada 77,5% (31/40), novilha*controle 54,8% (23/42), vaca*vacinada 69,1% (38/55) e vaca*controle 56,8% (50/88)]. Ao final da estação de monta a taxa de prenhez não sofreu influência da vacinação (p=0,42), da categoria (p=0,19) ou da interação da categoria com vacinação (p=0,44). Concluiu-se que a utilização de vacina reprodutiva contendo cepas vivas modificadas de BVDV tipo 1 e 2, aumenta a taxa de prenhez aos 40 dias da estação de monta em novilhas e vacas multíparas, mas não altera a taxa ao final da estação reprodutiva. |
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No Dia 0 do protocolo de IATF, o grupo vacina recebeu uma única aplicação intramuscular, de 2 mL de vacina reprodutiva (Bovela® , Boehringer Ingelheim Saúde Animal, São Paulo, Brasil), que apresenta em sua formulação cepas de vírus vivo modificado contra BVDV tipo 1 e 2. O grupo controle não recebeu vacina e todos os animais foram manejados juntos. Para IATF, foi utilizado um protocolo convencional de 3 manejos a base de progesterona e estradiol, sendo a inseminação realizada no Dia 10 por um único técnico e o diagnóstico de gestação no Dia 40 por ultrassom transretal. A taxa de prenhez foi analisada por modelo de regressão logística binária, sendo que o tratamento e a categoria foram considerados efeitos fixos e o ECC como covariável (p≤0,05). Aos 40 dias de estação de monta, a taxa de prenhez sofreu influência do uso da vacina reprodutiva [grupo vacina 72,3% (69/95) vs. grupo controle 56,1% (73/130); p=0,01], mas não da categoria de fêmea [novilha 65,8% (54/82) vs. vaca 61,5% (88/143); p=0,68]. No entanto, uma interação vacina*categoria (p=0,05) revelou maior taxa de prenhez para novilhas vacinadas em relação as novilhas e vacas não vacinadas [novilha*vacinada 77,5% (31/40), novilha*controle 54,8% (23/42), vaca*vacinada 69,1% (38/55) e vaca*controle 56,8% (50/88)]. Ao final da estação de monta a taxa de prenhez não sofreu influência da vacinação (p=0,42), da categoria (p=0,19) ou da interação da categoria com vacinação (p=0,44). 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